Talvez eu Esteja Precisando de Voce

Cerca de 549511 frases e pensamentos: Talvez eu Esteja Precisando de Voce

Às Vezes

Às vezes fazemos coisas
Que não queremos fazer,
Talvez por existir
Um pingo de esperança
Esperança essa que nem sempre
Nos faz bem
Nos leva para o caminho certo
Às vezes amamos intensamente
Às vezes sonhamos os mais belos sonhos
Às vezes até odiamos
com a mesma intensidade que amamos
Mais o certo é que,
Nem sempre
“Às vezes” dura um só momento
Às vezes os “Às vezes” podem
Durar eternamente!!!
Nem sempre

Ainda não sei o meu destino, nem cabe a mim saber...
Talvez,
é melhor deixar oculto,
só assim dói menos.

Superficialidade nunca foi muito coisa da minha vida. Talvez fosse algo com um patamar muito avançado, como um vestido de quinhentos e treze dólares em uma loja de grife. Ou talvez fosse algo tão simples quanto comprar maquiagem em uma loja de R$1,99. Como se os sentimentos precisassem ser tachados com preços tão suficientes ou insuficientes. Como se esses sentimentos acabassem como um toque de mágica por conta da última liquidação da loja barata da esquina.
Não sou dessas pessoas que acabam perdendo a paciência à espera do grande amor, ou à espera do despertar de certos sentimentos. Confesso, e não com muita vergonha que sonho tanto, que vezenquando fecho os olhos enquando me escorro no parapeito da janela sonhando com certos momentos, imaginando se algum dia aquelas ceninhas meio-que-chicletes que ocorrem em certos filmes românticos, acontecerão comigo. Mas de repente, bato minha cabeça no canto da janela, e percebo que sonhar não é tão bom quanto parece.
Ao menos nos dias de hoje, muita coisa (a maioria, confesso) nunca é como parece ser. A realidade é que comprar amizade, e amores bem resolvidos está tão fácil quando comprar um tênis falsificado de uma marca famosa. E tudo isso, se desgasta. O tênis, e os sentimentos, claro.
Mas não quero algo qualquer entrando na minha vida. Eu quero a realidade, a boa e velha realidade. Não sorrisos forçados, como em uma conversa de parentes que não se viam à muito tempo. Eu quero sorrisos, não bocas abertas mostrando os dentes por qualquer besteira. Quero abraços, não duas pessoas se “encostando” de braços abertos enquanto desejam tudo de melhor para umas às outras. Quero amizades verdadeiras, não viver só coisas boas numa roda de conhecidos, e de repente, em meio ao temporal não encontrar nenhum guarda-chuva para me proteger. Quero amor, não palavras decorradas, não apenas sorrisos bobos. Quero amor, e não pessoas que vivem se entregando pra aqueles que não merecem nem um pouco esse tipo de sentimento.
Quero continuar à escrever tudo o que eu penso e tudo o que eu sinto. E não apenas fingir, para iludir as pessoas com sóis que nunca irão sair antes de muitos temporais.

Tente ver as coisas sempre focando positivo. Isso talvez seja suficiente para produzir mudanças significativas na sua vida.

Da mesma forma que sou toda metida a fatal, sou totalmente metida a dócil. Talvez tenha sido por isso o nó na cabeça do malandro.

Talvez haja um monstro aqui… ou apenas nós.

Talvez amar seja isso, perdoar uma pessoa sabendo
que ela ainda irá errar um milhão de vezes.

Amar em silêncio talvez seja a forma mais verdadeira de amar ..afinal ela nada cobra,nada exije e tudo oferece!

❝ Talvez, bem lá na frente. A gente, ainda se encontre…

Talvez perder ou ganhar seja só um ponto de vista.
As vezes derrota, é na verdade, conquista.
Perdemos para ganhar.
Não temos inteligência para perceber.
Mas quando entendemos, só resta agradecer.
A vida, nos encaminha.
Então sem presa, apenas, caminha.

Toda precipitação causa danos, talvez irreversíveis! Então, pense o suficiente pra não agir equivocadamente!

Estradas para locais seguros

A maior faculdade que nossa mente possui é, talvez, a capacidade de lidar com a dor. O pensamento clássico nos ensina sobre as quatro portas da mente, e cada um cruza de acordo com sua necessidade.

Primeiro, existe a porta do sono. O sono nos oferece uma retirada do mundo e de todo o sofrimento que há nele. Marca a passagem do tempo, dando-nos um distanciamento das coisas que nos magoaram. Quando uma pessoa é ferida, é comum ficar inconsciente. Do mesmo modo, quem ouve uma notícia dramática comumente tem uma vertigem ou desfalece. É a maneira de a mente se proteger da dor, cruzando a primeira porta.

Segundo, existe a porta do esquecimento. Algumas feridas são profundas demais para cicatrizar, ou profundas demais para cicatrizar depressa. Além disso, muitas lembranças são simplesmente dolorosas e não há cura alguma a realizar. O provérbio “O tempo cura todas as feridas” é falso. O tempo cura a maioria das feridas. As demais ficam escondidas atrás dessa porta.

Terceiro, existe a porta da loucura. Há momentos em que a mente recebe um golpe tão violento que se esconde atrás da insanidade. Ainda que isso não pareça benéfico, é. Há ocasiões em que a realidade não e nada além do penar, e, para fugir desse penar, a mente precisa deixá-la para trás.

Por último, existe a porta da morte. O último recurso. Nada pode ferir-nos depois de morrermos, ou assim nos disseram.

Patrick Rothfuss
ROTHFUSS, P. O nome do vento. São Paulo: Editora Arqueiro, 2009.

Talvez o a noite não seja para se ficar sozinho, seja destinada para se ganhar carinho, seja momento de renascer, ganhar prazer, hora de sorrir antes de dormir.
Com a chegada da escuridão, muitos abraços para acalmar o coração, palavras de amor para curar qualquer dor, beijos demorados entre namorados.
Então com a chegada da lua

Talvez o meu "eterno" fosse maior que o seu.

"Sou talvez um soneto, uma nota musical, frase doce de um dueto, inspiração surreal."

Complicado. Essa talvez seja a palavra chave. Complicado.

Talvez, a madrugada fosse para pensar. Porém, não esquecereis que é no percorrer da madrugada, que se extrai os melhores momentos para se eternizar.

A alienação é como um viciado em pleno delírio, talvez o que sinta seja pouco, seja muito ou não seja nada, mesmo assim, se libertar é mais do que difícil.

Não sei o que estou esperando. Mas talvez tenha chegado.

Falo tudo isso como um sonhador quieto, talvez lerdo, que quase nunca se arrisca ao incerto.