Tenho Cara de Metida
Não pense que não tenho sentimentos, é que você me fez ver que tudo tem seu tempo de amadurecimento.
TENHO
Tenho vários amigos ao meu lado,
mas me sinto tão sozinha,
tão sem chão.
Tenho tudo e ao mesmo tempo não tenho nada
Achava que era tudo e percebi que não era nada
Achava que podia ter o mundo e só achei o fundo,
o fundo do poço.
Olho à minha volta e o que vejo.
Vejo apenas multidões apressadas
E eu tão só, sempre a sobejar
sinto em meu rosto apenas o zéfiro
como tocando minha face num leve carinho.
Ao mesmo tempo vejo a soalheira que
arde em minha pele.
Caminho pela areia, a praia está deserta
Olho as ondas e elas parecem se exibir
numa dança mágica onde elas se entrelaçam
parecem querer tornar-se uma só.
Mas ao mesmo tempo elas se soltam e fogem
de encontro a areia.
E muitas acabam morrendo ali mesmo naquela
areia. Morrem aos poucos até que a brisa
carinhosamente com o seu leve sopro fazem
com que a areia sugue as últimas gotas
das ondas até que a areia esteja totalmente seca.
Vejo aquele lençol azul de vez em quando se mexendo
como se estivesse mudando de posição.
O mar como nós tem os seus dias de revolta
pode sentir-se sereno ou furioso.
Existe muitas pessoa frias, fracas, que vivem
a imergir.
Eu normalmente tenho uma resposta para a pergunta
Mas dessa vez eu vou ficar quieto (dessa vez)
Não há nada como o sentimento de incerteza,
a estranheza do silêncio
Relacionamento legal mesmo é esse que tenho com o amor-próprio.
Não viva para mendigar o amor de alguém, se valorize.
E eu lá ligo pra boato... Tenho a consciência limpa, sem motivos algum pra me importar com coisas que eu sei que não fiz.
Te sinto como
uma ventania constante
Te tenho na brisa suave
O cheiro de uma lua enamorada
esse olhar que se despe a alma
O silêncio que sela a boca
e abre o coração
Mistério de segredos
procura constante de eus, de zeus
Complemento de um poente
o querer, sem perceber
Um sonho que se aguça os sentidos
lembra que o amor é o alimento da vida
Sempre está comigo
tempo e lugar...
Quando o Silêncio Fala
Não tenho medo dos barulhentos; tenho medo dos silenciosos, pois é no silêncio que enxergamos nossos dragões.
O silêncio é um grito interno que podemos sentir: dores, força, fraqueza.
Quem silencia tem a bênção e a maldição de perceber tudo com intensidade.
Lá, enxergamos nossas luzes e nossas sombras.
Sentimos tudo profundamente e ouvimos o barulho ensurdecedor do nosso próprio silêncio, que reverbera em nosso corpo.
Pensamos, analisamos, observamos, julgamos, ponderamos — tudo isso no equilíbrio ou no desequilíbrio da nossa mente.
O silêncio faz mais barulho do que imaginamos, podendo nos levar à ressignificação ou à evasão que, às vezes, chega sorrateiramente.
No meu profundo silêncio, posso ser tanto a resiliência quanto a dor que escondo dentro de mim.
Posso ser o medo, mas também posso ser a força que ainda não ousei revelar ou que moldo conforme meus altos e baixos.
- Queria que você pudesse me acalmar, Sassenach, é o que desejo fervorosamente, pois tenho pouca paz em mim agora.
Outlander - Diana Gabaldon
...Eu... tenho... valor....
porque fui criada na classe de Deus.
Sou vital
porque o plano de Deus me envolve.
Minha herança é ter o melhor de Deus,
para que eu possa nao só desfrutar de sua companhia e usufruir de sua riqueza e
poder,mas também poder ajudar os outros.
Fui criada para vida,dignidade,prosperidade,o amor e poder.
As sementes da grandeza estao em mim.
Deus jamais me criou para ser um ninguem
mais um verdadeiro alguem.
Portanto,reconheço minha auto estima que Deus designou como seu estilo de vida.
Agora,sei que ele planejou o melhor da vida para mim,filho de Deus nunca mais irei desacreditar,desvalorizar ou estruir
O que Deus criou à sua imagem e atribuir auto valor.
Eu dou as boas-vindas a voz amiga de Deus.
Ele me fez lembrar da origem divina,do importante proposito que ele tem para mim e do seu plano amor,o qual me ajuda a alcançar,desfrutar e compartilhar o seu melhor
da VIDA.
Primeiro: EU sou humano; sofro, erro, rio, acerto! Segundo: Eu sou eu; e como SINGULAR, tenho uma personalidade PRÓPRIA.
Ser livre. . .
Eu olho a minha volta e vejo uma vida bela
eu tenho estado de ponta cabeça, ao avesso.
Eu quero a brisa e a mente aberta
eu quero nadar no oceano, ter meu próprio tempo,
todo para mim
Então talvez amanhã
eu encontre meu caminho.
[Maybe Tomorrow]
Gosto de dizer tenho um dragão que mora comigo, embora não seja verdade. Como eu dizia, um dragão jamais pertence a nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja um unicórnio, salamandra, elfo, sereia ou ogro. Eles não dividem seus hábitos. Ninguém é capaz de compreender um dragão. Quem poderia compreender, por exemplo, que logo ao despertar (e isso pode acontecer em qualquer horário, já que o dia e a noite deles acontecem para dentro) sempre batem a cauda três vezes, como se estivessem furiosos, soltando fogo pelas ventas e carbonizando qualquer coisa próxima num raio de mais de cinco metros? Hoje, pondero: talvez seja a sua maneira desajeitada de dizer: que seja doce.
''Meio derrubado ouvindo um tupac, pensando na vida que levo, daquilo que realmente tenho, e sei que minha riqueza são meus pensamentos...''
Eu não sei onde deu errado
Desde criança, tenho uma interrogação azul na cabeça
Talvez seja por isso que eu vivo tão intensamente
Mas quando eu olho para trás, parado sozinho aqui
Aquela sombra obscura que me engole
Ainda assim a interrogação azul existe
Não tenho medo da vida
mas tenho medo de não viver.
não tenho medo de errar,
mas tenho medo do momento certo.
não tenho medo de ser quem eu sou,
mas tenho medo de ser outra para outros.
não tenho medo dos meus sentimentos,
mas tenho medo dos meus atos.
não tenho medo das pessoas,
mas tenho medo de mim.
pois muitas vezes quem mais
me faz mal sou eu mesmo,
por não ter certeza se estou ou não
com medo.
