Tag poesia
“Enquanto algumas gritam para serem vistas, outras, na sua quietude, atraem homens que enxergam além.”
"Aquele momento em que teu amigo fala que voltou pra ex depois que ela pediu um tempo.
Eu: Ah, legal… agora entendi: você é só burro!"
"Tem gente que só aprende quando a vida responde com a mesma arrogância com que ela tratou os outros."
Quando o povo me pergunta como eu me senti ao ver minha ex com outro:
Povo: Como se sentiu?
Eu: Não senti nada.
“Eu tentando entender: a pessoa curte, comenta, segue… e depois unfollow. Será que ela é sonâmbula digital ou tá testando o botão de seguir?”
“Vivemos tempos em que o medo é virtude, a verdade é crime — e uma simples voz autêntica, um grito de resistência.”
Em seu discurso na Bennington College, em 2012,
Peter Dinklage parafraseia uma das frases mais
icônicas de Samuel Beckett:
"Já tentou. Já falhou. Não importa. Tente de novo.
Falhe de novo. Falhe melhor."
“Às vezes, o herói não volta. O helicóptero não aguentava o peso… então ele se tornou a solução: ficou para trás.”
“A necessidade de se explicar em excesso denuncia a ausência de autoridade antes mesmo do julgamento.”
(...) Em dezembro de 1983, nascia uma afável de uma deleitável criança, cuja vida não lhe foi tão propícia aos anseios inocentes de sua inflorescência infância.
Pertencente a uma origem humilde, ele recebeu uma educação doméstica e acadêmica sigilosamente rudimentar, porém, eficaz.
O seu caráter cortês foi moldado precocemente por ironia do destino, deixando-o parcialmente inibido ao seu mundo interior propriamente dito, ou seja, o seu “eu”.
O tempo passou, e naturalmente o menino de olhos claros, a cor da natureza, de cabelos castanhos e de uma estrutura emocionalmente épica, tornou-se num dócil homem sensivelmente inclinado a uma dimensão gerada nos corações poéticos, de seres meramente apaixonados pela arte de escrever.
Apresentando ser um mancebo convencido (o que não era) por ter um semblante austero, era um jovem bem-humorado e eufórico na área da comunicação.
As suas decepções amorosas deixaram o centro das suas faculdades glacialmente petrificadas, no entanto, maduras, sem esquecer que o universo, por um todo, conspirou propositalmente a favor de uma coesão ilibada de sua simplória dignidade masculina.
Mesmo tendo como experiência, diversas desilusões sentimentais, esse probo sonhador, nunca deixou de acreditar na força cândida do casto amor, concebendo assim, uma personalidade definitivamente singular e assaz para uma patente óptica horizontal da sua vital existência.
Aos 19 anos, tornou visível a imagem latente duma película revelação artística no seu desvanecido âmago, da qual se espargiu pelas fronteiras exteriores do universo clássico da literatura coeva.
Anos mais tarde, um ser magnificamente metafísico, chamado transcendentalmente de EL (Deus), une grandiosamente a sua alma ao core de uma linda mulher, que se tornou para ele num límpido baluarte moral e afetivo, pela qual discorre o início de uma triunfante história que não terá um ponto final escrito por mim, mas futuramente pelos seus áureos filhos, que serão eternas e importantes estrelas de uma era não muito distante ou por nobres companheiros, que o auxiliaram com bálsamo no período bélico da sua rústica jornada.
Enfim, esse fidalgo ser não foi nenhuma celebridade, nenhum fenômeno heroico e muito menos um mito greco-romano, ele foi simplesmente ele, Diogo Oliveira, mais conhecido e respeitado carinhosamente pelos seus veros amigos de: macjhogo,
"o escritor".
"Quem é Diogo Oliveira?
Ele é apenas um nômade escritor que brinca com as palavras, e veleja nos rascunhos de um espectro poeta, a procura de conduzir a imortalidade dos seus meros pensamentos através dos borrões de seus textos."
"Sou apenas um livro ambulante, propenso na retórica de um idealista atraído pela arte de escrever."
"Não ouse me julgar baseado na ponta do 'iceberg' do que falam ao meu respeito. Você sabe o meu nome, não a minha história."
