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Talento & Persistência
O maior talento do ser humano,
Não é a aptidão em algo
É a persistência de fazer
Esse algo acontecer.
Souza, João
Assim como um balão precisa de ar para se expandir, um músico precisa ser alimentado por inspiração e criatividade para crescer e desenvolver. A forma que damos a um balão é moldada pelo sopro e pelas nossas mãos, é da mesma forma que fazemos todos os dias com os nossos alunos. O balão nos eleva acima do chão, assim como o músico nos eleva acima da realidade em cada música e em cada canção.
Talento é a identificação daquilo que tem afinidade com o nosso ser, com a nossa alma. Mas o talento não se transforma em sucesso sem o foco, sem a dedicação e sem a persistência.
Para alguns, xadrez é um passatempo. Para outros, é uma compulsão, quase um vício. E vez por outra, surge alguém que é um talento nato. Às vezes, vem um menino e nos deslumbra com sua precocidade, no que é, talvez, o jogo mais difícil do mundo. Mas e se esse menino fosse menina?
O pedreiro é um verdadeiro artista. Ele consegue tanto criar como destruir a obra, além de reinventá-la. É matemático e escultor por natureza. É imensuravelmente o maior talento de todos os lares.
"Disciplina vence o talento quando o talento não trabalha com disciplina. Mantenha o foco, adapte-se rápido, escale o que funciona e não pare até alcançar sua meta."
Ecos da Metamorfose: Mente em Guerra
Estou em constante movimento, Energia se dissipando no primeiro pensamento. Não me sinto presente neste momento, Consciente da falta de argumento. Certezas vagueiam como o vento, Se tratando de não saber, eu tenho talento.
Passagem paga para o vazio, Já estou no assento. Senti demais, meu coração é turbulento. Se o universo é pacífico, eu sou violento. Humanidade acelerada, Eu me sinto lento. Se o pior acontecer, Não estarei atento.
Entrei na manada, Pelo prazer estou sedento. Entreguei minha alma, Não tenho comprometimento. Estou lúcido, Ou estou mais próximo da loucura e do estranhamento? Meu corpo é saudável, Meu cérebro é pestilento. Se estou lúcido, Por que estou sonolento?
Sofri por saber demais, Vale a pena ter discernimento? Num mundo de baixa moral, Onde está o empoderamento? Me sinto abandonado, Igual ao chão sem pavimento. Se eu nasci livre, Por que me falta entendimento?
Um misto de emoções e sentimentos, A existência de consequências sem adventos. Se a perfeição é construída inteira e completa, Todos fazem cisalhamento. Meu chefe é a vida, E eu imploro por adiantamento.
E no fim, Só faço parte dos elementos. Quando se trata de mim, Não sei o funcionamento. Entre conexões rasas e distantes, Perdi o pareamento. Percebi a minha falta de pertencimento, E me sobrou apenas o amadurecimento.
Será que a felicidade e a tristeza Estão em consentimento? Será que da minha liberdade Eu estou isento? Ou não faz sentido escrever tudo isso, E eu deva sentir apenas arrependimento?
Seria tão simples Só comer, dormir e fugir do tormento, Mas tenho consciência De que preciso de um complemento. Me iludindo por achar que sou íntegro, Mas preciso de um desentranhamento.
Só queria Da minha vida ter um bom gerenciamento. Será que tenho talento?
½ talento
Menos que um, parece pouco, mas este que permite ser grato, pela metade do pão, por uma meia palavra, por uma gota de água, onde sua decisão de guardar, ou usar para multiplicar, o pouco que consideramos, pode ser o nada de muitos, e o que a gratidão necessita, com humildade em receber, um grão, que pode ser a fartura na vida escassa.
Senhor nos coloque sereno, sim, suficiente para canalizar a utilidade de cada gota, onde saciar os lábios e matar a sede se faz possível, em que o deserto violento consome a esperança, porém meditando na fé, que tudo pode ser traduzido em bênção, e nós, nós podemos ser propulsores de multiplicação, dividir o pão, ter gratidão, o pouco de um, o desejo da multidão.
Oremos, rezemos oh pai, sejamos nós, fontes vivas e multiplicadoras, que Deus possa nos usar, que o amado Jesus seja glorificado.
Giovane Silva Santos
...
Quem me dera persuadir a surdina
com meu talento.
Ver minha utopia clarear a cegueira
do desatento.
E minha palavra sorrir nos olhares
o meu relento.
Quem me dera matar a sede
com ideologia.
Esculhambar o que não procede
com analogia.
E minha palavra substituir o dislate
da apologia.
Quem me dera entender a trajetória
de cada vento.
Ver meu privilégio esmagar a vitória
sem merecimento.
E minha palavra vencer a escória
de algum pensamento.
Quem me dera inebriar as volúpias
sem burocracia.
Administrar a incontinência verbal
sem posologia.
E minha palavra despertar a inconsciência
da letargia.
Quem me dera preencher o som
com meu sustento.
Ver minha lisura consumir o tempo
com discernimento.
E minha palavra rachar o deboche
do descaramento.
Criatividade não é um dom inato ao ser humano, sendo seu potencial criativo construído pela interferência do meio social, começando esta constituição desde a sua mais tenra infância.
A Performance melhora quando se desenvolve os talentos e busca por melhoria constante das Habilidades
Temo que ele vá ser um caso clássico de alguém que não chegou no limite do seu talento.
(Juca Kfouri)
