Te Guarde na Palma das tuas Maos

Cerca de 16768 frases e pensamentos: Te Guarde na Palma das tuas Maos

Rosas brancas muitas vezes tornam-se rosas vermelhas devido à quantidade de sangue contida nas mãos que as arrancou ⁠

Inserida por RandersonFigueiredo

A ingratidão não consegue limpar com suas próprias mãos o mesmo prato no lugar onde fora alimentada


Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Cada pensamento é uma tentativa de segurar o vento com as mãos: inútil, mas inevitável.

Inserida por MariaLuizaGrochvicz

Que areia escorra das mãos e misture-se as águas.
Que o coração seja ferido , mas não morto.
Que meu amor seja seu, não por um momento,
Mas por todo o tempo em que minha alma puder amar.

Inserida por LeneDantas

CIRANDA


Na ciranda, escapulia suas mãos das mãos.
Escapulia quando mais desejava, quando mais precisava.
E tudo o que queria... E tudo o que quer é:
Alguém que segure sua mão.
Alguém que a ache alguém.

Nem o tempo resolveu suas questões. Tinha desejos alheios a ela própria o tempo todo falava de si pra si, como se o mundo não fosse além dali, não fosse além do seu quintal com todas aquelas roupas mal penduradas, levadas de um lado para o outro com o vento. Ontem foi ao centro e sentiu-se apaixonada pela fivela da sandália que virou sua gula, por um instante sentiu-se escrava como se a sandália a comprasse, como se mais tarde a sandália que fosse calça-la, como se ela pudesse entre outras coisas ter o brilho daquela pequena fivela prateada que destacava mais ainda a beleza da sandália. “De repente meu pé podia caber ali, mas ali não cabe meu próprio mundo”. Ali não cabem suas crises, nem seu amor que partiu e a partiu ao meio, no dia que decidiu deixá-la, sem nem ao menos avisar-lhe. Ali não cabiam seus dias de infância quando corria para alcançar os outros e sorria ao encontrá-los em momentos de farta felicidade. Mas na ciranda, na ciranda sempre se perdia nas mãos, quando todos ao mesmo tempo encontravam-se ,quando as mãos abraçavam-se. Mas ela não encontrava e nem se encontrava. Estava o tempo todo e não estava. Esperou o amor no caminho de volta para casa, mas esse amor não veio. Nunca o encontrou, nunca. Por mais que buscasse e esperasse, não conseguia alcançá-lo e ainda não entendia em um piscar de olhos e outro porque ainda o via. Porque ainda o sentia, se ele não estava ali. Se ele nunca quis de fato estar ali.

A presença indesejada de suas emoções a deixava opaca escutava os gritos dos vizinhos que reclamavam da fumaça da fogueira que fizera próximo num terreno baldio. E aquela fumaça, bem que poderia vir até aqui realmente, poderia me incomodar um pouco. Não tenho tempo para lustrar meus móveis empoeirados e também eu não poderia apanhar a roupa do varal com sua chegada, dessa forma a roupa ficaria impregnada com o cheiro da fumaça, mesmo longe mesmo aos poucos ela iria me deixar um pouco dela. Mas eu também não caberia na fumaça, a fumaça não caberia em mim. Queria poder tocá-lo. Queria poder apenas uma vez tocá-lo. E assim sendo fumaça o faria ficar impregnado de mim e ainda que quisesse não perderia meu cheiro assim que eu virasse e eu estaria lá e estaria aqui. Sentada aqui, olhando as mesmas coisas, pensando mais uma vez, nos meus jarros quebrados. Deixo de ser flor.
E me torno mais uma vez a semente que precisar nascer, precisar empurrar-se ao mundo, num esforço continuo e detalhado, em dias e dias que segue num escuro abafado. Escutando, apenas escutando os sons que vem do alto, mas sem poder vê-los. Sentia o saciar de sua sede quando água vinha calmamente, mas não sentia a gota do orvalho, então entre um impulso e outro se esforçava para sair daquele lugar, para enxergar a luz da manhã, para dormir sobre as estrelas e assim tão pequena e tão frágil agigantava-se para sobreviver. E aos poucos num estado lento e continuo renascia, brotava de si para si. Mas e a ciranda?

“Como se minhas mãos não alcançassem, nunca completei a ciranda. Nunca fiz a volta. Como pedras desenhadas em jardins, eram meus companheiros da ciranda. Não tinham mãos, não tinham laços, não tinham.”

Eu não sou tão fria. Sempre abri as mãos. No fundo não queria guerra. Não tenho armas, só tenho sentimentos. E pra que armas eu só quero amor. ... Mas, o que mais ainda poderia ser?
O que mais ainda? Depois de tudo, do tudo que eu entreguei.
Não quero perder-me em sentimentos, mas não consigo chegar ao fim.
Não consigo ainda enxergar o fim. Mas o final será novamente o começo.


___ Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

Prefiro chegar a pé
E vestida de trapos
Com versos nas mãos
Não quero o doce
Quero o fel para sentir o gosto bom
De adoçar o amargo
Quero o desigual o diferente
Não tenho medo dos segredos
Não tenho medo das verdades
Tenho medo apenas
De feras presas em mim.

___ Lene Dantas

Inserida por LeneDantas

⁠... o mais
democrático dos sistemas
e ditas governanças:
é o infortúnio - que em mãos contraditas e mentes
tresloucadas - não tem por hábito poupar
ninguém!

Inserida por maurotoledo

⁠... os enviados da luz
sempre estenderão suas mãos
aos que se dispõem às necessárias
mudanças econsequente
melhora de si... Uma vez que, somos
nósa causa primeira do quenos
beneficia ou birrentos nos
dificulta!

Inserida por maurotoledo

⁠... dizem os antigos
que de mãos vazias, homem
algum atrairá os pássaros;
semelhantemente, uma mente
ora escassa em virtudes
seja visitada pela
sabedoria!

Inserida por maurotoledo

⁠O eu poeta


Um poeta expressa sensações
O poeta tem ilusões

Um poeta, nas mãos, tem magia
O poeta, no mundo, tem agonia

Um poeta fala e é assistido
O poeta, quando fala, não é ouvido

Um poeta tem sempre a palavra certa
O poeta gosta de descoberta

Um poeta hipnotiza com a conversa
O poeta, em seu universo, se dispersa

Um poeta brinca com a língua e o coração
O poeta brinca com repetição, canção e isolação

Um poeta gosta de ser sempre criativo
O poeta, para rir, não tem motivo

Um poeta vive beijando o espaço
O poeta, na mente, tem embaraço

Um poeta cativa coisas, pessoas e o mundo
O poeta fica triste a cada segundo

Um poeta ver poesia em cada lugar
O poeta não tem nada pra falar

Um poeta, as vezes, é engraçado
O poeta tem um olhar alvoroçado

Um poeta é inverno, outono, primavera e verão
O poeta é MPB, rock and roll, axé, forró e baião

Um poeta nem sempre é mestre ou doutor
O poeta, quando não sente frio, sente dor

Um poeta foi quem escreveu
O poeta sou eu.

Inserida por IlanHudson19

⁠... como
demonstrou Jesus, o Cristo:
somente colocando nossas
'mãos na massa' do pleno viver, é
quepercebemos não somente a sua
consistência - mas, toda ciência e
autoestima que nos
propicia!

Inserida por maurotoledo

⁠... osdeuses da razão,
repetidas vezes estenderão suas
mãos aos dispostos às necessárias
mudanças econsequente melhora
de si...Uma vez que,somosnós
a causaprimeirado que nos
beneficia ou irredutíveis
nos empaca!

Inserida por maurotoledo

⁠Sina Nordestina

Sou nordestino,
feito de sol e poeira,
de mãos calejadas
e alma verdadeira.

Querem me afogar
em águas de secas,
mas sou raiz que resiste,
sou chão que não se entrega.

Minha sina é estrada,
vento que corta o rosto,
é lágrima engolida
no silêncio do desgosto.

Garota, se soubesse
o que carrego no olhar,
entenderia que o sertão
não se curva ao queimar.

Povo sem sensibilidade,
que julga sem conhecer,
não sabe que na seca
aprendi a florescer.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Sapienciais 3:14

Minha boca profere sabedoria, e minha língua é instrumento nas mãos do Pai das luzes.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Ser médico não é apenas conhecer o corpo humano, mas compreender a alma que habita nele e ter mãos que curam tanto quanto palavras que confortam.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠O Legado de Um Nome

Não é o tempo que constrói um legado,
mas as mãos que moldam a eternidade.
Cada ideia lançada ao vento,
cada palavra fincada na pedra,
é um traço imortal na alma do mundo.

Nas trilhas do desconhecido,
onde poucos ousam caminhar,
há um nome gravado em fogo,
ecoando entre os séculos,
erguendo pontes sobre o impossível.

Aqueles que sonham pequenos,
temem a vastidão do horizonte.
Mas quem carrega o infinito nos olhos,
desafia o destino e escreve a história.

E quando a poeira do tempo se assentar,
quando a voz do presente for só um sussurro,
restará aquilo que nunca se apaga:
um nome, um feito, um ideal—
um legado que jamais se curva ao esquecimento.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Ele não buscou glória, buscou verdade — e ao encontrá-la, escreveu o futuro com suas próprias mãos.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠A riqueza começa com uma ideia — mas só floresce nas mãos que têm coragem de executá-la.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠O caráter não é sentença perpétua; é matéria-prima moldável pelas mãos da verdade, da justiça e de Deus.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Uma caneta sem limites nas mãos erradas transforma o Direito em arbítrio.

Inserida por pensadorposmoderno