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Cuando nada tiene sentido
Vive plenamente, mismo cuando nada tenga sentido,
Y entre las flores y las espinas de la vida,
Permítase vivir de esperanza,
Mismo cuando esté frágil y herido.
No te atormentes y ni hagas tantas preguntas,
Porque de ninguna de ellas sabrás la respuesta,
Las respuestas vienen con el vivir de cada día.
Cuando adquirieres el conocimiento,
Entonces tendrás la verdad y la sabiduría juntas.
Cuando el sufrimiento te sofoca hasta el alma,
No sientas miedo, ¡camina!
Porque el miedo es contario a la vitoria,
Es una barrera que se transpone en tu camino,
Consumiéndote la fuerza, hasta que pierdes la serenidad y la calma.
Por lo tanto, estando bien o sintiendo dolor,
Entre la Vitória o la derrota,
No desistas de caminar, sé fuerte, sé optimista.
Y cuando el cuerpo no consiga solo,
Pegue un bastón, levante la cabeza para mejorar la vista.
Ayuda a colorir y a adornar a vida de otros,
Cambia el tema de tu vida, escribe nuevas historias,
Dé de sí, lo mejor, haga todo con amor.
La vida en un poema
Vivir es sentir el abrazo de Dios,
Es recibir lo físico de una existencia,
Es ganar la oportunidad de hacerse presente,
En un acto de plena paciencia.
Vivir es convertirse en un instrumento de grandeza.
Con magnitud y realeza.
Vivir es crear y hacer también existir,
Y dentro de todas las posibilidades, dejar para las futuras generaciones, una feliz añoranza.
Vivir es transformar los buenos pensamientos en acciones,
Y hacer de ellos, grandes realizaciones.
¡Esa es la vida!
Es el deseo de un corazón,
Es un acto de pura emoción,
Es Dios, en su magnífica creación.
Demoramos muito tempo para descobrir que as coisas mais importantes da vida, não são e nunca serão coisas
"O homem sem DEUS é como um pulmão sem ar,uma música sem uma melodia pra cantar,e uma vida sem amar".
Nesse Réveillon não é necessário sair de casa pra viajar a algum lugar !
minha felicidade é poder estar com minha família,meus melhores amigos,meu amor .. #Amores
- Poucos tem e quem tem não valoriza -
Dia tenso, to cansada
Não concentro, quero nada
Problemas mil, coragem débil
Sou guerreira, não borralheira
Preciso d'água que me afaga
Braça a braça, não me entrego
Tempo a tempo recarrego
Vida nova que aprova
Chua chua só penso em nadar
Sou da água bicho d'água
Não dou trégua desnorteia
Me chamo mulher a sereia
"A vida nos cobra caro para que vivamos com cautela,mas o ignorante não cobra nada por um escândalo".
"O amor te faz renascer de uma dor,de uma decepção,mas só o sofrimento te deixa ludibriado pela imponderabilidade da vida".
"A Saudade EU não consigo entender,nem quero te apresentar. Mas O amor,é um prazer, 4 letras 2 segundos pra dizer,e uma vida inteira pra te mostra".
"Está triste é entrar em curto, e mutilar a alma,mas viver com DEUS é pegar a tristeza e compor a vida".
Há aquela velha e boa fábula que conta a história do menino que sempre alarmava um falso ataque do lobo às brancas indefesas ovelhas. O Pastor, prestativo e atento, sempre acreditava nos falsos avisos do garoto. Quase sempre, um dia o Pastor se cansou. Justamente no dia em que o ataque era verdadeiro. O menino desesperado gritava pela ajuda do Pastor enquanto as ovelhas eram mortas.
Outra versão da fábula, mas com o mesmo efeito moralizante, é a do beija-flor que sempre dava enganosos alertas de incêndio na floresta. A inconsequente ave divertia-se ao ver toda a fauna mobilizar-se a fim apagar o que nunca existiu. Até que um certo dia... todos sabemos o que aconteceu.
Transpondo a fábula à realidade, apesar de não ser o garoto ou o beija-flor, por muito tempo emiti falsos sinais. Distribuí indícios e promessas de algo grandioso. Expressei, amiúde, (com uma dissimulação de fazer inveja a Capitu) sentimentos de bem-querer. Manifestei e fiz transparecer um amor sem começo nem fim.
Tal como o beija-flor ou o garoto, talvez tenha agido com o intuito de suprimir a pungente pequenez a que estava fadado. Fomos, eu e meus personagens, por muito tempo o centro das atenções. Nos divertíamos às custas da credulidade alheia. Crédulos que, por inocência ou ignorância, sempre guardavam na memória lembranças daquilo que, de fato, nunca existiu. Exceto em sonhos.
Hoje, por ironia do destino, minha história vai terminando como a de meus caros companheiros, o garoto e o beija-flor. Somos iguais em descrédito e desgraça. Hodiernamente, por mais sinceras e eloquentes sejam nossas palavras, ninguém mais dá ouvidos a elas. Eu não matei nenhuma ovelha. Quero, assim como o Pastor, cuidar do meu rebanho de um só exemplar. O que, no entanto e infelizmente, é impossível. Transformei-me no Lobo da história.
Eu tampouco quero apagar essa chama que sempre fantasiei ter, mas que só agora a conheço verdadeiramente. [Almejos sem meios. (Sonhos vãos). Não voltam.] O beija-flor que sempre fui, apesar de ter experimentado tantas rosas, apaixonou-se por uma flor intocável. Delicada demais para um lobo; grande demais para um pequeno e dissimulado beija-flor.
E o final dessa história... eu quero mudá-lo.
Nem todas as flores têm a mesma sorte: umas nascem para enfeitar a vida; outras, a morte.
