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Jesus não perseguia ninguém, mas era perseguido por muitos. Por aí, nota-se qual é a essência dos questionadores.
Quantos de mim se levantarão?
Quantos de mim terão os mesmos pensamentos que eu?
Quantos de mim lutarão pelo que desejo?
Quantos de mim andarão pelo que sonho?
Quantos de mim lerão o que escrevi?
Quantos de mim se inspirarão em mim?
Quantos de mim modificarão o amanhã?
Quantos de mim farão o que não fiz?
Eis a questão, quem sou dentre tantos de mim que existiram?
De qualquer forma, meu cansaço me faz fazer pouco!
Espero que os tantos de mim que virão, não sejam apenas uma atualização.
Que usem do ordinário de mim e produzam o extraordinário que não pude ser!
Agora, sabes tu que o amor não existe a partir de uma pergunta, assim como a verdade não está na concordância e isso exige que reflitas com espírito e vontade.
Quem somos nós? Somos uma excelente pergunta sem resposta. Somos um questionamento eterno, mas indecifrável.
O desenvolvimento emocional começa na família se perpetua e oferece à criança elementos facilitadores na construção de sua autonomia, oportuniza a capacidade de pensar sozinha, refletir e chegar às soluções mais favoráveis para os seus questionamentos.
Questiono descubro vim, vi venho aprendendo.
Recuperado reagindo, episodio ensinamento.
Penitencia é desistência, paciência no seguimento.
Querendo sossego ficar bem sem mais tormentos.
Aquele que não sente mais dúvida a respeito de algo pois acredita ter conquistado a verdade a seu respeito, compactua com a ilusão. Apenas a dúvida que promove questionamentos é que nos proporciona um conhecimento mais amplo.
Me pergunto oque será da minha alma quando eu morrer.. Gostaria de visitar o espaço e enfim poder me libertar e flutuar entre as constelações.
"Por via das dúvidas, duvide de tudo; não apenas para não aceitar qualquer coisa como verdade, mas especialmente para discernir e entender melhor aquilo que pode ser verdadeiro".
O maior e mais poderoso método do desenvolvimento pessoal é aquele que te ajuda a conhecer você mesmo. Porque através do questionamento descobrimos as nossas dores, e através das respostas que vem atrelada as nossas dores, com o próprio questionamento as curamos.
"Muitas vezes perco o sono a noite, me perguntando sobre inúmeras problemáticas que o meu saber não tem respostas prontas, definitivas, comprobatórias e igualitárias. Estamos sós? Qual o sentido desta existência? A vida é só isso? Estar contemplando essa complexa realidade por breves momentos efêmeros, logo depois fechar os olhos e contemplar só escuridão e vazio? Reflita! Viva! E espere o seu momento chegar".
"Não importa quantos anos de estudo alguém tenha, se a resposta que apresenta para tal questionamento contradiz os ensinamentos das Escrituras, está equivocada. Pois a verdade está em Deus e não na sabedoria e especulações humanas."
-Quando é que pobre não precisa de dinheiro?
-Quando bebe!
Que aí esquece que é pobre, e começa pagar bebida pros outros!
Passou dos 40, a gente vai na academia?
Vai!
Mas não é mais pra ficar musculoso, é pra se levantar sem gemer!
Eu não quero mais um abdômen trincado.
Eu quero um intestino que funcione todo dia!
Não tenho mais um projeto verão 2026.
É um projeto mobilidade 2040
Como ateu que sou, sempre tentei entender a divindade em si. Como pode um mundo tão violento e tão injusto? Se eu fosse deus faria melhor? Como agiria?
No começo, quando jovem, eu achava que agiria como um super-herói. Apanharia quem causasse mal e o destruiria, sem piedade. Seria um justiceiro supremo.
Mas com o tempo, cheguei à conclusão de que violência talvez não fosse a resposta para um mundo melhor. Como alguém que carrega a maior sabedoria do universo pode se curvar à esse tipo de violência? Mesmo que seja pra fazer o bem? Então mudei de ideia: cheguei à conclusão de que simplesmente desintegraria os malfeitores, sem dor, sem sofrimento, só tiraria eles do caminho. Seria mais limpo, mais “justo”, mais pacífico. Dessa forma o mundo seria mais feliz.
Mas daí veio o dilema:
Quem sou eu – apesar de minha divindade - pra decidir quem é bom e quem é mau? Mesmo com todos os meus poderes divinos, teria eu esse direito?
E se não sou capaz de julgar com justiça, não importa o quão divino eu seja, então que tipo de poder é esse no fim das contas?
Depois de muito tempo ruminando essa ideia, encontrei uma solução para o dilema:
Se fosse um deus, eu não puniria, eu ajudaria. Assim passei a admirar e flertar com o poder de cura ao invés do poder da destruição, que tanto admirei. Deixaria os maus à própria sorte. Curaria os doentes, salvaria as crianças, daria outra chance aos que morreram cedo demais — se é que a morte pode mesmo ser “curada”.
Mas aí veio outra pergunta inevitável:
Quem merece ser curado? Todos? Só alguns? Ninguém morreria mais? Isso quebraria o equilíbrio do mundo?
E então veio a última tentativa de solução:
Curaria só as crianças. Afinal, que criança merece morrer? Nenhuma.
Daí outro questionamento surgiu: a partir de que idade as pessoas passariam a "merecer" a morte? Quem decide isso?
Hoje, velho que sou, percebo que se eu fosse Deus, a decisão mais justa seria essa:
dar a vida e me afastar.
Não interferir.
Deixar que cada um trilhe seu próprio caminho, com suas próprias escolhas.
Não porque eu não me importaria, mas porque interferir seria injusto.
E talvez, se existe algo lá em cima, esse “algo” já tenha entendido isso há muito tempo.
Talvez seja por isso que os deuses, se existirem, estão em silêncio.
Porque estão muito além de tudo isso que chamamos de “vida”. De tudo aquilo que chamamos de compreensão.
Ouvi tantas mentiras disfarçadas de verdades e tantas verdades que soaram como mentiras, que hoje me pergunto se é possível distinguir com clareza a verdade da mentira.
