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Era um amor que prometia ser o melhor de todos. Que suportaria tudo e passaria por todas as provas de fogo. Que viria a ser sempre um sentimento verdadeiro e continuo. Que era pra ser, mas foi apenas... Mais um amor feito de palavras, que o vento leva e o tempo apaga.
Não dilapide o tempo, ele vale ouro. Faça o seu melhor agora. A máquina do tempo ainda não existe para voltar outrora. Talvez não seja o que não fez ou gostaria de ter feito. E sim o que fará daqui para frente que não se arrependerá mais tarde
As escolhas de hoje lhe farão no póstero. E se ainda assim cometer um engano, não crie um homizio, errar é humano. Dê a cara para bater e tente novamente. Se não podemos voltar no tempo, arrependimento não valerá a pena, pois apenas sentenciará seu sofrimento e a mente lhe condena
Não calabreie seu horizonte, não o afronte. Quanto mais primoroso for, melhor será seu epitáfio. Aqui jaz uma máquina do tempo quebrada. Vivi o pretérito, o contemporâneo e nunca o amanhã, pois ele nunca chegou. Jamais saberei como é. Mesmo que o tempo acabe, o sonho permanecerá de pé
Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
Hoje acordei e durante quase duas horas, fiquei olhando para o teto branco do meu quarto, e não era um olhar de admiração, não era. Era um olhar para o nada ou para tudo. Faltava-me força para levantar. As dores eram horríveis. Não sentia firmeza nas pernas, meu coração batia descompassado e num ritmo tal qual a bateria da Mocidade Independente. Meus olhos ardiam. Calafrios sequenciais. Sentia minha boca seca e meu corpo queimando em brasas. Resolvi consultar um médico, e lá fui eu sentar em frente ao computador, porque, afinal de contas, quem tem Google, não precisa de um médico real, ou precisa? Então, sentada com meu “médico”, disparei as pesquisas na página de busca, coloquei todos os sintomas, e ele, o Google, ou meu doutor, em segundos me deu inúmeras possibilidades: Chikungunya, dengue, zika, malária, pneumonia e tantas outras. Acreditei ser meu fim. Voltei para a cama e achei que chamar um padre para a extrema-unção seria o melhor a fazer, não custa nada estar preparada, mas, não o fiz. Por alguns instantes parei para pensar na vida, na minha vida, vida essa que não me deixa viver. Que me faz refém da rotina que eu mesma criei. Rotina essa que me consome dia após dia; falta de tempo ou de uma organização que não me deixe tempo hábil para fazer coisas prazerosas das quais preciso tanto: dançar, ir ao parque, cinema, teatro, rever amigos. Coisas que, por conta da correria, acabo deixando para depois, só que esse depois nunca se torna agora. Após essa breve análise, descobri que não tinha doença nenhuma para aquela imensa fadiga, desânimo, dores da alma. Realmente não era nenhuma patologia. Eu não estava doente: o que eu tinha era vida. Ou não tinha! Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
Nós escolhemos o que lembrar e o que esquecer o tempo todo.
Uma boa parte do que a sociedade chama de cultura é memória!
O Tempo e os Sonhos
O tempo nunca para, mas nossos sonhos também não deveriam.
Quantas vezes adiamos o que nos faz vibrar, esperando o "momento certo"?
A verdade é que o momento certo é aquele em que decidimos agir.
Os sonhos são sementes. Algumas germinam rápido, outras demoram,
mas todas precisam de cuidado, paciência e fé.
Não importa o tamanho do passo, desde que ele te leve adiante.
Então, que hoje seja o dia em que você escolhe acreditar um pouco mais.
Que você continue, insista, mesmo que o caminho pareça longo.
Porque no fim, cada passo dado já é uma vitória.
“Antes que eu fique antigo pra dar valor ao agora, morro a todo instante e recomeço, como começam as horas.” Osman Matos (de seu livro, Bolhas de sabão)
A vida não é feita de anos, meses ou dias. É feita de momentos. Um instante de felicidade pode iluminar uma vida inteira de escuridão. Um olhar, um abraço, uma palavra dita na hora certa pode mudar o rumo de tudo. Não é sobre contar o tempo, mas sobre viver o que realmente importa dentro dele.
Saudade não é apenas lembrar. É sentir o vazio de algo que já foi, mas que nunca mais será igual. É o eco de um momento que ficou no passado, mas que ainda bate no presente. Saudade dói porque nos lembra que o tempo não volta, que as pessoas mudam e que o que um dia foi, nunca será da mesma forma outra vez.
Sabe aquele sorriso? Pois é... aquele sorriso me fez rir, como há muito eu não sorria. Pena que não sei se continuarei a sorrir por muito tempo.
Nos vastos abismos do pensamento, duas estrelas brilham intensamente. Cada uma com seu próprio brilho, sua própria luz. O céu que as une é vasto, mas as distâncias são reais. Às vezes, elas se alinham, e a noite se torna um espetáculo raro. No entanto, o curso do universo não muda, e cada estrela segue seu caminho predestinado...
A beleza está no momento, efêmero e intenso, onde duas luzes se encontram e dançam, sabendo que a eternidade não é seu destino, mas o brilho compartilhado, mesmo que por um instante, vale a jornada.
A verdade não precisa ser gritada para existir, mas a mentira sempre precisa de plateia para sobreviver. No fim, o tempo não silencia a verdade - ele apenas deixa a mentira falar sozinha.
O tempo não espera por ninguém, mas quem aprende a dançar com ele transforma segundos em eternidades, fazendo do efêmero um espetáculo e do agora, a única promessa que realmente existe.
