Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Quem Eu Sou?

Querem saber como vivo?
Lhes direi...
Vivo do vento que me mantém lúcida e acordada para que eu não adormeça na caminhada.
Vivo do mar que me limpa do cansaço da luta e me recompõe para que eu continue.
Vivo das cores que me ensinam os remédios e os alimentos para que eu sobreviva forte para trabalhar.
Vivo da riqueza do meu melhor esforço, meu amor.
Planto-o por onde passo, não perco nem mesmo a terra de um vaso quebrado, pois ali a semente germina.
E sou feliz assim.
Sou simples, pois preciso de pouco.
Sou calma, pois aprendi a esperar.
Tudo vem.
E o campo arado e adubado produz coisas melhores, que valem a pena ser
preservadas.
Falo pouco, pois optei por grandes ocupações, como um trabalho escolhido de ouvir e por isso não me sobra tempo para as palavras.
Penso muito, mas corretamente.
Desejo só o necessário, ocupo pouco espaço e por isso não sofro por possuir. Sou feliz, sou abençoada, sou reconfortada e apreciada.
Querem saber quem sou eu, já que sabem como vivo?

Eu Sou...
" A Paz "

"Que eu seja capaz de reconhecer e reciclar meus erros e virtudes. Que eu seja capaz de desassistir as inseguranças e obstáculos e recomeçar com paixão e ousadia na alma, amor e coragem na bagagem a cada e toda vez que meu coração gritar que não tem medo."

Sou um pouco de tudo e tudo em pouco. Mas ainda continuo sendo eu mesma.

Chora Coração

Tem pena de mim
Ouve só meus ais
Que eu não posso mais
Tem pena de mim

Quando o dia está bonito
Ainda a gente se distrai
Mas que triste de repente
Quando o véu da noite cai
Aqui fora está tão frio
E lá dentro está também
Não há tempo mais vazio
Do que longe do meu bem

Olho o céu, olho as estrelas
Que beleza de luar
Mas é tudo uma tristeza
Se eu não posso nem contar
O relógio bate as horas
Diz baixinho ela não vem
Ai de mim de tão altivo
Fiquei só sem o meu bem

Chora coração
Ouve só meus ais
Eu não posso mais
Chora coração

Eu gosto da humanidade, o que eu não suporto são os humanos.

“Eu não me dava conta que a única pessoa que podia preencher o vazio que eu sentia era eu mesma. Era meu próprio abraço. Isso é o mais importante”

Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito.

E estou pouco ligando, na verdade. Muito cedo eu aprendi a perder. E me saí bem, eu acho. Tanto que talvez eu não saiba fazer outra coisa

Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida.

As pessoas mentem pra se proteger. Só eu que ainda não aprendi a fazer isso. É a minha loucura sem cura de dar a cara a tapa. Prefiro pedir perdão pelos meus erros, do que esconder minhas verdades pra ter um amor não merecido. Quem ama perdoa, sem vírgulas.E eu escolho pôr o sentimento á prova. É a minha loucura sem cura de escolher a dor da realidade do que um falso paraíso. Não quero nada que não seja genuíno. Guarde suas mentiras pra quem prefere a fantasia. Eu prefiro a verdade. Só a verdade. Sem ela eu perco o entusiasmo. Não sei brincar de faz-de-conta. Deve ser por isso que minhas histórias nunca terminam com um feliz pra sempre. Histórias com feliz pra sempre não são reais. E eu abro mão do meu feliz pra sempre pela liberdade de ser quem eu sou, com todos os absurdos que isso significa. E só agora eu percebi, que dizer sempre a verdade é a melhor proteção que existe. É uma pena que sejam raras as pessoas que sabem disso.

PENSANDO ALTO...

Eu sei que falei em prazer gratuito semanas atrás, e sei o que vc pensa a respeito: nada é gratuito. Mas, por enquanto não consigo contrariar essa forte impressão de que a conta não virá. Se eu sinto alguma culpa, não é pelo o que faço às escondidas, não é culpa por estar me dedicando a uma experiência socialmente reprovável : é culpa por não sentir culpa alguma. Por estar achando tudo condizente com meu grau de exigência em relação ao aproveitamento do meu tempo, condizente com a minha fome, que nunca foi de comida, mas de vivência.

A pergunta que mais faço é: pq não? Desde pequena, desde que tomei gosto pelo ato de respirar e me senti atraída pelos dias que estavam por vir, horas repletas de novidade, desde que eu despertei para a leitura e que passei a sentir o sabor das coisas de uma forma muito entusiasmada, desde que eu soube que podia pensar e que o pensamento era livre, que dentro do meu pensamento ninguém poderia me achar, desde que meus seios cresceram e eu descobri que pessoas tinham cheiro, desde lá até aqui eu me pergunto: pq não me oferecer para aquilo que não fui preparada? Eu tenho as armas de que necessito para me defender, e mesmo que eu perca, eu ganho, já perdi algumas vezes e sei como funciona a lei das compensações.

Quero acolher com generosidade o que em mim se manifesta de forma incorreta. Não vou pedir permissão aos outros para desenvolver a mim mesma, mando no meu corpo e em tudo o que ele confina, coração incluído, consciência incluída.

Talvez eu esteja com receio de ter ido longe demais desta vez e esteja preparando a minha defesa, caso alguma coisa não saia como esperado. O que eu espero? Não espero nada, espero tudo, estou à deriva nessa aventura. Eu queria cristalizar esse momento da minha vida, mas estou em alta velocidade, e não sei se quero ir adiante, só que eu não tenho opção. Acho que é isso. Eu tinha opções, agora não tenho. Não consigo parar esse trem.

Martha Medeiros

Nota: Trecho extraído do livro Divã da Martha Medeiros

Eu choro porque as outras pessoas são idiotas e isso me deixa triste.

Se eu tiver que barganhar e obter amor pagando com minha liberdade, esse amor não é pra mim.

“Eu não sou de demonstrar sentimentos, mas sou cheia deles… eu sofro em silêncio, amo com olhar e falo com sorrisos. Quem olha nos meus olhos e sorri o meu sorriso está conhecendo minha alma.”

Ser o meu melhor amigo não te dá o direito de me dizer quem eu posso amar.

MAIS UMA NOITE

Eu estou triste e não consigo dormir
Está tão frio aqui que me dói os ossos
Me dói a alma também...

Eu sinto meu corpo se esvaindo de mim
e continuo triste sem saber
e talvez nem seja tristeza
é apenas uma solidão inquietante...

o meu silêncio uiva para os morros lá fora
e apenas os ecos respondem sombrios
palavras de angústia com gosto de sangue
e sons que entoam morte.

Eu não sabia / que virar pelo avesso / era uma experiência mortal

A chuva cai lá fora e aumenta o ritmo sozinho eu sou agora
meu inimigo íntimo...

Eu não estou em perigo. Eu sou o perigo.

Eu tento no real
Eu tento no imaginário
Eu tento no plural
Eu tento no singular
Eu tento falar
Eu tento ouvir
Eu tento te odiar
Eu tento te amar
Eu tento parar
Eu tento prosseguir
Mas tudo que eu mas tento
É poder te sentir