Tenho Cara de Metida

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A hora de mudar não chega fazendo alarde. Ela não quebra nada, não grita, não cria caos. Ela chega em silêncio, com educação, quase pedindo licença. A hora de mudar começa quando o lugar onde você está ainda funciona, ainda entrega, ainda é reconhecido — mas já não conversa com quem você se tornou. Não é só quando tudo dói.

Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. É quando o conforto começa a anestesiar, quando a repetição passa a parecer competência, mas por dentro já virou desistência. É perceber que, muitas vezes, seguimos fiéis a versões antigas por lealdade, não por verdade.

Mudar não é fugir, é alinhar. Não é romper por impulso, é sustentar uma coerência interna que já cresceu demais para o cenário atual. Quem muda não abandona tudo; abandona apenas o que deixa de honrar o próprio nome.

Toda mudança legítima carrega um luto discreto, mas também uma excitação limpa — aquela que não vem do risco pelo risco, mas da sensação íntima de estar, finalmente, no próprio eixo.

A hora de mudar é reconhecer que permanecer exige que você se diminua. E eu aprendi cedo, e desejo que isto também ecoe em ti: não nascemos para nos fazer caber.

Mudar não nasce do desespero, nasce da lucidez. Quando percebemos que o conforto tornou-se anestesia.

Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.

Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.

O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.

Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.

Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.

No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.

Há um tipo de egoísmo que não é barulhento, mas é cruel. Ele usa o outro como depósito de suas dores não elaboradas. Faz do afeto um campo de batalha e da intimidade um tribunal. E quando o outro reage, a resposta vem rápida: “você não me ouve”, “você me enxerga”, “cala a boca”. Como se calar resolvesse. Como se silenciar o sintoma curasse a causa.

Mandar o outro silenciar é, muitas vezes, uma tentativa desesperada de não ouvir a própria ferida. Porque a fala do outro toca onde ainda dói. E é mais fácil interditar a voz alheia do que sustentar o eco que ela provoca. O incômodo não vem do que foi dito. Vem do que foi despertado.

A projeção é um truque antigo do ego: eu coloco em você aquilo que não suporto reconhecer em mim. Se me sinto pequeno, acuso você de diminuir. Se me sinto culpado, transformo você em réu. Se estou confuso, digo que você é caótico. É uma transferência silenciosa de responsabilidade emocional. Um despejo psíquico feito sem contrato.

Ninguém se cura jogando peso nas costas de quem está por perto. Dor não trabalhada vira arma. Trauma não tratado vira acusação. Gente que não desapega das mágoas, transforma ferida em violência.

Curar-se é parar de usar as pessoas como espelho distorcido. É devolver a cada um o que é seu. É aprender a dizer “isso é meu” com a mesma firmeza com que antes se dizia “a culpa é sua”.

É olhar para o próprio desconforto antes de apontar o dedo. É perguntar “por que isso me atingiu tanto?” antes de decretar que o outro está errado. É suportar reconhecer as próprias sombras sem precisar terceirizá-las.

Quem manda calar a boca quase sempre tem medo de escutar ou só suporta escutar o que convém. Quem aprende a escutar a si mesmo, sem projeções, já não precisa silenciar ninguém.

Se você soubesse que é o seu último dia de vida, como gostaria de passar?

Para cada passo que se dá na vida, uma direção tomada.
Em cada direção estabelecida, um objetivo definido. Mas o homem néscio se estabelece na loucura, na insensatez e na ignorância.
Ele nao caminha, ele corre em busca do vento, se embriaga com a paixão desmentida e se entrega nas mãos do caos.

⁠Do latim proba, de probare (demonstrar, reconhecer, formar juízo de valor, entende-se, assim, no sentido jurídico, a demonstração, que se faz, pelos meios legais, da existência ou veracidade de um fato material ou de um ato jurídico, em virtude da qual se conclui pela existência do fato ou do ato demonstrado.
A prova consiste, pois, na demonstração da existência ou da veracidade daquilo que se alega como fundamento do direito que se defende ou que se contesta.
E, nesta razão, no sentido processual, designa também os meios, indicados em lei, para realização dessa demonstração, isto é, a soma de meios para constituição da própria prova, ou seja, para conclusão ou produção da certeza.
A prova pode fundar-se na afirmação ou na negação de fatos, sobre que se pretende tenha nascido ou originado direito. Assim, orienta-se na afirmação positiva ou na afirmação negativa do fato contestado, de cuja demonstração decorrerá a certeza da afirmação.
A prova, por isso, constitui, em matéria processual, a própria alma do processo ou a luz, que vem esclarecer a dúvida a respeito dos direitos disputados.
Mas, tomada num duplo sentido, objetivo e subjetivo, não se mostra somente a demonstração material, revelada pelo conjunto de meios utilizados para a demonstração da existência dos fatos (sentido objetivo), como também a própria certeza ou convicção a respeito da veracidade da afirmação feita (sentido subjetivo).
E, assim sendo, juridicamente compreendida, a prova é a própria convicção acerca da existência dos fatos alegados, nos quais se fundam os próprios direitos, objetos da discussão ou do litígio.
Em consequência, somente há prova quando, pela demonstração, se produz uma luz suficiente para achar a verdade, ou quando os elementos componentes da demonstração estabeleceram uma força suficiente para produzir a certeza ou convicção.
A força da prova objetiva ou da prova material produzindo a prova subjetiva ou convicção, é que forma integralmente a prova jurídica, gerando os efeitos pretendidos, isto é, os de estabelecer uma demonstração inequívoca acerca dos fatos alegados ou afirmados.
Nesta acepção, incluem-se, especialmente, as provas propriamente ditas, decorrentes da materialidade de fatos, de que se formou a certeza. São as provas diretas, preparadas pelos próprios interessados ou demonstradas por eles, no que diferem das provas indiretas, constituídas pelos indícios e presunções.

A sabedoria é um tom que adquirimos ao longo do tempo por meio de nossas experiências, sejam elas boas ou ruins. Por esse motivo, não reclame da sua condição atual.

A dor é um processo pelo qual todos nós passamos, e é por meio dele que somos aperfeiçoados nas mãos de Deus!

⁠Status, o preço a ser pago

Você perdeu sua alma, sua honra, negociou seus valores, vendeu a dignidade, ficou sem moral, sem respeito

Está nu perante si mesmo e vestido de finos trajes para agradar os outros, mas não sabe que por dentro és pobre e infeliz

⁠Pode ser a comida mais sofisticada e saborosa que existe com o ambiente mais lindo do mundo mas, se as pessoas que estiverem a sua volta não ti deixam a vontade, você perde a fome.

⁠Não aceito ser manipulado nem por meus próprios desejos, quanto mais pela opinião e vontade alheia.

Está cheio de ateu dentro da congregação
Está cheio de ateu dentro da congregação
Estes pulam pregam e louvam com muita dedicação
Mas o testemunho deles negam a obra da redenção.


A vida do crente tem que ser uma carta lida
A vida do crente tem que ser uma carta lida
Rodeado de testemunhas cuida do seu proceder
Para nunca ser escândalo para o povo que crê.


O crente fiel no varejo até pode errar
O crente fiel no varejo até pode errar
Se erra no atacado a ninguém vai enganar
Pois o seu testemunho diz que em pecado ele está


Levante as mãos pra o céu se tua vida está na luz
Levante as mãos pra o céu se tua vida está na luz
Seja sal para este mundo e no evangelho te conduz
Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus
Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus


Louve e exalte ao Pai Altíssimo e dê glórias a Jesus

As mágoas atrasam a sua vida, por isso procure liberar o perdão para ter uma nova vida de libertação.

O pior não é tentar várias vezes até conseguir, mas desistir antes de buscar outras formas de resolver os problemas.

Você é capaz de fazer algo, apenas acredite em si mesmo e não dê brecha para aqueles que não querem te ver bem!

Tudo é possível àqueles que creem em milagres, o impossível acontece e o nome do Senhor será glorificado.

Não olhe o que já passou, perdoe-se e siga em frente!

A humildade, a sabedoria, a temperança e civilidade são, com absoluta certeza, as características humanas mais louváveis. Todavia, hodiernamente esses predicados têm sido cada vez menos valorizados por um grande número de pessoas... Observemos o "caos social" em que vivemos.

O conhecimento científico não é atraente por ter todas as respostas, mas sim por querer decifrar um conjunto cada vez maior de perguntas.