Tag poemas

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⁠Bem-vindo a Couves, Piauí

Do asfalto à terra
Do shopping ao campo
Do celular à árvore
Do carro à moto.

Experiência forte
Como no galho a foice
Retirando frutos doces
De quem do shopping a roça foi.

Do DF ao Piauí
Ansioso com você
Nossa vida dividir. 

Inserida por IrairJunior

⁠Se eu fosse um beija-flor,
beijaria você com muito amor, minha flor,
se eu fosse o vento, eu iria pra onde for,
mas eu voltaria pra você sempre, amor

Inserida por ericsousa20203847743

⁠O Véu de Lete

Antes do alvorecer, fui tudo.
Rei e réptil, mãe e mártir,
ferro e flor.
Fui punhal e promessa,
fui incêndio e oração.
Mas ao nascer, bebi do rio.
E esqueci.

O nome da lâmina que me cortou.
O rosto da alma que me amou.
Os juramentos murmurados entre dentes
na última noite de outra vida.
Tudo se perdeu.
Como areia entre os dedos do tempo.

E no silêncio do não saber,
floresceu o saber maior.
Não o saber das lembranças,
mas o saber do instinto,
da escolha que pulsa sem porquê,
do medo que avisa, da paixão que chama,
do erro que retorna como mestre.

Esquecer foi meu pacto.
Minha chance de ser novo
sem me ferir do antigo.

Pois se eu lembrasse…
ah, se eu lembrasse!
Perdoar seria impossível.
E amar, um risco repetido.
Cada gesto se tornaria prisão.
Cada encontro, um julgamento.

Mas neste esquecimento sagrado,
a alma dança.
Livre de correntes de glória ou culpa,
ela ousa errar de novo.
E ao errar, aprende —
não com a mente, mas com a essência.

No final, quando o corpo dormir
e o véu se erguer,
voltarei à margem do rio.
E saberei.

Mas por ora, bendito seja o esquecimento.
Ele é o ventre onde renasço.
É o chão fértil do esquecimento
que guarda a semente da eterna sabedoria.

Inserida por robscheuer

   Eu era um farol que ardia intensamente
e ela as estrelas no céu sem lua.
   Sempre que eu mostrava meu fulgor
as estrelas fugiam ao escuro.
   Por isso diminui meu clarão luminoso
para ver as estrelas dela.
   E enquanto meu fogo morre lentamente
mais estrelas eu vejo.

Inserida por UmMeroNomeador

⁠Solidão

No cair da noite as luzes se apagam,
Mergulhando em plena escuridão,
Sozinho no escuro dou conta da solidão.

Como o enorme espaço que em minha cama,
hávia sobrado,
Em um grande vázio o meu coração hávia encontrado.

Inserida por albertcn

⁠Silêncio no rádio


Estão escrevendo mais um poema de amor.
Perdão! Silêncio no rádio
Estão escrevendo mais um poema de dor.
É um poema tão quente
Que as vezes me faz muito calor
Ou um poema tão doloroso
Que as vezes causa muita dor
Silêncio no rádio
Não quero ser seu resplendor
Silêncio no rádio não quero mais essa dor
Silêncio no rádio
Perdão se meu tema é amor!

Inserida por edgi_carvalho

⁠Farsa
Inventei tantos disfarces para a minha dor!
Desnudei a alma e embriaguei-me de solidão.
E mesmo diante de tão grande inquietação,
Mantive sempre um sorriso no meu rosto.
Se não fui, quis parecer feliz a qualquer custo!
E esconder do mundo todo o meu desgosto.
Quis ser sempre de tudo o oposto, ainda que,
por dentro, todo o meu ser estivesse de luto.
Nunca os meus olhos verteram uma lágrima!
Nem diante da morte expressei algum lamento.
Nem interjeições de espanto ou sofrimento!
Guardava comigo, engolia à seco, disfarçava!
Não fraquejei um só instante, quis ser forte! Mas
quando te perdi, meu amor, tornei-me tão fraco!

Inserida por poetarossini

⁠Lágrimas
Dos meus olhos não saem lágrimas,
Só uma tristeza caricata,
Que em forma de cascata,
Banha de solidão o meu rosto.
No infinito de tantas jornadas,
Escrevi meu roteiro no livro da vida.
Andei por todo tipo de estrada,
Mas sempre de cabeça erguida.
Nas rugas do rosto o mapa do tempo,
Imprimiu toda a minha trajetória,
Entre conquistas e batalhas perdidas,
Eu fui um guerreiro, um sobrevivente.
E sigo nessa mesma estrada, com passos
lentos... relembrando a minha história,
Pois o importante é continuar vivendo,
Acreditando que nessa vida tudo posso.

Inserida por poetarossini

⁠Eu poderia te dizer mil palavras, mas nenhuma delas expressaria o amor que eu sinto por você, é recíproco e verdadeiro.

Inserida por joaonribe

⁠Não permitir que nada 
e nem ninguém tenha 
poder sobre ti em nome 
da sua própria existência,
aconteça o quê aconteça.

Seja indestrutível e floresça 
sempre por dentro,
enquanto a Sibipuruna
floresce determinada lá fora
e não marca no relógio a hora.

Não desista por nada nem ninguém 
em nome do amor de quem te adora,
e se não houver ninguém,
que venha ser por você mesmo,
porque é o quê para ti desejo.

Além de agosto que se cumpra 
com tudo o quê há de mais afetuoso,
e que o caminho grandioso 
se abra e permita serenamente 
o seu florescer maravilhoso.

Quando fores pelo caminho 
e perceber que faltam flores,
não espere e nem pense duas vezes:
seja você mesmo a sua primavera
que nem mesmo aplauso espera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma vergonha
Que na vida
Não passarei:
É a de prestar
Continência
À bandeira 
Do Império 
Porque nasci
Descalça,
Brasileira 
E ao poder
Não me 
Agarrarei,
Na minha 
Áurea tenho
O hemisfério.

Não repito
Lema do 
Passado,
Não aplaudo
Quem entoa
Tão pesado
Fardo exaurido:
'Brasil ame-o
ou deixei-o',
Na minha
Alma tenho 
O indígeno
E o mistério.

No meu peito
Está escrito 
Com o brilho 
Das estrelas
Do céu da Pátria,
Com o verde
Das matas,
Com o amarelo
Das nossas 
Riquezas,
E com o 
Amazônico 
Azul do mar
Que com toda
A mística 
Consigno:
Brasil ame-o 
ou ame-o.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Precisamos  de um banco nacional da poesia digital brasileira. Quem concorda, compartilha. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia Cinética

Absolutamente juntos 
em plenitude e ação 
na cena poética 
na balada do coração:
Poesia Cinética.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vilanela

O campo é onde se passa a cena
e por ele caminham as musas,
um canto para exaltar os pastores
e um profundo afeto com a terra 
comparável ao das grandes poetisas 
escrevem a mais bela Vilanela
que animam os desafiadores dias. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

Vaca atolada

Quem viveu a sua vida 
caipira ou tem a herança
que dela se orgulha,
Sabe muito bem o quê é 
tomar uma Vaca atolada
seja no frio ou até quando 
é madrugada no lugar do café.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando você tentar 
me tirar da cabeça
o coração não vai deixar,
Quando você tentar
me tirar do coração
a cabeça não vai deixar,
Por mais que tente 
nunca vai conseguir
O teu coração só
conhece o endereço
do meu tal qual 
o Sol ansioso de ver 
a Lua se revelar. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesias diurnas para Rodeio

A minha cidade é linda 
seja de noite ou de dia,
Por isso também dedico
poesias diurnas para Rodeio,
Porque a cada instante
deste meu poético destino,
um novo verso sempre me inspira
e no primeiro raio de Sol 
sempre acabo escrevendo
porque amor viver aqui em Rodeio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poesia da neblina para Rodeio

A poesia da neblina para Rodeio
aqui no Médio Vale do Itajaí
brinda o amanhecer com aconchego,
enquanto você não vem fazer 
o mesmo por mim nos teus braços
e eu por você com os meus mimos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bolo de Jabuticaba

Colher jabuticabas 
para fazer um bolo,
Enquanto se prepara
recordar o cancioneiro
pampeiro que embala
o coração faceiro,
Você sabe que não
há nada que me faça
deixar de te querer
o tempo inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Domingo em Rodeio 

Domingo em Rodeio 
é dia de ouvir o canto 
do Canário-da-telha 
misturado com 
a música da Igreja,
E aproveitar o silêncio 
do Médio Vale do Itajaí 
para descansar ou passear 
para refazer as energias por aqui.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No vigésimo sétimo dia do ano em Rodeio

No vigésimo sétimo dia do ano
em Rodeio quero que você preste 
atenção nos cantos do nosso 
belo Vale do Itajaí e agradeça
a Deus por viver em quaisquer
das nossas cidades daqui,
Porque estar cercados por 
tanta beleza que nos acolhe
é um privilégio que devemos 
ser gratos de maneira inabalável 
e buscar sempre ter entre 
nós um convívio diário afável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mais marcante a cada 
instante como presença
inabalável no seu coração
porque há em nós afinação.

Amor, paixão e sedução
de todas noites em viração,
perenal estrela das estrelas 
no universo dos teus afetos.

Incenso perpétuo e desejo 
crescente sem regresso
do escolhido destino certo.

Das horas a cara cavalgação 
que fortalece tudo ao redor 
e confirmação sem hesitação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Despertar em Rodeio 

Despertar com a mansidão
tranquilidade da neblina
e a garoa caindo sobre a folha 
da roseira e se espalhando 
pela nossa cidade de Rodeio,
Não permitir que nenhuma 
guerra do mundo permaneça
por mundo tempo no peito,
Escrever poemas no ar 
para quem sabe o entusiasmo
de alguém que pense capturar
o mesmo sentimento cultivar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Soldanelas d'água

Durante a madrugada
Soldanelas d'água 
desabrochando como
uma constelação 
no lago e se reconhecendo
com as estrelas do firmamento,
E eu que não consigo 
tirar você do meu pensamento
e do meu romântico peito,
Você não vai demorar,
apenas virá no seu tempo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Poeta sem vergonha 

Disseram-me que eu deveria 
ter vergonha de escrever poesia 
porque a minha escrita é comum,
Graças ao meu bom Deus 
que muitos dizem me entender, diferentemente da tal 
pessoa que disse não gostar 
e desconfio que ela não sabe ler.

Ler não é o ato isolado de ler,
existe gente que só de escutar 
ou até simplesmente tatear 
sabe com maestria entender,
Na vida só se pode dizer 
que sabe ler só se você 
de fato consegue entender.

A tal infeliz ainda ratifica que 
eu deveria ter vergonha do que 
escrevo e de ser chamada de poeta,
Vergonha mesmo eu não tenho,
porque ser poeta sem vergonha
é só para quem nasceu com talento.

Inserida por anna_flavia_schmitt