Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Chegarei lá de qualquer forma. Tenho o auxílio de uns e a oposição de outros. Mais tarde, lembrarei de todos.

Abaixe o rosto e finja que eu não estou
Mas eu estarei aqui
Porque você é tudo que tenho

Antes de acusar uma pessoa por sua conduta, observe se a sua consciência não o (a) acusa, tenho certeza que se você for correto (a), certamente vai se calar. Não julgue o outro por algo que você não é exemplo. A pior conduta é a do falso moralista.

Não sinto solidão, tenho a companhia de Deus.

Eu adoro quando você me faz perder o pouco do juízo que tenho, com seu toque suave, desejando cada parte do meu corpo junto ao teu.

Amanhecer

Meus sentimentos se transformam da noite pra o dia. Tenho sentimentos que dormem em meu coração e acordam no meu esquecimento. Não! Eu não sou tão vulnerável assim. Eu não mudo entre o crepúsculo e o amanhecer. Na verdade eu apenas modifico o meu modo de pensar e refletir sobre aquilo que sinto. E isso me confunde. É que às vezes sou tomada por uma emoção evanescente, adversa à aquilo que penso. Sensações que veem de encontro à razão. E causam uma desorganização profunda entre o que penso, o que sou e o que sinto. Há um desarranjo em mim. Estranha confusão de me ser.
É nesses momentos de desalinho que, definitivamente, não consigo definir o que sinto, e o que desejo. Aliás, desejo não sentir. E manter a sintonia comigo mesma. Há uma certa estranheza em me ser. Em sentir e não saber. Não sei. Uma vontade louca de cessar o pensamento, de estagnar meu coração. Tento fugir de mim e sempre me encontro no fim. Não há nada a fazer. Entrego-me, então. Entrego-me ao nada e ao não saber. Entrego-me a mim mesma, mesmo desconhecendo-me. Entrego-me ao sono. E ao desabrochar do sol, percebo. Foi apenas um instante. Foi apenas devaneio. Assim como antes sei o que é realmente é certo para mim. O que quero e devo sentir. Passou. Foi apenas uma combinação de idéias desconformes. Voltei ao controle da situação. Alívio

Tenho afetos, desafetos, bom e mau humor, crises existenciais e paz de espírito, amo e sinto raiva da mesma pessoa, sou boa e má, positiva e negativa, altruísta e vingativa.
É claro que gostaria sempre que o meu melhor lado sempre estivesse on, sempre no volume máximo e nunca mudasse de emissora. Mas nem sempre é assim. Gostaria que meu lado coração e alma se sobressaíssem sempre na espontaneidade, mesmo nos momentos escuros, mesmo nos momentos não salutares. Não gosto de reprimir raiva, não sou adepta ao "tudo bem", "não é nada" quando na verdade está tudo péssimo e tenho tudo. Não gosto de não por para fora o que sinto, mesmo que seja injusta, mesmo que pegue pesado, mesmo que ofenda ou brigue, xingue, grite. Eu não sei me calar se me sinto mal, se me sinto desdenhada e não querida, se me sinto a mosca do cocô do cavalo do bandido e o pior de tudo, sentir tudo isso vindo de alguém que amo, que curto, que admiro. Eu sei, eu sei, não sou só eu que tenho altos de baixos, meu companheiro, meu amor, minha vida também. Não sou só eu que tenho maus momentos, ele também tem, então o que fazer. Esperar o momento oportuno, não se precipitar em jogar palavras no momento de raiva, ser sincera ao ponto de ser cruel, querer destruir e vencer numa briga de casal que muitas vezes começa por motivos bobos e que podem ser contornados.

Tenho fome da sua boca, da sua voz, do seu cabelo,
e ando pelas ruas sem comer, calado,
não me sustenta o pão, a aurora me desconcerta,
busco no dia o som líquido dos seus pés.

Estou faminto do seu riso saltitante,
das suas mãos cor de furioso celeiro,
tenho fome da pálida pedra das suas unhas,
quero comer a sua pele como uma intacta amêndoa.

Quero comer o raio queimado na sua formosura,
o nariz soberano do rosto altivo,
quero comer a sombra fugaz das suas pestanas

e faminto venho e vou farejando o crepúsculo
te procurando, procurando o seu coração ardente
como um puma na solidão de Quitratue.

Tenho
Tenho uma necessidade absurda de escrever.
Sobre tudo o que sinto, sobre tudo o que me incomoda.
Ao principio os meus textos, muitas vezes não saiam dos rascunhos.
Talvez por medo ou talvez porque achar que não eram bons.
Para partilhar ou ler.
Depois o medo foi ganhando coragem.
Dou graças a Deus por ter-me dado asas.
A realidade é que os meus textos ou rascunhos...
Estão cheios de tudo que vai cá dentro.
As minhas mágoas.
Os medos
As vitórias
As derrotas
As mágoas
De que tenho sido protagonista.
Os meus textos e poemas.
São o meu cantinho.
O meu abrigo.
Sei que posso escrever.
O meu maior critico é o meu marido, é nele que eu confio.
Sinto-me segura no meu cantinho e no meu refúgio
Posso escrever o que quiser, não ofendo ninguém
Falo de mim, fico muito feliz que gostem do que escrevo "obrigado" !

Tenho
Lírios nos olhos
E algumas orquídeas
Sobre a mão
Qualquer dia
Uma borboleta
Pousa no meu jardim
Talvez nas rosas
Que floresceu
Em meu coração.

''No cais dos meus lábios tenho guardado os beijos mais verossímeis aos meus segredos eternos desse amor ainda mascarado. Tenho escolhido as primaveras certas, as flores perfumadas, ornamentando minha alma para quando você voltar. Andei trocando botas com o vento, perguntando por você, descobri que uma andorinha foi enviada com a tarefa de trazer você de volta ao meu coração, para esse jardim que sempre lhe pertenceu, desde as primeiras sementes, as mudas de árvore, que separei.

Tenho chorado pouco, isso é um ótimo sinal; sinal que em meu coração resplandece a esperança, abdicando da vida de fugitiva para fazer morada em mim, ao lado das nossas fotografias grudadas na parede da memória, fincadas em minha pele como proteção do sol. Eu tenho segurado a porta aberta da nossa casa, deixando que qualquer rastro seu adentre nosso mundo – agora apenas meu –, permitindo que qualquer gota de nós se misture com minhas memórias e inunde meu amor, dominando os espaços vagos do meu abrigo, esse meu forte de guerra. Não me incomodo mais com a solidão durante as longas horas noturnas, fico ouvindo as cotovias desleixadas ou uma coruja qualquer a pronunciar palavras em mim, se espalhando pela escuridão do meu quarto, contando as histórias de nós dois.

Eu deixei de ser caravela ao notar que ser porto é mais saudável, mais eterno. Quem sabe um dia o senhor desaponte no horizonte, lançando um olá tão distante, voltando a ser meu, e finque seus pés em minha areia, fazendo das minhas terras o seu refúgio, da minha ilha seu lar, sem mais partidas, sem mais recomeços, sendo somente continuidade.
Eu deixei de ser mulher para o mundo, para continuar sendo a sua bailarina de porcelana, presa em sua caixinha de música, esperando suas mãos para dar corda a minha solitária dança ao som dos meus lamentos eternos. Eu deixei de ser mar e me tornei vento à sua espera. Hoje, eu sou palavra à espera de quando voltará a me pronunciar.''

Me vi no seu nome e o que interessa nessa vida
Não é o que tenho e sim o que sou
Deixa o maloqueiro falar
No seu ouvido o que você quer ouvir

Você é a forte aqui, não eu. Tudo o que tenho são perguntas. O que devo fazer com isso?

Quando o amor chama a ponto de tirar a paz, tenho duas escolhas:

"Correr pra ele"

"Correr dele"

As duas sempre me ensinaram algo

Talvez aquilo que me disse faz sentido, que o meu corpo já não é mais teu abrigo. Não tenho culpa por você não me querer, é uma desculpa pra tentar me convencer que acabou.

Tenho paixão por tudo que é leve e colorido, tudo que tem energia boa, que traz suavidade e calmaria pra minha intensidade.

Tenho essa teoria de que sonhamos porque pensamos em coisas sem termos consciência de que estamos pensando. E essas coisas, bem, elas nos assombram nos sonhos. Talvez sejamos como pneus cheios demais. O ar precisa escapar. Os sonhos são isso.

Eu tenho cura? Clamo a Deus, mas os meus pensamentos continuam me matando.

“Há momentos em que tenho a nítida impressão/sensação que alteraram o movimento de rotação da terra e não me avisaram.”

Eu não tenho travas na língua. Sempre fui tão impulsiva, tão exagerada, tão sincera. Desde que fosse a verdade do que sinto, nunca me envergonhei de dizer nada do que se passa aqui dentro, do que eu penso.
E, mesmo sendo tão cruel, tão injusta, tão desumana; ainda continuou amando sozinho.
Isso foi nobre. Mais nobre do que as verdades que eu disse, do que as vezes que insiste com fé ou sem fé nenhuma. Foi mais nobre do que todas as vezes que eu te procurei querendo conversar.
Eu te olhei sem querer olhar, sem querer dizer que eu andei errado, de novo; e que seus conselhos estavam certos. Que você fez até onde pode e, depois, me entregou pra alguma coisa que nunca existiu.
E foi bom te olhar e descobrir que eu ainda encontrava o conforto, o abrigo que eu sempre tive. O amigo, acima de tudo, que sempre me viu como eu realmente sou, e nem por isso deixou de me amar.
Que não se importou com todas as verdades que eu te disse, que eu sei que te machucaram. Mas ficou ali, calado, me ouvindo, rindo de mim por ser tão boba, tão sonhadora e tão sincera.
Perguntando se ainda compro flores, se ainda olho a lua e se eu notei que ultimamente uma estrela tem brilhado mais que todas as outras.
Sabe quando você implora que alguma coisa aqui dentro te faça amar esse alguém como nunca antes?
Que você o ame como ele merece, que possa retribuir todo esse amor consentido?
Mas, eu não consigo. E foi lindo ouvir você dizer que também me entendia por eu não conseguir te amar como devia.
É exatamente por isso que eu continuo. Eu posso perder algumas pessoas, mas, eu sempre ganho uma que me surpreende, às vezes nem ganho, ela já está ali do meu lado, só esperando ser notada.
Obrigada por ter ido atrás de mim, por pedir pra eu te olhar, sem medo, como sempre fiz.
Obrigada pelo suco que eu não queria, por me ouvir, por querer saber de cada detalhe, e por parecer tão certo do que sempre sentiu.
Eu te admiro e te respeito, e te amo, de alguma forma, mas amo.
Amo pelo tempo que me conhece, que se dedica, que se importa, que se preocupa, que cuida, que liga, que me atura, que me entende, que me olha, que me ouve, que me toca, que me abraça, que cala, que fala, que sente, que dedica tanto da sua amizade, do seu amor.
Obrigada por amar sem pedir nada em troca.
Uma hora ou outra a gente sempre é amado como merece... Que alguém te ame e cuide de você como você merece.
Eu, aqui, trancada dentro de mim há dias, continuo sem a esperança de ser um dia tão nobre como você.
É confuso demais, suspeito demais, exagerado.
Não seria a minha vida se não fosse assim, não é verdade?
Não seria eu se não tivesse um bocadinho de drama.
Buenas... Vem o vento e muda tudo de lugar. Um dia eu vou dizer que ISSO É BOM.
Por enquanto, ainda estou meio perdida com a bagunça que o vento fez aqui em casa, também terei que me acostumar com a antiga situação, eu nem lembrava mais como era.
Bom... Que as coisas boas voltem, e que essa coisa seca aqui fique por pouco tempo. Sinto cheiro de bons ventos no ar :) E isso é bom, de novo.
A luz volta a brilhar de manhã e você sabe que eu estou esperando você sorrir, sempre. Todos os dias tem pôr-do-sol e eu não pretendo ir tão cedo...!