Tempos de Escola
Há tempo para todas as coisas.
Há tempo de plantar.
Há tempo de colher.
Há tempos de tempestades.
Há tempos de mansidão.
Assim é o senhor tempo, coordena o nosso destino, em tudo o que acontece.
Vivemos em tempos onde quase ninguém erra. Todos parecem tão certos, tão completos, tão exemplares. São mestres de tudo: sempre prontos com conselhos, sempre seguros de suas opiniões. Mas, no fundo dessa fachada de perfeição, há uma ausência que ecoa: a falta de autenticidade.
Eu sinto falta de pessoas reais. Daquelas que não têm medo de assumir os tropeços, que falam sobre os seus medos, que ainda se permitem aprender. Sinto falta das conversas sinceras, onde as imperfeições não são escondidas, mas compartilhadas. É na vulnerabilidade que encontramos a essência da humanidade.
As pessoas artificiais não me atraem. Elas brilham por fora, mas não aquecem. São vitrines impecáveis, mas vazias. O que me inspira são os que carregam sua humanidade sem disfarces, os que não fingem ser perfeitos. Há uma beleza incomparável naqueles que aceitam seus erros e, ainda assim, seguem em frente, crescendo e aprendendo.
A perfeição que muitos buscam é uma ilusão. A vida acontece no desequilíbrio, no cair e levantar, no admitir “eu não sei”. É aí que reside a verdadeira força: na coragem de ser imperfeito, de mostrar as feridas e as falhas.
Pessoas reais não têm todas as respostas, mas têm histórias. Não são impecáveis, mas são inteiras. E isso é o que as torna verdadeiramente inspiradoras. É fácil admirar a perfeição ilusória, mas é profundamente transformador caminhar ao lado de quem vive com o coração aberto, de quem ousa ser vulnerável em um mundo que exalta o invulnerável.
Quebrar essa ilusão de perfeição é um ato de coragem. É admitir que errar não é falhar, mas existir. É reconhecer que somos todos aprendizes, caminhando em um mesmo solo incerto, tentando encontrar sentido nas nossas experiências.
Sonho meu encontrar uma manicure dos bons tempos, cumprimentava com alegria,
Colocava nosso pé na água quente, fazia massagem, passava creme até nas pernas, tirava o excesso de cutícula, pintava, ajudava a colocar o chinelo e ainda agradecia com toda satisfação.
Já não escrevo como antes.
Esta metamorfose é notória demais.
Houve tempos em que escrever não era um exercício exaustivo — era apenas uma forma de conversar comigo mesmo.
Hoje, parece-me que o meu Eu e eu sofremos uma mudança drástica. Sentar-me para dialogar com ele tornou-se uma tarefa árdua, quase impossível.
Mas o que julgavam? Que era apenas acordar e escrever? Não. Nunca funcionou assim.
A verdade é que percebo, aos poucos, que estou a perder um grande amigo: o meu Eu.
Riamo-nos tanto das complexidades e banalidades… e nunca partilhei algo tão íntimo com outro alguém senão com ele.
Nem sei por que vos escrevo isto. Talvez não me entendam. Não estais preparados para compreender-me. Já é tarde demais. Estive acessível durante tanto tempo, esperando ser entendido, mas o meu Eu decidiu libertar-me deste tédio.
Encarnei uma introspecção feroz, que me levou a muitos estágios: da lógica à filosofia, dos delírios ao retorno — sempre o retorno.
O lado sombrio cessou por um tempo, mas agora que o meu Eu se esvai, sinto que não terei mais controle sobre as trevas que habitavam o meu ser.
Antes de conhecer o meu Eu, eu e elas — as trevas, o abismo — éramos um só. Eu ia para a cama, mas elas não; eu ficava de vigia para não sucumbir. O meu universo não tinha colorações, apenas escuridão.
Com a chegada do meu Eu, tudo mudou. Olhámo-nos nos olhos com sinceridade.
Quando vos digo que não sou pertença vossa, ignorais o facto. Apenas quereis ouvir o que convém ao vosso ego.
Mas o meu Eu esvai-se… esvai-se e nunca mais retornará.
E quando eu também me for, não me sigam.
Tentei trancar-lhe as portas dentro de mim, implorei que ficasse. Disse-lhe que ninguém o poderia substituir, que sem ele eu sucumbiria.
Ele ajoelhou-se para me alcançar. Questionei-o: “Porquê tudo isto?”
Mas apenas partiu.
E eu morri com a sua partida.
Morri, porque a minha paz era a única força que me mantinha longe das sombras.
Morri sem remorso, apenas para reencontrar o meu fiel amigo — o meu Eu.
Não compreendereis isto.
Não me sigam.
Vivam a vossa vida.
Há em mim tremores de mundos complexos, de uma aura tenebrosa.
Apartai-vos de mim.
Não pedi socorro.
Livrem-me da vossa pena.
Tirai-me do alcance da vossa visão.
— SUSATEL
Ser bruxa é sobreviver aos maus tempos e as tempestades da vida e ainda assim não perder a vassoura, nem o vôo! E ainda ensinar o segredo da poção!!
✍🏻Em tempos líquidos nada é feito pra durar todas as estações. Apenas os livros ficam para futuras gerações.
😫🦾🦿👀🧿♾️☸️🕉️📚
“Vivemos tempos em que a falta de educação virou norma, e quem tenta corrigir é tratado como o problema.”
A violência foi e continua sendo usada para o domínio entre nós. Tempos virão em que as relações humanas serão bem outras.
Em tempos de tempo
Houve tempos em que me debruçava na cama, chorava lagrimas
de salamandra, mas não me esquecia de viver.
Houve horas, em que me perdia no inconciente, me deixava florecer.
Hoje, sou mais razão... não me perco em sentimentos,
me situo em meu lugar, como um rei ao seu trono.
Hoje sou mais Capacidade... meu raciocinio não se deixa levar por instrumentos que possa me trazer a infelicidade, imoralidade, libertinagem.
Por no final das contas, hoje, sou mais Hereto.
Sou mais firme mais objetivo.
Sou mais além de mim... sou ti e todos, sou cada passo largo do cavalo, e cada bolha de ar do fundo do mar.
Sou eu.
Num mundo polarizado e banalizado, resta o saudosismo: tempos em que cantar e dançar 'Só Love', de Claudinho & Buchecha, fazia a vida parecer mais leve, lúdica e melhor.
Onde os Tempos se Tocam
Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.
Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.
Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.
Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?
A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.
Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.
Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.
Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.
Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.
E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.
Agora, pare.
Respire.
Sinta o tempo tocando você por dentro.
E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?
M. Arawak
Não tenha medo dos tempos de fraqueza. É na fraqueza que o poder de Deus mais se manifesta em você. Apenas confie.
Nos tempos antigos, a humanidade esculpiu seu legado na natureza, erguendo templos em reverência à terra. Hoje, movidos pela ganância — por meio da mineração, da pecuária e de outras formas de exploração — destroem a própria fauna e flora que os sustentam. É trágico perceber o quanto a humanidade se afastou da natureza, abandonando o olhar científico que antes a observava com admiração e respeito.
Um ano novo começa
E com ele a renovação
De que tempos pela frente
Tempo de transformação
Não se esqueça jamais
De ser luz, amor e paz
De ter muita gratidão
Era você que minha alma aguardava!
A imagem dos teus olhos tem morada no meu pensamento há tempos
Seus toques estão gravados em minha pele, como um sinal de origem
A certeza de que um dia te encontraria nunca me deixou dormir tranquilo
Eu sei que parece estranho, mas antes da sua chegada eu já te esperava
Sentia tua energia positiva e ouvia a sua voz harmoniosa
Quando os meus olhos te encontraram, minha alma largou a matéria e abraçou a tua, sussurrando poemas cheios de saudade e alegria
Impossível descrever a sensação de reconhecimento, já que meus olhos rebeldes se enchem de lágrimas e meu coração acelera descontrolado
Agora entendo todos os acontecimentos que antecederam o nosso encontro... se o passado diferisse, possivelmente nos desencontraríamos no meio do caminho
— Destino, não sei se realmente existe;
— Tempo, desconheço quem controla.
Mas tudo o que sinto desde a sua chegada, tenho certeza, faz parte de algo sagrado e inefável
Vejo girassóis te acompanhar e a lua vive sorrindo para ti
Se um dia eu pensei em desistir dessa jornada, agora tudo se transformou
Depois que te encontrei tornou-se impossível negar que o Amor existe
A gente transborda sentimento e não há mais falta de certeza física.
Não sei o quanto pode durar o nosso eterno tempo, mas consigo visualizar em nossa volta um laço que jamais permitirei que se transforme em nó
Esqueceremos os relógios e abandonaremos os calendários para manter a promessa de apenas viver o momento.
Se um dia o "fim" chegar, tudo que compartilhamos se encarregará de tornar-se inesquecível
Porque deixamos de ser singular
E nos transformamos em algo impossível de se apagar.
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