Tag rádio
A risada dela poderia tocar na rádio que eu não enjoaria
O olhar dela é daqueles poemas que sempre leria
O sorriso bobo dela desconcerta qualquer um
Não falta muito pra te dizer "I love you".
A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem… um apelo à fraternidade universal… à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora… milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas… vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: Não se desesperem! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia… da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.
(O Grande Ditador)
Escute essa canção
Que é pra tocar no rádio
No rádio do seu coração
Você me sintoniza
E a gente então se liga
Nessa estação
O que salva as Rádios são as músicas. - as notícias matam a programação. - exagerar nas notícias, tende a mostrar um mundo imaginário cheio de um faz de conta em que, quem dita as regras é o diabo e não a realidade dos acontecimentos dos fatos. - e olha que existem radialistas que se identificam em muito com esta última postura desastrosa para a saúde na vida humana em coletividade.
A CRIANÇA
A música de um rádio esvai-se da taberna,
espalha-se na rua estreita e mal calçada;
é compasso, talvez, de uma dança moderna,
talvez ária de amor, febril, apaixonada.
Com dois anos ou três, vestida cor de rosa,
de bracinhos ao ar, uma menina dança,
tão linda, tão gentil, tão pura, tão graciosa,
que toda a gente pára a mirar-se na criança.
O seu corpo volteia, os seus braços são asas,
seus pequeninos pés estão pisando flores,
em roda surge, em vez das mais humildes casas,
parede palaciana embriagante de cores.
Esta criança transforma a pobreza em riqueza,
adoça alegremente aquele ambiente triste,
o que é sórdido morre ante a sua pureza,
só ela, ela somente, ali impera e existe.
Ao som daquele rádio, a criança ingénua e calma,
dançando, nos conduz ao sobrenatural,
a ser apenas sonho, a ser apenas alma,
a viver para além de este mundo mortal.
Já não se escuta a rádio, a música é divina;
a taberna sumiu-se, há um portal do Céu;
é um Anjo-de-Deus a forma menina;
da sideral mansão, até ali, desceu.
Porto, Estio de 1959
Apaguem a luz, desliguem o rádio, tirem-me da sintonia da vida. Pois se para viver preciso seguir a ordem, então já não mais vivo eu.
"Protestar destruindo garrafas cheias ou vazias de Coca Cola? Protestar queimando bandeiras? Destruindo igrejas? Bem, se tudo que é do ocidente não presta, é pecaminoso, nojento, maligno... Não usem então: redes de TV, rádio, computadores, carros, motores, aviões, milhares de tipos de remédios, vacinas, tomógrafos..."
Tudo bem que alguém que vá dirigir seu automóvel ajuste o banco e os retrovisores do carro... Mas, modificar toda a configuração do seu rádio... Grave, agudo, mais som atrás, menos na frente... Ah! Vai catar koquimmm! Aqui!Me ajuda aê.
Importa-me primeiro o rádio, o que ele diz, deixo na faixa que quero. Se você me feriu,vou mudar sua zona. Não espere cair, rádio quebra.
Somos como aparelhos de rádio que podemos nos sintonizar com a frequência cósmica primordial, verdadeiramente orientadora. Sintonizar estas alturas está em ampliar nossa vibração para aquela do justo entendimento da vida.
