Te quero demais

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"Percebi que, quando entregamos demais nossos sentimentos a quem não os acolhe, o silêncio que fica ensina a gente a valorizar o nosso próprio tempo. E, como diz em Provérbios, 'Guarda o teu coração, pois dele procede a vida.' Assim, aprendo a escolher com sabedoria a quem entrego o que sinto."

Inserida por cristiano_franca

Acho que tô ficando realista demais, sabe?
Será que amadurecer deixa a gente assim?
Será que eu amadureci mesmo?
Mas o que é amadurecer?
Frutos maduros amarelam e caem
e eu nem gosto de amarelo
sequer gosto de tons pasteis
gosto mesmo é de cores fortes
e do que mais eu gosto?
às vezes, sinto falta de gostar muito
hoje eu gosto, mas nem tanto
Que estranha essa sensação
E estranho, às vezes, é bom
mas só quando não demora demais
Será que com o tempo tudo fica confortável, quase morno?
e eu não gosto de morno
ou será que aprendi a gostar?
Será que preciso descobrir a dose certa entre realidade e ilusão?
Será que dá pra escolher?
Será que é um caminho sem volta?
Será que eu sinto mesmo tudo isso que acabei de escrever?
A vida e seu eterno será!

Inserida por BrendaOliveira

⁠O que fazer quando eu ficar incoerente demais para me compreender?

Inserida por BrendaOliveira

⁠Pedir desculpas e ficar tudo bem depois que aconteceu a mrda é condescendente e fácil demais, principalmente, sabendo que estava fazendo mrda, que iria dar mrda, mais cedo ou mais tarde.

Inserida por RubensViannaFilho

Aos que reclamam demais da vida "experimente nascer pobre e querer ESTUDAR".

Inserida por ARRUDAJBde

Homem chora sim,
quando a dor é demais para suportar,
Jesus Cristo chorou,
eu também vou chorar!

Inserida por DanielChrystianno

⁠Quem diz que saudade não tem braços, ainda não foi abraçado por ela. Dói demais!

Inserida por ateodoro72

⁠Um Homem será sempre Velho demais para ser Moleque. Mas um Moleque jamais será Novo demais para ser Homem.

Inserida por ateodoro72

⁠O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite

Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.

Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.

Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”

Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.

Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.

Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.

Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”

É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.

E você também não.

É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.

E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.

Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.

Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.

E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.

E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.

Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.

Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.

E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.

Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.

São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.

Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.

Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.

Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.

E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.

Inserida por dianeleite

⁠A MENINA QUE AMAVA DEMAIS (E VOLTOU A ARDER)

Ela nunca precisou de muito para sentir tudo.
Uma música já bastava para transbordar.
Um olhar já a atravessava inteira.
Um toque e o coração dela escrevia romances inteiros que o outro nem imaginava ter começado.

Até os 20 anos, ela era puro vulcão.
Ria com o corpo todo.
Amava como quem respira.
Chorava só por ver beleza demais onde ninguém via.
E por amar tanto… viveu sendo chamada de exagerada.
Intensa demais.
Sensível demais.
Tola, até.

Então ela congelou.
Não por escolha, mas por defesa.
A partir dos 22, a erupção virou pedra.
O riso virou silêncio.
O amor, contenção.
As pessoas passaram a chamá-la de fria, distante, calculada.

Mas ela não era fria. Era só uma alma ardente que o mundo não soube acolher.
E então, por anos, viveu escondida sob a própria pele.

Hoje, ela voltou.
Não com a mesma fúria dos 20.
Mas com a sabedoria de quem sabe:
Ser intensa não é ser demais.
É ser inteira.

Ela não tenta mais caber.
Ela se honra.
Ela dorme cedo, acorda com a aurora, faz do silêncio um templo.
Não grita mais para ser ouvida — ela sussurra, e o universo escuta.

Porque entendeu que ser intensidade não é erro.
É só amor demais num mundo ainda aprendendo a amar.

Inserida por dianeleite

Com cautela
adoce sua vida
mel demais
atrai formiga.

⁠Nao se pode obrigar à ninguém te respeitar, mas quando se dá o auto respeito é tirado dos demais outra opção.

Inserida por ItamarRoter

"" O ciúme nasce quando sente que o amor está indo embora e ai já é tarde demais...""

Inserida por OscarKlemz

“” Foi perto demais
Ou longe, atuais
Ah mais
De um tempo ou sinais
Que nem lira
Nem pira
Antes fosse
Aliás...””

Inserida por OscarKlemz

“” Carregar o passado
Pode ser pesado demais
É fardo que deve se deixado para trás... ””

Inserida por OscarKlemz

“”Você não sabe a falta que faz
Aliás
Você está demorando demais...””

Inserida por OscarKlemz

“” Enquanto vivo
Brinco um pouco a mais
Quando a viagem acabar
Tchau, foi divertida demais...””

Inserida por OscarKlemz

"" Em tempo causador
Algum remédio sara
Em outro, computador
Ai, já é dor demais
será preciso controlador
mas como controlar a dor
talvez deixando de lado o torturador
E sair praticando apenas e tão somente
o amor...""

Inserida por OscarKlemz

"" Cada vez que encontro alguém que diz não acreditar no amor eu penso: Ai tem amor demais...""

Inserida por OscarKlemz

"" Às vezes deixamos o coração falar e esse danado fala demais...""

Inserida por OscarKlemz