Reflexão sobre o tempo e o amor
"Leve o tempo que precise na escolha de um amigo, seja ainda mais tardio para mudar de amizade."
— By Coelhinha
"É tempo de adoração a Deus Jehova. Pare de murmurar sobre sua vida, porque mesmo que você nao esteja vendo, o tempo todo Deus está pelejando por você. Busque a Deus e abra sua boca e dê glórias ao merecedor de todo louvor
Tenha uma semaninha completamente de vitórias sobre sua vida. Amém?"
—By Coelhinha
"Orando todo tempo no Espirito(em linguas). Aonde este lugar está firmado na Palavra que Deus diz que somos, que nosso Aba diz que temos e o inimigo não alcança tempestades, não derruba; porque já está firmado." Aleluyaas
—By Coelhinha
"Quando tudo está difícil de alcançar, deixa Deus conseguir por você. É tempo de descansar.
MOMENTO DE AGIR, MOMENTO DE ESPERAR"
—By Coelhinha
"É tempo de buscar Jesus de todo coração e eterna adoração.
Não se preocupe com ter uma religião. Ele não deixou uma religião especificando a que deves seguir.
Ao contrário, deixou um "AMOR exemplar a seguir que UNIA" todos os povos. E não dividindo como andam fazendo.
Muitas portas pra poucas te dar a verdadeira benção. JESUS É A PORTA.
Religião não te salvará, Jesus sim."
—By Coelhinha
"É tempo de viver na intimidade com Deus. Não de um Deus que TODOS FALAM. Mas de um Deus que POUCOS CONHECEM."
—By Coelhinha
"Com o tempo nos acostumamos a viver com a dor da saudade que dói tão menos que quase podemos dizer que nem dói; mais o vazio que ela deixa, essa não acostumamos nunca."
—By Coelhinha
"Conforme o tempo vai passando e cada vez mais estamos ocupamos, muitas vezes quando queremos discernir; não temos nem o que antes pensávamos ser nosso."
─By Coelhinha
"O tempo serve para vivermos grandes momentos com pessoas que amamos e poder recordar com alegria cada uma delas."
─By Coelhinha
A chuva cai, o tempo vai passar, fico pensando em quando vai voltar, se aproximar, (é me) dizer que ainda me quer, é vai dizer que ainda é minha mulher.
MEU CÃO - A FIDELIDADE QUE SOBREVIVE AO TEMPO E À RUÍNA DOS CORPOS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
* “Prefiro confiar em meu cão São Bernardo do que confiar na criatura humana.”
Dr. Axel. Munthe, autor do best-seller: O Livro De San Michele. Escrito originalmente em 1929.
A história de Argos, o cão que aguardou por vinte anos o retorno de seu senhor, permanece como uma das mais elevadas expressões éticas legadas pela tradição clássica. Mais do que um episódio secundário da epopeia homérica, ela constitui um testemunho silencioso acerca da natureza da fidelidade, da memória e da lealdade que resiste ao desgaste do tempo, à corrosão da matéria e à falência moral dos homens. Nessa narrativa, a condição animal não se apresenta como inferior, mas como depositária de uma virtude que a civilização, em sua complexidade, gradualmente perdeu.
O retorno de Odisseu a Ítaca não se dá sob o brilho do triunfo, mas sob o véu da decadência. Após vinte anos de ausência, dez consumidos pela guerra e outros dez diluídos em errâncias e provações, o herói regressa envelhecido, marcado pela dor, pela fadiga e pela experiência. Aquele que outrora fora símbolo de engenho e vigor já não possuía o corpo que o consagrara, mas carregava em si a memória viva de tudo o que fora perdido. A própria astúcia, outrora instrumento de glória, agora servia apenas à ocultação de sua identidade.
Atena, expressão da prudência e da razão estratégica, aconselha-o a ocultar-se sob a aparência de um mendigo. A pátria que deveria acolhê-lo transformara-se em território hostil. Os pretendentes haviam tomado sua casa, dissipado seus bens e ameaçado a integridade de sua linhagem. Nem mesmo Penélope, símbolo da fidelidade conjugal, foi capaz de reconhecê-lo sob o véu da decrepitude. A visão humana, condicionada pelas aparências, falhou. O olhar viu, mas não reconheceu.
Foi então que a fidelidade se manifestou onde menos se esperava. Argos, o velho cão abandonado à margem do palácio, esquecido entre a poeira e os detritos, conservava intacta a memória do seu senhor. O corpo exausto já não sustentava a vida com vigor, mas a essência permanecia desperta. Ao ouvir a voz e sentir o odor daquele que amara, ergueu-se como pôde, moveu a cauda e reconheceu. Nenhuma máscara, nenhum disfarce, nenhuma degradação física foi capaz de enganá-lo. O reconhecimento foi imediato, absoluto e silencioso.
O gesto de Argos possui uma força simbólica que transcende a narrativa. Ele não exige palavras, recompensas ou reconhecimento. Sua fidelidade não depende de promessas nem de reciprocidade. É fidelidade ontológica, inscrita na própria natureza do ser. Odisseu, impedido de revelar-se, contém as lágrimas, pois compreende que ali, naquele instante, se manifesta uma verdade mais profunda do que qualquer triunfo humano. Logo após cumprir sua última função, Argos morre. Não por abandono, mas por consumação. Sua existência encontra sentido no ato final de reconhecer aquele a quem sempre pertenceu.
Esse episódio, narrado no Canto XVII da Odisseia, ultrapassa o campo da épica para inserir-se no domínio da reflexão ética. Ele revela que a fidelidade não é produto da razão discursiva, mas da constância do ser. Enquanto os homens se perdem em interesses, disfarces e conveniências, o animal permanece fiel àquilo que reconhece como verdadeiro. A memória afetiva, nesse contexto, revela-se mais poderosa do que qualquer construção racional.
É nesse ponto que a reflexão de Axel Munthe se insere com notável precisão. Ao afirmar que * " Prefere confiar em seu cão a confiar no ser humano " , o médico e pensador não profere um juízo de misantropia, mas uma constatação ética fundada na observação da realidade. Sua experiência com o sofrimento humano ensinou-lhe que a razão, quando desvinculada da integridade moral, converte-se em instrumento de dissimulação. O cão, ao contrário, desconhece a duplicidade. Sua fidelidade não é estratégica, mas essencial.
A frase de Munthe revela uma crítica severa à condição humana moderna. O homem, dotado de linguagem, inteligência e consciência, frequentemente utiliza tais atributos para justificar a traição, disfarçar interesses e legitimar a ruptura dos vínculos. O animal, desprovido dessas faculdades, conserva uma coerência ética que o eleva moralmente. Ele não promete, mas cumpre. Não calcula, mas permanece. Não racionaliza, mas é fiel.
Há, portanto, uma convergência profunda entre a figura de Argos e a reflexão de Munthe. Ambos denunciam a fragilidade moral do homem civilizado e exaltam uma fidelidade que não depende de convenções sociais, mas de uma adesão silenciosa ao outro. Essa fidelidade não se anuncia, não se exibe, não se justifica. Ela simplesmente é.
Assim, a história de Argos e a sentença de Munthe convergem para uma mesma verdade essencial: a de que a grandeza moral não reside na eloquência, no poder ou na razão instrumental, mas na capacidade de permanecer fiel quando tudo convida ao abandono. Nesse sentido, o cão torna-se espelho daquilo que a humanidade perdeu ao longo de sua história. E ao contemplar esse espelho, resta ao homem reconhecer que, por vezes, a mais elevada forma de humanidade habita silenciosamente no coração de um animal.
" E assim permanece a certeza antiga e inabalável. Tudo passa pelo tempo. Mas somente a verdade permanece de pé quando ele termina de falar. "
Notas de um Brinde.
No vidro rubro, o tempo sussurra segredos,
memórias esquecidas, sabores que cantam.
Não é só essência, é alquimia,
transforma o comum em extraordinário.
A cada gole, o mundo se dissolve,
é poesia líquida, dança de sabores.
O vinho é mais que licor, é arte,
é a chama discreta que aquece por dentro.
E ao fim, resta o eco do sabor, que se eterniza na alma.
O tempo não apaga a dor, mas revela a força escondida em lugares que por mim, eram desconhecidos. No pulso sereno das horas, uma resistência silenciosa floresce, como raiz que cresce invisível sob a terra.
Entre o Concreto e o Silêncio
No muro, o grito da tinta —
um protesto congelado no tempo.
No peito, a couraça da guerra,
no olhar, um mundo sem alento.
Ele não fala.
Mas carrega nos ombros
o peso de mil batalhas caladas,
de promessas feitas à sombra,
de vidas jamais devolvidas.
Em meio ao caos grafitado,
é estátua viva, sentinela,
homem e máquina fundidos
em nome de uma paz ausente.
Não há glória em seus olhos,
apenas dever e memória.
Cada passo no concreto rachado
é um pacto com a história.
Mas quem ousa julgar o guerreiro,
se não caminhou por seu chão?
Ele é o silêncio armado do mundo,
um poema de pólvora e solidão.
Luz de um Dia Perfeito
Num abraço de céu e mar,
O tempo parou pra respirar.
Entre risos, sol e calor,
Brilhou no instante o puro amor.
Pai, filho e amigo fiel,
Na rocha firme sob o azul do céu,
Compartilham mais que paisagem:
Ternura, alegria e coragem.
O cão, atento e contente,
Traduz o agora eternamente.
A vida, ali, sem pressa ou vaidade,
Revela sua mais bela verdade.
E o mar, espelho sereno,
Reflete esse laço pleno.
Momentos simples, eternos em essência,
Feitos de afeto e presença.
“Saudade é uma palavra repleta de significados, é nostalgia pelo tempo passado, é a amizade, o carinho, o amor e a gratidão e quando acompanhada de reticências leva o coração numa viagem até a eternidade”
#bysissym
#blogzoom
Conheço casais mais felizes e de relacionamentos duradouros que namoraram por pouco tempo, do que quem namorou por muitos anos; destes muitos se separaram algum tempo após o casamento. Ou é amor ou nunca será.
#bysissym
Os filhos do vento
Do tempo
e Do espaço
Mirando o espetáculo
Do ócio criativo
Sondando
O apocalíptico
Caos
