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A atitude é a nossa melhor professora. Nenhum planejamento ensina tanto quanto colocar a mão na massa.
Apesar de estar a serviço do aluno o professor não é funcionário do aluno! Alunos e professores são parceiros na construção do conhecimento!
Apesar de ser fundamental, o professor é apenas uma das muitas ferramentas que o aluno têm a sua disposição para aumentar seu campo de conhecimento!
Na escola, quem ensina não tem o respeito e a referência dos alunos, mas o punidor. Atitude esta do coordenador e aquela do professor.
Ser professor é uma forma de transformar o conhecimento e a vida do aluno. Por consequência, ser professor é dar sentido a própria vida de quem ensina e aprende.
Ensinar não é ditar e educar não é ensinar. É ensinar dar independência de pensamento ao aluno, fazendo com que de per si progrida: o professor é guia. É educar incutir no estudante o espírito de análise, de observação, de raciocínio, capacitando-o a ir além da simples letra do texto, do simples conteúdo de um livro, incentivando-o, animando-o. No fazer do estudante de hoje o cidadão de amanhã está o trabalho educacional do professor.
Aluno fora da sala, na hora da aula, é para dizer à coordenadora que o professor é ruim. Mas, se nem sabe ser aluno, vai saber o que é ser professor bom?
O problema da falta de perspectiva de futuro não está na "fraca metodologia do professor, sua voz rouca ou aparência desalinhada, pois eles conversam inconvenientemente e não se interessam nem mesmo quando o professor passa um filme literário feito por um cineasta profissional e atores lindos e quase perfeitos, superprodução cinematográfica desprezada por alunos, vistos pelo olhar caolho do sistema educacional, como promissores!
Saiu agora um tal Programa de Intensificação da Aprendizagem (PIA). Mas, como assim, se o aprendiz não está a fim de intensificar nada? Deveria, sim, ser uma intensificação do ensino, já que a culpa de tudo é do professor. Os cursos de capacitação de professores é para fazê-los aceita a culpa.
Quando jovens,espelhamos e esperamos nos tornar reflexo daquilo ou daquela pessoa que nos fazem suspirar,perder o fôlego e até mesmo vibrar. Numa simples ação, gesto,trabalho ou fala.
Por onde vc passa houve:Aquele fulano é demais!!!Super Safo,sabe Tudo!!
Aí vc pensa:Quero ser igual a ele!!
Você vai crescendo, absorvendo e observando ;agindo e aprendendo conforme as metodologias e doutrinas do seu "exemplo",seu"mestre";pensando ,reagindo em cada situação difícil como se fosse o próprio.
Por muito tempo nos tornamos a própria sombra do professor.
Toda nossa referência se torna ele é as dele.
Todos os nossos atos baseam-se em suas obras e rascunhos.
Quando as coisas ficam complicadas é a ele que recorremos e é ele que nos socorre.
Tudo tem seu tempo!!!
Em algum momento você o alcançará ou até mesmo o ultrapassará.
É aí que vem o maior desafio.
Não oculte as obras do seu mestre em detrimento das suas . De a ele também o crédito ,foi dele que surgiu a sua inspiração.
Quando uma metodologia ou técnica aplicada pelo mestre se tornar obsoleta,esforce-se, para que ele adapte-a, aprimore-a ou à reescreva .Daí vem sua fonte,seu alicerce , se ele não consegue sustentar e erguer novas estruturas a sua alvenaria também estará em dúvida, risco e desacreditada.
Não deixe desmeresse-lo , com intuito de ser aceito pelos que pregam a modernidade.A "evolução ".Não sinta vergonha de expor de onde vieste .Os ensinamentos que aprendeste ontem, construiu o que és hoje.
Certo ou errado Defenda - o em público como se disso dependesse a sua própria vida.
Esse é o ensinamento ouro.
Aplaudir, elogiar em público e criticar, corrigir no privado.
Quantas vezes você se viu discretamente interrompido no meio de um trabalho,discurso ou apresentação por seu condutor,sem que percebeste que ali estavas indo desengonçado e desordenado taquiando por um caminho que não era proposto na ocasião?
Quantas vezes ele,seu mestre,trouxe a responsabilidade de suas ações para si,em publico,para que corrigisse em tempo,antes que o expusessem aos lobos. As vezes até mesmo expondo as referências que não eram à sua.
Valorize quem de alguma forma ti transmitiu algum conhecimento.
Valorize seu mestre.
Ele é e será sempre parte de você. A contribuição mais significafiva no seu sucesso ou fracasso.
Quando a mãe vai à escola acusar o tal professor de marcar seu filho, ela está pedindo que o trate com medo. Facilitando para ele o tirar notas boas, senão configura a perseguição.
Uma baliza do ensino fundamental, um professor catedrático em sua disciplina depender dos outros para a avaliar seu aluno. Que os deuses acelerem o processo de reação para acabar com isso. Como podem eles atribuir-lhe a nota que eu não gostaria?
Aluno de sucesso não reconhece seu lugar: — "Se o professor pode, eu também posso". Mas a referência são os erros dos mestres.
O professor que quer sobreviver submete-se ao passo-a-passo do aluno herói e o elege como representante de classe para sofrer menos. A ironia é minha arma secreta!
A missão de um educador é inspirar seus alunos. Promover o entusiasmo e despertar vocações. Ajudá-los a se descobrirem e a desenvolverem inteligências múltiplas. Porque a vida de um professor se prolonga em outras vidas.
São tantas leis inúteis na escola, e várias ordens momentâneas, e diretrizes atendendo os caprichos de cada um que assume um cargo, visto que a rotatividade é grande, que o professor morre de velho e não aprende a ser um bom professor. E o pior, é a escola quem diz para o aluno se o professor é bom ou ruim!
“Ser professor é como escrever um livro, a cada novo ano, começa-se um capítulo, que vai traçando uma linda história.”
Se os canibais da reputação profissional, no conselho, se voltassem para os coordenadores já tinha acabado esse momento antropofágico! Representante de classe existe para falar mal de professor, colegas de classe e instalações da escola, nunca vi nada diferente nesses muitos anos de sacrifício ritualístico.
O maior equívoco do sistema educacional é tomar o aluno por patrão de professor. É "abominável a escrava que toma o lugar da sua senhora"! Oxalá, a escola não esteja ensinando inversão de valores!
Há duas formas de resolver o problema de índices baixos na educação: Primeiro, pode-se encarar o aluno como culpado e atacar os conteúdos ensinados. Ou encarar o professor como culpado, atacando os números obtidos. O caminho mais curto foi sempre o mais atraente!
