Talvez
Na tela do meu computador
O que será que me chamou a atenção?O brilho dos olhos talvez,mas que brilho se era só uma foto na tela do meu computador.Não sei gente,mas eu sabia que era ele,desde o primeiro momento eu sabia...
Fomos nos conhecendo,nos envolvendo... mensagens pra cá ,mensagens pra lá,ate o dia que ele me disse:-Eu quero ficar com você,porque eu te amo!
Nâo eu ouvi bem ?Ele disse EU TE AMO? Sim,disse,e o cèu desceu a terrae meu mundo se tornou cor-de-rosa.
Ele nâo tinha sonhos,eu os dei,tinha por nos dois.Não tinha coragem, dividi a minha com ele,lhe dei asas pra que voasse.
Mas havia a distancia que separava meu coraçao do dele,bobagem, pra um grande amor nao há distancia e sabemos disso.Ainda existia a promessa de que nada separaria nosso amor e que mais cedo ou mais tarde estariamos juntinhos.
Derepente ,nao mais que derepente as mensagens nao chegavam,as promessas nao se cumpriam...silencio total...apagâo...deletada...acabou.
Como? sem uma palavra,sem dizer adeus...hei eu estava te esperando,cadê você?Se foi, acabou...Lhe dei asas e voou pra longe de mim...
Mas nao vou me matar ,nem me jogar no mar( já dizia a musica)mesmo porque Deus me livre, nem sei nadar.
Não ,nâo vou fazer nada disso ,mesmo porque(como já disse o poeta)quem mais perdeu foi ele.Porque eu posso amarum outro alguem como o amei,mas ele jamais será amado novamente como o amei.
E é isso apesar da dor ,do desamor,a vida segue...até o proximo brilho dos olhos de alguem.
Talvez oque eu escreva não vá fazer diferença. Talvez os nossos caminhos relmente tenham se separado pra sempre. Talvez tudo tenha realmente acabado e eu ainda nao cai na real. Talvez seja assim. Talvez não. Mas ficar pensando no que poderia ter sido. No que poderia ter nos feito mudar de ideia. Ficar esperando voce mudar e me querer está machucando demais. Passar as horas tentando esconder o que está dentro de mim, vai acabar me levando a loucura. Então eu desisto de voce. Não por falta de coragem. Mas por não aguentar mais sofrer.
talvez com a tua viajem para algum lugar distante. eu tambem tenha viajado mas em meus pensamentos.Quando parava e olhava para o nada só o que via era teu rosto, sentia o teu cheiro, queria que estivesse aqui comigo me beijando nos divertindo, sei que tera que ficar mais alguns dias fora mas não sei se aguentarei
Misterioso sumiço
Espero, desespero, aguento, respiro fundo e olho o céu, talvez seja aqui que vá encontrar a força que tanto preciso. Mas não aparece, acho que já não está aqui mais ninguém para ajudar. Onde estão então? Onde foram todos aqueles que dizem que tudo está bem mesmo quando é o fim do mundo? Onde estão aqueles que trazem de volta o sorriso?
Souvenir
Talvez eu devesse ter dado um jeito de falar o que ficou preso na garganta; mandar alguém dar-me uma tapa para sair o som, beber água, inventar a coragem que não tive. Mas tenho dentro de mim uma teimosia involuntária, que me faz fazer tudo errado e percorrer caminhos numa ordem inversa, como se mesmo no começo, eu já estivesse machucada e meu orgulho não me deixasse dizer que eu queria tentar, que eu te queria por perto e queria tanto, que tinha medo do tamanho desse tanto. Eu nunca soube medir tantos e quantidades. Sei sentir, mas frequentemente erro as medidas.
O céu era um mar de nuvens no dia em que você apareceu. Nada poderia ter sido mais inesperado naquele dia. Mas você foi. E aconteceu em mim de um jeito tão imprevisto quanto sua chegada sem avisos e sem nenhuma vez bater na porta do meu coração antes de entrar invadindo. Sem pedir licença nem calcular distância, seus olhos bateram nos meus, e eram de tal veemência, que meu coração perdeu o ritmo; enfraquecia e quando quase recuperava a força, teus olhos, dessa vez, surgiam nos meus. Foi de repente. Foi como num truque de mágica: desviei o olhar por dois segundos e pronto... você estava lá. Quis naquele instante que você durasse por muito e muito e muito e muito tempo. O tempo passou, você não se gasta aqui do lado de dentro.
Pergunto-me porque você passou a deixar entre nós um espaço que nunca existiu. Mas retorno à estaca zero e lá vem a antiga ferida me fazendo ter medo de dizer de uma só vez que te quero e que ainda tem espaço aqui, mesmo com toda essa parafernália de sentimentos ocupando meu (teu) espaço. Acabo não dizendo nada. Você vai, do mesmo jeito que veio: do nada, de repente, e agora, sem despedidas. Eu fico.
Tento ir embora sem me despedir de mim, pra ver se assim meu coração se desliga das lembranças dos dias em que você me olhava nos olhos e eu me desconsertava toda. Mas não dá certo. Nunca dá. A solução que achei foi a de te guardar numa caixa, como se fosse um souvenir. E te guardei.
Você permanece na mesma caixa de recordações. Eu nunca mais inventei de abri-la.
Se as Palavras Não Forem O Suficiente Para Explicar O Que Estar Sentindo!,Talvez Um Simples Olhar Possa Explicar Tudo!!!
Há sempre o gosto de solidão no teu beijo. Não sei se a tua, ou a minha, talvez uma mistura das duas solidões, como se fossem apenas uma.
Um beijo não é só um beijo, um sorriso é mais que um sorriso. Talvez nós fiquemos juntos, talvez pra sempre, talvez só por um instante.
Talvez nos amassemos mais e melhoraria mais, se as pessoas cuidassem melhor do mundo do que a fazendinha do orkut.
Ando muito meditativo, receio que talvez seja a chegada de certa idade e as responsabilidades aumentando gradativamente. Sinto me cobrado.
Mesmo que eu tente evitar te ver, ouvir... meus pés me levam até você. Amor? Talvez... mas fico com a teoria da saudade!
Se não sabes por onde andas, continues a caminhar, talvez, o crepúsculo do desconhecido transformar-se-á em um percurso repleto de luz e esperanças.
Eu não consigo prever o fim dessa história. Mas talvez...Ela já tenha chegado ao fim, mas eu insisto a encenar nesse roteiro antigo.
Talvez eu nunca tenha dito ,
O quanto me prendi a tua voz , ao teu jeito de ser
O quanto me apeguei sem saber que não deveria
O quanto me prendi a teu sotaque ,
O quanto me prendi em teu sorriso ,
Mesmo sem nunca sentir um toque.
Talvez eu nunca tenha dito...
Ultimamente, falo pouco. Ando escrevendo mais do que tentando falar algo. Talvez, ninguém mais agüenta escutar os mesmos assuntos de sempre, e talvez, os mesmos amores. Ninguém mais entende e ninguém mais agüenta esse amor que eu sinto por você. Se é que se pode chamar isso de amor. Ultimamente, eu não tenho mais nada a dizer. Prefiro ficar aqui, no meu quarto do que sair por aí, caçando aventuras e desilusões. Prefiro ficar no escuro, a ir lá fora e ver o sol. Não sei o que acontece. Não sei o que há de errado comigo. A chuva está mais forte. Paro, olho a janela. Gotas vão se formando, vão caindo. E eu me imagino com uma gota. Me formei, aos poucos caí, e agora fiquei no chão. É, por aí isso. Não quero ser dramática, nem ser uma atriz mexicana. Esse é o meu jeito. Eu sou assim. Com dramas e fases. Com dramas e textos. Mas não se importe mais. Não me importo mais com isso.
Assumi todos os meus medos e os meus grandes defeitos. Assumi que talvez, um dia, volte ao normal, mas não consigo assumir se acredito ou não no amor. Tudo isso me cansa e me consome muito. Pude fazer que acreditassem em mim quando falei que o amor seria escolhas da vida e não as nossas. Digo que não creio no amor, mas eu amo, e aí, o que se pode fazer? Nada. Não se pode fazer mais absolutamente nada.
Talvez, isso era o começo de tudo. Finalmente estaria tudo acabando, mas não consigo ver por esse lado. Peço ajudam, conselhos, tiro cartas no tarô, escolho uma concha em búzio, leio, escrevo e mesmo assim, não sei para onde devo ir. Não consigo achar uma solução coerente. Não consigo encontrar nada mais. Na verdade, não quero mais encontrar nada. Tudo que poderia encontrar, já encontrei. Vejo a vida acontecendo, mas não me infiltro nela, fico de longe, faço o que gosto que é observar.
Há mais de 6 bilhões de Humanos sobre a Terra. Talvez trilhões ou mais de outras mais variadas vidas. Dá pra perceber que é a Vida a coisa mais importante existente. A Vida poderia ser o fôlego de Deus em todos nós.
