Tempos Passageiros
Em tempos de guerra!
A bandeira branca se tornou vermelha, pelo sangue carregado por homens, violentos e degenerados.
A guerra gritou pelo ouro e a prata!
Mais foi a vida que se tornou o preço.
Nunca foi a vida que era pouco, mais sim a vontade de gerar a paz.
Renúncia
O estado é laico,
não só quanto a religião,
mas também quanto a reação,
em tempos de corrupção
prefere ficar quieto,
mesmo que seu povo morra a céu aberto.
Somos todos iguais
meros seres mortais
iguais até perante a lei,
então para que um rei ?
Excalibur
Há tempos que parei de me preocupar em fazer escolhas. Fica mais fácil delegar tal mister à Vida, quando claramente me diz que o assume em me colocando em estreita sintonia com as dádivas que me havia reservado.
Como se enganam os que acreditam que nossos castigos provenham de Deus. Desde o início dos tempos a Infinita Inteligência delegou à consciência esse papel de juiz quando fazemos sofrer os que nos amam para que o Amor Supremo cuidasse apenas de coisas mais nobres. E como esse juiz me encontra onde quer que busque esconder-me, ah...como ele sabe se mostrar implacável!
Viver é como produzir um texto... muitas vírgulas... muitos tempos verbais...flashbacks e flashforwards intensos e entrelaçados... um discurso por vezes muito convincente... e uma gramática nem sempre impecável... algumas exclamações... muitas interrogações... mas que infelizmente, e quase sempre, acabará em um ponto final.
Em tempos de beijinho no ombro e sabe nada, inocente... Ter o Rosa e o Machado em mãos é privilégio de poucos.... seres antiquados que nasceram para torturar os seres modernosos que acham que de tudo pode-se fazer farora...
Farofa de ovo.... farofa de letras...
Farofa sem gosto...
Farofa de osso.... farofa de desgosto!
Enquanto isso.... em tempos modernosos:
Reescreveram Machado:
Capitu sua ordinária a ressaca dos seus olhos são é da cachaça... "mermo"... e daquele baseadinho "ó mó treta" que o mano te vendeu... o Bentinho.... vishiiii.... "sabe de nada, inocente"... esqueceu que a Capitu lhe deu foi um belo "beijinho no ombro, pois o teu recalque" Bentinho "passa longe"! Fim
Obs.: Não entendo português padrão, mas no coloquial eu "destróio" tudo!!!!!!!
Estamos vivendo em tempos de profunda superficialidade, onde o espetáculo devora o sentido e nos priva da pausa necessária para existir. A sociedade do cansaço exige um desempenho extenuante, enquanto a validação momentânea alimenta ansiedades que ficam sem nomear. A violência, tanto física quanto mental, molda relações e silencia almas, fragmentando aquilo que poderia ser inteiro.
Nossas interações se transformaram em vitrines e nossos afetos, em mercadorias. Nas redes que prometem conexão, encontramos distância; na busca por relevância, nos perdemos de nós mesmos. Vivemos no teatro do vazio, onde tudo parece urgente, mas quase nada é essencial.
Resistir é um ato de coragem e cuidado. Precisamos reencontrar o silêncio que nos reconcilia, o olhar que acolhe, a arte que inquieta e a palavra que nos devolve ao real. Só assim poderemos escapar das armadilhas do espetáculo e resgatar a integridade de quem realmente somos.
A quem diz que tempos difíceis moldam a forma que os defines não faz sentido, o que defines a postura são a diversidade melhorando a cada novo dia.
A verdade vai proporcionar a verdade seja em tempos de paz ou guerra, apenas você é conhecedor da tua verdade os demais são, acusadores julgadores onde querem condenar a tua verdadeira verdade, quem não acredita na tua verdade não tem o direito de jantar em tua casa.
Você compartilhou com meu mundo, viveu um oásis feliz alegre em tempos de abundância e colheita farta, dirrepente a tempestade desbravou e devastou o oásis o qual você foi a rainha suprema, após a queda do oásis, você a mulher rainha do meu mundo, não compartilhou do meu deserto, eu não vou criticar a tua decisão por sair do meu deserto, o meu deserto é o que sou é o que me restou.
O tecelão do tempo voa no vento do passado em dança de tempos atrás fecundado em memórias inexplicáveis.
Em tempos avançados a mudança será necessária para que você possa ir sem a proteção de ninguém, vá longe o bastante quando olhar para atrás teus passos serão contados por outros que não te seguiram.
Há um tempos para cada situação vivido no tempo, para de viver com raiva deixa o mal sepultar o mal, o criador te fez luz do templo continua luz no teu templo de Deus.
Não fica triste por ter batalhas difíceis todos os dias, tempos difíceis homens fortes, o guerreiro não foge a guerra a batalha vai o edificar para vitória.
Estamos vivendo em um mundo que se evade, esquecemos os tempos que aí vêm. Estamos ávidos por atualidades e não nos preocupamos com o julgamento que se aproxima, desta forma, não iremos ao encontro daquele que chega...
SEMANA SANTA...
Por que não conseguimos mais silenciar o nosso coração diante de Deus em tempos de Semana Santa? O que nos impede em direcionar o nosso olhar lacrimejante para o Cristo desfigurado? Qual a dificuldade na oração em pensamento e qual é o sentido do sangue derramado? Por que há centenas de risadas diante do pecado? O que acontece no mundo de agora que é diferente do passado?
Várias perguntas existem, mas duvido que alguém consiga me responder de fato, pois o mundo mudou realmente, o agora não é mais como no passado, a dor de Cristo se tornou algo comum, apenas um simples feriado, há festas e bebidas enquanto passa uma procissão ao lado.
Ali vai o fiel peregrinando, rezando e pedindo para que o Cristo de fato esteja nos ouvindo, pois o que vemos no momento de grande aflição, é apenas uma semana como outra qualquer, é triste saber, mas para alguns não há mais sentido em viver o Cristianismo, por isso, não há mais devoção!
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