Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Não tenha medo quando eu te dizer que te amo, talvez tenha escondido isso a muito tempo

Não costumo abandonar barcos, ainda que furados. Mas nesse caso eu precisei pular, talvez eu permanecesse, se houvesse alguma forma, qualquer coisa que demonstrasse que ele sairia dali, ainda que fosse para recuar.
Mas não havia nada, provavelmente ele afundaria ali, talvez ficasse lá para sempre, eu não sei.
Ainda que meus braços estivessem cansados, com um pouco de força e fé eu conseguiria chegar até a costa.
Por isso eu o abandonei, não consegui fazer nada que pudesse o salvar, também não quis ficar para assistir o seu provável fim.
Então parti ...

Talvez tudo o que tenha que fazer é te deixar e seguir em frente, mesmo que doa, mesmo que eu vá chorar, mas uma hora a felicidade irei encontrar.

“Talvez eu nunca terei uma história de amor, ou até mesmo me apaixonar , ou alguém se apaixonar por mim, essa coisa de gostar de outro não da muito certo comigo eu sempre acabo sobrando e ser sobra ninguém gosta, desisti de amar, de me apegar, desisti de tudo que se chama relacionamento ou coisas de amor, não quero mais sentir, nem sorrir o sorriso de alguém, talvez eu de certo com a solidão ela me entende e sempre irá me acompanhar em minha caminhada, mas uma coisa é certa to cansada de sofrer e de esperar por alguém que não existe para mim.”

Eu sou uma mulher de fibra! Talvez eu não seja perfeita, mas procuro ser melhor todos os dias. Acordo e recomeço, vou para a luta, encaro os dragões, supero as dificuldades, contorno meus obstáculos, uso a minha sabedoria e no final do dia volto para o seio da minha família... Muitos me perguntam de onde vem a minha força e de onde eu tiro essa alegria de viver e de vencer, simples: eu tenho Deus em minha vida!

Talvez eu suma e nunca mais ninguem tenha noticias sobre mim , talvez eu seja esquecido , criticado , julgado e aparentemente um garoto cheio de defeitos , talvez eu nao realize nenhum dos meus sohnos , e me torne um rapaz comum que sai pra trabalhar de manha e chega de noite que usa uma roupa qualquer anda em lugares brega , ouve musicas brega e rir de piadas escrotas , ou talvez eu me torne um cara bem poderoso e com um coração cheio de magoas , talvez eu continue sendo esse cara simples , que adora criar textos é apaixonado por livros , e por frases, que chora e sorri a o mesmo tempo , e que nunca quis ser melhor que ninguem , talvez eu me torne alguem melhor nao pra agradar voces , porque talvez voces nao se importe nem comigo e nem com minhas mudanças . talvez a gente se encontre por ai e certamente voce irá falar nossa cara pelo face voce é mais bonito e me parece ser bem metido mas é gente boa pra caramba talvez esse encontro nunca aconteça e assim vou vivendo sobre criticas e julgamentos a espera de um fim do #Talvez :)

Texto de #BelloGarcia O Pensador :)

Talvez eu não tenha ninguém para beijar e ninguém para abracar, por talvez não confiar em palavras e abraços falsos...

Eu sei, sou uma mulher ....
Talvez antiquada.....
Gosto de amar e ser amada
Especialmente de ser cortejada
Não gosto da vulgaridade
Mas da sensualidade natural
Sinceridade num olhar
Sem covardia ...
Ouço passos na rua.....
calçada da minha ilusão....
Orquestra num concerto em cima de uma nuvem ....
Brincam com os passos nos cenários...
Estrelas dançarinas que namoram na lua.....
Os corpos que vestem-se de noite......
A brincar de sonhos.....
Melodia suave da nossa emoção...
Eu sei sou uma mulher ...uma mãe....
Que gosta da sinceridade de um olhar...
Talvez eu seja antiquada.....talvez..!!!

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

Talvez eu nao seja a melhor pessoa, mas procuro ser uma pessoa melhor. Talvez eu nao seja um amor para ninguém, mas procuro ser um amor para alguém. Talvez eu nao esteja feliz, mas procuro fazer outra pessoa feliz, talvez eu apenas seja um sonhador que acredita na felicidade e no amor!
Sergio Fornasari

Se eu fosse magra não ia ficar regulando a alimentação e muito menos me matando na academia, talvez por isso eu não seja.

Talvez eu possa enxergar a vida de outra forma, da minha forma, com meus olhos, minha alma, meus sonhos, não sinto remorsos, muito menos medo, sou a metade do que desdenho e a outra metade guardo em segredos!

Talvez eu sou só uma menininha se apaixonando por um grande homem.

Confesso que eu acordei triste, sem
Vontade para ligar o celular, ver TV
E até de te ver, e talvez seja por que
Hoje descobri que mais que cansada
Ou estressada estou é decepcionada,
Por ceder tudo e receber quase nada!
Guria da Poesia Gaúcha

Se é para parar de escrever? Talvez um dia, mas enquanto houver uma certa magia em mim eu nunca pararei. E só para lembrar sábias palavras de uma grande escritora, a J.K Rowling: Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia.

Atravessar fronteiras? Talvez eu não fosse tão longe, mas quando fazemos amor eu atravesso o universo em toda a sua extensão.

Talvez, um dia, eu aceite tantos desencontros. Talvez eu compreenda que cada um segue sua vida independente da nossa vontade. Talvez, um dia... hoje não. Hoje eu sigo o meu coração. Hoje eu tenho um compromisso com a minha própria história e respondo apenas pelos meus enganos. Hoje eu sigo o conselho do tempo e acredito quando ele diz que tudo passa.

Se eu pudesse voltar no tempo, talvez fizesse tudo de novo, ou talvez não fizesse nada e deixaria o tempo trazer respostas. Mas essa não sou eu... Não gosto de esperar e muito menos ficar lamentando tropeços, prefiro ir adiante, mesmo sabendo que posso cair várias vezes e me levantar também. A passividade é algo que não combina comigo, é a inquietude que me domina. Prefiro a aventura de descobrir novos caminhos à segurança de um porto que não é o meu.

A pessoa some. Ela escolheu isso, e eu me sinto mal. Ótimo. Pode durar dias ou semanas, talvez meses. Depende. Procuro apenas pra saber se tudo caminha bem, como se fosse da minha conta. Recebo respostas curtas e me sinto ainda pior. Então começo a aceitar que, talvez, seja melhor deixar a pessoa em paz. Faço isso. Me sinto péssimo por mais alguns dias. Recebo um choque de realidade. Uma injeção de adrenalina. Dormir sabendo que ao acordar, tudo estará da mesma forma. As pessoas não voltam. As pessoas não voltam enquanto eu preciso que elas voltem. Acabou. Ótimo. Não foi dessa vez. Me sinto bem, e agora sou outra pessoa. Nunca somos os mesmos após o fim, quando a história se reinicia, jogamos com outro personagem. A pessoa resolve voltar. Bom, agora não importa, eu também fiz escolhas, e me sinto bem. Ótimo. Dessa vez não houve dúvidas, minhas respostas são curtas. Devolvo embrulhado o amor que me deram. Talvez seja a hora de me deixarem em paz. Mas nunca fazem isso. Querem motivos, e eu dou um bom motivo. Cansei. Nunca aceitam que superamos a falta que nos fazem. As pessoas voltam com motivos inúteis depois de muito tempo, e ainda esperam encontrar aquilo o que abandonaram. Boa sorte na busca, procure nos cemitérios que enterram idiotas. Meu túmulo estará lá junto ao seu.

TALVEZ

Talvez, hoje faça sol
e assim eu possa caminhar
talvez, um estranho retribua o meu olhar
e venha até mim, falar
talvez, o dia tarde a passar
e a gente, se esqueça de lembrar
ás vezes o futuro pode esperar
e o tempo, estagnar
Talvez, mas só talvez,
nós tenhamos tempo,
pra não pensar em nada.