Talvez eu Esteja Precisando de Voce

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Saudade do vento, da brisa no rosto, do amor sobreposto, do cheiro do mato, do amor que se foi, que matou o sorriso, arrancou a alegria, tornando meus dias nada mais que agonia...
E.C.A

Não devemos reclamar da vida que temos, pois muitas vezes não temos tudo o que queremos ,mas temos tudo o que precisamos.

Nunca houve numa vida única uma afeição única: e se nos parece que há casos em que houve é que essa vida não durou o bastante para que a desilusão e a mudança se produzisse, ou quando se produziu ficou orgulhosamente guardada no segredo do coração que a sentiu.

Morte que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).

Não olhe para trás com raiva, nem para a frente com medo, mas olhe em volta com consciência.

Hoje as massas vão eleger quem a mídia escolheu por elas. E viva a Democracia!

Todo mundo se esquece que a maioria das revoluções politicas se tornaram ditaduras.

Quem crer em DEUS jamais terá ansiedade em sua vida, pois ELE é segurança, abrigo espiritual, salvação, felicidade, vitória, amor, realização, conquista, vida e finalmente nossa libertação do pecado.

Comece o dia chamando o Espírito Santo e termine também com o coração orando. Assim as virtudes dos dons virão sem você perceber até a sua fronte e o abençoará.

Deus é um árbitro de futebol que jamais erra em suas decisões. Sempre acerta em tudo e em todos.

Cristo é a natureza especial da caridade com o coração permanente no Pai e alegre no Deus-amor.

Amar é o fato de viver;
humano e prazerosa ternura.
Odiar é o mito da vida
que a inveja criou,
apenas para nós enganar.
Dentro de nós
não há a perfeição,
daí vem a confusão.
Grandes vantagens nos oferecem
o olhar que proíbe o além chegar.
As horas que escolhemos,
vejamos que tudo pode mudar,
pois a vida é cheia de mudanças.

Os olhares vem da alma; não são vistos pelo ser humano, que é uma imperfeição terrestre; são os sentimentos, odiosos, amorosos, criativos e apaixonados, que vem sempre de nosso coração silencioso.

Todos odeiam ler, odeiam estudar e odeiam pesquisar, pois a maldita tecnologia, infelizmente, tirou o gosto dos seres humanos para conhecer nossa cultura. Porém não sabe o que perde, pois está perdendo o único passaporte que existe... para ter permissão de seguir em frente.

As pessoas não sabem o poder da leitura, pois elas dão liberdade as almas, fazendo ela dominar vocábulos, levando a ficar forte e impedindo a falta de cultura. A leitura não é tudo, mas é o suficiente para ser alimentado.

Precisamos amar mais, reconhecer que somos imperfeitos e abrir o nosso coração para conseguirmos viver sem amargura, sem ódio, se rancor.

A TORRE SEM DEGRAUS

No térreo se arrastam possuidores de ciosas recoisificadas.
No 1.° andar vivem depositários de pequenas convicções, mirando-as, remirando-as com lentes de contato.
No 2.° andar vivem negadores de pequenas convicções, pequeninos eles mesmos.
No 3.° andar - tlás tlás - a noite cria morcegos.
No 4.°, no 7.°, vivem amorosos sem amor, desamorando.
No 5.°, alguém semeou de pregos dentes de feras vacos de espelho a pista encerada para o baile de debutantes de 1848.
No 6.°, rumina-se política na certeza-esperança de que a ordem precisa mudar deve mudar há de mudar, contanto que não se mova um alfinete para isso.
No 8.°, ao abandono, 255 cartas registradas não abertas selam o mistério da expedição dizimada por índios Anfika.
No 9.°, cochilam filósofos observados por apoftegmas que não chegam a conclusão plausível.
Mo 10.°, o rei instala seu gabinete secreto e esconde a coroa de crisógrasos na terrina.
No 11.°, moram (namoram?) virgens contidas em cinto de castidades.
No 12.°, o aquário de peixes fosforecentes ilumina do teto a poltrona de um cego de nascença.
Atenção, 13.°. Do 24.° baixará às 23h um pelotão para ocupar-te e flitar a bomba suja, de que te dizes depositário.
No 15.°, o último leitor de Dante, o último de Cervantes, o último de Musil, o último do Diário Oficial dizem adeus à palavra impressa.
No 16.°, agricultores protestam contra a fusão de sementes que faz nascerem cereais invertidos e o milho produzir crianças.
No 17.°, preparam-se orações de sapiência, tratados internacionais, bulas de antibióticos.
Não se sabe o que aconteceu ao 18.°, suprimido da Torre.
No 19.° profetas do Antigo Testamento conferem profecias no computador analógico.
No 20.°, Cacex Otan Emfa Joc Juc Fronap FBI Usaid Cafesp Alalc Eximbanc trocam de letras, viram Xfp, Jjs, IxxU e que sei mais.
Mo 22;°, banqueiros incineram duplicatas vencidas, e das cinzas nascem novas duplicatas.
NO 23.°, celebra-se o rito do boi manso, que de tão manso ganhou biograifa e auréola.
No 24.°, vide 13.°.
No 25.°, que fazes tu, morcego do 3.°? que fazes tu, miss adormecida na passarela?
No 26.°., nossas sombras despregadas dos corpos passseiam devagar, cumprimentando-se.
O 27.° é uma clínica de nervosos dirigida por general-médico reformado, e em que aos sábados todos se curam para adoecer de novo na segunda-feira.
Do 28.° saem boatos de revolução e cruzam com outros de contra-revolução.
Impróprio a qualquer uso que não seja o prazer, o 29.° foi declarado inabitável.
Excesso de lotação no 30.°: moradores só podem usar um olho, uma perna, meias palavras.
No 31.°, a Lei afia seu arsenal de espadas inofensivas, e magistrados cobrem-se com cinzas de ovelhas sacrificadas.
No 32.°, a Guerra dos 100 Anos continua objeto de análise acuradíssima.
No 33.°, um homem pede pra ser crucificado e não lhe prestam atenção.
No 34.°, um ladrão sem ter o que roubar rouba o seu próprio relógio.
No 35.°, queixam-se da monotonia deste poema e esquecem-se da monotonia da Torre e das queixas.
Um mosquito é, no 36.°, único sobrevivente do que foi outrora residência movimentada com jantares óperas pavões.
No 37.°, a canção

Filorela amarlina
lousileno i flanura
meleglírio omoldana
plunigiário olanin.

No 38.°, o parlamento sem voz, admitido por todos os regimes, exercita-se na mímica de orações.
No 39.°, a celebração ecumênica dos anjos da luz e dos anjos da treva, sob a presidência de um meirinho surdo.
No 40.°, só há uma porta uma porta uma porta.
Que se abre para o 41.°, deixando passar esqueletos algemados e coduzidos por fiscais do Imposto de Consciência.
No 42.°, goteiras formam um lago onde bóiam ninféias, e ninfetas executam bailados quentes.
No 43.°, no 44.°, no... continua indefinidamente).

A solidão é um haicai que termina na mesma linha, a da opção.

Falar e escrever sobre política pública é fácil, difícil é fazer a política pública no dia a dia sem partidarismo ou fogos de artifício.

"Nada soa mais injusto do que ser maltratado por alguém que diz te amar"