Tag vida
Já é abril... as novas oportunidades de fazer e rever os ajustes.
Está disponível para recebemos melhor que a vida pode proporcionar? Mas está disposto a entregar o mesmo que quer receber?
Está preparado? Nutrido? Fortalecido para as trocas positivas que vibram ao seu redor?
Todas as respostas estão em você, gire 360° no seu próprio eixo, permita-se observar, sentir, integrar, então vivenciar o alinhamento, equilíbrio e harmonia que a vida proporciona a você e você a vida!
Para equilibrar o beneficios da vida permita o movimento e faça sua parte, assim a vida fica mais leve e flui com mais facilidade
Meditação de Semana Santa para jovens, escrita pelo Padre Hurtado a bordo de um barco de carga, regressando dos Estados Unidos, em 1946.
PARTE I
Um presente de Deus para mim, foi uma viagem de barco de 30 dias, saindo de Nova York a Valparaíso. Pela generosidade do gentil Capitão tive um lugar na mesa na ponte de comando, ao lado do timoneiro, onde fui para trabalhar tranquilo com luz, ar, linda vista... A única distração eram as vozes das ordens com relação ao curso da viagem. E aí fiquei sabendo que o timoneiro, como me disse o Comandante, carrega nossas vidas nas mãos porque comanda o navio. O rumo de navegação é o mais importante.
Um piloto o chama constantemente, o segue passo a passo por sob o gráfico, e o controla tomando o ângulo do sol e do horizonte; fica inquieto em dias nublados porque não pode verificar o que está escrito na lousa na frente do timoneiro, eles recebem comandos que, para ter certeza de que os entendeu, ele deve repetir cada um. "Para bombordo, para estibordo, um pouco para bombordo, e por aí vai...". São vozes de ordem que aprendi e não esquecerei.
Cada vez que subia em alguma ponte e via o trabalho do timoneiro, não conseguia deixar de fazer uma meditação fundamental, a mais fundamental de todas, aquela que define o rumo da nossa vida. Em Nova York, uma infinidade de navios, de todos os tipos. O que os diferencia mais fundamentalmente? A direção que eles irão tomar. O mesmo navio em Valparaíso tinha como destino Nova York ou Rio de Janeiro; em Nova York, com destino a Liverpool ou Valparaíso.
Apreciar a necessidade de levar a sério o rumo. Em um barco, o Piloto que se descuida, é despedido por justa causa, porque está brincando com algo sagrado demais. E na vida, como cuidamos do nosso rumo? Qual é o seu rumo? Se fosse necessário insistir ainda mais nessa ideia, peço a cada um de vocês que dê uma maior importância, porque acertar nisso, é simplesmente ganhar; falhar nisso é simplesmente perder tudo. Sim, magníficos navio são construídos todos os anos. E sim, me sinto tentado por sua beleza e subo nele sem saber de seu rumo... corro o pequeno risco, de ao invés de chegar ao Chile, acabe por ver rostos filipinos.
Quantos vão assim, sem rumo e perdem suas vidas... acabam por gastá-la miseravelmente, se esbanjam sem sentido, sem fazer o bem para alguém, sem alegria para si e para os demais, e depois de algum tempo, sentem a tragédia de viver sem sentido. Alguns seguem seu curso no tempo, outros naufragam em alto mar, ou morrem por falta de comida, perdidos ou vão se espatifar em uma praia solitária!
O trágico problema da falta de rumo, talvez o mais trágico problemas da vida. Aquele que perde mais vidas, é o responsável pelos maiores fracassos. Penso que se as armadilhas morais fossem físicas e nossa conduta fosse um navio de ferro, por mais sólido que fosse construído, não sobraria nada além de destroços, se não tivéssemos em conta o rumo de nossa vida.
"E aqui está a chave. Crescer em Cristo... viver a vida de Cristo, imitar a Cristo, ser semelhante a Cristo... Mas o que significa essa identificação? Certamente não é uma repetição fria do que ele fez... nem é um estado sentimental ou eficaz que dependa tão pouco de nossa vontade. Esta imitação de Cristo passa a consistir em viver a vida de Cristo... Que minha atitude seja a de Cristo, não o que ele tinha, mas o que ele faria se estivesse em meu lugar. Diante de cada problema, diante dos grandes da terra, diante dos problemas políticos, diante dos pobres... O que Cristo faria em meu lugar? Minha ideia central é ser outro Cristo, agir como ele, dar a cada problema sua resolução."
Nem toda curva da vida tem placa de aviso,
Nem tudo que se perde de fato é um prejuízo.
Há dor que desperta, há fim que liberta,
E sonho que nasce quando a alma está aberta.
Caminho incerto, mas cheio de lição,
Tropeço que forma o rumo da missão.
A ausência ensina o valor do abrigo,
E o tempo revela quem anda contigo.
Não temas o escuro, nem temas a queda,
Às vezes é no breu que a luz mais se enreda.
A vida é estrada sem mapa preciso —
mas todo desvio pode ser um aviso.
A vida é o primeiro dos retornos, a morte é o último dos chegares, o que vem depois é o primeiro dos ficares. E no final de tudo uma embriaguez espiritual.
A vida se passa para mim por onde não deveria, é o mal do ano ou mau dos meus dias é a mente que pensa demais e uma vida que cobra demais, mas como digo a vida cobra cobras eu já rastejei por onde deveria andar já piquei quem deveria amar, mas como amo se onde olho vejo verossimilhanças e vendo perdo as esperanças em um mar de mundo é o véu imundo que cobre meus sonhos e se a vida mentir para mim é melhor dar por fim um dia que não teve enfim apenas e somente espinhos e ao pisar entram tão profundamente em minha pele que me repele, é dias atuais tempos banais vidas cabais e poderes reais que não vingam jamais em lugares mortais.
A beleza da vida é saber que todos somos diferentes, a beleza da morte é saber que todos seremos iguais algum dia.
Entre as vírgulas da vida, me surpreendo com o ponto da morte e como eu queria que esse não fosse o ponto final. Eu queria escrever adeus para quem eu amo e dar tchau para quem me despreza, amar alguém que me pertence e desprezar quem não me suporta; se seria mesquinho e egoísta da minha parte, eu não sei. Nem consigo imaginar tamanho vazio nas mensagens que nunca chegarei a escrever; me verão de longe, sabendo que nunca mais me verão de perto; me abraçarão nas imaginações e me perderão no que é real. Se é que para mim, depois de ir para algum lugar que não tem fim. de alguma forma importaria o que é real... Será que todo esse tempo de nada servirá para alguma coisa depois que nada servir mais para nada? Será que o amor que exalei foi dissipado pelo vento ou propagado pelo ar?
Em um ônibus me encontro e, capotado, estou diante da estrada da vida; um soluço bastaria para me engasgar com uma dose de amargura e uma dose de desalento. Serei eu o bêbado que nunca bebeu ou a vítima que morreu no boteco de tanto se embriagar com doses de pessimismo? Mas nem tudo é história ruim; em mim bate o coração, dirão para mim que são coisas fisiológicas, e eu direi que não há lógica no meu físico, pois sinto que ele aperta quando o calo aperta e a dor me acerta. Serei eu poeta controverso que amor carrego em cada verso, ou um poeta sem sucesso que do dinheiro não me sobrou nem um resto? Escrevo pouco todos os dias, mas escrevo minhas agonias, e isso é muito para mim."
O anjo e o demônio existem, tudo depende da sua escolha, do que vai ser na vida das pessoas, mas os dois não, pois o caminho que escolher, não terá mais volta.
Cheguei à conclusão que, o que você é na vida real hoje, não vale nada, mas o que vale são as diversas facetas que mostra nas suas redes sociais.
Não se cobre se em alguns momentos a sua vida estiver bagunçada. Sempre estaremos em novos ciclos, a desordem é normal.
A dieta da vida consiste em se alimentar de boas informações. Só desta forma você irá gerar bons resultados.
Nesta vida, tudo o que temos é um empréstimo de Deus! Nossa moradia, família, amigos, trabalho, tempo. Quando percebemos que viemos sem nada e voltaremos sem nada, isso é a pura constatação de que as posses e nossos apegos são transitórios na escala da existência. Nem aquilo que mais acreditamos poderemos levar para nossas moradas definitivas aqui na terra. Talvez, apenas aquilo que fazemos no nosso tempo presente seja de fato real!
Talvez, um dos maiores aprendizados desta seja o fato de que nem sempre somos fortes por escolha própria mas, muitas vezes, por uma necessidade de sobrevivência ou um capricho do destino.
