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neste instante, em que eu escrevi e você lê; quarenta e cinco minutos depois das cinco e quinze, da manhã do dia 22 de agosto de 1959, meu pai da entrada no hospital municipal do Tatuapé, Sampa, vítima de um tombo. ficou emocionado ao saber que eu acabara de chegar.
minha mãe no quarto, chora... está feliz!
meu pai em uma maca, chora... fraturara a perna.
eu no berçário, choro... olho os seios da enfermeira! faminto, não sei quais os perigos por não reconhecer a verdadeira fonte de alimentação!
Corpo moreno
Ao te ver passo a imaginar.
Como serás?
Te sinto em todas as vezes que surges.
Teu sorriso é a marca registrada do teu
carinho e encanto.
Teu corpo, com seios lindos e fartos,
aliam-se ao formato de tuas coxas roliças
e insinuantes.
Permaneces em mim, pelo dia afora.
Quem me dera poder perto estar, e te abraçando
não permitir que vás.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
TEUS SEIOS
De tanto os ver arfar, arfar, arfar...
- quando os meus olhos a mirar-te quédo -
os teus seios me fazem recordar
dois pombos novos a tremer de medo,
que fugir tentam... sem poder voar.
São o altarzinho, Virgem sem pecados,
que tanto olhar enamorado atrai;
teus seios são os frutos delicados
que, tão somente quando sejas mãe,
poderei ver de todo sazonados.
E tão puros até, que o próprio Deus
os não destina as bocas venenosas.
Ele os criou para os filhinhos teus
com lábiozinhos tenros como rosas,
com o candor dos querubins dos Céus.
Por isso, meu Amor, depressa, vem,
vem a meus braços, dá-te por isso vencida;
que havemos de vivera mesma vida
e que teus filhos serão meus também.
Ânforas cheias de preciosos vinhos!
teus seios - dias ondas de desejos -
são como dois emplumes passarinhos
que para o cibo - meus ardentes beijos -
cheios de fome estendem seus biquinhos.
Ser amor…
(Nilo Ribeiro)
Tocar teus seios,
não ter receio,
usar todos os meios,
não fazer rodeio
deixar-te louca,
beijar-te a boca,
despir tua roupa,
deixar-te rouca
fazer amor,
te dar amor,
morrer de amor,
“será mor”…
O único problema foi você me ver como uma cura.
Algo que tomaria de seis em seis horas
pra tentar esquecer o que tinha dado errado.
E foi assim que a impudente, brasileiramente linda, com seus montes à mostra, grátis, pôs-me na berlinda, naquela água de rio, virgem, me provocou vertigem!
“Não são os lábios vermelhos, nem a fenda que mostra as coxas, nem o decote que realça os seios que lhe dão sensualidade; o que a torna atraente é sua expressão de felicidade.”
Deita-te em meu leito
Permita-me beijar teus pés
E acariciar delicadamente teu corpo
O perfume das flôres de pequi confunde-se com o do teu cabelo
Caliandra, a Ciganinha, enriquece o contorno dos teus seios
Os velhos Ipês e Flamboyants são as testemunhas desse momento
O "diz que diz" do vento em suas folhas e o refrigério da correnteza das minhas águas
Parecem saudar tua presença
Deita teu corpo em meu abraço
Descansa em meu regaço
E me faça feliz...
PEIXES VOADORESSE AFOGANDOS
NO TEDIO
entre tantos robalos e tubarões no mundo
eu escolho amar você um bagre
teratista colecionador de olhos fritos lisos
esfriou meus pés
da cintura pra baixo
morri para ele
cinza nuvem de rancor
em alto mar não é amor
nevou no verão
jamais calcularia tanta frieza
ou destreza na força
de menino que um dia sonhou
tanto ter e tinha tudo que não cabia
uma montanha de prantos
os peixes voaram do aquário do jaguar dourado
o cozinheiro de cookes que um dia matou sua família
de peixes e foi ao teatro
eu não estou falando do Neville
que sentou no poodle
estou contando a história de
um faxineiro
homem viu
Tadinha da Neide
sei o que seios que não seios nem quero saber mas seios
genioso faxineiro fez tudo limpou a casa jogou fora
tudo sem pudor sem se importar se era real
me contou que fez macumba
ai que medo
meu santo é forte meu pai é Xangô
faz me valer com as armas de Jorge
e espada de Iansã
meu Buda Vixnu
e Pai de Santo vão te vencer
seu EXU
pois eu não ando só
e com elas eu fecho o seu ciclo de Rei
rebaixado caro ignóbil perdeu tudo o mar não está pra pássaro
nem o céu para peixe
PEIXES VOADORES AFOGADOS NO TEJO
Beijar-te
Sentei-me ao teu lado.
Em tua mão peguei.
estremecestes, falei mais perto,
ao pé do teu ouvido.
Teus seios, em um movimento constante,
mostraram a tua respiração ofegante.
A tua mão segurei, pela pele senti o
pulsar, de um coração pronto para amar.
No conversar, mais juntos ficamos.
e quando os olhares se sentiram,
sem que víssemos, nos beijamos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. RJ
Membro Honorário da academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da Acilbras - Roldão Rires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Desejo
Corpo moreno de
coxas lindas e
quentes.
Gostaria de entre
elas estar, sentir
o seu calor, e a
pressão gostosa que
fazem para me prender.
Seios, cujos bicos
cheirosos e quentes,
me fazem os beijar muito.
Entre os seios, e as
coxas, o paraíso está.
Vontade de nele entrar.
E ficar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
A política brasileira sempre mamou nos seios que a alimenta, e sempre regurgitou os anseios do povo que a mantém de pé
Você detém todos os moldes.
Sua mão se encaixa perfeitamente à minha.
O vão entre meus seios
O vão entre meus dedos
O vão entre minhas pernas
O vão entre os meu lábios, todos os lábios
Só você pode os preencher com maestria.
