Tag poesia
De onde vens, oh! nuvens da tarde?
que tristeza é essa em seu olhar?
névoa, seiva e ventos,
para aonde vai as tuas certezas?
é pouco teu sorriso,
é forte o teu cheiro,
a cerviz da vida é dura,
mas o que procuras
tão longes assim?
Aguas de repouso?
alegria do sopro
o que significa essa roupa branca
que se desfez com o vento ?
O viajante iluminado, "conversando com as nuvens".
A experiência da poesia,
aquiesce a chama da esperança
avia-se, a vida a harmonia das cores
dialoga, com o sublime interior
Experiência de peregrino.
.
Eu via uma terra de viajantes, terras distantes.
Alguns jovens sentado à margem, pássaros cantando,
ramos de flores, algumas cores do presente.
-- Vi uma geração, cantando alto aos montes,
vi brilho de criança, com sorriso de paz,
havia mares ao redor da ilha,
o sol era quente; havia nascentes de águas puras
observei e vi vidas, saindo da semente,
músicas clássicas em cantos gregorianos,
os velhos não envelheciam, à espera do final
Havia uma escola de cantos,
fogo sagrado em cada instrumento,
os instrumentos eram homens
que através da história
buscavam fazer uma cidade melhor
Sábios, juntos da palavra,
sábios, perto de Deus
cidade fortificada,
cidade poética
Do telhado,
eu vi o rosto da eternidade
as pombas circulando
em meio ao vento,
o tempo, invisível
fluindo os sentidos,
no ar das inspirações.
o amor, as vezes é verde
semelhante a árvore
nela mora, muitos seres
deveres, histórias e estações.
Escrevo-lhe,
sombras, símbolos e insígnia
vem dos olhos
a imagem das flores,
e dos amores, as letras a vida.
A minha poesia,
é sobre a realidade,
sobre a tarde, sobre o chão...
.
É verso de estrada,
história contada,
também solidão
.
Não segue uma métrica poética,
é sobre o nada cognitivo
ventos e incertezas
as vezes, belezas da religião
.
Muitos que já morreram
e outros que vivem na sombra
é sobre a luz da esperança
penumbra
.
é apelo à casa dos sábios,
sobre o condado estórias de livros
sobre o rio e sua margem,
eternidade na vida humana.
POESIA
Feche os olhos, desenha-se, um papel
ao olhar-me, flores de manhãs,
verde súbito entre cores azuladas,
breve pensamento matinal,
siga-me,
§
IN CONTROS
🍂
Há uma poesia
nos encontros
Pelas vias e
veias da arte
Há propósitos
em todos os lugares
Ciclos de luares e
Entardeceres.
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§
Em seus olhos
a imagem do céu
sorrindo
transbordando paz
Confiei no tempo
nas palavras houve pausas
formas, reconciliação
Luz interior
em certas manhãs
o silêncio em sombras
nos faz brilhar.
§
"O viajante Iluminado"
...
Peregrino,
Era uma criança,
que levava muito a sério o verbo viajar,
Antes, era nas estradas de chão do nordeste
depois na transição para às letras,
e depois o voo à imaginação.
-
Sempre me vi como peregrino,
tentando descobrir florestas e oceanos
as geografias e as histórias;
que tempo bom!
-
Embora sejam horizontes distantes!
Eram também horizontes mais amplos.
Uma terra de muita poeticidade
In Peregrino
§
Na primavera,
redescobrimos
as folhas
§
O que é puro
é também
passageiro
§
Peregrinos
de dantes
anos
Provérbios - Tomo I
§
A fonte da manhã renova-se.
O vento sopra e as águas fluem.
Há um rio interior.
§
A vida hoje te diz
aquilo que mais precisas ouvir.
Um apelo ao ser
as riquezas ocultas e escondidas
Desperta-te, nessa manhã.
━
Que a poesia e a beleza sejam para nós,
Uma fonte sem reserva.
E torne-se em nossa rotina.
Pontos de encontro.
—
Há uma abrangência
de saberes
em cada manhã
um novo nascimento
novos passos
novas cores
& consciência.
Com luz de alma na mão,
um brilho de amanhecer nos olhos
e simplicidade, no andar
Eis aí, um poeta.
"A meio da luz do sol e a terra
há oito minutos de tempo
onde a fala do vento
traz esperança à pele do ar".
