Tem me Feito Tao bem

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⁠Tem gente que diz para não desistirmos nunca. Discordo. Prefiro dizer: persista com coragem e comprometimento, mas aprenda a desistir com inteligência.

Inserida por JeffinFreitas

Tem dias que o meu coração transborda tanto que não consigo não irradiar amor.
@keylak.holanda

Inserida por KKHolanda

Quando as coisas estão mais ou menos, aí que se tem que botar humor para adoçar.
@keylak.holanda

Inserida por KKHolanda

O que Deus tem para você é grande, menina! Não se apavore, não estremeça, persista! Confia que você é forte, que você consegue, que há propósito no que o seu coração te pede. Escute o seu íntimo, a sua essência. Não se desvie do reto e saiba que nessa caminhada Deus está ao teu lado!
Levanta a cabeça, olha a vista! E não para de andar, de persistir e de lutar. Teu passo pode até ser devagar, mas saiba que sairá vitoriosa, porque és testemunho de fé do altíssimo!
Dias melhores virão, minha pequena flor, e você sairá vencedora.
Ainda há muito o que se viver, aprender e se lutar. Força! Persista e confie nos planos de Deus.

Inserida por KKHolanda

Confie nos planos de Deus, menina. Tudo tem um porquê, mas não te cabe decifrar os motivos e sim viver. Confie!
@keylak.holanda

Inserida por KKHolanda

Tá escutando? São os gritos das mulheres que se libertaram e que agora têm voz, são os gritos pela igualdade e o fim do chicote das palavras e das agressões.
Te incomoda? Desculpe, mas não vamos mais parar!
8 de março, é no olhar do ser que se vê o futuro.
Parabéns, a todas as mulheres!
@keylak.holanda

Inserida por KKHolanda

⁠Bússola…

Imagine que a vida é como um grande navio navegando em alto-mar. Cada um de nós tem uma bússola interna, calibrada com nossos valores e princípios, que nos guia através das tempestades e calmarias.

Se começarmos a seguir a direção indicada por bússolas de outros navios, que apontam para polos diferentes dos nossos, corremos o risco de nos perder em águas desconhecidas e perigosas.

Assim como um capitão que confia na sua própria bússola, devemos ouvir apenas aqueles cuja direção ressoe com a nossa essência. Afinal, não é sobre a rota que os outros traçam, mas sobre a jornada que escolhemos fazer.

Inserida por mauriciojr

⁠Boi de piranha…

A expressão "boi de piranha" tem sido pronunciada com a leveza de quem acredita tê-la compreendido por completo. Ela é evocada, muitas vezes, como um atalho linguístico para justificar decisões pragmáticas, friamente calculadas, em que um indivíduo ou elemento de menor "utilidade" é sacrificado em prol do avanço do coletivo. Porém, será que essa interpretação trivial esgota sua complexidade? E mais: será que a escolha do "boi" realmente denuncia sua suposta inutilidade ou, paradoxalmente, expõe a fraqueza daqueles que permanecem protegidos pela margem, à espera de um ato que os poupe da voracidade do mundo?

Imagine o cenário: um boi é conduzido ao rio infestado de piranhas, um animal que, na narrativa popular, é descartável, o elo mais frágil da corrente. Ele é jogado, destinado a ser devorado, enquanto os outros atravessam em segurança. Essa imagem inicial, aparentemente óbvia, esconde uma inversão que poucos ousam considerar: o verdadeiro sacrifício não é do boi, mas da própria dignidade dos que o escolhem. Pois, ao dependerem de um estratagema tão sórdido, esses sobreviventes revelam não uma força meritocrática, mas uma debilidade moral que os torna incapazes de enfrentar os próprios predadores.

E o boi? Esse, ao ser lançado à correnteza, não é apenas um peão descartável, mas o pilar que sustenta a travessia. Ele, na verdade, carrega o peso da incapacidade alheia, da covardia disfarçada de estratégia. Será que o boi é descartável? Ou será que ele é, em última análise, o único elemento da equação que realmente cumpre sua função de maneira plena? O sacrifício do boi não denuncia sua inutilidade — pelo contrário, é justamente sua utilidade que o torna sacrificável. Afinal, a escolha recai sobre aquele que, de alguma forma, ainda tem algo a oferecer, mesmo que seja sua carne. E quem resta na margem, a salvo, o que oferece?

Agora, observemos o outro lado da questão: e se o sacrifício do boi não for mais do que um artifício para mascarar a mediocridade coletiva? Se o "boi de piranha" é necessário para que o grupo avance, isso não implica que o grupo, em si, é incapaz de avançar sem ele? O gesto de apontar um para o sacrifício não seria, então, o reconhecimento tácito da própria insuficiência? No fundo, quem são os verdadeiros inúteis? Os que atravessam, carregados pela ausência de mérito, ou aquele que, mesmo ao ser condenado, cumpre seu papel com a dignidade de quem sustenta o avanço dos outros?

Há, portanto, uma ironia subjacente na metáfora do boi de piranha. Ela não apenas questiona a relação de valor entre o indivíduo e o coletivo, mas também expõe uma verdade incômoda: muitas vezes, o sacrifício de um não é a evidência de sua menor importância, mas a demonstração de que o restante não tem outro meio de prosseguir sem recorrer a esse ato. O boi, em sua morte, é mais útil do que a soma dos que vivem às suas custas. E o que isso diz sobre nós, enquanto seres sociais, quando dependemos de uma perda para justificar nossa continuidade?

Ao fim, resta a dúvida que inquieta a mente: o sacrifício é mesmo uma questão de utilidade ou inutilidade? Ou é apenas a prova de que nossas estruturas, por mais que pareçam lógicas e funcionais, muitas vezes se sustentam sobre a fragilidade de um gesto desesperado? Talvez, o boi de piranha não seja quem perde a vida, mas quem, no conforto da travessia, acredita tê-la preservado.

Inserida por mauriciojr

⁠Futebol Europeu: marketing e monopólio…

O Mundial de Clubes, com sua vitrine global, tem, a meu ver, exposto uma faceta curiosa e talvez conveniente do futebol europeu. Observamos clubes, frequentemente alçados ao patamar de intocáveis por sua suposta excelência técnica, demonstrando uma notável fragilidade diante de condições que escapam ao seu ambiente meticulosamente controlado. É como se fossem atletas cultivados em estufas, habituados a um cenário de perfeição, e que, confrontados com a pressão de uma realidade mais crua, revelam uma inesperada vulnerabilidade. Essa percepção se intensifica quando imaginamos essas equipes em um contexto como a Libertadores, por exemplo. Duvido que muitos clubes europeus, se é que algum, conseguiria suportar a intensidade de uma partida na altitude, com a paixão avassaladora das torcidas sul-americanas e em campos que, nem sempre, são os impecáveis "tapetes" a que estão acostumados. É fácil prever que, nessas condições, muitos de seus jogadores recorreriam à equipe médica antes do apito final.

Essa mesma dinâmica, inclusive, pode lançar luz sobre a inconstância de desempenho de diversos jogadores brasileiros quando retornam para defender a Seleção Nacional. Acostumados com a infraestrutura de ponta, os gramados perfeitos e uma pressão diária, talvez, mais branda em seus clubes europeus, esses atletas frequentemente encontram um abismo ao retornar ao futebol sul-americano. Aqui, a intensidade é palpável, a marcação é implacável e a cobrança, tanto da mídia quanto das torcidas, atinge níveis estratosféricos. Essa transição do conforto europeu para a intensidade aguerrida do futebol daqui parece ser um fardo pesado para alguns, explicando a discrepância entre sua performance em clubes e na seleção.

Minha profunda desconfiança é que o futebol europeu, em sua essência, é uma obra-prima do marketing, meticulosamente construída ao longo das décadas. Um investimento colossal em publicidade, infraestrutura e promoção culminou na metamorfose da UEFA Champions League em um fenômeno global, quase um "campeonato mundial" não oficial. Essa percepção, embora possa ser uma ilusão magistral, é o pilar do sucesso comercial que os europeus colhem. É essa aura de "o melhor do mundo" que atrai os maiores patrocínios, garante os contratos mais vantajosos de direitos televisivos e, consequentemente, permite que os clubes ofereçam salários astronômicos a seus jogadores. Nesse palco, o valor de mercado de um atleta, especialmente aquele que já atua em solo europeu, atinge cifras que parecem desafiar a lógica, muitas vezes infladas não pelo seu talento intrínseco, mas sim pela colossal máquina de marketing que os envolve.

Historicamente, nós, sul-americanos, nos destacávamos pela pura técnica e a inata habilidade individual, enquanto os europeus eram reverenciados por sua disciplina tática, estratégias apuradas e um coletivo forte que os impulsionava a uma posição de destaque no cenário global. Essa combinação de estratégia, disciplina e organização, frequentemente complementada por talentos individuais notáveis – que, em sua esmagadora maioria, eram jogadores sul-americanos comprados a preço de "banana" – era a receita do sucesso. Ao vestir a camisa de um time europeu, esse mesmo talento ganhava um valor astronômico e, por vezes, um passaporte privilegiado para ser eleito o melhor do mundo. Afinal, é uma realidade inegável que, na prática, esse título ou a própria oportunidade de ser considerado para ele dificilmente se estende a jogadores que atuam em qualquer parte do mundo que não seja a Europa.

O título de melhor jogador do mundo, até hoje, é concedido exclusivamente a quem atua na Europa. Essa restrição, a meu ver, não apenas evidencia um esquema de favorecimento aos europeus, mas também cria um incentivo irresistível para que todos os jogadores talentosos do mundo queiram, e necessitem, atuar por lá. Curiosamente, num passado não tão distante, a maioria desses prêmios individuais era detida por sul-americanos, uma prova irrefutável do nosso talento inato e um grande chamariz para tantos sonhadores do nosso continente. Isso, obviamente, realimentava o ciclo de "colonização", onde nossos craques eram levados para o Velho Continente.

No entanto, com a inegável ascensão do futebol sul-americano no cenário mundial, não só em força técnica e tática, mas também em prestígio e, importantemente, financeiramente, tenho observado uma mudança sutil, mas perceptível. Agora, parece que há uma tentativa, quase que uma forçação de barra, para que esse título de melhor do mundo seja sempre atribuído a jogadores europeus. Em outras palavras, a estratégia pode ter mudado, mas a intenção primordial permanece a mesma: perpetuar a narrativa de que os europeus são, invariavelmente, os melhores.

Acontece que os times sul-americanos estão em plena ascensão, desenvolvendo administrações mais robustas, implementando esquemas táticos mais sofisticados e aprimorando sua disciplina em campo. Essa evolução notável é um reflexo direto do desenvolvimento de nossos próprios treinadores e, também, da crescente atuação de técnicos europeus e de outras nacionalidades no futebol sul-americano, especialmente no Brasil. Os resultados dessa transformação estão se manifestando claramente no Mundial, onde a "máscara" europeia parece estar sendo progressivamente arrancada.

A performance dos times brasileiros demonstra que, com disciplina e uma estratégia bem definida, aliadas aos nossos talentos individuais – que, em muitos aspectos, são infinitamente superiores aos europeus –, podemos reverter essa narrativa. Minha crença é que, se os clubes sul-americanos tivessem a oportunidade de disputar a UEFA Champions League, os europeus teriam que suar muito mais por esse título tão cobiçado. E, inversamente, se os europeus se aventurassem a jogar a Libertadores, com suas altitudes desafiadoras, as viagens extenuantes e todos os outros contratempos que a competição impõe, suas chances de sucesso seriam consideravelmente reduzidas. É hora de a verdade e a justiça virem cada vez mais à tona. Está na hora de deixarmos de ser meras colônias e, finalmente, assumirmos nosso merecido posto de protagonistas no cenário do futebol mundial.

Inserida por mauriciojr

⁠Você não veio até aqui pra parar. Deus ainda tem capítulos extraordinários pra escrever na sua história!

Inserida por mauriciojr

Viver do não tem valor temos que viver mesmo e do amor

Inserida por iago_mauricio

Tem dias em que parece que alguma coisa dentro de mim simplesmente se apagou. Eu continuo vivendo, conversando, sorrindo e fazendo aquilo que preciso fazer, mas existe uma parte de mim que permanece em silêncio, tentando entender por que tudo parece tão difícil.
É estranho sentir tanta coisa e, ao mesmo tempo, não conseguir identificar exatamente o que está acontecendo. Às vezes penso que estou bem, até perceber que estou apenas tentando me convencer disso. Outras vezes, sinto uma tristeza que não consigo explicar e uma vontade enorme de desaparecer por algumas horas, apenas para não precisar lidar comigo mesma.
Tenho guardado sentimentos demais. Coisas que nunca falei, dores que tentei esquecer e pensamentos que prefiro esconder. Talvez eu tenha me acostumado tanto a fingir que estou bem que já nem sei mais diferenciar quando realmente estou.
O pior acontece quando fico sozinha. Minha cabeça se torna um lugar difícil de permanecer. Pensamentos antigos retornam, inseguranças aparecem e tudo aquilo que durante o dia consigo ignorar parece ganhar voz.
Eu vinha conseguindo me manter distante de algo que já fez parte da minha vida. Durante muito tempo, achei que havia conseguido deixar para trás a necessidade de transformar minha dor emocional em uma dor física. Mas, ultimamente, essa vontade voltou a aparecer, e admitir isso para mim mesma é assustador.
Não quero voltar a ser aquela pessoa. Não quero começar novamente um ciclo que lutei tanto para interromper. Ao mesmo tempo, existem momentos em que a vontade parece maior do que a minha capacidade de controlá-la.
Talvez eu não esteja procurando respostas agora. Talvez eu só queira que alguém entenda que, por trás de um sorriso, pode existir uma batalha que ninguém está vendo.
Eu não sei quanto tempo essa fase vai durar. Só espero encontrar uma maneira de atravessá-la sem precisar me perder de mim mesma no caminho.

Inserida por Garotaproblema

O professor tem prazer em ensinar, o aluno tem prazer em decepcionar o professor!

Inserida por PaulodeAraujoSilva

⁠Gostaria

Gostaria que minhas palavras tivessem o poder de aliviar o peso que elas próprias tem em meus pensamentos.
Gostaria de conseguir escrever bonito assim como acho que escrevo.
Gostaria de falar tão bem, como acho que falo.
Gostaria de ouvir o tanto quanto acho que ouço.
Gostaria de viver o máximo dos meus limites dentro das minha limitações.
Gostaria de ser tão bom como gostaria de ser.
Gostaria de ser apenas um pouco melhor do que me julgam ser.
Gostaria de poder ser tão imperfeito quanto pudesse e tão perfeito quanto eu devesse .
Gostaria de ser, gostaria de poder, gostaria de querer, gostaria de poder.

Inserida por AntonioLimaJunior

⁠Até aqui Deus tem nos sustentando...
E da qui pra frente ele nos fortalecerá, nos apoiará e nos guiará pelos caminhos tortuosos que precisamos percorrer.
Para tudo Deus tem um propósito e ainda que não enxerguemos ele está lá.
Seja num propósito específico em nossa vida ou num propósito universal, para tudo se tem um motivo nos planos de Deus.
Nossa função é nos entregarmos a ele e seguir conforme sua vontade.
Eis me aqui senhor, molda-me conforme tua vontade.
"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor.
Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda.
João 15:1,2

Inserida por AntonioLimaJunior

⁠Pra quem tem mãe, cuida, ama, valoriza, pois a saudade dói, o arrependimento machuca e a gratidão não ameniza a dor.

Inserida por AntonioLimaJunior

⁠Dias de desespero
Tem dias que o sorriso é amarelo
Tem dias que o amor se esconde no suspiro.
Tem dias que a tristeza e o medo governam a mente
Tem dias que as orações não surtem o efeito esperado.
Tem dias que a pele treme com a força dos nervos.
Tem dias que a garganta entala com a vontade do grito.
Tem horas que os olhos submersos em lágrimas que não deixamos escorrer, afogam nossa fé.
Tem dias que até o maior fica pequenininho, encolhido entre o sentimento sorrateiro que vem pela sola dos pés.
Tem horas que o aperto no peito esmaga a confiança em dias melhores.
Tem horas que o desespero incontido é capaz de escurecer até o sorriso mais lindo da criança.
Tem horas que a escuridão e o silêncio gritam no cômodo frio.
Tem horas que nada se explica, não queremos explicação, só queremos socorro.

Inserida por AntonioLimaJunior

Se você não tem a liberdade de se posicionar quanto ao que acha certo ou errado, verdadeiro ou falso, voce nao é parte, você é peça, e se é peça pode ser substituivel, so é parte quem pode descordar e ainda sim permanecer.

Inserida por AntonioLimaJunior

Tem gente que precisa tentar convencer a todos de que está certo, necessita de aprovação, grita, se julga melhor, no fundo está desesperada pela incapacidade que seus atos tem de comprovar o que se tenta provar.
O pior que nem está tentando provar para para os outros, a maioria das vezes é para si mesmo, nunca é para fora, sempre é para si mesmo, os de fora são só o reflexo.
A paz reside no silêncio, o juíz é Deus, eu posso não concordar e condenar mas a graça de Jesus não depende da minha aceitação.

Inserida por AntonioLimaJunior

Oque dizer do mundo nada .
Se for dizer das pessoas puxe a cadeira e vamos conversa pois todo tempo to mundo ainda e pouco

Inserida por eliasjunioribeiro