Tem me Feito Tao bem

Cerca de 172811 frases e pensamentos: Tem me Feito Tao bem

O teu perfume alucinógeno
tem inteira me alcançado,
Causa trêmula e voluptuosa
desta paixão inescrupulosa
que em sossego não tem deixado.


Mergulho no segredo de verão
ardente que leva a marca
dos teus olhos preciosos,
Que são os meus sonhos
extravagantes e deliciosos.


Ondulante o apelo de prazer,
e a luxúria sussurra onírica
neste envolvente alvorecer
que saúda o Jequitibá-rosa,
Onde partilho as confissões
femininas de tanto te querer
ser a melhor notícia que está
no caminho para acontecer.

Tua aura silenciosa e magnética
pouco a pouco tem me colocado
na direção dos teus passos,
Do teu encanto todo sensual
não consigo prever o quê
não seja diferente do perenal.


Desconfio que estou em delírio
porque sussurros crepitantes
neste instante ouvi que parecia
a realidade de néctar consentido,
Que até parecia que tu estava
absolutamente atado comigo.


Tomada pelo calor abrasador
do desejo deste brilho sedutor
na chegada da noite de poemas,
este fascínio não tão oculto assim,
Que nas entrelinhas tenho evocado
que te quero inteiramente para mim.

As talipots dão o seu adeus
num único florescimento,
Isso tem colocado receio no coração,
e no meu pensamento,
Tenho perdido o sono por tamanha aflição,
espero que da minha parte
seja exagero ou teoria da conspiração;
Ao Bom Deus tenho rogado
que não estejam se despedindo
da última vez que veremos
o Brasil e a América do Sul em paz.

Os meus Versos Intimistas
a cada leitura têm a mesma
gostosura do Tucumã,
E eu não sou diferente
porque quanto mais você
se afasta dentro o amor
a cada dia segue crescente
- poético e imparavelmente.

Os meus Versos Intimistas
têm aroma e sabor de Pajurá,
Não se onde você está,
amoroso comigo por dentro
continua sempre a me levar,
porque nunca deixou de me amar.

Está vendo, meu amor?
Tem florada de Goiaba azeda
em tempos de calor.
Está ouvindo, meu amor?
A canção do Reisado
pela voz do cantador.
Está sentindo, meu amor?
E o meu querer querendo
porque é você quem faz
o meu coração continuar batendo.

A caneta sutil em punho que
ergo tem a tinta da pacificação
que sempre carrego apontada
contrao Deus da Guerra na Terra,
O destino deste Hemisfério
nos pertence, e não ao Império.


O coração batendo descompassado
a mente segue rodopiando
por causa do destrutivo 3 janeiro,
Quero ter fé de que tudo termine
neste mês mesmo e seja passageiro.


Orquídeas espirituais elevo aos filhos
de Bolívar que foram tombados,
todos os dias recordo dois deles
pelas patas da águia arrancados,
e pelos seus seguem lamentados.


Deixo a minh'alma de rosa branca
de José Martí como oferenda floral
para os filhos dele que pela morte
foram também brutalmente tombados,
tudo isso poderia não ter acontecido,
se os males tivessem sido evitados.

Tem gente que não quer que o brasileiro não tenha memórias alegres ou tristes, ou seja, que simplesmente o brasileiro apenas só se lembre daquilo que aconteceu há cinco minutos atrás.

Nadando em límpidas águas rasas


tal como Cisne-de-pescoço-preto,


O olhar tem a altura de um Coihue,


e no coração guardo-te o segredo


de amar sem nome, sem rosto


e que sequer tenho o endereço.






Sei que de tudo o que mereço,


mas afinidade e tanta que de ti


nem que eu queira me esqueço,


Essa é a razão que insisto por


ânsia de amor e pleno desejo.






(Sei que não tem um só dia


que não me namore em silêncio).

Cada um quer impôr que temos que parecer com qualquer lugar menos com o Brasil. Isso tem que acabar.

A cor e o sabor da palavras
têm a verdade da Chanana.


Da minha boca e da caneta
só sai o que jamais engana.


O louco coração o amor
não nega jamais e proclama.


Te venero como quem espia
a Via Láctea e aurora cigana.

Em tempos de floração sutil
da Guararema do destino,
o teu cerco irresistível
tem sido o meu fascínio.


No hábito e no silêncio
contigo tenho tecido
tapeçarias para o paraíso
que temos construído.


Nas tuas luzes e sombras
em todas tenho afinco:
assumo que não te resisto.


O teu brio afiado e tranquilo
põem o meu peito rendido,
ocupas o meu ser com domínio.

Na companhia de Juana de Ibarbourou


O amor é perfumado,
tem algo que desce
das montanhas na primavera
para defender sua terra.


Como um buquê de rosas
floresce em meio à guerra;
amando, juntos, eles possuem
além de todas as primaveras,
sem temer as noites eternas.

Com a tua silente ternura
sua existência tem altura
muito maior que a de Wakhan,
montanha que desafia
o céu, o vento e as estações.


Reluz um Pulwar de ouro puro
nas tuas mãos que para mim
hão de ser absolutas em tudo,
Uma lâmina curva que não fere,
ilumina a escuridão adentro,
A sua mirada, cravou perene
no peito a Charay poética,
não como o aço frio e mortífero,
mas com verso afiado e doce.


Fez arder um fogo sem explicação,
sem dor, sem ferida, sem ardor
que nem médico ou clérigo
são capazes de fato dissolver;
Foi além do que eu ousava prever,
conquistou meu território
sem arsenal e com potência serena.


Não por beleza que ofusca,
nem por força bruta,
nem por poder que impõe
— mas por conhecer de cor
os "Noventa e Nove nomes de Allah",
um a um, como quem sussurra
segredos de Paraíso que foi
perdido revelando em meu ouvido.


Cada nome era uma flecha invisível,
cada sílaba um golpe indelével
e de graça no coração feminino.
E agora sou terra em rendição,
campos de trigo em floração,
onde esse ardor divino
permanece sem explicação.

O mundo em preto e branco


não é capaz de me capturar.


Tem gente que até vai à Igreja —


e não aprendeu a rezar.






E se um poderoso falar


que vai jogar uma bomba atômica,


há quem tenha a capacidade de


amenizar.






Eu, como sou poesia,


não posso me calar.


Vou até a multidão


ao coração falar.

Do ponto mais alto ao mais baixo,
sou como o rio que segue o curso.
A paz que venero não tem custo,
minh'alma de flor te tem como tudo.


Teus lábios de romãs são o meu mundo,
em ti não há outro lugar mais seguro.
Da essência e da minha carne feminina,
dela tenho o maior e sublime orgulho.


Não quero que fuja de ti, nem eu fugirei,
a tua masculinidade foi Deus quem deu,
do jeito que és --- nasceste para ser meu.


Do zênite ao nadir, do Ocidente ao Oriente,
serás todo meu irremediavelmente...
O amor bateu na porta, e na aorta também bateu.

O Concílio Vaticano I é o primeiro documento que fala que o católico tem o dever defender a infalibilidade do Papa.


O Concílio Vaticano II ratifica (confirma) o dever de defender a infalibilidade do Papa.


Não confunda infalibilidade com pecado. Pecado todos nós temos.


A defesa da infalibilidade gira ao redor da preservação das bases morais e espirituais que norteiam o Cristianismo, por mais pecador ou antipático que seja o Papa, ele jamais falhará na direção.


O católico quando faz a Crisma ele se confirma como soldado de Cristo para defender a Igreja que é a esposa de Cristo que é representada pelo Papa.


Defender o Papa não é só rezar nas missas e eventuais orações por ele, é defender a figura dele para a sobrevivência da Igreja.


Se você discorda do que eu escrevi, reavalie a sua opção religiosa ou busque um bom argumento para me contestar.

Todo poeta


tem canto de Inambu


e pés na terra.

Minha imaginação
têm a plenitude,
a liberdade e revoada
nas asas de cada
Papagaio-charão,
em busca de Pinhão;
Algo parecido tenho
buscado na Araucária
do teu divino coração.

Senhora de toda a poesia


Somos de muito longe,
mas não distantes,
Não importa o quanto
tempo demore,
Estamos do lado de dentro
no coração e no pensamento.


O quanto deverei
caminhar e quantos
degraus irei subir,
Não intimida
e nem desmotiva.


A minh'alma feminina
pela tua se encantou,
deseja ser cativa,
e senhora de toda a poesia.

Desta novela não há
nenhuma novidade.
Nos seus capítulos
só resta crueldade.


Não tem nada a ver
com teoria conspiratória:
a poesia também serve
à memória histórica.


Matam e sequestram
a solidariedade de uns
no vasto mar da Humanidade.
Amanhã voltam os tempos
em que muitos foram
sequestrados dos berços.


Sem nenhum arre(medo),
isto é só o começo
do que nunca deveria
outrora ter iniciado
e que agora, diante dos olhos
e debaixo dos narizes,
está sendo requentado.