Te Amo e Nao quero te Amar
Amar não é simples, muito menos fácil. Mais o amor é uma dadiva que deve ser aproveitado todos os dias.
E quem
Não foi inteiramente errado amar
a todas as pessoas antes de ser amado,
errado foi ter fechado os olhos e sorrido da dor,
Nada pode impedir o giro-balé do mundo,
mas quem preveria meu olhar catatônico?
Quem me conhece e também pode afirmar que eu
fugiria do Fado e do teu Samba?
E quem dirá que o grande plano daria errado?
Pois bem, agora já é bem tarde pra muitas coisas,
mas eu só tenho 21 vividos,
de fato não perdi nada ate agora,
tenho tudo com o que nasci,
e por sorte um violão nas mãos,
pra cantar com sinceridade as palavras
que não se formam sem ritmo,
então canto pra lembrar de olhar pra trás,
e ver tudo que por aqui passou, é verdade, passou;
mesmo assim não nego sua falta,
o sagitário, a grande mãe, o peixinho dourado e o pirão,
bandeiras piratas de uma frota incompleta, incapaz;
e nada disso tem mais valor, agora, que meu chinelo de couro,
então não se afobes menino tolo,
outros muitos amores, pais, irmãos e amigos virão,
só não deixes que os perca enquanto admiras o chão.
É preciso amar as pessoas como se não houvesse ontem. Como se não houvesse amanhã é muito mais fácil.
A diferença em amar e nao amar e que quando si ama voce move o mundo para amar e quando voce nao ama voce nem si quer move o coraçao
Não te amar, não seria viver, e sim morrer um pouco a cada dia, porém, vivendo deste seu amor, eu me encontro mais e mais com a felicidade, e aumenta infinitamente o meu desejo de te amar sempre mais.
"Amar não é apenas sentir o coração vibrar na taquicardia ...Amor é muito mais! Isso é descompasso apenas!"
Viver de fato é cultivar o amor pela vida. Porque não basta sobreviver, amar a vida é a meta. Não o amor possessivo, mas o amor que cuida, zela, usufrui e liberta. E ao libertar o objeto de amor, liberta a si mesmo. O amor que aprende com o outro, com a vida, e quanto mais aprende, mais tem gratidão por viver.
Porque chorar, se há o Sorriso.?
Porque Desistir, se há o Recomeço.?
Porque não Amar, se há Prazeres no Amor.?
Porque sentar e esperar, se você pode andar e alcançar.?
Eu perdi-me amar quando ultrapassei a fase de entender que amar é amar, portanto. Mas amar não é desejar, apegar e muito menos odiar. Contudo não pode haver amor se não houver desejo, apego ou ódio. Agora, amor a quê? Apego a quê? Amamos o que temos de amar? Depende do que desejamos ou do que odiamos. O amor e o apego aproximam-se sempre, e normalmente cruzam-se mas jamais os deveremos deixar cruzar-se e para isso usemos o ódio e o desejo. Porque o desejo não está enquanto o ódio sim, ao mesmo tempo o amor e o apego competem para sempre entre si. Se cairmos no amor o apego afasta-se porque amar é ser livre e viver com felicidade, mas apego é ser prisioneiro e viver com uma falsa felicidade disfarçada que funciona como máscara ao sofrimento. Ou seja, é quando nos perdemos por acharmos que amamos quando nos apegamos, simplesmente. Só desejamos o que não temos e é aí que entra o desejo para evitar o apego, enquanto que o ódio jamais permitirá o apego. Devemos compreender estas palavras. Hoje encontro-me e jamais me perderei porque amo, desejo e odeio. Apego-me também... Apego-me ao ódio e ao desejo para que jamais me permitam apegar-me ao amor. O humano deve, fundamentalmente, funcionar com estas 4 funções.
Eu aprendi que não posso fazer alguém me amar. Tudo o que posso fazer é ser alguém que possa ser amado. O resto depende deste alguém. Aprendi que não importa o tanto que eu demonstre carinho, algumas pessoas simplesmente não importam em retornar o afeto. A confiança demora anos para ser adquirida e alguns minutos para ser destruída. Eu aprendi que uma amizade verdadeira continua a crescer independente da distância que nos separa. Que nem sempre é suficiente ser perdoado, temos que aprender a perdoar a nós mesmos em primeiro lugar
O meu coração te ama
O meu corpo te quer
Se não for você, nem mesmo vou querer ou tentar amar outra mulher.
Amar sozinho é uma das piores coisas dessa vida. É como não ter escolha, viver em função de algo que sabemos ser impossível mas ainda sim, insistimos.
