Tempos
OS TEMPOS DA MINHA VIDA
Faço questão de viver sempre os melhores tempos da vida, os tempos mais coloridos e apaixonados. Já fui o oposto, mas me rendi frente à felicidade que as coisas boas me deram. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo dos mais vivos e com ele faço nascer o amor dentro de mim e dos que estão comigo. Hoje eu vivo o tempo de plantar os melhores relacionamentos para que possa colher as melhores amizades; eu vivo o tempo de curar as dores da alma daqueles que se sufocam silenciosamente; eu vivo o tempo de edificar grandes histórias de vida; vivo o tempo de rir, sorrir, o tempo de gargalhar e de lançar fora o pranto. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo de dançar as melhores músicas, as músicas que alegram a vida. Eu vivo o tempo de ajuntar pedras – “para construir castelos”. Hoje, necessariamente, eu vivo o tempo de abraçar; eu vivo o tempo de buscar as melhores soluções para os conflitos e de perder aquilo que definitivamente não vale à pena. Vivo o tempo de guardar os melhores momentos – mesmo que sejam vividos em frações de segundos. Hoje eu vivo o tempo de lançar fora os erros do passado, de rasgar as máscaras e panos que cobriram o rosto. Eu vivo, necessariamente, o tempo de coser feridas e cicatrizá-las sem deixar marcas. Eu vivo o tempo de me calar para as ofensas, bem como o tempo de falar: “te amo sempre”! Hoje eu vivo o tempo de amar, de amar sempre, abduzindo o ódio do meu caminho. Hoje, por qualidade de vida, abri mão das batalhas e das guerras... vivo, necessariamente, num tempo de absoluta e infinita paz.
PS:
Os piores momentos que a vida me apresenta eu absorvo-os, filtro-os e faço deles lições de vida, lições que se forem bem aceitas, assimiladas e postas em prática, jamais me darão trabalho.
A maior maldade de todos os tempos, a mais cruel, foi inventar que o sofrimento está para o bem assim como o prazer está para o mal.
Há tempos carrego uma espera.
Não uma espera vazia, dessas que apenas contam os dias. É uma espera que me transformou. Que me ensinou a olhar para dentro, a compreender meus desejos, meus limites e os propósitos que Deus foi revelando ao longo do caminho.
Durante esse tempo, aprendi que esperar não é ficar parada. É preparar o coração para aquilo que se deseja viver. É cuidar da alma enquanto o tempo faz o seu trabalho silencioso. É permanecer fiel ao que acredito, mesmo quando a saudade de algo que ainda não aconteceu insiste em visitar meus pensamentos.
Tenho anseios. Tenho sonhos. Tenho o desejo de construir uma história bonita, de encontrar alguém com quem eu possa compartilhar a vida, os silêncios, os risos, os desafios e as conquistas. Alguém que compreenda que o amor verdadeiro não se sustenta apenas no encanto dos encontros, mas na decisão diária de permanecer.
Também tenho desejos que habitam meu corpo e minha alma. Sou humana. Sinto. Espero. Mas aprendi a não permitir que a pressa seja maior que o propósito. Porque algumas promessas florescem melhor quando respeitamos o tempo necessário para que criem raízes profundas.
Por isso sigo.
Nem sempre com a mesma força. Nem sempre sem questionamentos. Mas sigo. Acreditando que aquilo que Deus prepara não chega para preencher vazios, mas para somar caminhos, fortalecer propósitos e multiplicar alegrias.
Enquanto esse dia não chega, continuo cultivando quem sou. Continuo aprendendo, amadurecendo e me tornando a mulher que desejo ser quando o encontro acontecer.
Porque a minha espera não é ausência.
É preparação.
E cada dia vivido com propósito me aproxima não apenas de alguém, mas da versão de mim mesma que estará pronta para viver, com verdade e inteireza, tudo aquilo que hoje entrego em oração. 🌷
24 de janeiro 2024
Há tempos escolhi esperar.
E às vezes as pessoas confundem a minha espera. Pensam que é ausência de desejo. Que é medo. Que é excesso de cuidado. Que é uma renúncia amarga feita por quem desistiu de viver.
Mas não.
Eu espero justamente porque sinto. Talvez mais do que deveria. Talvez porque tudo em mim sempre tenha sido intenso demais para caber nas superficialidades que o mundo oferece.
Eu não sinto falta de qualquer abraço. Não desejo qualquer presença. Não anseio por qualquer toque. O que me falta não é um corpo ao lado do meu. É uma alma que saiba permanecer.
Porque o toque, sozinho, nunca foi suficiente para mim. Meu coração sempre desejou aquilo que vem antes dele: a conversa que atravessa a madrugada, o interesse genuíno, a admiração silenciosa, a paz de poder ser quem sou sem precisar diminuir minhas profundezas para caber nos espaços de alguém.
Eu quis alguém que me encontrasse por inteiro. Alguém que compreendesse que meu corpo faz parte de mim, mas não é tudo o que sou. Que enxergasse a mulher por trás dos sorrisos, das fotografias, dos textos e das fortalezas que construí ao longo da vida.
Por isso me guardei.
Não porque me considero forte o tempo todo. Há dias em que a solidão pesa. Há noites em que a espera parece longa demais. Há momentos em que meus desejos me lembram que sou humana, que sinto, que sonho, que também gostaria de ter alguém para dividir os silêncios e repousar a cabeça depois de um dia difícil.
Mas, ainda assim, permaneço. Porque descobri que algumas esperas não são castigos. São cuidados.
E Deus sabe quantas vezes escolhi preservar aquilo que existe de mais precioso em mim, mesmo quando ninguém estava olhando. Quantas vezes troquei a facilidade de um momento pela esperança de uma história. Quantas vezes recusei o vazio disfarçado de companhia.
Eu não espero por perfeição. Não espero por um conto de fadas. Espero por verdade. Por uma conexão capaz de alcançar lugares que nenhuma aparência consegue tocar. Espero por alguém que compreenda que amor não é urgência. É construção. É presença. É escolha.
E se a minha espera tem sido longa, talvez seja porque meu coração nunca procurou qualquer pessoa. Ele sempre procurou lar.
E lares não são encontrados às pressas.
São reconhecidos.
29 de Janeiro de 2024
Eu sei.
São tempos difíceis para quem ama de verdade.
Nesse mundo,
amar virou absurdo ou
raridade.
Mas chega de tanto faz.
Se não transborda,
não importa.
INSPIRE-SE
Todos os tempos da nossa vida são necessários para o nosso crescimento e amadurecimento. Não podemos desperdiçar nenhum deles, até mesmo os que se apresentam a nós aparentemente desencontrados, de modo que não os entendemos nem vemos utilidade neles.
É sabedoria parar, rezar e refletir para discernir o tempo em que estamos vivendo no momento presente. Com certeza, uma vez que tivermos essa clareza, tudo ganhará um novo sentido, de maneira que não vamos reclamar ou murmurar em meio às desventuras. Ao contrário, passaremos por elas com grandeza de alma, louvando e agradecendo a Deus por todo bem e toda graça, mesmo sem entender ainda o que o Espírito Santo está plasmando em nós.
Desta forma, permaneceremos unidos a Jesus sempre, porque o louvor nos aproxima de Deus.
“Em todas as circunstâncias, dai graças porque é o vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo”.
Portanto, nunca se afaste de Deus.
" De hoje até o fim dos tempos nós seremos lembrados. Nós, os afortunados, nós os irmãos. Pois aquele que hoje sangra comigo será o meu irmão. "
Bom dia!
Obrigada, Senhor, pela graça de termos já vivido quatro meses de 2021... Tempos exigentes, mas de muita esperança e de infinita confiança em Deus... Sigamos em frente, que o Senhor do tempo nos acompanha, sem se distrair...Feliz dia!
Como é facil lembrar de Deus nas adversidades, como é simples julgá-lo em tempos difíceis, e como ele é maravilhoso em nos aceitar em meio a tanta imperfeição, se um dia quiser entender o significado do amor, olhe para cima, o céu explica tudo.
Olha, vou confessar, minha cabeça mudou muito de uns tempos pra cá. Não sou mais a mesma. Não posso esconder isso de ninguém, muito menos de mim. Eu sei que eu mudei. Pra melhor ? Seilá, talvez pra pior. Mas não tão pior. Fiquei mais chata, talvez. E mais isolada das pessoas. Na verdade tenho os meus motivos. Quem sabe isso não seja bom pra mim ? Eu só sei que eu não sou mais a mesma de antes.
Há tempos o sistema tenta apagar a ideia de Deus, substituindo seu nome por termos alternativos em diversos contextos. Onde antes se reconhecia a ação divina, se fala em "sorte", "destino", e, mais recentemente, em "energia" ou "o universo". No entanto, por trás de todos esses conceitos, a verdade permanece: é sempre Deus agindo — apenas não querem reconhecê-lo!
O Bosque
Tempos atrás, eu era vizinho de um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa. Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias. O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer. Certo dia, resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava. Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.
Disse-me que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.
Essa foi a única conversa que tive com aquele meu vizinho.
Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.
Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência. Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes. Meu antigo vizinho havia realizado seu sonho!
O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.
Entretanto, ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores, praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda. Efeito curioso, pensei eu...As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto do tratamento mais fácil jamais conseguiria.
Todas as noites, antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido. Freqüentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:
"Meu Deus, livre meus filhos de todas as
dificuldades e agressões desse mundo"...
Tenho pensado, entretanto, que talvez
seja hora de alterar minhas orações.
Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.
Sei que eles encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais.
Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.
Portanto, pretendo mudar minhas orações.
Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida não é muito fácil. Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas,
que se encontram nos locais mais remotos.
Oramos demais para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem
e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente,
ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.
Eu sou uma menininha que cresce em três tempos, se me provocarem. Eu tenho um pé na loucura. Um não, dois. Vivo uma vidinha espremida entre dois atos, controvertida e sem entregar de bandeja meus humores. Quem gostar de mim que me adivinhe, cansei de ser camarada. Hoje amarro minha sensibilidade num pavio...bem curto. E quando saio na porrada até os malandros me respeitam. Descobri que tenho corpo fechado.
Não devia ser tão complicado se é tão comum. Nesses tempos de facilidades, estranho é quando nós nos deparamos com coisas que nem os séculos conseguiram facilitar.
Mas, afinal somos bons amigos. Certo?
Porque a gente fala de qualquer coisa e um pouco mais. Porque a gente faz três piadas por segundo. E a gente concorda que coisas loucas é que nos mantêm sãos. E que a guitarra é melhor que a festa de formatura.
Porque a gente não sente a hora passar. Porque a gente sonha junto. Porque a gente fala de qualquer assunto. Porque a gente se entende.
Porque a gente ouve a mesma música, a gente usa o mesmo tênis. A gente é parecido e totalmente diferente.
Porque eu gosto do jeito envergonhado que ele faz com o canto da boca. Porque a voz dele me dá arrepio. Porque gosto de como ele mexe no cabelo, e gosto do jeito que ele tranca a risada.
Porque eu odeio quando ele me corrige. Porque eu odeio quando ele está de mau humor. Porque eu tenho raiva dele - muita raiva. Até ele contar uma piada.
Porque eu fico feliz sem motivo, fico louca, fico confusa; e caio de novo em desespero bom. E eu preciso. E penso. E sonho.
Porque eu sinto aquela vontade de sair de bicicleta por aí, de inventar uma música. Porque eu sinto aquela agonia inexplicável, porque eu quero gritar bem alto.
Por que então? Por que eu duvido de mim? Por que travo este jogo comigo mesma? Por que eu amo? Ou não amo?
Por que? Seria eu mesma desconhecida de mim mesma? Quem é essa que escreve afinal? Pois aquela outra de outros anos não precisava amar. Ou não conhecia o amor.
E se o amo...e se realmente o amar? O que faço? Bom ou ruim? Certo ou errado? Somos bons demais em ser amigos, mas desconhecidos de ser amantes.
Porque a gente vive em um mundo a parte. E a gente se provoca, e a gente discute e a gente não vive sem. E é tudo o que eu preciso. Ou preciso de algo a mais? E ele...será que precisa?
Mas foi sempre assim.
Porque eu dependo dele, e ele de mim. Porque eu amo o que temos. Porque às vezes o odeio. Porque não quero que acabe. E não quero que continue.
E eu odeio, adoro, preciso, respeito, admiro, amo. Sim, está bem, eu amo. Ou acho amar, porque o amar dito pelos outros parece conter este mesmo sofrimento, essa mesma euforia.
Pois se for isso amar, então amo mais que tudo, amo sem ter como explicar, sem palavras bastantes para isso. Amo demais, amo doentio, amo louco.
Amo porque amar me inspira. Amo porque só penso em amar. Amo porque amo. Amo, e só.
Em tempos difíceis, seu amor conquistou meu coração, me fez sentir o que jamais senti, o cara mais feliz deste mundo!
Te amo como nunca amei alguém.
É preciso saber quando uma coisa chega ao final. Embora seja difícil jogar pela janela tempos e tempos de juras eternas, sonhos, planos, experiências, bons momentos vividos;; mas é necessário encerrar um ciclo para poder se começar outro. Deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram, sabendo perdoar os erros. Precisamos perdoar, mas sabendo que este ato não significa colocar debaixo do tapete os sentimentos que existem em nosso coração. Perdoar não é esquecer temporariamente, é reconciliar-se consigo mesmo. O perdão nesse caso não é uma renovação, e sim um fim. Afinal o perdão também cansa de perdoar. É preciso respeitar esses limites. Já que tenho a cabeça no lugar, o texto antes pensado não será postado. Por que? Porque sou humana. Meu mal é ser aberta demais. E eu não quero reviver mais nada daquilo nem que seja só em palavras.
Existem tempos em que o passado volta em sua memória como um filme que nem sempre gostariamos de rever, as vezes tomamos decisões que julgamos corretas apenas pelo curto período de raiva ou decepção, existem tempos em que tudo que queremos é poder voltar atrás e corrigir todos os erros, ou apenas dizer aquela frase que faltou dizer porque o orgulho não nos permitiu, e ao ver que isso não é possível, a única coisa que queremos é sumir, desaparecer; pra depois poder começar de novo, esperando que assim todas os erros e atitudes sumam também. A verdade é que todos passamos e fazemos coisas boas e ruins; e fugir dos problemas não os fazem desaparecer. Aprenda a viver da sua forma, adapte as coisas a seu favor, a vida é como um jogo e nem sempre podemos vencer, o importante é não deixar que as coisa pequenas, ou mesmo grandes problemas possam te derrubar da forma mais fácil, você pode ser mais forte do que pensa. As coisas só tem o peso que você da pra elas.
Muitas vezes, tento lembrar-me dos retalhos de beleza que também vi naqueles tempos. Revolvo minha biblioteca de histórias.
Na verdade, estou pegando uma agora.
Creio que você já sabe metade dela e, se vier comigo, eu lhe mostro o resto. Mostro-lhe a segunda metade de uma menina que roubava livros.
Sem saber, ela aguarda inúmeras coisas a que aludi há pouco, mas também espera por você.
Está carregando neve para um porão, imagine só.
Punhados de neve congelada são capazes de fazer quase qualquer um sorrir, mas não nos podem fazer esquecer.
Lá vem ela.
A vontade nacional é uma dessas expressões de que os intrigantes de todos os tempos e os déspotas de todas as épocas mais amplamente abusaram. Uns viram sua expressão nos sufrágios comprados de alguns agentes do poder; outros nos votos de uma minoria interessada ou temerosa; há mesmo quem a descobriu inteiramente formulada no silêncio dos povos e pensou assim que, do fato da obediência, nascesse para eles o direito de comando.
Se recordar é viver...
Reencontrar amigos é relembrar o passado...
E relembrar os tempos passados nos faz reatar os laços das verdadeiras amizades.
Nada melhor que colocar em dia todos as histórias, a ansiedade de recuperar o tempo perdido enquanto distantes.
É tratar o passado recente de forma divertida e nostálgica.
É saber que existe um mundo de várias histórias diferentes mesmo estando na mesma rua rs..
É reforçar que um é parte indissociável da vida do outro, mesmo longe.
É fazer saber que a gente se importa.
É dar risada e continuar a conversa de anos atrás como se tivéssemos interrompido ontem.
É aprender novas gírias, ouvir um novo sotaque.
É saber que muita coisa mudou mas a velha mágica ainda está lá.
É resgatar sua essência.
Enfim...
Nada melhor do que encontrar os velhos amigos.
Espero vê-los em breve novamente.
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