Tag poesia

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⁠Não uso as redes sociais para ganhar seguidores, mas para dar a minha opinião. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O amor não é para ser conquistado uma única vez, e sim é para ser conquistado sempre. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sou poetisa antiga 
nem sou poetisa nova,
sou poetisa eterna
tal como a primavera. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não que eu seja

da prepotência

mais uma filha,

Cada linha escrita

na existência 

não necessita 

de terceiros 

para serem arautos,



(Tem gente que 

olvida que o seguro 

morreu de velho).



Não que eu seja

orgulhosa,

Cada linha escrita

apenas necessita

das pausas estranhas

da minha cidade,

Porque a minha 

poética tem vida própria,



(Ela mesmo só 

precisa dos olhos 

e dos teus sonhos).



Não que eu seja 

ostracista,

Cada linha escrita

nasceu do convívio 

como noiva eterna

do Pablo Neruda, 

e que hoje conta

com os beijos da Lua,



(Que não se permite

fazer parte nunca

de antologia nenhuma).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pagando o alto preço 
dos poetas em vida,
com igual honra 
do soldado regressado
de vez da guerra,

Para no futuro virar 
o pão de quem precisa
seguindo tranquila 
para um lugar distante
da minha terra, 

Não duvido do que 
está sendo escrito 
pelo sutil destino 
inevitável em pleno 
mundo esquisito,

Respirando fundo 
sempre que passo 
por uma provação,
em nome do dia certo 
que sei que tu vens,

Você é que tem feito 
com que eu resista 
as intrigas e a malícia
de quem acha que
assim me esgota 
e se diverte comigo,

Nenhuma saia justa
tem me vestido mais 
do que o mau tempo 
e a distância de não
ter você por aqui;

E tocando o éter 
da tua história, 
pressinto que
os teus lábios silentes 
ainda me resguardam 
no peito como a balada 
de amor inabalável,...

Caminhante em círculos, 
sem data e hora marcada,
até porque não nos conhecemos;
e por Júpiter, Saturno e a Lua
todos foram surpreendidos,
mas certa de que invencíveis seremos 
quando pele com pele nós dois habitaremos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O pincel do Universo 
transita na galáxia,
é transe do arrrepio 
neste continente
ilhado por desastres.

Júpiter e Saturno 
em ritmo turco,
nas minhas palmas 
e na testa venho 
e trago todas luas.

Há em nossas alturas 
o véu que envolve
o tempo e anoitece
em todas as músicas,
e lanço as mil juras.

Porque na passagem
da intensa madrugada 
no céu que brinda o dia
no mar ou na montanha
sem me importar 
em qual paisagem,
Certa estou que tu vens,
e a tua loucura de amor 
não será jamais miragem.
 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Envolventes palmas,
na testa marcada
e nos pés descalços 
há os sinais da mais
brilhante e distante
das galáxias nomeadas
e tempos de roseirais: 

Cosmos RedShift 7
e o zodíaco na pele
de quem nem mesmo 
o mau tempo teme.

Desconfiava sempre
que eu era diferente,
e sempre soube
que estava certa
com o coração voltado
para a Lua e o infinito:

O meu rosto carrega 
a herança visível 
de um povo perdido,
e da minh'alma gêmea.

Nas mãos bailarinas 
que trazem acenos 
para a imortalidade,
eu sei e você sabe,
e assim nos queremos
com pacientes segredos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para o poeta de verdade, o desprezo, o anonimato e a indiferença são combustíveis que colaboram
com potência na construção da sua obra imortal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Venturas que quero
somente nos braços 
teus encontrarei,
O tempo e o destino 
em espiral indicarão,
as luas no caminho. 

Desenhando colinas
com os meus versos,
para erguer mundos
e tombar impérios:
O Deus da Guerra 
não vai mais dançar 
no meu hemisfério.

Aventuras de fogo,
somente nos lábios 
teus encontrarei,
Galáxia do Girassol 
com amor e paixão 
só à ti pertencerei.

Irrepreensível manhã 
custe o quê custar, 
não adianta conspirar,
porque eu sei que vem;
Não existem calabouços 
que resistam o convívio 
com o tempo de escuridão. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É noite ancestral de Lua 
do resiliente Lobo-Guará,
a tua boca vadia pela
minha ainda não está 
com beijos de guaraná. 

Destino fatal sem avisar
que cortejou os ponteiros 
do tempo das Américas
para dançar na escuridão,
quero colo e o teu coração.

É noite paranormal de Lua
em ares sinistros de rua
vazia e silêncio estranho,
mas pensar no envolvente 
e tão lindo olhar castanho:
distrai e me põe no colo.

No rio suspenso da noite 
o girino cósmico desafiou 
as vitórias régias do céu 
da nossa América do Sul,
o atroz e o mundo nos parou.

De ti não vou desistir
mesmo sem previsão 
do que possa acontecer,
pelo siderado condão
mais do que deveria ser:
indômita em inundação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No século onde a Grande 
Nuvem de Magalhães 
vem tirando a Via Láctea
pela cintura até a Lua
para dançar com fervura,
confesso que escrevo 
para seduzir e encantar.

O fato do amor na minha
vida não ter surgido,
não me faz desesperada,
depois de tudo que vivi, 
não havia percebido 
que a poesia era destino.

No tempo dos amores 
impossíveis ao menos,
aqui estou disposta
a fazer os amores 
inesquecíveis mesmo
que não sejam os meus.

O final do tempo a mim
também me pertence,
na Galáxia do Rodamoinho
mesmo que seja tardio,
e o amor estiver escrito: 
nós nos encontraremos,
e não nos perderemos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da vida nova e do Ano Novo
ninguém que escapa,
nem mesmo por intriga
ou mau tempo que os adie;
Porque o quê é do Homem
nem mesmo o bicho come.

Nos sinais do Universo 
ainda busco caminhos
como nômade que 
faz a sua tapeçaria 
com a luz das estrelas
e te deseja sem retórica.

Por aqui tem esperança 
porque ainda há muita 
poesia viva em abundância 
e ainda amo a minha Pátria,
e escuto bastante música 
romântica sem me importar 
com o quê de mim pensem.

Da Centaurus A puxo o fio
da meada e do prelúdio 
que iremos nos encontrar
numa bonita noite de luar,
não sei se é por pressentimento 
ou mesmo até válvula de escape,
o apelo da imigração continua vivo. 

E neste corpo bonito fico imaginando 
o mapa de todas as minhas rotas...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠o compromisso há de ser
sempre com o nosso amor
e esforços concentrados
para buscar não tropeçar 
nas armadilhas ocasionadas 
pelas palavras mal empregadas

para que não haja distrações 
na selva de pedra de distorções
silenciarei só para ouvir 
nossos batimentos e respirações 

voto firmado com o quê
é celestial e a maneira sutil 
como fusionaram seis galáxias

não será difícil unir corações 
como se fundam pátrias
na primavera das emoções 

e enquanto você não vem
orgulho-me de unir casais 
pela letra feita de fibra 
provando intrépida e retinta
que amar nunca é demais 

assim pactuando com o luar
todo dia e com a beleza 
para quando a vida voltar
a nos encontrar para fazer 
do teu coração lugar de morar 
e do meu o teu refúgio ímpar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Com poesia tudo, e sem poesia nada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando uma pessoa boa 
estender a mão não se esqueça 
de que ela não se trata 
de uma pessoa boba,
e sim de uma pessoa poderosa
que é capaz de viver apesar 
da zombaria, do pouco 
caso e superar qualquer traição.

Quando uma pessoa boa perdoa, 
ela se reconcilia sempre
em nome do que é respirável 
e em nome da memória
mesmo presente em algumas  
situações de convivência 
ela não está mais ali e se afasta
para não viver de aparência.

Quando você deixa de ser 
uma pessoa boa, reduz 
mente ou permite que lancem
dúvidas sobre uma pessoa boa,
não se esqueça da ironia do destino
e que pela sua autodestruição está agindo,

uma pessoa boa é uma pessoa boa,
e não é como você uma pessoa fútil e tola;

Cedo ou tarde uma pessoa boa 
conquista a reconstrução,
os ciclos da história sempre se repetem,
um raio sempre cai no mesmo lugar,
e uma pessoa boa é sempre insubstituível,
e uma pessoa ruim como você não.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Magnólias acima da onde

nós nos encontramos,

Pétalas de magnólias 

sendo suspensas pelo vento.



Sob o Sol, a Lua, os astros

e as cinco luas de Urano,

Estou escrevendo poemas 

para te amar sem engano.



Magnólias e suas pétalas 

suspensas pelo ar,

E eu olhando as estrelas

querendo te alcançar.



Não há nada de errado 

te desejar em silêncio,

E planejar mil rotas longe 

deste mundo em desespero.



Magnólias acima de nós 

constelando o campo,

E enfeitando a visão 

serão um bouquet na mão.



Titânia, Oberon, Miranda 

Ariel e Umbriel dançam,

Como ciganas na órbita 

sob a regência mística.



Magnólias falam muito 

a respeito do que será feito,

E por nós será perfeito

e sem hipótese de regresso.



Como selvagem assumida

não preciso de jóias na vida,

Apenas preciso de gente 

de verdade e paz para ser feliz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ainda vendo você 
como a miragem 
de um paraíso perdido
em meio a primeira 
Lua Cheia do ano
num rumo sem receio 
que para nós antevejo.

Parece que foi 
ontem que cruzastes
o meu caminho
com teus akhal-tekes
de fogo hipnotizados.

Busco por antecipação 
fixar extensos territórios  
que serão todos nossos, 
Onde haverão pedágios 
feitos de beijos, abraços
que vão transitar livres 
nos recônditos espaços.

Ombros, quadris,
Norma et Regula que
em ritmos inequívocos 
têm nos beijado e revela
em passos cadenciados
um futuro que nos espera.

Desta vez sem erro
me propus a jogar alto,
porque a felicidade 
nos encontrará cedo 
ou tarde livres do medo,
É só questão de céu
e mar aberto porque
de ti sei que já pertenço.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você me traz para dentro
quando me distraio 
com este mundo sombrio,
e me faz esquecer de tudo.

Como o Sol entretendo
a Lua Cheia no Universo,
me tocas do jeito certo
e ocupa o pensamento.

Você me seduz do alto 
com encanto, salto
e este jeito macio 
de se tornar a urgência.

Como Galáxia Circinus
me cobrindo de carinhos,
te quero meu e rendido
com toda a competência.

Você me coloca no peito
anjo lindo, bom e divino
sempre para me acalmar,
és ímpar para ser meu par.

Como fios convergentes
e Aglomerado do Esquadro
em breve longe do passado,
juntos estaremos lado a lado.

Nada desta tragédia humana 
nunca nos vestiu, a carapuça 
não nos pertence: prevenidos
preservamos o melhor da gente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma pequena curiosidade poética sobre o nosso Brasil que muitos estudam pelo menos uma poesia dele no Ensino Médio sem saber que se trata do nosso poeta nacional, vocês sabem qual é o nome dele? Gonçalves Dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Todas às vezes que houver um otário ou uma otária querendo chamar os meus poemas de textos poéticos na tentativa de reduzir o meu talento como poetisa, farei à mim mesma e aos meus poemas elogios narcísicos e exacerbados só para deixar a pessoa sem graça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Que ninguém se importe,
não veja ou não creia: 
continuo sempre a mesma.

Sou a poesia desta cidade,
traçando rotas que tragam 
você em alta velocidade.

Sei que você não é mais 
o mesmo de antes,
e me deseja de verdade.

Vem em ti surgindo muito
antes do Ano Novo 
Lunar imparáveis desejos.

Por adivinhação algo diz
que todo o dia você tem 
me colocado no seu ritmo
para me colocar junto
ao calor do teu peito.

Em fascinante silêncio 
desfruto em segredo
a sua capciosa sedução,
porque este romance
como o Sol está se erguendo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poema primogênito,
eco gutural ao vento,
da guitarra o lamento
de todo o mês feito 
de memória e de mar.

Da memória nunca
vai apagar porque 
não faz pacto 
de rendição:
a vida ensinou
do que é justo não 
se deve abrir mão.

A Bolívia e o Chile 
continuam sem 
o mar e com a tal 
lei longueira que 
não permite o povo 
na vida se emancipar,
a história ainda não 
voltou ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não existe 
cultura 
de prevenção,
passaram 
três anos 
sem nenhum
tipo de indenização 
ou reconstrução;
e assim Mariana 
escorreu entre 
os dedos 
e o lucro
falou mais alto 
do que tudo,
e em Brumadinho
eles repetiram
os mesmos erros
soterrando o povo
de rejeitos e fazendo 
o Governo correr 
sem parar para 
tentar nos salvar.

Os estragos foram 
feitos e já era 
tempo dessa cultura 
de desleixo mudar. 

Porque quem mexe
com mineração 
tem a obrigação 
de fazer um plano
de contingência 
para não mergulhar 
a população na
lama por causa 
da incompetência.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sou a tempestade 
Do deserto,
A história próxima 
De um povo refém
De um Estado em
Total obscuridade.

Dos porões da China
Ouço gritos uyghurs
Sendo torturados,
Dobra intrépido 
o sino de metal,
Não posso fingir
Que nada sei,
Não sou cúmplice 
Do silêncio letal.

Poucos têm noção
Que ainda existe
Sem algum perdão
Neste giramundo
Para quem quiser
Com os próprios 
Olhos constatar:
Os tantos campos
De concentração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Da América do Sul
eu sou o último 
soldado da trincheira,
Poema de sete 
assentamentos,
Letras de sete
indomáveis ventos
agitando o mar
para a memória 
jamais se apagar.

A ironia orquestrada 
a palavra descumprida,
não serão ultimatos,
porque o justo sempre
há de ser irrenunciável,
a história, a verdade 
e os fatos jamais
serão apagados.

Neste oceânico
poemário altivo 
como o vale
e de uma história 
que envolve 
uma questão 
não honrada,
e uma injustiça 
cometida no dia
primeiro que por
haverá sempre
de ser relembrada.

Inserida por anna_flavia_schmitt