Tag psicoterapia
Você nunca será livre se há portas trancadas do passado.
Você está no comando, é você quem tem a chave.
As vezes seria melhor ter uma ferida física, que sabemos que cicatriza muito mais rápido do que qualquer ferida emocional.
Ao invés de sofrer na solidão, procure alguém que te estenda a mão.
Na terapia você percebe que nunca está só.
A morte é uma passagem assim como o nascimento.
O lado de lá é invisível aos nossos olhos, mas isso não significa que não exista.
Os barulhos que o seu silêncio faz podem ser um chamamento à necessidade de se ouvir. Talvez eles não queiram mais ser calados. Talvez, precisem ser, finalmente, acolhidos e respeitados.
Há mil coisas que eu poderia lhe dizer, mas elas só farão sentido quando ditas de você para você...
Faça psicoterapia!
Saúde mental: a arte de dizer a si mesma/o que, apesar da confusão lá fora, aqui dentro está tudo bem.
Por vezes, dirigimos uma cobrança "excessiva" às pessoas que nos cercam. Parte disto, pode estar relacionada à cobrança que dirigimos a nós mesmas/os. Dar-se a oportunidade de reconhecer as raízes dessa "necessidade", pode ser um bom caminho, que beneficiará a você e, por consequência, as pessoas com as quais você convive. Talvez um erro aqui e acolá não sejam assim tão difíceis de contornar. Talvez, você só precise reconhecer suas humanidades, limites, e abraçar, com respeito e acolhimento, quem você é.
Dizem que loucas são as pessoas que têm a coragem de ser quem são. Que sejamos loucos/as, então, todos/as nós!
Quando a palavra não der conta, lembre do silêncio - ele leva você a lugares onde o dito não consegue ir...
A minha disposição para falar está intimamente ligada à disposição da outra pessoa em (verdadeiramente) me escutar...
Certa vez, um paciente descreveu a sensação de escalar uma rocha: quando ele está na parede, nada existe a não ser uma infinita superfície rochosa justaposta à decisão limitada de onde colocar a seguir cada dedo do pé e da mão. A prática da psicoterapia não é diferente de escalar uma rocha. Mergulho na história, na narrativa e repetição da narrativa, e o restante desaparece.
O processo de análise é um mergulho profundo em águas mistas. Entre as amargas e as doces, haverá outros (dis)sabores. É você quem escolhe: segue, aprendendo a ritmar o fôlego, ou foge, alimentando aqueles ciclos nocivos que, assim, nunca terão fim...
Sem a análise, andava em círculos, em meio à bagunça e à poeira que havia em mim...
Com a análise, passei a fazer faxinas diárias, no meu tempo, no meu ritmo. E, hoje, me sinto em paz para habitar a casa dos meus afetos.
Isso é cura!
