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Psicoterapia não é sobre alguém te dizer o que fazer para ser mais feliz, mas você ouvir, de si mesma/o, os tantos caminhos pelos quais é possível sentir-se assim...
Quem tem boca fala o que quer a quem quer que seja.
Quem faz psicoterapia só absorve o que realmente importa, de quem realmente importa...
Nenhuma palavra dá conta...
Mas muitas, fluidas, livres, podem beliscar a dor...
E quem sabe assim ela se aquiete...
E quem sabe assim a gente viva mais feliz...
A transformação interna tem suas raízes na disposição do sujeito em explorar sua subjetividade. Iniciar essa jornada implica em reconhecer que a mudança interior começa quando o sujeito se propõe ao autoconhecimento dos seus pensamentos, emoções e experiências.
Ao permitir questionar os pensamentos estabelecidos e desvendar os sentimentos que emergem do inconsciente, o sujeito abre caminho para compreender a complexidade de sua subjetividade. Esse é um processo que exige coragem e autoaceitação, pois enfrentar as próprias sombras é fundamental no equilíbrio da saúde física e mental.
Na psicoterapia, os aspectos inconscientes e os mecanismos de defesa que moldam o comportamento são explorados, trazendo à tona percepções antes obscuras, contudo, uma mudança interior vai depender do investimento de cada sujeito. É um processo contínuo de autorreflexão e autoconhecimento, no qual o sujeito aprende a lidar com suas vulnerabilidades e desenvolve recursos internos para enfrentar os desafios da vida.
Eu não quero nada do que é seu. Apenas, um pedaço do feliz que é você, pra multiplicar o feliz que já sou...
Não somos vitimas das circunstancias. Somos mais que isso. Somos a soma de tudo o que nos deram ao longo da vida, multiplicados pelo nosso livre arbítrio, divididos pelas limitações do ambiente em que vivemos e subtraindo aquilo que nos faz sofrer.
A estrada da vida não é linear...
e você tem duas opções: ou derrapa nas curvas ou aprende a, nelas, surfar.
Acordei com a certeza de que o mundo é, sim, um desafio... mas, também, que o meu maior desafio é reconhecer quem sou eu, e assim, encontrar mais recursos para vencê-lo.
Atenta aos sinais do tempo,
Me vi perdida pelas ruas dos sem fim que há em mim.
Sou flor que se fez pedra para habitar o mundo,
Mas que não desiste de acreditar na força do bem que nutro aqui...
Muitas vezes o mundo é duro com a gente.
Outras, não poucas, a gente é mais dura/o ainda, com a gente mesma/o.
Acolha-se. Você merece!
Eu já desejei que os caminhos fossem retilíneos, até que me dei conta de que foi com as curvas que aprendi a não derrapar...
É no contato com a/o outra/o que a gente aprende sobre o mundo. Mas é no contato com a gente mesma/o que a gente aprende sobre a gente. Ouça-se. Faça psicoterapia/análise!
Não. Eu não vou lhe dizer o que fazer. Isso, você vai escutar de si mesma/o. E talvez seja justamente por isso que faça sentido. E, talvez, seja somente disso que você realmente precisa...
Depois que descobri o valor do não-dito, venho me deleitando por meio dos afetos que, justamente por não terem nome, falam tão bem sobre mim...
Dentre os meus maiores sonhos, está aquele em que empatia e respeito estão disponíveis, gratuitamente, na banquinha da esquina...
Com os erros aprende-se sobre o valor dos acertos, das tentativas, da determinação, do cuidado ao planejar, ao manejar. Aprende-se também sobre mudar as rotas, ressignificar as curvas...
Tem tanta coisa boa por trás deles. Nós é que nem sempre olhamos por ângulos outros. Nós... está tudo em nós!
Desconfie das respostas automáticas, das fórmulas mágicas, das regras generalistas.
Repergunte-se. Ouça-se.
Os caminhos estão em você!
Recomece sempre que for preciso.
Se não souber por onde, comece por dentro.
É um caminho que não tem erro.
Como fazer isso?
Se conhecendo, se aceitando, se gostando, se perdoando, se permitindo, se acreditando, se valorizando , se preenchendo e por aí vai.
Ah mas é difícil!!
Difícil é viver uma vida toda infeliz,
se auto sabotando, não se gostando, não se aceitando , se achando menos e incapaz.
