Tempos
Há tempos o sistema tenta apagar a ideia de Deus, substituindo seu nome por termos alternativos em diversos contextos. Onde antes se reconhecia a ação divina, se fala em "sorte", "destino", e, mais recentemente, em "energia" ou "o universo". No entanto, por trás de todos esses conceitos, a verdade permanece: é sempre Deus agindo — apenas não querem reconhecê-lo!
Em tempos difíceis, seu amor conquistou meu coração, me fez sentir o que jamais senti, o cara mais feliz deste mundo!
Te amo como nunca amei alguém.
INSPIRE-SE
Todos os tempos da nossa vida são necessários para o nosso crescimento e amadurecimento. Não podemos desperdiçar nenhum deles, até mesmo os que se apresentam a nós aparentemente desencontrados, de modo que não os entendemos nem vemos utilidade neles.
É sabedoria parar, rezar e refletir para discernir o tempo em que estamos vivendo no momento presente. Com certeza, uma vez que tivermos essa clareza, tudo ganhará um novo sentido, de maneira que não vamos reclamar ou murmurar em meio às desventuras. Ao contrário, passaremos por elas com grandeza de alma, louvando e agradecendo a Deus por todo bem e toda graça, mesmo sem entender ainda o que o Espírito Santo está plasmando em nós.
Desta forma, permaneceremos unidos a Jesus sempre, porque o louvor nos aproxima de Deus.
“Em todas as circunstâncias, dai graças porque é o vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo”.
Portanto, nunca se afaste de Deus.
" Para a natureza não existe ninguém poderoso.
Ela termina com os poderes em três tempos, porque ela é a dona de seus feitos, é quem manda nos seus feitos."
Eu sei.
São tempos difíceis para quem ama de verdade.
Nesse mundo,
amar virou absurdo ou
raridade.
Mas chega de tanto faz.
Se não transborda,
não importa.
" De hoje até o fim dos tempos nós seremos lembrados. Nós, os afortunados, nós os irmãos. Pois aquele que hoje sangra comigo será o meu irmão. "
A impunidade é o colchão dos tempos; dormem-se aí sonos deleitosos. Casos há em que se podem roubar milhares de contos de réis... e acordar com eles na mão.
Quem conduz seu povo com amor
Permite que ele mesmo se harmonize,
Amparando-o em tempos de fortuna
E nas horas de infortúnio.
A maior maldade de todos os tempos, a mais cruel, foi inventar que o sofrimento está para o bem assim como o prazer está para o mal.
Namore alguém que... te diga para ir
Houve tempos em que achava que uma bela prova de amor era o tal do “please don’t go” e todos os seus derivados. Fique. Não me deixe. Não vá embora. Não vou aguentar ficar sem você. Os choros nas despedidas e os dramas nas distâncias, mesmo que curtas, mesmo que breves. Esse tempo passou. Hoje entendo que amor não mora nas restrições, mas na generosidade.
Namore alguém que te diga “vai”. Alguém que, quando você perguntar “você acha que eu devo ir?”, diga “sim, vai”. E “ir” pode ser físico ou não. Pode ser uma viagem, um projeto, uma mudança, um trabalho novo, um desafio qualquer. Alguém que segure sua mão e diga “pode voar bem alto que eu estarei ao seu lado”.
Namore alguém que fique feliz com os seus voos, as suas conquistas, os seus projetos. Alguém que esteja mais preocupado com a sua realização do que com a sua ausência. Alguém que entenda que, entre adultos, vale o combinado. É essa relação que queremos? É. A ideia é vivermos juntos, como casal, da forma que der? É. Pronto, isso basta. O resto é circunstância. As intenções são o que conta, não as turbulências naturais do caminho.
Namore alguém que te olhe sem medo e que vibre com as suas vitórias. Fuja de quem se sente ameaçado com elas – sobretudo se você for mulher. Não se engane com sabotadores travestidos de cuidadosos. Não se perca nas mãos de inseguros disfarçados de ciumentos. Não deixe que sua vida se confunda com a de outra pessoa, nem que essa pessoa se aposse da sua vida como se fosse dela.
Namore alguém que te diga “se for importante para você, vá”. Alguém que, sempre que possível, se habilite a ir junto. Alguém que se interesse pelos seus projetos, que ouça suas dúvidas e angústias, que opine, que incentive e que saiba que a decisão final é sempre sua. Namore alguém que entenda e aceite.
Li em algum lugar, há muito tempo, que o amor é como o mercúrio: um metal líquido à temperatura ambiente. A única forma de manter o mercúrio em nossas mãos é deixá-las abertas. Se você tentar fechá-las, o mercúrio vai escapar pelo meio dos dedos. O amor é assim: quanto mais livre estiver, mais tende a querer permanecer.
Namore alguém que sinta uma felicidade genuína pelas suas conquistas. Alguém que celebre tanto quanto você quando as coisas dão certo. E que, quando elas não derem certo, te diga “vamos lá, vamos tentar outra vez”. Alguém que sorria nas despedidas e que diga “vai passar rapidinho”, mesmo quando a gente sabe que não vai.
Apaixone-se pela capacidade de deixar ir. E também a descubra em si mesma. Saber ficar longe é tão importante quanto saber conviver todo dia. Aprenda a encontrar a felicidade na mão que se despede e não na mão que agarra e restringe. Prender é fácil. Deixar ir é imenso.
Namore alguém que sinta a sua ausência, mas não faça disso uma amarra. Alguém que tenha mais medo das suas frustrações por perder chances do que das dificuldades que os movimentos da vida trazem. Namore alguém generoso. E seja generoso de volta. É esse tipo de amor que tende a durar uma vida inteira.
Bom dia!
O professor é um ser humano que se divide com o passar dos tempos! É como se fosse ele formado por milhares de outros seres, neste sentido, se diferencia de outros humanos, pois cada aluno seu leva um pedacinho destes mestres e o carrega por toda a vida. Assim, o professor se eterniza por entre seus alunos...
Há tempos não falo, não ouço, não vejo. Apenas observo, observo e me reservo somente observar. Não darei mais um passo se quer em sua direção. Basta-me só observar, dar mais atenção, enxergar, enxergar sim, enxergar com os olhos da alma, não com os olhos humanos, porque visão humana só vê, enquanto o da alma enxerga, faz-nos sentir, sentir a verdade e o amor existente em tudo e em todos. Por isso só observo. Nada mais!
Como é facil lembrar de Deus nas adversidades, como é simples julgá-lo em tempos difíceis, e como ele é maravilhoso em nos aceitar em meio a tanta imperfeição, se um dia quiser entender o significado do amor, olhe para cima, o céu explica tudo.
Que Deus me abençoe com esse meu coração por mais uns tempos, para que mesmo se sentindo pequeno em relação ao oceano...
Ele continue.
sempre abrindo as portas para receber, dar, e emprestar amor e alegria a quem precisar...
...
Há tempos deixei de me preocupar com o que pensam sobre mim. Aliás, aprendi que fazer exatamente o que quero é o que me faz bem. Se de alguma forma isso causa incômodo, que me desculpem, mas não mudarei por ninguém.
Suas doutrinas carregam as marcas do tempo em que foram originadas, tempos de ignorância da infância humana.
De uns tempos pra cá, arquitetura era sua profissão paralela:
Vinha se tornando mestre em reconstruir coisas, principalmente quando se tratava da própria vida.
Da auto-observação:
Nunca gostei de quebra-cabeças, acho estúpido. Desde os tempos de criança, nunca me atraíra a fastiosa e insuficiente tarefa de juntar pedaços de uma imagem que já existia e fora vista e fotografada ou criada por outrem. A tarefa, de montar um quebra-cabeças, é de tal cretinice que oferece apenas uma lenta e torturante busca e encaixes de peças...
Por óbvio, nunca fui bom em montar quebra-cabeças e isso vez ou outra me rendeu uma crítica ácida e até cruel...
Eu também não sei pintar, mal consigo controlar, finamente, uma caneta para desenhar simples letras, por isso nem me atrevi a aderir a onda de pintar esse livrinhos de colorir, tão em evidência na atualidade. Preencher espaços delimitados, colorir a realidade criada por outrem ? Não, não é para mim, desprezo, recuso !
E ainda assim, quando escancaro que a solidão é dor terrível, que por vezes me toma de assalto, quando digo que a vida insuficiente não me basta e grito por paixão, romanticamente, me oferecem pedaços de pessoas destruídas, dilaceradas, para que eu os junte, a fim de realizar algum amor medíocre...
O óbvio mais uma vez se põe, não me permito tamanha indignidade.
