Tag solidão
Flaubert, tinha razão ao concluir que a solidão é um vicio. A solidão ultimamente tem sido uma boa companheira que tem me permitido servir-lhe todos os dias banquetes de lagrimas. A ela, quase sempre a presenteio com minhas horas, estas que por sua vez se tornam indubitavelmente, anseios de meros momentos deploráveis .
o demônio queima seus olhos...
com ideias que mundo te devora,
te diga que o amor é infinito,
prepotência que faz sua alma queimar...
para o desconhecido vai desejar sangrar...
enorme meus sonhos pesares
que lhe passo por mero desejo,
para onde se dirigi se no clamor
da batalha que lhe diga formosa...
solidão espaço profundo entre
as vórtices de ilusão, desejo
por assim então, compreende
o mundo nos deixou por pouco,
as estrelas foram desaparecendo
momento a momento sem questionar,
sombras de sobras de outras eras...
veja tudo pode ser magico...
quando acordo vejo no teus olhos
a fome da vida...
todos falam de um paraíso
tantos sonhos, somos abandonados...
e todos olham com desprezo
parece tenho uma doença
eles olham para suas vidas vazias.
num beijo negro de minha alma
viajo na tempestade...
e quando a vejo está chorando...
estou no seu deleite...
ate que a morte nos perdoe por viver
momentos tão intenso...
O vento, que golpeia meu rosto,
Enxuga as lágrimas que derrubo por causa de ti.
E leva, em seus movimentos,
A angústia que habita em meu peito
Não sei até quando ele estará a me proteger
Mas sei, aqui dentro de mim,
Que o vento que ora sopra em meu rosto
É o meu refrigério nesse momento de solidão
Viver na solidão é o fardo que a vida me deu por existir tanto amor dentro de mim e nunca ser compreendido...
Tem dias que são assim
Horas triste
Horas feliz
Nem tudo são flores
Nem tudo são amores
Às vezes são dores
Tristezas sem cores
Solidão nesta tarde vazia
Tristezas nessa mente fria
Sem a sua companhia
Sentindo-me sozinha
Ouvindo aquele som
Para me acalmar
Uma coisa que me faz relaxar
Como ver as ondas do mar
Que me faz flutuar
Nesse mundo tão louco
Dias como estes
Sem saber o que fazer
O que pode acontecer
Com medo de não saber o que dizer
Medos, incertezas
Insegurança
Medo de perder alguém
O que basta é a esperança
De poder te encontrar
Para saber o que falar
Quais atitudes vou tomar
Tem dias que são assim
Bate aquela bad total
Às vezes sem motivo algum
Querendo se isolar
Talvez por amor, talvez por paixão
Ou até mesmo pela solidão
Problemas e conflitos
Eu sei que todos passam
Eu só quero curar essa ferida
Que tá me deixando marcas
Talvez elas não saiam
Muitas vezes preferimos nos calar
Preferimos não falar
Dessas mágoas que machucam
Na esperança de que tudo vai melhorar
As feridas vão se cicatrizar
Isso tudo vai mudar
O sol irá abrir
Um dia feliz estará por vir
Eu tenho fé
Pode acreditar
Que esse dia
Com certeza irá chegar
Ele é apenas um rapaz que pensa que o amor dos outros vai fechar o vazio da falta da falta de amor próprio.
Quando eu te vi...
Meus olhos brilharam mais que céu estrelado
O que era monótono se tornou vibrante
Os sentidos antes quietos se tornaram ávidos
Queria que todo tempo parasse neste instante
Quando te vejo...
Meu corpo palpita por um abraço apertado
Meus pensamentos vazios se enchem de esperança
Meu coração já não teme ser machucado
Desde que eu seja eterno em suas melhores lembranças.
E quando não mais te vi...
A solidão retornou trazendo uma vida morna
Meu caminho antes seguro se tornou sinuoso
O rosto sem expressão novamente tomou forma
O fogo que de paixão ardia agora é doloroso
Você partiu...
E com você se foi a vontade de amar
Minha alegria de viver, levou contigo
Eu vejo mas sem ter o que enxergar
Toda graça você roubou e nada agora faz sentido.
Vem cá e libera todo amor repreendido.
Cessa minhas lágrimas e me liberta.
Liberta meu coração que de amar ficou arrependido.
Liberta minha alma que de amor necessita.
Vem cá e diz baixinho o que preciso ouvir.
Canta uma canção pra solidão ir embora.
Não prometa nada se for partir.
Não prometa exageros porque meus olhos ainda choram.
Vem, chega devagar sem muita sede.
Me abraça que de carinho meu corpo suplica.
Juntemos nossos corpos entre estas paredes.
E me reapresente o amor para que de amor eu reviva!
Pálida Flor
Em águas de outros tempos mergulhei.
E naquele mar de solidão sem fim
Que de improviso me deparei
Com intenso amor em mim.
Por sendas verdes caminhei
E entre eucaliptos e flores me deitei
Para ti, amor, eu me entreguei
Mas em outros braços te encontrei.
A noite escura se fez, de improviso.
Em mim se tornou dor a vida, sem teu riso.
Meu tempo se foi, nada mais tem cor.
Pálida é a flor do amante sem o amor.
A Morte Das Borboletas
Era assim a minha vida.
Fingia que estava tudo bem, fingia viver.
De manhã ao levantar, enxugava as lágrimas, deixava os sonhos espalhados pelo chão, ensaiava um sorriso tímido ao espelho e saía para a rua, como se nada fosse comigo.
Tua ausência e minha dor de mãos dadas lado a lado, caminhando atrás de mim, seguindo todos os meus passos, qual sombra perturbadora e maléfica.
Em silêncio e tristeza passava os meus dias, tinha apenas uma certeza, um dia pára de doer, um dia amor, assim sem sequer dar por ela, adormeço sem pensar em ti, e ao acordar olho pela janela e noto que o dia tem um novo brilho, junto todos os sonhos, tiro o sol da gaveta e sairei para a rua com um sorriso que é só meu, chega de fingimento, agora posso dizer que estou bem sem me sentir constrangido, já nada me impede de procurar tudo o que mereço e de me livrar de quem não me mereceu, de novo serei livre...
Pensar em ti já não dói, apenas sinto uma certa melancolia mas vai passar também...
O lugar que ocupavas em meu coração está vazio mas o coração ficou mais leve.
Agora tudo parece tão simples que dá medo, não há complicações, não tenho certeza de nada mas também não sinto falta de nada.
A partir de hoje só quero paz e simplicidade na minha vida, não me vou preocupar mais com o que é certo ou errado.
E se a única coisa que me faz falta é fugir para a beira mar? Cumprir a promessa que fiz a mim próprio há alguns anos: "Ainda um dia viverei num lugar em que o único barulho será o das gaivotas e das ondas do mar, um lugar em que as horas não passam, ou passam depressa demais."
Caminhar pela praia com uma cana às costas e ir pescar, e se a única coisa que faz falta é ficar em silêncio ouvindo a toada do mar e sentindo a maresia, e se ficar sozinho não significa estar vazio mas sim completo?
Michael Hayssus
sobre momentos alienados,
defiro os desejos que minha alma,
se deferi as delirações do silencio,
que ser derruba com com olhar frio,
tudo perde se com alças do tempo,
que vigente em de repente o vazio,
trama, entre pensamentos espaçados
então tudo está em chamas,
até a escuridão parece convidativa...
pelas sobras dessa vida exclamo,
porque o nada é expressivo,
pois abrange a harmonia que espairece
em tons de cinza, parece esboçar
valores que desaparecem num momento,
sua voz ecoa no fundo da mente.
Sou vento sussurra entre desejos impuros da alma,
que se desespera eternamente em tua busca...
desejo lhe mais que nunca será apse da minha vida.
A Dependência do Amor...
Dos meus versos
Talvez exista a mais bela história de amor
Que entre dor se transforma em rimas.
Palavras que se juntam em algum momento de ilusão
E a ilusão é o resumo da dor!
Pois o caminho de quem ama...é a solidão?
E entre versos a ''Droga do amor''
Virou bebida? a mistura entre ''drogas e garrafas''?
De quem sabe, a bela ilusão do ''lítio'' ou talvez o doce de um vinho de licor
E a noite faz aquele que acorda no chão aos prantos
E a overdose do amor?
Quem diria, que um dia trocaria..
Minha ''metanfetamina"
Por uma garrafa ,de um talvez, bom uísque
entre as nuvens
tentei olhar seu coração,
todo parecia tão normal...
quando a gravidade foi desafiada
por seu corpo nu...
até os espíritos ficaram nas rochas
que escondi seu espírito
ninguém compreende...
o quanto desejei te amar...
entre as luzes da noite,
vou gritar pois ninguém pode ouvir uma maquina,
nessas vidas que deixei lhe encontrei...
nos escombros de mundo devastado...
pelas origens da vida dei meu coração
que sangrava em abundantemente ouvi
os sons do teu coração perdido...
Solidão é o mar que me levar
em cada nota da canção que
toca meu coração.
O que me resta na solidão
se não imaginar as batidas
do seu coração.
"quando você está se sentindo só, um vazio em você... quando tu em um certo momento só queria uma pessoa para te fazer um carinho e encontrar a cabeça no ombro e fechar os olhos sem se preocupar com nada, deixar as preocupações de lado e apenas curtir aquele momento...
Poder dividir a vida com alguém q te faça bem sem querer nada em troca, apenas o seu amor... como pode esse mundo ter tantas pessoas com tanto ódio, se tem tanto amor para ser aproveitado... como pode as pessoas darem tanta importância para aparências se no final tudo vai virar poeira...
Com o tempo aprendemos a viver assim, sem ninguém, mas aquele vazio, a carência, vão estar sempre ali te acompanhando... e apesar de ter vários amigos, familiares que te dão carinho e atenção, nunca serão suficiente para preencher o amor de uma paixão"
E então as cores se foram
Partiram em mil pedaços
E tudo ficou cinza
O dia não amanheceu
Paralisou naquele instante
Onde não havia mais o seu sorriso
Nem suas palavras
Ou o seu respirar
Lágrimas secavam em meu rosto
Enquanto novas surgiam
E eu simplesmente não conseguia
faze-las parar
Dizem que o choro alivia
Então quis chorar o tempo todo
Mas a dor não cessou
E os dias jamais amanheceram
Foram sempre escuridão
Tudo sempre cinza
E sem os seus sorrisos...
►Depressão Em Reflexão
Paz, é o que peço
Tranquilidade é tudo que espero
Uma vida de decepções é o que carrego
Uma vida serena é o meu sonho predileto
Minha mente está muito agressiva
Fui jogado de cabeça em uma rotina destrutiva
A cada dia que se passa, perco um pouco da minha vida
As nuvens não parecem mais se dissipar
O tempo parece que não irá passar
Sinto, pela janela do meu quarto, somente tristeza pelo ar
E as palavras que escrevo parecem não saberem se expressar
A única dúvida que persiste é o que tudo isso acarretará
E, enquanto isso, continuo a me afundar
Quando finalmente me encontrar, o Titanic poderei avistar.
Cada suspiro que dou, é uma parte de mim se despedindo
O pensamento que em minha mente se criou está me destruindo
E uma bomba-relógio hoje eu sou
E não sei mais para onde eu vou
Queria poder voltar no tempo em que eu não conhecia nada,
Em que eu não compreendia nenhuma palavra
Onde não havia certezas, onde não haviam mágoas
Onde minha felicidade estava concreta como uma estátua
Onde a minha tristeza ainda não havia sido descoberta
Voltar a época em que eu tinha a ilusão da alegria eterna.
Hoje de nada significa "vida pacífica"
Hoje eu possuo uma vida de baixas cometidas
Cada segundo acordado é mais um segundo apto a ser magoado
As vezes indago se deveria levantar da cama,
Apenas para viver na solidão,
E tentar reparar meu coração, que sangra
Hoje vivo uma vida que não me ama.
Aquela antiga felicidade se transformou em nítida saudade
Não há previsão de retorno, fico na vontade
Eu não consigo mais encontrar aquele arco-íris,
Apenas encontro a dúvida se realmente existo
Sou atormentado, e com este martírio estou acostumado
Não há mais calendário, pois os dias são imutáveis
E as garras da depressão são insaciáveis
Uma escapatória é improvável
Sou prisioneiro involuntário, desesperado
Recorrendo as palavras de um velho dicionário.
Tempo, por que tão cruel comigo?
O que fiz de errado para tal declínio
Estou deixando de ser chamado de indivíduo
Meus olhos estão ficando frios
Meus lábios estão rígidos
Minha solidão está acabando com o meu físico
Acho que estou em estado crítico
Viver enjaulado possui seus riscos,
Agora sei disso.
Em cem anos tudo isso irá passar
Enfim poderei descansar
Muitas vezes eu já quis mudar,
Mas nunca consegui, pois achei que estava certo
Me enganei, agora sei que fui apenas um cego
Agora acabei ficando perdido neste deserto
Talvez encontre uma miragem que me mostre o mundo predileto
Ou talvez eu morra soterrado pelas areias dos meus erros
Bem que eu poderia encontrar um gênio,
Pediria para retroceder alguns invernos
Para que assim que eu pudesse impedir as pessoas de me tratarem feito objeto.
