Tempos

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FILHO DO PARÁ



“Ó Pará, há tempos que vim de lá.

Deixei a solidão conduzir-me o coração,

como tua estrela solitária,

que exerce autonomia.

Recordo-me de que de ti herdei a cidadania.

De verdade, eu sou de lá,

da terra do Norte quente,

e tenho apreço por essa gente,

que, em festa, muito contente,

vem hoje se declarar:

eu te amo, meu Pará!

Pois, sou teu filho, sou guerreiro,

sou paraense, brasileiro!”

Tasselo Brelaz

Vivemos tempos em que a influência tem reinado sobre a razão.

VELHOS TEMPOS

Eu venho de um tempo esquecido
De calçada e conversa demorada
Onde a lua brilhava mais forte
E a infância era nossa estrada

Lá, domingo tinha cheiro de café
E a vó bordava histórias com a mão
O mundo cabia num quintal pequeno
E o amor nascia no portão

Era permitido viver devagar
Abraçar sem pressa, sorrir sem pesar
O tempo se sentava ao nosso lado
E a vida era um poema cantado

Era permitido sonhar no olhar
Deitar nas estrelas sem precisar voar
Tudo era tão simples, tão inteiro
Naquele tempo verdadeiro

Eu venho de um tempo sereno
De mãos dadas, segredo e luar
Onde a rua era o nosso recreio
E brincar era só começar

A mãe gritava da janela:
“Já tá na hora de descansar!”
E a gente dormia em paz com o mundo
Com mil histórias pra sonhar

Era permitido viver devagar
Abraçar sem pressa, sorrir sem pesar
O tempo se sentava ao nosso lado
E a vida era um poema cantado

Era permitido sonhar no olhar
Deitar nas estrelas sem precisar voar
Tudo era tão simples, tão inteiro
Naquele tempo verdadeiro

Se eu pudesse voltar um segundo
Tocaria de novo aquele chão
Porque mesmo distante no tempo
Carrego esse lugar no coração

Era permitido viver devagar
E eu só queria poder relembrar
Com uma seresta e um violão antigo
O tempo onde eu fui mais amigo

Tempos difíceis que podem melhorar com o tempo.

Nos tempos de hoje, o homem de verdadeiro caráter é muitas vezes confundido com um tirano, porque sustentar princípios inegociáveis parece, aos olhos frágeis, uma ameaça maior do que a própria decadência moral.

Tem tempos que perdemos alguém que amamos e tem tempos que ganhamos alguém pra amar.

Em tempos de inflação,
Todo vintém poupado
É um prejuízo danado!

Passado, presente e futuro. Tempos oportunos. Lembranças, Atitudes e sonhos marcam os tempos em resumo.

A Política das Promessas Esquecidas


Há políticos que, em tempos de campanha, vestem a roupa da esperança e falam com a voz do povo.
Prometem escolas novas, hospitais equipados, ruas pavimentadas, empregos e dignidade.
Usam palavras bonitas, gestos ensaiados e sorrisos prontos — como se o futuro coubesse num palanque.


Mas quando o poder chega, a memória se vai.
O discurso vira silêncio, o povo volta à espera, e o plano de governo, antes cheio de metas, vira papel esquecido em gavetas de gabinete.
As promessas que um dia emocionaram se transformam em desculpas, e a vontade de mudar o mundo se perde na conveniência de manter o cargo.


O erro maior não é prometer — é enganar conscientemente quem acreditou.
É subir no palco do voto com o coração vazio e descer do poder com as mãos cheias de privilégios.


A verdadeira política nasce do respeito à palavra dada, da coerência entre o que se fala e o que se faz.
O povo não precisa de heróis de palanque, mas de servidores de verdade, capazes de entender que o mandato não é um prêmio, e sim uma missão.


Porque quem ilude o povo uma vez pode até vencer uma eleição —
mas quem o respeita, conquista algo muito maior: a história.

Em tempos de psicologia fraca, a filosofia entrou em extinção

Vou calçar minhas alpargatas e voltar pra fronteira,
vestir minhas bombachas, que há tempos estão guardadas,
ajeitar minha boina, de lã crua encarnada.
Quando chegar na minha terra, vou beijar o solo sagrado —
por fim, ser feliz de novo, como era no passado.

Há tempos de vacas magras, mas o Deus que sustenta na escassez é o mesmo que abençoa na fartura.

Na Superfície do Ser
William Contraponto


Vivemos tempos em que a superfície parece suficiente. Alguns permanecem nela por alienação: distraídos, anestesiados pelo cotidiano, pelos hábitos repetidos, pelo brilho falso das conveniências sociais. Seus olhos não enxergam além do espelho que lhes é oferecido; caminham sobre o mundo como quem atravessa um lago congelado, sem perceber a profundidade das águas abaixo.


Outros permanecem na superfície por escolha — ou melhor, para alienar. Criam ilusões, distorcem verdades, constroem muros de banalidade que escondem o abismo da realidade. Manipulam, distraem, desorientam. Mantêm os outros na superfície para preservar seu próprio conforto, sua própria sensação de controle, sua própria fuga do que é essencial.


Entre os que se deixam levar e os que conduzem, há a fratura do pensamento: a consciência, quando desperta, percebe o vão que separa a vida plena da vida aparente. E é nesse vão que reside a urgência do questionamento — da busca por profundidade, da recusa em aceitar o mundo tal como nos é apresentado.


Viver é decidir entre ser superfície ou mergulhar. Mas talvez o maior risco seja descobrir que, mesmo mergulhando, a superfície nunca desaparece: ela nos observa, sempre pronta a nos chamar de volta.

Onde está o seu brilho?


Onde está o seu brilho?
Há tempos já não lhe vejo sorrindo,
Você está sempre aflito, preso entre pesadelos e medos.
Dois bandidos: essa tal da depressão e seu cúmplice, a ansiedade.
Levam seus sonhos e trazem várias tempestades.
Não descansamos um segundo,
Perdemos nossa identidade, sujeitamos-nos ao submundo.
Invisível, em nossos pensamentos, tristeza e abandono de si mesmo.
Não sei mais quem você é, já não lhe reconheço.
Onde está o seu brilho?
Mas ainda ouço, lá no fundo,
Um sussurro pedindo socorro,
Pedindo perdão por sentir demais, sem explicação —
Indício de que ainda existe um coração,
Que anseia o dia em que o sol traga o verão,
A um lugar frio, adormecido, sem cor.
A alma se esconde, cansada da dor,
Sem dormir, com medo de outro amanhecer.
O corpo é abrigo de um grito contido,
Eco perdido, jamais esquecido.
Um alguém que clama, refém da esperança,
E mesmo que a noite pareça infinita,
Há sempre um sopro que ainda acredita
Que um dia a dor se cansará de ficar.
Sussurros e desejos, a alma no escuro,
Absorve medos, abraça o impuro.
No silêncio das esquinas, eu ainda te vejo,
Entre lágrimas e pensamentos em vão,
A mente trava, mas luta o coração,
Que insiste em crer na salvação.
Pois entre um pedido de socorro,
Habita o amor — e o perdão.


— Luís Takatsu

Em tempos de ruído, sanidade é combinar informação e conhecimento com cuidado e limitar a ação àquilo que controlamos.

©11 nov.2005 | Luís Filipe Ribães Monteiro

“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, ordena agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;”
(Atos 17:30)


O arrependimento que você adia é a corrente que continua te prendendo.


O diabo não precisa destruir alguém que vive adiando o arrependimento: a própria demora faz isso.

Os tempos mudam. Você faz o que tem que fazer...

⁠São tempos difíceis. Pode parecer repetitivo falar isso, muitos podem já ter feito essa afirmação. Mas se dói, precisa ser falado.
São tempos de inconstância, medo, perdas, inseguranças, banalizações. São tempos de dores, de cansaços...
Mas também são tempos de fé. Tempos de luta, de fazer a diferença para nós e para os outros. Os medos, as dores? Estão aqui, continuam existindo, mas não podem ser mais fortes do que a fé. Também são tempos de luz, pela procura dela. São tempos de superação. Me curvo de cansaço, mas não dobro os joelhos, a não ser diante de Deus. É a Ele que me entrego nesses momentos exaustivos. É a Ele que agradeço em todos os momentos. Só Deus pode dar o alívio que precisamos. E só Deus pode dar a vitória que buscamos.
Esses tempos difíceis passarão.
Josy Maria

São tempos difíceis, o mundo está um verdadeiro caos.
Às pessoas estão cada vez mais frias e impacientes para com as outras. Não às julgo!
Mas se você puder fazer a diferença com uma conversa, um abraço ou com um simples sorriso, isso pode significar muito para alguém.

O verdadeiro sentido da vida

Desperdiçamos tempos preciosos da vida da gente
Damos valor a coisas tão insignificantes do nosso cotidiano
O tempo mostra que a maioria das coisas que buscamos é apenas uma mera ilusão...
Que o verdadeiro sentido da vida é buscar tudo aquilo que gera em nós a felicidade, e ela está nas coisas simples da vida, no sorriso de quem se ama, no nascer e no pôr do sol, no mar, em uma linda cachoeira, no rio, contemplar o canto dos pássaros, dançar na chuva, fazer tudo aquilo que a gente gosta e que nos fazem um grande bem...
Renascer todos os dias com o objetivo de sermos felizes, a exemplo do sol que espalha todos os dias sua energia através de seus raios, devemos sorrir para a vida, independente da situação que você está passando, viva este momento agora da melhor maneira possível, porque ele é único e não vai mais se repetir. Afinal a vida aqui na terra é tão curta. Por isso faça o possível para ser feliz.
Não se esqueça que todos os dias temos 24 horas para viver da melhor maneira que quisermos, portanto reprograme hoje sua vida em prol da sua felicidade.