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⁠Eu perdi o medo chuva

Perdi o medo da tempestade
Dos raios e trovões
Perdi o medo da escuridão
O frio já não me arrepia
Eu ja não evito a solidão
Aliás até gosto
Tenho medo mesmo
É da mentira
Da hipocrisia
Daqueles que finge ser oque não são
Vidas de aparências
Tenho medo é de que pra ter as pessoas
Eu me perca de mim mesma
Eu não me encontre mais,
Por ja estive enterrada
Em expectativas de outros
De muitos que me rodeavam
Que só me amavam,
Enquanto fizesse oque eles esperavam
Tenho medo é desse amor
Que se torna dominador
Perdi o medo da vida
Por que com medo
A gente estaguina
E se torna, como pedras
Que choram sozinhas
No mesmo lugar!

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Eu no espelho

Minha pele amanheceu seca
Diante do espelho uma ruga que antes não tinha
Uma pinta que eu não conhecia
Os olhos caídos e cansados
Não são resultados de uma noitada
nem de uma jornada de trabalho
Acabei de acordar
E não me reconheço
Quem é essa no espelho?
Será que dormir por anos?
Ou me esqueci de viver?
A verdade é que vivi
para satisfazer a todos menos a mim
Será esse o meu fim?
Será Que ainda há tempo para mim?

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Primavera

O prelúdio da primavera
Anuncia uma nova era
Realçando as cores
Destacando as flores
É o renascimento
Que causa encantamento
Oque o outono derrubou
E o inverno castigou
Agora resurge em massa
Trazendo amor e a graça
A luz do sol aquece
E a paixão acontece
E a vida floresce.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Setembro Amarelo 

Tão belo
Quanto o amarelo
É a tua existência
Tua essência
Tenha paciência
E persistência
Supere as dificuldades
E adversidades
Venca um dia de cada vez
Que logo se passa um mês
Passa a estação
Aquele dia de cão
Será história
E você terá vitória! 

Inserida por juliana_rossi_1

A poesia voa nas asas da imaginação a cruzar as fronteiras, a nos transmitir a mais límpida das essências, jamais pensadas.

Vozes perseverantes

És deficiente, claro amigo!
Sim, uma casa bem construída,
Mas não se faz um abrigo,
Não sentes o amor desmedido...

Verdade! Meus olhos não veem.
Confesso, sonhei enxergar,
Vejo com o coração, não minto!
Enxergas, mas teu afago não sinto!

Não tenho pernas fortes!
Cadeira, rodas... Sina minha.
Você comigo não caminha
Mas sou asa mesmo sozinha!

Dizem que é lindo o cantar.
Gonzaguinha, Keréto, o sabiá...
Mesmo sem ouvir, voam cantos.
Muitos me ignoram, são tantos!

Sei que a fala sempre me faltou,
Nunca a encontrei na língua.
Deixas-me no silêncio profundo
Mas meus gestos reviram o mundo!

Estou na estrada e sou como você,
Nado, brinco, faço o acontecer...
Do cume ao fundo profundo do ser
Surfo, paraquedas... Menos temer

Inserida por Laurosouza

⁠Apenas uma poesia
Era o primeiro pensamento do dia
O último ao anoitecer
Era o desejo mais doce e profundo 
Estar em seus braços todos os dias
E assim eram todos os dias tão perto do coração e tão distante 
Todos seus pensamentos e desejos são que ele não demore pra vir ao seu encontro
Porque a vida passa tão rápido pra perder tempo sem amor
Duas almas que o destino apresentou
E que agora está pro universo unir e quando isso acontecer
Vou abraçar tão forte a ponto de estarmos tão seguros que jamais partiremos nem pra longe nem nossos corações.

Inserida por TatianaFaria

⁠Na poesia, o tempo para, e o mundo se faz canção, é a arte que transcende qualquer limitação.
Cléber Novais 

Inserida por clebernovais21

Galgando as linhas de seu corpo estonteante, que como ondas do mar, num vai e vem constante, quê num instante terminar tal uma explosão sideral fenomenal.

Inserida por osvaldo_zorzetto

⁠ARCHITETTO: ANDREA PIRLO E SEUS 44 ANOS DE “BLACK TIE”

Professore, Maestro ou Mozart, o eterno meio-campista italiano, sempre jogando "de terno", completa mais um ano de vida neste 19 de maio

Seu uniforme é Black Tie, dizem que joga de terno
Apelidado de Architetto, Andrea Pirlo no Milan é eterno
Talentoso com a bola nos pés, sua batuta é a chuteira
Construtor de jogadas, na produção do vinho é a videira

A orquestra toda gira em torno de seu ritmo
Seu toque de elegância torna o problema em algoritmo
Maestro da banda de Brescia, passou por Inter e Reggina
Mas em busca da sintonia, tornou-se rossoneri com gana

Andrea Pirlo: Architetto de uma geração

De alma rubro-negra, poeticamente não era católico
Por mais que seja do Panteão dos craques, é diabólico
Suas cobranças de faltas tinham o apelido de maledetta
A famosa batida folha seca tornou-se uma arte do “capeta”

Com toques curtos refinados e lançamentos com harmonia
Arquitetou diversas filarmônicas, mantendo sempre a sintonia
Decerto, na melodia da Azzurra, foi o regente da orquestra
Assim, na final da Copa do Mundo de 2006, a Itália terminou em festa

Com exímio controle de bola, era a redonda que corria
Organizando, afinando os músicos, mas sempre com maestria
Visão de jogo apurada, chutes com crueldade e passes com perfeição
Era o toque da alvorada colocando intensidade no meio-campo da composição

Um gênio da arquitetura: Pirlinho

Made in Italy, estudou um brasileiro como plano cartesiano
Traçou um ponto em comum e tornou-se virtuose em bolas paradas, como Juninho Pernambucano
Dessa forma, Pirlo tornou-se Pirlinho, um italiano com traços tupiniquins
É como se Arturo Toscanini fosse um pouco João Carlos Martins

Os Bianconeris se renderam ao seu adágio com pensamento presto
Por fim, o Tio Sam requisitou a poesia de um Hefesto
E o fogo deste Diavolo Milanista incendiou todo o planeta
Conquistando toda a Terra ou, de forma poética, a destruindo como um cometa

Inserida por Avipen

⁠🔥 Paixão Ardente 🔥 (Letra Original)

(Verso 1)
Quando o corpo clama e a mente se perde,
Teu olhar é chama, e o fogo me invade.
Eu sinto o desejo em cada gesto teu,
No silêncio quente, a noite é só meu e teu.

(Pré-refrão)
Teu toque é chama que me queima por dentro,
Cada movimento, é como um alento.
A gente se perde, não quer mais encontrar,
Na dança do desejo, só sei te amar.

(Refrão)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.

(Verso 2)
No beijo ardente, o tempo se apaga,
A única verdade é o que o corpo propaga.
Teu cheiro no ar me faz delirar,
Em teus braços, me deixo encontrar.

(Pré-refrão)
Teu toque é chama que me queima por dentro,
Cada movimento, é como um alento.
A gente se perde, não quer mais encontrar,
Na dança do desejo, só sei te amar.

(Refrão)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.

(Ponte)
E quando a noite se vai, ainda tenho tua marca,
O fogo do teu amor me toma e me arranca.
Não há retorno, não há mais razão,
Só sigo contigo, no ritmo da paixão.

(Refrão Final)
Estou cheia de desejo, tua paixão é meu ar,
Teu corpo é um mistério que não quero desvendar.
Na tua pele, encontro a perdição,
Sou toda tua, sem direção.

(Outro)
E se o mundo acabar, que seja no calor,
A chama que nos queima é o nosso amor.
Eu sou tua, sem dúvida, sem medo,
Nesse fogo ardente, me perco em segredo.

Inserida por dinhainocente

⁠A questão não é ter mais tempo, mas sim aproveitar o tempo que você tem

Inserida por andercamazzola

Soneto de autopostumação

Sensações póstumas devem ser reconfortantes,
pelo alívio do sofrimento de uma vida inteira,
tornando todo o peso do dia a dia uma besteira,
uma vez do outro lado nada mais será como antes...

Preocupações de outrora em vida serão irrelevantes,
parte de uma extinta realidade passageira,
meu espírito, móvel velho em que se tirou poeira;
renovado, fará de angústias e mágoas coisas distantes...

Não há medo, confio no que mereço, por tudo que fiz;
a morte é um processo natural, calmo e bem-vindo,
finalmente terei a chance de ser bem mais feliz...

Ao partir sei que a caminho do maior estarei indo,
será bom, jamais vi uma caveira com semblante infeliz,
todas espontaneamente estão sempre sorrindo.

Inserida por ClayWerley

Dramática limitação

Minha poesia é dramática,
acatafasia de temáticas vividas,
ama sucessão de ideias repetidas,
limitadas pela gramática...

Sentimentos em forma enfática,
exprimidos em frases batidas,
é o sistema com suas medidas,
tornando minha poesia apática...

Assolado pela falta de instrução,
à insipiência, condenado estou,
ainda assim, sigo na contramão...

Incomodando, por todo lugar onde vou,
indesejável anticlimax de tal objetivação,
um goleiro, a voar na bola e evitar o gol.

Inserida por ClayWerley

Soneto de metamorfose

Vida de lagarta.... Total limitação...
A sina de uma existência asquerosa,
de uma condição naturalmente desairosa,
melancólica, frágil e sem opção...

Destino de incomoda sujeição,
uma vida sofrida, triste e morosa,
de uma falta de perspectivas pavorosa,
onde há apenas a morte como solução...

Quando minha alma, este fulgor tépido;
de meu velho corpo irá se separar;
meu caixão, morada do cadáver fétido;

será o casulo que irei abandonar;
e estarei livre, me sentirei lépido;
borboleta pronta para voar.

Inserida por ClayWerley

Soneto de realidade

Outra vez uma história mal contada...
E a cada frágil argumento lançado,
quebro, como um vaso despedaçado,
retrato da minha alma machucada...

A decepção bruscamente instaurada...
O afeto assim se fez, menosprezado,
a confiança, este bem tão estimado,
destruída, implodida; reduzida a nada...

Humilhado, sem ter tido o ônus de errar,
iludido, perdido no limbo desse ínterim,
até sentir o açoite da traição a estalar...

Respiro consternado, perante o fim,
quizera eu, apenas a utopia de amar,
sem que fosse usado isso, contra mim.

Inserida por ClayWerley

Normose

Uma triste epidemia assola a humanidade,
sintomas claros, quase sempre ignorados,
produzindo indivíduos massificados,
destruindo toda e qualquer individualidade...

Um distúrbio coletivo de personalidade,
criando humanos cada vez mais alienados,
com estilos e pensamentos padronizados,
Impostos por nossa hipócrita sociedade...

Condenando-os a este mar de mediocridade,
onde impera uma absurda falta de criatividade,
aliada a medo, conformismo e incapacidade...

Eu... Tento preservar a minha integridade,
permanecendo fiel a minha própria identidade,
mas isso soa para a maioria como insanidade.

Inserida por ClayWerley

Origami

Para você um dia dobrei,
o mais belo origami...
Mesmo que tu não me ame,
De ti, para sempre eu lembrarei...

Destino não quis? Não sei...
Por mais que eu reclame,
e em meus poemas declame,
de certo, nunca saberei...

Sutil arte em definição,
meu amor por ti assina,
singela obra de paixão...

Geometria divina!
Resta lembrar que perfeição,
para mim és tu, menina.

Inserida por ClayWerley

Escravo do sistema

Segunda-feira, obrigação de ter que ir trabalhar.
O sono ainda reside em meu corpo, me sinto cansado,
o relógio já despertou, e me vejo novamente atrasado,
ainda há estrelas no céu, mas tenho que levantar...

Tomar banho, escovar dentes, enfim me arrumar...
Acelerando meu próprio ritmo ainda que contrariado,
rumo ao ponto de ônibus rezando que não venha lotado,
esquecendo o café da manhã; sem tempo para tomar.

Mero detalhe diante de tantas outras adversidades,
que durante a semana inteira irão me aborrecer...
No fim de semana o cansaço esgotará as possibilidades.

Trabalhar, trabalhar; trabalhar... E não viver.
Escravo do sistema, encurralado por minhas próprias necessidades,
não tenho direito a nada que me dê prazer.

Inserida por ClayWerley

Soneto da paixão recente

É felicidade plena,
senti logo de início,
por ti, todo sacrifício,
se torna coisa pequena...

Você faz valer a pena,
tudo... Qualquer artifício,
mesmo sendo malefício,
ou qualquer insensatez terrena.

Por ti faço o que for...
Afim de que resolva,
abrigar-me em teu calor.

Vem... Me leve, me envolva...
Inebria-me com teu amor,
e nunca mais me devolva!

Inserida por ClayWerley

poesias são lágrimas, são falas, sussurros de amor,
é autoestima, mas também flagelo,
poesias e você, são sinônimos no meu dicionario, arrancas de mim sorrisos, mas também choros aos bocados,
és a minha glória, mas também o meu declínio,
sinceridade, mas também fingimento. fingimento que dói, que destrói a gente.

Inserida por pensamentolivre

⁠Por que a flor é tão bonita? Porque sabemos que não durará para sempre. O efêmero tem sua própria poesia, nos ensina a apreciar o agora. O mesmo vale para a vida, para os encontros, para os momentos que nos transformam. Nada dura para sempre – e talvez seja exatamente isso que faz tudo ter tanto valor!

Inserida por darcicley

⁠O amor é a casa

Já fui feito de incertezas, mas em você encontrei morada. Não um abrigo qualquer, mas um lar onde o mundo se aquieta e tudo faz sentido. O amor não é um lugar, é a sensação de estar onde sempre pertenci.

Inserida por darcicley

 Aqui meus sentimentos viram cura 
É onde existo, e tudo faz sentido
Onde despejo alegrias e medos 
E também onde me permito sonhar
Onde conto minhas angústias, sem medo de me julgar.

Inserida por katiellilicht

⁠Na sexta-feira, sigo a estrada da vida, Em baixo do sol que me aquece sinto sua guarida. Com força e ânimo, enfrento a jornada, Em cada passo, encontro meu alvorada.
É o dia da semana que me inspira a bailar, Onde desafios se tornam oportunidade de brilhar. Na sexta-feira, sou o autor do meu destino, declamando sonhos com determinação e tino.
Deixo para meu cansaço da semana corrida, Abraço a sexta-feira, aliada querida. Com entusiasmo e coragem, persigo meus anseios, Na sexta-feira, encontro força nos meus devaneios.
Então, que a sexta-feira seja meu guia e farol, motivando-me a seguir em busca do meu ideal. Com fé e paixão, sigo o cheiro da alegria, Na sexta-feira sorrio da noite ao raiar do dia.

Inserida por MauricioCCantelli