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Gente doida, com suas peculiaridades e excentricidades, traz uma vivacidade única à vida. São as cores vibrantes em um quadro preto e branco, os sabores inesperados em um prato familiar. Às vezes, a "loucura" é apenas uma manifestação da criatividade, e o mundo seria menos interessante sem ela. Afinal, ser "doido" pode ser uma bela dose de originalidade.
Em um mundo onde a falta de ética moral é prevalente, não guardo rancor, mas exijo crescimento. É fácil manter-se na versão desatualizada de si mesmo. No entanto, o verdadeiro progresso ocorre quando aprendemos e evoluímos, deixando para trás as imperfeições morais. Não sou fã da falta de ética, mas sou um defensor do aprimoramento contínuo, pois é o caminho para nos tornarmos a melhor versão de nós mesmos. Portanto, cresça e apareça!
O mundo que ninguém vê é um reino invisível de microorganismos, onde os vírus desempenham um papel tanto invisível quanto imensurável. O cotidiano das pessoas é entrelaçado com esse mundo microscópico, e o COVID-19 trouxe isso à tona de maneira dramática.
Nossas vidas são governadas por interações que não podemos ver a olho nu. Vírus, como o SARS-CoV-2, têm o poder de paralisar nações inteiras, revelando nossa vulnerabilidade a ameaças invisíveis. Eles também mostram como estamos conectados globalmente, com um evento ocorrendo em um canto do mundo afetando instantaneamente pessoas em outro.
O COVID-19 nos faz refletir sobre como nossa sociedade lida com a ciência, a saúde e a cooperação global. Mostra como o conhecimento e a ação podem ser nossas melhores defesas contra o invisível. A pandemia revelou desigualdades profundas, com alguns sendo impactados de maneira desproporcional, evidenciando a necessidade de uma visão mais inclusiva do mundo que ninguém vê.
À medida que navegamos por esse mundo invisível de vírus e microorganismos, somos desafiados a repensar nossas prioridades, nossos sistemas de saúde e nossa capacidade de responder a ameaças invisíveis. O que não podemos ver muitas vezes molda nossas vidas mais do que imaginamos, e é uma lembrança de que devemos olhar além do óbvio para entender o mundo de maneira mais completa.
Oque é ser louco?
È ser fiel a si mesmo, mas estranho pelo povo
Ou ser alguém que abre mão da sua essência pra ser aceito pelos outros?
Não é que esvaziou minha paciência. È que me enchi e finalmente me conectei com minha versão autentica.
Não vou ser mais um desses personagens fictícios.
Vou me mantendo longe de status e de sorrisos fingidos.
Quanto custa ser um produto de consumo?
Vale o preço agradar e se perder no submundo?
No fim de tudo oque importa é a sua relação com Deus
Me desprendi das algemas da aparência,
quem fica nela assina a própria sentença
Dinheiro, Mulher, relevância e bebedice
Não conseguem pensar em mais nada além disso?
O momento foi de teste e abalou o alicerce coração
Abandonei aquele mano desorientado e sem proposito,
Hoje eu sei quem sou e onde deposito meu foco
A morte não é uma coisa com a qual você se acostuma só porque experimentou muito. É triste toda vez. Todos nós apenas fingimos que isso não nos afeta.
A arte de contar tudo
Passos, degraus, tempo… A arte de contar esta intrínseca mesmo naqueles não muito inclinados a área de exatas, afinal contar parece fundamental ao ser.
Crianças contam passos, contam degraus, sem contar o tempo, afinal tudo é novo e parece eterno, porém com o passar dos anos, deixam de contar os passos que contavam e os degraus que subiam? nem se fala.
“Como o simples fato de contar pode significar tanto?”
Como não significaria?
Quem conta passos, conta sua caminhada até a chegada ao lugar onde sempre sonhou estar, ou na maioria das vezes a quantidade de passos sem rumo que precisará dar ao menos até ter um norte.
Quem conta degraus, eu diria que conta com anseio ou apreensão. Anseio na subida em busca de chegar lá em cima o quanto antes e não só concluir a missão como sessar todo esforço que a subida exige. Apreensão na descida, pois apesar de comumente ser fácil uma hora isso acaba, sem contar que se chegamos ao chão esperando mais um degrau pra descer, a queda é certa!
Quem conta tempo… bem, aí as coisas complicam. Poderia numerar infinitas formas de contar o tempo, jovens costumam contar quanto tempo falta para as férias, adultos contam o tempo que falta para o 5º dia útil, agora idosos geralmente contam quanto tempo ainda têm com quem amam, talvez por isso os associamos a “sabedoria”.
Há quem conta tudo e eu diria que esses são os mais especiais! Diferente de tudo e de todos, a razão geralmente é predominante e contrário ao que muitos (e até eles) pensam, eles vivem intensamente. O medo de darem passos sem rumo os fazem parar para analisar, mas o medo de perder tempo parado os fazem correr o mais rápido possível. Tudo acontece e nada é capaz de parar, afinal o tempo não para. Sim, não deve ser fácil contar tudo, mas acredite eles sabem como ninguém, a importância de cada passo dado e degrau subido ou descido.
Por último aqueles que não contam nada, admirados por muitos, são aqueles que simplesmente vivem, e estranhamente vivem intensamente, mas em paz! Andam, param, correm, sobem e descem, pra lá e pra cá. Vivem sem se preocupar se o próximo passo será o último, à eles é preciso cuidado, pois nem tudo dura pra sempre. Espero que não percebam tarde demais.
Enfim, obrigado por me ensinar a contar novamente.
Apenas mais um texto incompleto
Na tentativa de entender tudo que se passa aqui dentro, escrevo sem pensar na esperança que em algum momento tudo faça sentido.
Hoje de manhã levantei e como nos últimos dias parecia que tudo finalmente estava fazendo sentido, agora já não sei de mais nada, tudo que parecia tão certo, num piscar de olhos mudou, aquilo que levou dias para ser construído com muito esforço e paciência, desmoronou em pouquíssimos segundos e por mais que não faça sentido algum, talvez devesse ter acontecido.
Enquanto isso, enquanto a minha mente manda milhares de informações, desejos e anseios, o meu corpo numa tentativa desesperada de acompanhar vai até o seu limite, na busca de findar ao menos alguma coisa.
No meio dessa algazarra meu coração permanece intacto. Tudo que uma vez ali entrou, nunca mais saiu e falando assim parece uma imensidão de paz e talvez, isoladamente seja, mas por mais que eu reclame da minha mente, seria um alívio se ao menos um dia o meu coração fosse igual.
Estranho como tudo seria mais fácil se não houvesse tanta convicção. Por mais que ele fale baixinho em meio tanta balbúrdia, as vezes eu só queria que ele ficasse calado. Como algo pode ter tanta certeza entre tanto caos?
De novo, nada mais faz sentido e ainda não foi dessa vez que escrevi até que fizesse, então esse é apenas mais um texto incompleto… um de muitos! Oficialmente, o primeiro, talvez o último, só Deus sabe. Afinal esse é mais um texto incompleto da minha vida incompleta.
Abra os olhos e espie o abismo, não veja como o rebanho vê, mas, veja como deve ser visto. Assim, tendo feito de tal maneira, tu poderás contemplar a beleza e o caos que é o mundo, cabe a você escolher qual deles você prestará atenção e irá dedicar o seu tempo, para o resto que sobrou de sua vida.
Em bloqueio quase infindo, onde a mente se extravia,
Meus pensamentos se enredam, em teias insondáveis,
Consumindo-me em sombras, onde a esperança definha,
Na luta, resisto, mas a desistência me acena, implacável.
Ao entrar no meu quarto escuro, pensamentos afloram.
Ao mergulhar neles,
a realidade desvanece.
Em busca do concreto,
dúvidas me envolvem,
E ao confrontá-las,
me vejo novamente,
solitário em meu quarto vazio.
Na solidão do meu ser, me sinto afundado,
Como se estivesse em um poço,
profundo e sombrio.
No abismo insondável, sou subjugado,
Sinto-me solitário,
no vazio desamparado.
O abismo interior, um "eu" solitário,
Procura amizades, laços necessários.
Mas as cordas que encontro são tênues, frágeis,
Mal me sustentam,
Sobre esse meu abismo hostil.
No meio do nada, também podemos encontrar tudo. É por isso que, no vasto silêncio do deserto, frequentemente encontramos a plenitude da reflexão e redescobrimos coisas inesperadas.
A consciência habita nos espaços vazios, pois é nesses momentos de quietude que encontramos clareza e reflexão.
Na época escolar, como você se comportava em relação aos alunos mais novatos e com menos conhecimentos?
E como se sentia quando um veterano não respeitava sua natural condição de menor sabedoria?
Assim também é na escola Terra, quando nos deparamos com os erros de nossos próximos que ainda não aprenderam aquela lição.
ESCALA DE VALORIZAÇÕES
No roldão da vida material, somos muito influenciados a valorizar e desejar uma infinidade de coisas, motivando-nos em muitas atividades. Contudo, é importantíssimo valorizarmos o que já nos foi permitido. Lembrarmos de quantos adorariam estar em nossas condições.
Por vezes, a diferença do remédio para o veneno é a dose!
Ei, você aí,
Me escute!
Você pode,
você consegue,
você sobreviveu e já venceu tantas e tantas vezes.
É só mais uma página que se vira na história da vida.
Amanhã será um novo dia.
Eu não sei o porque te deixei e sair em busca de um outro alguém que pudesse me fazer feliz, já que eu sempre soube onde você estava.
Desconfie de pessoas que especulam muito sua vida sem objetivos racionais, pois é numa dessas que elas podem atrair suas fraquezas para elas usarem contra você.
Corpos
A diferença entre os opostos é apenas estética e subjetiva, o ponto de vista é o definidor do reflexo e do refletido.
