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Trago comigo a filosofia dos caminhantes pela vida, meus maiores mestres são e serão os humildes que pelo cotidiano simples me revelam grandes lições e minha maior escola sempre será a natureza que por liberdade faculta a criativa possibilidade de romper com a continuidade, por solução.
No calculo matemático da vida nos espaços do multiversos está na compreensão da dimensão de três números relativos, o três, o seis e o nove.
Espíritos nocivos e atormentados se deparam com maldades e golpes, o tempo todo, mesmo que andem onde acham que são as sombras das luzes. Pois a chama do fogo ilumina, os lugares mais escuros mas não produzem sombra.
O bom dos saberes populares, deve ser copiado, sim e ofertado generosamente a um numero cada vez maior de pessoas.
Quanto mais generoso, sábio, bom e iluminado um espirito é nesta dimensão, mais mesquinhez, ignorância, mau e sombrio ele atrai para si em sua existência. Como se o inverso fosse a auto-afirmação persistente de tudo que não vive.
Cada vez mais me sinto capacitado, para tanto e de todos a receber do que humildemente por boa vontade e generosidade tenho a oferecer.
Todas as soluções mais complexas deste mundo, advém da observação criativa, imparcial e emocional das coisas mais simples.
Só descobrimos nossa eternidade quando conseguimos deixar de ser unidade e passamos a fazer parte indivisível do todo, assim é como as ondas na praia que mesmo pujante no próximo momento e movimento retornam a ser parte imperceptível do grande oceano.
Fui alguma coisa um dia, hoje sou muito pouco e com fé e sabedoria no futuro prospero, não serei nada. A felicidade na eternidade é muito mais, subtrair se do que se por.
O principio do perdão inicia em si mesmo. Ninguém perdoa o outro, perdoa se a si próprio e todo o mal e as conseqüências que deixamos macular com dor e sofrimento nossa breve existência.
Feliz do homem sábio que visita com amor o pomar e se depara com três tipos de frutos. Os mais maduros e muito doces, preserva no pé para os passarinhos. Os que tiverem no ponto certo recolhe para com calma comer. Os ainda verdinhos, redobra sua atenção perante a eles, para que possam amadurecerem em seguirem por vida, seus caminhos.
Pela Sabedoria do Tempo aprende se que as mesmas coisas e os mesmos acontecimentos, passam a ter novos sentidos na vida da gente com o passar dos anos. Assim dizendo, hoje tive uma alegria enorme quando me deparei com um fio de cabelo retorcido e branquinho, preso a tampa da garrafa térmica de cafe durante o lanche da tarde, com minha filha-mãe de noventa e quatro anos. Desconheço forma de carinho maternal maior. Saber que ela ainda cuida de mim.
Recorro as minhas fontes passadas de felicidades com muita gratidão, para muitas vezes perdoar o mundo, pelas injustiças e por suas infelicidades, distantes da união sem fronteiras mesmo sem entende las.
Difícil imaginar quantos não e quantos sim serão precisos dizer pelos caminhos, para construção e conquista de nossa insipiente, confusa e relativa felicidade.
A harmonia do abstrato vence a milimetra do concreto por um milhão de vezes, a espontaneidade no erro que surge o acerto. Assim como a emoção vence a razão por muitas vezes pois do que nos valem a regras para todos se não temos a liberdade de muda las diante de um antigo erro.
Tudo que a sua mão achar para fazer, faça-o, com toda a sua força. Pois não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria na sepultura, o lugar para onde você vai.
O desconhecido é um oceano. O que é a consciência? A bússola do desconhecido.
