Temeroso Demora Justiça
Quando a justiça não se compromete com o que universalmente, desde há muito tempo, é tido como justo, mas sim com poderes escusos, sejam conhecidos ou ocultos, torna-se uma capacha dos maus!
Num dia qualquer de 2012, um humilde senhor disse:
"esses homens que se passam por ministros da justiça e que cometem injustiças contra a nação brasileira, a troco de salvar meia dúzia dos seus interesses, pagarão essa conta pelas mãos da maioria injustiçada. Esse tempo será marcado como 'tempo de justiça popular'; período sombrio mas necessário - e isso não está distante de acontecer".
A maior e mais importante necessidade no Brasil, e urgente, é que se acabe com o monopólio da justiça na mais alta corte. Não há Deus ali dentro.
Sem Justiça Não Há Paz
Não há paz sem justiça
Não há amor sem igualdade
Não há futuro sem esperança
Não há liberdade sem dignidade.
Somos todos filhos da mesma terra
Somos todos irmãos na mesma luta
Somos todos agentes da mesma mudança.
Vamos juntos levantar a nossa voz
Vamos juntos denunciar a opressão
Vamos juntos construir um mundo novo
Vamos juntos cantar uma nova canção.
Não há tempo para o silêncio
Não há espaço para a indiferença
Não há desculpa para a violência
Não há razão para a injustiça.
Somos todos testemunhas da mesma história
Somos todos protagonistas da mesma cena
Somos todos criadores da mesma obra.
Vamos juntos levantar a nossa voz
Vamos juntos denunciar a opressão
Vamos juntos construir um mundo novo
Vamos juntos cantar uma nova canção.
Não se deixe enganar pelo poder
Não se deixe calar pelo medo
Não se deixe comprar pelo dinheiro
Não se deixe dominar pelo sistema.
Vamos juntos levantar a nossa voz
Vamos juntos denunciar a opressão
Vamos juntos construir um mundo novo
Vamos juntos cantar uma nova canção.
Não há paz sem justiça
Não há amor sem
igualdade
Não há futuro sem esperança
Não há liberdade sem dignidade.
A omissão e a apatia daqueles em prol de quem lutamos por direitos, justiça e dignidade me perturbam profundamente.
A JUSTIÇA DE DEUS E IMPLACÁVEL
Nos confins do tempo e do infinito, o véu da justiça divina é tecido com os fios mais puros e firmes. Implacável, ele se estende além dos limites do entendimento humano, transcendendo todas as fronteiras terrenas. A Justiça de Deus é uma balança imparcial, que não se deixa influenciar por caprichos ou artimanhas.
Seus olhos abrangem cada ação, cada palavra proferida e cada pensamento semeado nos corações da humanidade. Nada escapa à sua vigilância compassiva, nem mesmo o menor dos atos praticados nas sombras mais obscuras. Seus desígnios são claros e irrefutáveis, e a punição ou recompensa é medida com precisão divina.
Mas engana-se quem vê nessa implacabilidade apenas severidade e dureza. Pois a Justiça de Deus também é um abraço terno e acolhedor para aqueles que trilham os caminhos da retidão. É um farol de esperança que guia os perdidos de volta ao rumo certo, uma bússola que aponta para a redenção e a renovação.
Enquanto muitos podem temer a justiça humana, com suas falhas e imperfeições, a Justiça de Deus é a derradeira verdade. Ela não conhece suborno, não se curva a influências corruptas, nem se deixa cegar pelo poder ou pela riqueza. É a lei suprema que governa o universo, trazendo equilíbrio e ordem onde quer que seja invocada.
Aqueles que transgridem os princípios divinos não escapam do olhar perspicaz do Criador. Porém, mesmo na sua implacabilidade, há espaço para a misericórdia. Deus, o Juiz Supremo, sonda as profundezas da alma, conhecendo as lutas e as fraquezas de cada ser humano. E é nesse encontro entre a justiça e a misericórdia que a verdadeira sabedoria se manifesta.
Portanto, diante da Justiça de Deus, não devemos temer, mas buscar a verdade e a virtude em cada passo dado. Devemos aprender com os erros e crescer na compreensão de nossas responsabilidades. Pois, no final, a Justiça de Deus prevalecerá, trazendo consigo a paz e a plenitude que só a retidão pode oferecer.
Sempre tive senso de justiça, sempre tive vontade de trabalhar minimizando as desigualdades sociais, por muito tempo pensei em ser política, mas ao mesmo tempo sempre tive medo de duas coisas: ou de me corromper ou de manchar minha imagem (esses eram meus maiores medos, ser injustiçada de alguma forma por ingenuidade ou excesso de confiança nos outros).
Muitas vezes me sinto indigna para pedir a Deus qualquer coisa em benefício próprio, peço pela paz no mundo, pela Síria, pela solução da violência, por melhorias na saúde (violência e saúde eu acredito que seja problema de gestão e não de dinheiro).
Sempre tive esse espírito de ajudar na prática, palavras, consolo, ajudam e muito, mas não resolve o problema de ninguém.
Depois que o trânsito ficou caótico e eu passei a almoçar na empresa e a fazer meu almoço à noite, e consequentemente estou aprendendo a cozinhar, percebi que uma colega não trazia almoço e logo me prontifiquei a trazer para nós duas. Ela aceitou de bom grado, afinal saco vazio não se põe de pé e assim tenho construído um relacionamento com ela de ajuda mútua, nos tornamos amigas e dou carona para ela até a rua de casa, o que facilita a condução dela até a faculdade.
O que me enche de alegria é saber que eu posso amar nas pequenas coisas, eu posso transformar o mundo para melhor com moedinhas, com gotas d’água e principalmente com boa vontade. E acreditem, eu faço mais bem a mim mesma que a ela.
Todo e qualquer sentimento que viaja nas asas da traição, por vergonha e por justiça jamais deveria proclamar-se amor!
