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A tendencia é transformamos a dor em revolta, as perdas em ressentimento e o desamor em intolerância, seja generoso com os percalços e piedoso com as condições, não somos 'donos' apenas 'passamos'.
Se os dias estão nublados, faça-os coloridos, a vida é uma tela e nós os pigmentos pra fazer da nossa vida uma obra de arte.
Não dependa do mundo que já existe, dê um pouco do seu mundo para o mundo, pois seu mundo é de passagem.
Dias são como pinceladas numa tela em branco, cheia de tentativas, borrões, sombras e luzes a culminar na obra de arte.
Cada dia é uma nova chave que abrirá as portas de surpresas a acrescentar novas experiências no nosso currículo chamado vida.
Tire proveito dos momentos bons, observe e absorva a qualidade das pessoas, afinal tudo na vida tem suas duas interpretações.
Somos como lápis, a desenhar e apagar, a escrever e a esboçar, nossas histórias nesse imenso trajeto de papel chamado vida.
Inteligente ou burro, rico ou pobre, ignorante ou sábio, que se deu bem ou não, pouco importa... o mundo é uma imensa pista de dança fora de controle, coloca todos pra dançar no mesmo chão. Vamos dançar então?
Acreditamos que somos nós que escolhemos as coisas! E que temos controle sobre elas! Mas com o tempo! Percebemos! Que vivemos aquilo que ela tem pra nos oferecer!
Sou um bobo! Sou um palhaço! Sou ingênuo! Mas vivo as pequenas coisas! Elas se tornam tão grandes e poderosas na minha vida!
Os teimosos aprendem! Nem que seja no amor ou com a dor! Aprendem! A vida tem sinais! Ela mostra com seus sinais os caminhos que devemos seguir!
Para os fartos! Arroz e feijão é apenas uma refeição rotineira! Para os esfomeados! Arroz e feijão pode significar uma vida!
A vida é tão rápida, pulsante e breve, que não dá pra perdê-la com coisas pífias, pequenas! Tempo não é dinheiro! Tempo é sentir intensamente!
Explosiva, imensa, por que é tão grande e complexa! Acontece! A vida é o raiar do dia e o padecer da noite! Cortina escancarada de beleza! A vida é a perfeita junção da harmonia e da riqueza!
Viver é muito além de só existir. Pois homem que não vive, este existe apenas respirando para morte.
se fores bater o martelo faça-o com toda força para que o prego tenha êxito com único golpe caso contrario não martele
Ninguém nesse mundo nos conhecerá de verdade. Algumas pessoas apenas se propõem a conhecer algumas superfícies de nossas personalidades, outros vão um pouco mais fundo, outros nem permitirmos ultrapassar os muros de nossas barreiras...
A única certeza que tenho é que o autoconhecimento é uma imersão e as vezes nem mesmo nós, estamos dispostos a nos conhecermos imagina os outros. Por isso não dei tanta atenção aos " juízes de opiniões" esse mundo está cheio de julgadores tão perdidos quanto nós, no final das contas se paramos para analisar, fazemos mais suposições sobre a vida alheia do que sobre a nossa própria existência, deixamos muitas das vezes as suposições virarem certezas e as certezas virarem dúvidas, nos esquecemos que vivemos em um mundo transitório e que o conhecimento é líquido como água e que não temos certeza de nada além do fim.
E, o fim é a morte.
Magoar uma pessoa é fácil, o difícil é que, quando sentimos falta dela e, ela já não está mais em nossas vidas.
Cuidado!
Algumas coisas levam tempo, outras, o tempo leva.
Memórias e marcas eternas.
Carrego comigo as memórias de pessoas que cruzaram meu caminho – algumas que talvez eu nunca mais veja e outras que nunca vi pessoalmente, mas que, ainda assim, deixaram algo bom com suas palavras de alegria e ânimo. A vida, com seu curso imprevisível, separa destinos e muda rotas, mas nunca apaga as marcas deixadas. Sigo agradecido pelas pequenas aparições em forma de mensagens, fotos ou gestos que, em momentos de tristeza, aqueceram meu coração e acenderam uma luz capaz de iluminar meu caminho nesta jornada que ainda trilho.
Cada pessoa que passou por mim deixou algo valioso: um sorriso espontâneo, um conselho que ressoou nos momentos mais difíceis, ou um abraço tão apertado que até hoje sinto como um eco em minha alma. São como estrelas que continuam a brilhar, mesmo quando já não consigo vê-las no horizonte. A presença delas, por breve que tenha sido, trouxe aprendizados, carinho e uma força silenciosa que me tornou alguém melhor.
A vida, afinal, é uma dança de encontros e despedidas, mas os verdadeiros permanecem. Eles se eternizam, ocupando um lugar único no coração, onde o tempo não alcança.
E assim, sigo refletindo sobre como essas almas, em sua simplicidade, chegam no momento exato – como um vento que alivia o calor, como uma música que embala a dor. Elas nos ensinam que, mesmo nas despedidas, há beleza; e que cada pessoa que cruza nosso caminho, por menor que pareça o impacto, contribui para a construção de quem somos. Essas memórias não são apenas lembranças: são forças vivas, são alicerces que nos sustentam quando tropeçamos, são fagulhas que reacendem a esperança.
Sejam próximas ou distantes, presentes ou ausentes, essas pessoas são a prova de que a vida se molda nos detalhes – nas marcas que ficam em nós e nas que deixamos no outro. Talvez o maior presente que possamos carregar seja a gratidão por termos sido tocados por algo tão simples e ao mesmo tempo tão profundo: o amor compartilhado na forma de palavras, gestos e presenças que jamais se apagam.
Há aqueles que se perdem na febre de acumular tesouros, como se o brilho do ouro pudesse aquecer o coração nas noites frias da alma.
Correm, ansiosos, atrás do que reluz, mas esquecem que a verdadeira luz não se encontra em cofres trancados, e sim nos sorrisos partilhados, no abraço sincero, no tempo dedicado àqueles que amamos.
Tornam-se escravos do próprio desejo, prisioneiros de metas que não nutrem o espírito.
E assim, cegos pela ambição, deixam de saborear o café com os filhos, a conversa serena com os pais, o silêncio pacífico do entardecer.
Não percebem que a vida essa dádiva sutil segue seu curso com ou sem fortuna.
E que a alegria mais autêntica habita nos gestos simples que o dinheiro nunca poderá comprar.
O preço do esquecimento de si.
Vivemos numa era em que muitos medem o valor da vida pela soma de posses acumuladas.
Correm como quem teme o tempo, buscando riquezas, status, vitórias materiais como se nelas estivesse o sentido da existência.
No entanto, poucos percebem que, nesse frenesi, vão deixando pedaços de si pelo caminho.
Tornam-se reféns do próprio desejo, escravos de uma sede que nunca se sacia.
Esquecem-se de si mesmos.
Não olham mais no espelho com verdade.
Não ouvem mais o coração, apenas o ruído da ambição.
Trocam o colo dos filhos por status.
A paz do lar por metas inalcançáveis, e o aconchego da simplicidade por uma solidão dourada.
A vida, no entanto, segue.
Serena, simples, bela em sua essência. São as conversas no fim da tarde, os sorrisos espontâneos, os almoços em família, os passos descalços na terra molhada.
Essas são as riquezas verdadeiras
silenciosas, mas duradouras.
E não há moeda que as compre, nem cofre que as contenha.
Quem vive apenas para ter, muitas vezes esquece como é bom simplesmente ser.
