Talvez eu Esteja Precisando de Voce
Vou dizer
Te levo em meu coração
E eu preciso
Sempre ter por perto esse seu olhar
Que me traz o sol.
A cidade era grande
Meu coração bem pequeno
Eu derramo minha dor
Perante este sereno
É quase de madrugada
As estrelas brilham no céu
Meu coração está tão rasgado
Quanto um pedaço de papel
Me disseram bem alto:
- acabou a escravidão
Somos todos homens livres.
Com minha boca eu dizia graças a Deus!
Mas meu coração continuava preso
Eu sentia um peso
É aí que o homem perde a dignidade
Não se pode acorrentar alguém em seu coração
Hoje
Hoje eu acordei e reaquistei-me daquilo que sou,
para poder sentir e recordar todos os meus sonhos
e desejos ,lembrei de todas minhas lutas e tudo que um dia eu quis ter ,mas hoje tudo isso esta bem longe de mim e não me pertence mais ; e hoje o que me sobrou é tudo ,é muito ,é imenso e a sobra a que me pertence chama-se pelo nome de hoje ,agradeço por tê-lo, o abraço e o amo ; a liberdade
é bem reluzente e ao topo de um mastro ela
balança bem representada numa flâmula à como
que uma seta indicando que ela a liberdade segue
se adiante de nós e que sempre vale a pena tentar
novamente ,todos puderam se balbuciar nela sem
restrições de minha parte , em nome do hoje e da
liberdade eu faria tudo outra vez ,mesmo sabendo
o resultado do hoje e hoje o que sobrou foi só eu ,
tão somente eu e o hoje.
Eu estou sozinha. Eu tenho estado sozinha, por muito tempo. Em algum lugar ao longo do caminho, percebi que as engrenagens tinham saído dos trilhos. Eu estava quebrada. Mas, mesmo assim, não consigo parar.
Eu não tenho interesse em ser um vilão e não acho que consigo me tornar uma boa pessoa. Estou em um ponto no meio do caminho, em que nem tenho certeza de qual rumo devo seguir...
Não adianta buscar desculpas pra o que eu estou sentindo, a verdade é q o que estou sentindo não passa, mesmo achando a razão pra essa dor. É difícil pra mim, ser quem eu sou.
As pessoas me olham, e teem uma ideia errada sobre mim, mas está passando um rio aqui dentro que todas as vezes eu tenho que deixar-lo fluir...e isso me machuca, machuca muito, todas as vezes.
O teu jeito ficou em mim
E agora eu só penso em ti
Namora comigo agora
No chão, em pé ou deitado na cama
Namora comigo nesse vai e vem
Dessa onda chamada paixão
Mergulha em mim como no mar
E como diria o poeta apaixonado
Que o amor é fogo infinito
Feito paixão e muito mais que isso
Estávamos eu e minha sobrinha, Ana Liz, no quintal quando ela viu a chuva cair pela primeira vez. Tinha apenas três meses de idade. O olhar atento sentindo as gotas cair no chão, nas plantas, ao seu redor. Tamanha calmaria, leveza, sensibilidade. Ela foi crescendo, e nos dias de chuva aprendendo a tocar na àgua que caia sobre as suas pequenas mãos. O olhar fixo parece que está contando gota por gota. Além de enxergar a chuva, ela sente. Além de sentir ela transborda, e me ensina a reparar a beleza das gotas caindo sobre nós, sobre o mundo. Ana Liz desde pequena aprendeu a gostar da chuva, talvez ela gosta de ser regada como as flores. A cada chuva que cai, Ana Liz floresce, cresce, cria raízes. Ela me ensina sobre as etapas da vida, o tempo, o reeinventar. Hoje, quinta-feira, da janela do ônibus vejo a chuva que cai em Fortaleza, penso na Ana Liz, recordo do seu olhar atento e sigo. Resisto aos maus tempos, a desesperança, o medo. Assim como a Ana Liz hoje deixarei a chuva me regar para que possa brotar flores de resistência no meu peito. R(e)existo. Vamos juntas pequena, estamos juntas.
Desesperado e triste caminharei
Jogando o mais injusto jogo da vida
Abrindo mão do teu amor eu recusarei
Lar da minha sanidade quase comprometida
Os meus olhos desistiram de viver
Vendados pela beleza da tua pessoa
Invadiste-me muito antes de aperceber
Coração, tu és a minha proa
A arrogância idiota me conduziu ao erro. Mas aprendi minhas lições. Eu voltarei, mais forte e mais inteligente do que nunca.
Eu posso ver as flores e a vegetação
Eu respiro o ar, eu me sinto livre
Passei tanto tempo, ocupada procurando a felicidade
Quando tudo que eu precisava era de um pouco de paz
Flores no meu cabelo, eu pertenço ao mar
Onde costumávamos estar, sentados junto às laranjeiras
O verão está no ar, corpos no calor
Só você e eu, sentados junto às laranjeiras
Tão longe, das luzes de neon e das ruas da cidade
É aqui que eu costumava sonhar
Estive ao redor do mundo, mas eu nunca poderia reproduzir
O sentimento que sinto abaixo dos meus pés
Neste céu feito à mão, eu ganho vida
Pássaros azuis colorem o céu sempre
Neste céu feito à mão, nós esquecemos o tempo
Porque pássaros iguais voam juntos
Se a sua noite não rendeu
Sabe do telefone meu
Cola aí que eu tô sem sono e tenho um plano
Cama redonda, espelho no teto
Um brinde importado do jeito que é certo
Hoje é por minha conta
Eu posso dizer milhões de vezes obrigado e mesmo assim não será o suficiente para dizer o quanto sou grata a Deus.
O faria
Quão linda és tu amada minha...
Se eu soubesse descrevê-la,
Eu assim o faria.
Mas no meu silêncio
Sei apenas que me quero
Nos teus dias a cada dia.
Sei que tua pele
É rosa branca aveludada
Pra ser sempre acariciada...
Sei que nos teus olhos
Brilha forte e reluzente
A menininha que me encanta...
Sei que o teu sorriso radiante
Desperta em mim sonhos tão secretos
Que só a ti são revelados...
Sei que o teu cheiro
É a flagrância preciosa
Desse amor que eu respiro...
Sei que o teu corpo
É a fonte do calor
Que me aquece o coração...
Não sei te descrever...
Eu apenas sei dizer
O que meu coração sente o por você.
Edney Valentim Araújo
1994...
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