Tag poesia
Venham trabalhar para mim, em duas semanas ficam famosos.
Meu Caro eu sou famoso à dez anos e sou Hall Of Fame e nem que vivas 5000 mil anos irás ver outro igual a mim.
UNI-VERSOS
Uni verso e coração... fiz-me poesia
Uni verso e voz... fiz-me melodia
Uni verso e frente... fiz-me completa
Intensa
Imensa
ao uni-versos!
"Se lutar e então vencer valorize a vitória.
Porém se não obtiver a vitória,aprenda com a derrota."
Natanael
Bonifacio
É a segunda vez que tento
Sair voando do casulo
De novo não tenho assas
De novo não pude sentir o vento
Quero extrovertir meus versos
Cansei de ser larva
Sofro por minha reserva
Livro-me desses sentimentos imersos
MINTO, MINTO, MINTO!
Odeio as cores destas asas
E o vento é muito forte
Não gosto do que sinto
Quero desmetamorfar
Quero me casular de novo
Se sempre desaprovarei meu voo
Prefiro não mais tentar…
De bom somente esses versos
Tirei-os do meu desespero
Dos monólogos devaneios
Que tive comigo, sem remorso
Mas se isso é meu melhor
Devo temer minha desaire mente
Não devo ficar contente
Por meu acanhado lirista amador
Tanto a dizer com tão pouca labia
Tanto a escrever com tão pouca palavra
Tanto a sentir com tanto medo
Tanta vergonha a ser deixada em segredo.
Um pouco de poesia e vida
Daqui pra frente.
Eu, poesia um enfrente.
Essa tal democracia.
Essa tal liberdade.
Seria fantasia.
Uma proposta de alegoria.
Sacanagem, a suposta harmonia, da cruel sociedade.
Vou ser de fato contundente.
Uma lei, um estado que não protege sua gente.
Ciência, tecnologia e religião.
Barganha, escuridão, perseguição.
Um jogo, uma trama política, famílias, o que há por trás dessa conspiração.
Logo mais, mais um vídeo, que acham, consciência em prato limpo, ou ele , prato cheio, de sujeira e condenação.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 14
Sabe, uma prosa contigo e tal.
Perseguidos tantos.
Coagidos aos cantos.
Falo diretamente.
O que fere psicologicamente.
Claro, a natureza de situações.
O homem, a força e a fragilidade.
Contudo.
Covardemente algumas artimanhas.
Causando pressão, pânico, depressão.
Desqualificando, oprimindo, humilhando.
Diagnósticos mil.
Remédios, drogas, mundo febril.
Aiaiai, por trás da política social.
Tecnologia, bem e mal.
Ciência ousada.
Todo coração.
Todo tribunal.
Esquizofrenia, ansiedade.
O câncer da maldade.
Quem e como provocaria.
Atente aos sinais e frequências.
Ouvidos em eloquências.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 13
Um homem, um rapaz, um menino.
Uma galáxia feroz.
Enigmático povo.
A terra é perseguida.
Tal ela ferida.
Quem são, ou é o algoz.
Aiaiai milenar espíritos.
Tantos deuses adorados.
Ciência avançada.
Tecnologia cobiçada.
Religião e política.
Bicho de sete cabeças.
Ferindo, deprimindo, coagindo.
Sim, o que causa tais enfermidades.
Ansiosos e depressivos.
Vou falar, pelo mundo e no Brasil bipolar.
Eu, você, cuide do teu quintal.
Grite socorro, se preciso, estenda no varal.
Pra Deus ouvir, alguém invisível está a perseguir.
Sinais e frequências, tantas tendências.
O pânico, o medo é um começo, que eles vem a persuadir.
Giovane Silva Santos
Através da tecnologia artistas transfiguram suas unidades de memória e assim tornam suas vivencias reais ou irreais, seus sonhos ou pesadelos em Arte! Quanto mais sincero o sentimento mais verdadeira é a Arte!
Título - Dança
Tudo tão estressante e maçante, você tão doce e saltitante. Bela dama que dança sob o luar tão belo. Apresente-se, me conceda sua mão para que eu possa dançar ao seu lado, para que eu possa acompanhar seu ritmo nessa bela melodia que toca em nossos ouvidos. Que essa dança não tenha fim até o sol raiar, e nosso amor brilhar e que possamos sorrir sempre, sempre juntos e felizes abraçados...
Chegou e pude ver então a lua que antes não via e
uniu em versos,
o universo diverso de minha vida já tão vazia.
Chegou e ao silenciar-me ganhei então, nova voz
pois fez meu rio, de tantos desvios, encontrar sua foz.
Chegou e ressuscitou meus sonhos quase mortos e realinhou o descompasso de meus passos tortos.
E tantos chamaram de loucura, alucinação, utopia. Desconheciam que ela, ao chegar, olhando-me nos olhos, me trouxe de volta a magia e sorrindo me disse:
- Muito prazer! Sou a Poesia.
"esse anseio, que quase como uma sede nos prende na superfície dessa chamada realidade, despedaça e violenta a alma"
Um pouco de poesia e vida 18
A caixa de jogos.
Tabuleiros diversos.
A terra, o ouro, ardilosos perversos.
Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei.
Eram tantas opções, uma delas lembrei.
Joguinho de perseguição.
Conhecem o ludo.
Peões, castelo, casas e trilhas.
Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo.
Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições.
Expertise, aliados para conspiração.
Enfim, vida complexa.
Variante perversa.
Privação de liberdade.
Tecnologia e maldade.
O tripé político, científico e religioso.
Do que é bom, do que é enganoso.
Quem causa pranto e dor.
O reitor.
Dessa vida humilhante faculdade.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19
De um povo heroico.
Penhor da igualdade.
No seio a liberdade.
Como conquistar, oh braço forte.
O hino ainda em construção.
Libertação, pátria amada.
Precisa se desafiar o peito a própria morte.
De um sonho intenso e esperança.
Que não foge da luta.
Como combater essa labuta.
No grito de independência ou morte a cruz sagrou.
Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo.
Muitos inocentes sofrendo castigo.
Minha segurança com PT na cintura.
Oh fuzil, oh amargura.
A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba.
Mas as portas se abriram para os sinais.
Antenas multifuncionais.
Chips na veia.
Ciência, tecnologia formando uma teia.
Política e religião tomando ceia.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.
Giovane Silva Santos
Reflexo
"Nos formamos, como somos.
Por isso,
Ensinamos como Aprendemos
E Absorvemos, como Observamos."
Um pouco de poesia e vida 20
Exportação, importação uau.
Magnífico mundo moderno.
Tão grande hemisfério da ciência.
Vejamos a plenitude global.
A guerra cambial, mercado financeiro.
Dólar internacional, e mais de mil dinheiro.
Brasil nacional, Brasil estrangeiro.
Independente, asas, povo liberal.
Alegoria, o tronco virtual.
A moeda, o Chicote, o sinal.
Tão dimensão, não dá pra descrever.
Tantas artimanhas.
Tantas barganhas.
Até um drone mosquito pode lhe ver.
Ora, ora, a mente lê, como prevê.
Alienado mundo artificial.
O que contém na veia.
Roboticamente.
Paralelamente.
Viajando nas nuvens.
Comunismo, Socialismo, Capitalismo.
Política, tecnologia, religião cientificamente.
Ismos que massacra gente.
Giovane Silva Santos
MINHA POESIA
A minha poesia já não é mais triste
Que chorava as agruras de outrora
Pois no meu verso a ventura existe
E o agrado, mora na estrofe, agora
Cada versar de dor, outro arrojado
Apagando as sensações sangradas
Não mais quero verso abandonado
Que sejam as emoções iluminadas
Em muitas prosas sozinho versei
Numa cena em vão, triste cenário
Porém, outra poética ao verso dei
E deste modo rompe nova fantasia
E todo o amor de antes, necessário
Aqui se encontra na minha poesia...
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
Setembro 30/2021, 13’50” – Araguari, MG
Um pouco de poesia e vida 23
Quem importa com a chegada da morte.
Se o percurso existe luta.
Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte.
O procedimento de uma labuta.
Enquanto a sociedade contempla status.
A identidade do povo embriagada na luxúria.
Muitas escolas e lares.
Desenhando pomares.
Mas a real, amarguras.
Inveja, ódio, tempos, vingança.
A promessa, a terra, usura.
A conquista, o feito.
Se acontece, de qualquer jeito.
Na força, na ciência, na pressão.
Opressão, a mente sofre, a dor no peito.
Jogo de paciência e calma.
Famílias indiferentes a famílias.
Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos.
Mas juro como canto, inocente na fauna.
Roubastes as profundezas do bolso e do riso.
Mas não entrego a dignidade de minha alma.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 21
Quão maravilhoso e perigoso.
O tabuleiro da história.
Relatos tantos, escondidas tantas memórias.
A identidade do Brasil.
O corpo que resistiu.
A quem antes de Cabral residiu.
Qual a verdadeira história do índio.
E o negro, homem bicho, bicho homem no navio.
Qual as relações das correntes.
As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu.
Meu pastor e meu padre nada fala.
Os sinais, as frequências, as vozes.
A ansiedade e a depressão coagida.
Escravos da nova vida.
A pobreza submetida.
Quem tem a coroa da ciência.
Quem causa doença.
Tronco sem medida.
Aiai meu lombo.
43 anos de quilombo.
Brasil, desde Cabral, arrombo e violência.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 22
Quem sabe, quem detém.
Não se trata de segredo.
Sim, enredo.
A minha vida e a do povo também.
Registros de vidas.
Mesmo antes de Cabral.
O índio que aqui entrou.
Datas, registros e canal.
Espiritualidades e religiões.
Tecnologicamente, cientificamente.
Vai se moldando as multidões.
Qual o teor das vacinas.
Das partículas, ondas, sinais e frequências.
Na veia viajando.
Segredo e engano.
Quem revelará, libertará esse jogo profano.
Giovane Silva Santos
REVERÊNCIA
Vem a poesia, sussurrando no pergaminho
Pousa leve na sensação, e cheia de canto
Veste a toda alma com um poético manto
Dando á emoção o sentimento e o carinho
Com inspiração romântica, o amor poeta
Num sabor de agrado, e de doces sonhos
Também, declama momentos tristonhos
Desenhando versos de façanha completa
Vem a poesia, sedutora tal uma serenata
Louvando o espírito com atrativo bonito
Tocando pra existência melodia acrobata
E de um pôr do sol a luz nascente do dia
A poesia tem os tons do acaso do infinito
E lá vem a poesia, e o poeta a reverencia...
© Luciano Spagnol poeta do cerrado
01, outubro de 2021 – Araguari, MG
