Talvez
Quando vc esta tao soh
E nao que mai saber
De alquem pra lhe ferir
Talvez,chega de sofrer
Nao quer se arriscar
Por tudo a perder
Nao quer se machucar
Mas agora tanto faz...
Raio e trovão representa a minha grande pertubação. Já não consigo mais...Talvez com paz, eu ganhe essa luta. Agora pego minha espada que o trovão me deu, quem estiver errada, não espere nenhum esforço meu.
Se minha vida fosse um filme não seria um blockbuster, talvez um filme indie daqueles que quase ninguém entende, mas que o cineasta é aclamado como gênio pela crítica especializada.
Vai lá gata, manda mais uma mensagem pra ele, talvez ele não tenha respondido por culpa da TIM né.. É realmente, mais fácil culpar a operadora mesmo, do que enxergar o pouco caso dele.
Dias melhores virão...
provavelmente
talvez
quem sabe
um dia
afinal de contas a que eu quero enganar?
a tendência é essa nuvem preta escurecer todos os meus dias...
Prefere os gritos soltos?
Ou talvez os comportados?
Quem sabe, os muito loucos
que precisam ser abafados...
Você não voltou, e talvez não precisaria mais, pois ficou, mesmo que eu acredite que nada é para sempre.
Se pudesse crer em algo neste momento, talvez não acreditasse em verdades perfeitas, mentiras corretas e coisas como - ah, você nasceu dodói, e se você manca da alma, não andará direito nunca, mas você pode se melhorar, ok? Apenas não há garantias de que, quem você quer mostrar que hoje é diferente, que ele realmente verá o que quer mostrar. Porque a coisa tem de ser de dentro para dentro - de você para você mesmo. E se é pouco ainda, é muito para você e seu momento de solidão enquanto se trabalha para ser melhor. A máscara da perfeição custa muito. Talvez um preço que não consigo suportar.
Aprendi com a vida que devo realmente analisar se o bem e o mal realmente existem. Talvez seja apenas uma relatividade, pois observando o mundo, percebi que muitos praticam o mal, imaginando estar praticando o bem.
Onde anda o Romance?
Talvez no facebook, orkut, msn, ...?
Onde andam a Conquista, a Paquera, onde se esconderam meninas?
Mulheres romanticas? Meu Deus me lembro que em algum momento da minha vida eu conheci uma, mais qual era o nome dela mesmo?
Acabou; olhos nos olhos.
Acabou o encanto do brilho no olhar.
Onde está aquele sorriso terno, tímido, semi sem vergonha?
Agora só apenas sorrisos prontos, pelos perfis da rede.
Fotoshop..., meu Deus, quanta coisa artificial, quantos sentimentos artificiais.
O que são serestas mesmo?
Nossa e os luais..., cantavamos, bebiamos, beijavamos, ficavamos felizes, olhando para a lua, estrelas, ao infinito...
Será que acabou?
Onde será que se esconde?
A vida ensina, para quem têm um olhar detalhista e sensível.
O quanto um homem do campo que talvez nunca tenha sentado frente uma lousa pode falar sobre o que sua humildade lhe permitiu aprender, vivendo. É preciso ser humilde para reconhecer que nada sabemos e, quem sabe que nada sabe se permite de tudo saber.
A cada colheita um ciclo se faz. É preciso escolher as sementes que em nossa vida representam os sonhos, metas e objetivos. Após preparar o solo, plantar cada semente na terra da perseverança, otimismo e também incertezas.
O adubo é a fé que fortalece o desenvolvimento do que agora já é folha verde, verde de esperança de bons frutos, verde que brota da terra.
O tempo passa e o homem do campo vê a planta ganhar forma e ele experiência no cultivo. Agora começa a fase mais difícil. As pragas que são a falta de fé, incertezas, a falta de visão a longo prazo e até o descuido bobo da lavoura dos sonhos e objetos. É preciso pulverizar as plantas com defensivos, o mais útil é a força para continuar na luta e crendo que tudo passará e bons frutos serão colhidos.
De repende você perde o controle, tempestades e vendavais chegam se hora marcada e coloca tudo a perder. Assim é vida, as tempestades vem, nos mostram que jamais teremos o controle de tudo nas mãos, que talvez tenhamos que recomeçar ou desistir da lavoura. Desistir? Jamais a única opção é recomeçar, mais cauteloso.
Ai vem chuva demais, sol demais, que são o excesso de otimismo ou pessimismo, excesso de arrogância, excesso de independencia. Tem ainda a falta de chuva, falta de cuidados e vontade de abandonar a lavoura de sonhos.
A fase ruim passa e resta aguardar o tempo de Deus para o fruto ficar pronto para colher, sem tirar o olho da lavoura.
É tempo de colher e ai vem mais um grande aprendizado. Se colher e comer ou vender tudo, além de ficar sem alimento em tempos dificeis, ficará sem sementes para um novo ciclo que logo começa.
Viu só, a vida ensina. Tudo é ciclico, então se agora você esta triste se anime, a tempestade passa. Está feliz, cultive a alegria e o otimismo pois o céu de uma hora para outra se veja e a tempestade chega. Ninguém está imune as tempestades da vida, porém apenas alguns sabem abrir o guarda-chuva no vendaval.
Seja feliz hoje, na chuva ou no sol, mas escolha sorrir.
Abraço.
"Demonstrar sentimentos é a mesma coisa que ficar vulnerável... Talvez eu seja só mais uma covarde que não diz o que sente porque tem medo de admitir que ainda tem um coração. É, talvez eu seja. Mas fazer o que se eu cresci ouvindo que atitudes valem mais do que palavras?"
Talvez o amor que eu tanto disse sentir, ja deixou de existir.
Ou talvez eu ainda sinta algo parecido com amor, mas já faz um tempo que ele tem sido substituído
pela dor.
Nos poucos momentos de lucidez, eu chego a conclusão, de que amei e sempre vou amar
as lembranças dos momentos bons que passei ao teu lado. Uma época, uma fase, um momento que
ficou marcado e jamais será apagado.
Eu saí da sua vida, mas continuo impregnada em você, mesmo sem querer, você nem vai perceber,
mas na sua memória vou permanecer enquanto você viver.
— Talvez. Mas, de qualquer forma, acho esquisito, da mesma maneira que não posso deixar de estranhar estarmos aqui, tu e eu, a comer ostras para despertar o apetite, ficando à mesa tempo infinito, quando na aldeia tratamos de comer o mais rapidamente possível para voltarmos às nossas ocupações.
— Claro. Mas é nisso mesmo que consiste a civilização fazer com que tudo se transforme em prazer — replicou Stepane Arkadievitch.
— Pois bem, se é esse o objectivo da civilização prefiro ser selvagem.
(Anna Karenina)
