Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Quando acordo eu não espero que o sol brilhe para dizer se meu dia vai ser bom ou ruim, porque nada adianta se encantar com a beleza exterior sem saber cultivar a beleza interior.
Palavras não me encantam, nem me assustam. Gosto mesmo é d gestos inesperados , aqueles onde eu posso perceber q algum coração ainda tem vindo fazer hora extra no meu sem q eu lhe prometesse salário.
Se eu contasse quantas vezes eu nem sequer tentei, daria um livro dos maiores atentados contra meus sonhos.
Eu vi um milagre, e ele não explode como num show de mágica, ele simplesmente desarma todos os seus sentidos.
Eu não conheço faces, conheço somente as sensações, as doces sensações que são a razão dos meus sonhos mais intensos.
Eu tenho medo, tenho fome, tenho erros, tenho acertos e nenhum rumo aparente, só a certeza de que um dia tudo isso irá terminar.
Um dia eu fujo daqui, meu lugar não é aqui, tá apertado demais, não dá para respirar, esse corpo não me permite voar...
Não preciso que ninguém faça nada por mim. Preciso apenas que me deem oportunidade para que eu mesmo faça.
É essa queda por poetas
Que me faz chegar ao fundo
Quando eu tento me erguer
Giovani me derruba
Com o menor sarau do mundo
Se o amor me chamar
Eu vou
Se ele me chamar
Eu vou
If the love call all me
I go
If him call all me
I go
O Mendigo
Todos os dias eu o vejo ali tremulo,
Meio que sem enxergar as pessoas,
Pedindo por um pouco de solução,
Para os problemas que não pediu...
As vezes quando chove, ele se molha,
E as pessoas ainda dizem:
“Quem ta na chuva é pra se molhar!”
E ele não tem onde se abrigar.
As vezes pede um pão
E lhe dão um não...
Ele tem mal cheiro,
Anda mijado a um tempão.
Qual Charles Chaplin ele anda
Todo maltrapilho, Carlitos...
Roupas rasgadas, fala inglês,
Parece ser muito inteligente.
Lhe acompanha um cão,
Companheiro de tradição...
Ele olha para as pessoas
Mas não as vê...
Ele vê a fome que lhe assola,
Ele vê as águas das chuvas
Que molham o seu colchão...
E não vê nada, o resmungão.
Não vê que o seu céu já esta no limite;
Não vê que ninguém o ajudará...
Ele vê e ouve tudo mas, infelizmente,
Não enxerga os carros passando.
Se alimenta de restos bolorentos,
Que invade em uma lixeira,
Para se safar da fome, ele come...
Lixo e desprezo social...
Algumas vezes ele desaparece
Depois aparece e, some novamente.
Imundo, fede feito um porco,
Mas não liga nem um pouco.
Este mendigo tateia as paredes
Tentando fugir do trânsito
E dos transeuntes dispersos,
Mais cegos que ele, talvez.
Se espera alguma coisa,
Já deve ter passado sem que visse.
Se espera por alguma ajuda,
Ainda não veio...
E pelo jeito, nunca virá...
As pessoas não dão a mínima
Para o mendigo que, letárgico,
Anseia, como eles, por melhores dias.
Queria eu que o teu amor fosse como o meu. Queria eu que o teu amor ao menos existisse, assim como o meu existe.
O amor existe e sempre vai existir , eu acredito !
Nossas decepções não podem fazer com que desacredite disso .
Nada a falar,
Ainda que...
Uma lágrima a rolar
Mesmo que eu não saiba o porque.
Nada a perder ?
Ainda que...
Ao longe eu possa te ver.
Não há nada que eu deva fazer.
Nada mais, ainda...
E se eu me arrepender ?
Talvez, há algo que eu possa dizer ?
Se insistes na partida
Assim será...
Perdoe-me, ainda que te ponhas a chorar.
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