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⁠Quem nesta vida 
nos avisa amiga é,
estas palavras não
são frutos das minhas 
incontáveis poesias,
saiba quem as falou 
não está mais viva:

- O maldito usa todos 
como meio para se 
segurar no poder
e manter muitos 
sob o seu comando,
ele usa, faz e se desfaz
e nunca deixou 
ninguém viver em paz. 

Só sei que o maldito
além de atropelar 
os outros povos,
do próprio povo
nunca teve pena,
da minha parte 
jamais é cantilena.

Dúvidas não faltam,
perguntas sobram,
cabeças fechadas,
aeroportos fechados,
muitos ainda calados
e muitos cansados.

O mercenário que
queria fazer História
virou lenda por 
avisar da urgência
de fazer ajustes,
e por ter ganho
o coração do povo 
modesto que só viveu  
a vida inteira e vive
a brutal reprimenda.

Quem tirou a vida 
do mercenário
caçou a última utopia
do povo que nunca 
teve oportunidade
de viver em liberdade.

A verídica inteligência
não faz pacto com 
a intransigência,
Para cada baioneta
apontada revida 
sempre com um poema
de cabeça erguida
derrotando o inimigo 
dentro da própria casa 
sem avançar fronteiras.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cattleya granulosa
da minha vida,
imponente poema
potiguar florescido
com as tuas cores 
tu orienta o destino,
O romantismo para 
alguns é desperdício,
Mas em ti tenho 
o motivo para não 
me perder do amor 
predestinado no caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tornar-me a fada que dança
junto com as folhas fascinantes 
das carnaúbas maranhenses,
Imaginar me põe viva 
com desejos incandescentes 
fazendo que eu seja poesia 
silenciosa que te inunda
por todo o lugar que você anda,
Desabrochar junto com 
as jitiranas da Barra do Corda, 
Ser a testemunha apreciando 
a tua mão carinhosa espalhando 
solanos azuis perfumados
no destino que nos farão plenos indissolúveis e acordados 
num pacto de cumplicidade 
com a eternidade: indissociáveis.

 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A ventania desfaz
as esferas do Andirá
místico sobre mim,
Girassóis tocantinenses
estonteantes ondeiam,
A Arara-Canindé
surge presenteando
com a sua acrobacia,
Para que me agracie 
com a sublime vista
onde eu possa te ver 
e ao mesmo tempo 
viajar aqui dentro 
em busca do maior 
ofertório poético
do amor em surgimento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ter a minha orelha 
enfeitada por você 
com uma fresca
Sorriso-de-Maria,
Ler um livro de poesia 
na sua companhia,
Colher castanhas 
em terras paraenses,
Dizer olhos nos olhos 
que as tuas manhas
fazem a minha cabeça
e embalar a sua rede
até que você adormeça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Estrelinha branca 
nascida no Céu de ouro,
Poesia brotada
no meio da imensidão, 
És tu a Flor do meu pendão
e do Capim Dourado
que tem de mim o quê 
há eternamente mais apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Soberana Vitória-régia
dos igarapés amazonenses 
És filha da Vitória-régia
do poético igarapé místico 
do Hemisfério Austral, 
Regente-mor dos igarapés 
amazônicos mais profundos,
És o signo de todos os sonhos
que tem orientado do Norte 
ao Sul em todos os cinco pontos 
que comigo os tenho guardado
com votos sempre renovados
e toda a poesia que embalo 
para que ninguém obtenha 
nenhum êxito de tirar tudo 
aquilo que mantém o amor 
infinito e o coração coexistindo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A ventania espalha 
as sementes da Chichá,
Floresce o Maracujá
a Bromélia e a poética 
orgulhosa rondoniense,
Tenho preparado todo 
dia para nós uma festa,
O quê farei contigo 
só confesso mesmo
ao pé do teu ouvido,
O quê nos interessa
é o sigilo romântico
despido de toda a pressa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Caminho até o final 
do seringal espiritual
em busca da presença
que há de ser o meu 
o mais doce transe.

Aprecio a revoada 
da Arara-Vermelha,
penso no próximo
poema de amor
como se encontra
a real Costus d'alma.

Neste trajeto acriano
primeiro e derradeiro
no mesmo instante
como quem leu de estalo 
o próprio romance,
e sem ter nenhum medo
de se entregar por inteiro:

(Celebra o sentir verdadeiro).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu sangue é poema
que tem a cor exata
da Arara-Vermelha,
A minha liberdade
tem asas imparáveis:
é profundamente brasileira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Choca-do-Acre
cantando no galho
da árvore frondosa
trouxe a inspiração
poética e amorosa 
para dar o coração
na palma da sua mão,
E como prêmio sei 
que vou receber 
o seu em retribuição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Terrena e etérea amapaense 
cúmplice poética igual 
ao do Beija-flor-brilho-de fogo
assumo que me comporto,
Cada sinal teu tem servido 
de algum afetuoso conforto.

Desabrochando com a sutileza 
de uma Lepanthes Suelipinii
mesmo sem ter certeza 
se faz um ou nenhum sentido,
ainda obedeço o curso do rio
sem temer qualquer desafio.

Habitando nas entrelinhas
ribeirinhas deste mistério 
e busca devota tremenda 
como se estivesse o tempo 
todo diante sua presença
sendo maís de um poema.

Porque algo secretamente 
diz para continuar insistir 
em buscar heroicamente 
as frutas, o leite fresco 
do fascinante amapazeiro
e ser o teu amor derradeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Voando contra os ventos
fugindo do mau tempo,
não desisto de ser arauto
porque sei o quê procuro.

Onde tudo coopera para que
percamos a nossa essência,
a minh'alma de Jandaia 
cultiva sempre o melhor 
com toda a persistência.

Sementes de delicadezas
e castanhas das ideias 
para serem abertas 
por todos a qualquer hora.

Urge nos concentrar naquilo 
que direto do pé frutifica 
poesia para que a harmonia
se torne a inequívoca Soberania.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se quiser aprender 
o quê é união é ser 
como as estrelas
do adágio popular,
Na terra brasileira
é somente observar
a convivência no mesmo 
lugar dos Sabiás do campo
e das companheiras Emas,
Ser sempre um alguém
que nesta vida aprende
observando a Natureza. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Fragata Majestosa
me leva contigo
na tua maravilhosa
revoada profética,
gentil e amorosa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ave mítica da Mata Atlântica
desta nossa Pátria romântica 
do coração de quem jamais 
esquece ou desaparece 
com os próprios símbolos;
O Mutum-do-nordeste 
nas pontas das suas penas 
carrega a cor das estrelas 
azuis que no ar escrevem poemas 
que a incivilização conspirou deter.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Insisto chamar pelo 
seu amor com os cânticos 
mais melodiosos
da nossa América do Sul,
Eu te chamo poeticamente 
do Brasil que mora em mim
com o canto da Concriz;
Você é o amor absoluto 
que eu sempre quis,
E com todo este querer 
bonito e romântico 
continuarei te querendo
muito além do infinito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Curió convive com 
os homens que não
convivem com ele,
O Curió sabe mais 
o que é Democracia
do que muita gente,
O Curió está presente
nas cinco regiões,
e assobia quarenta
assobios diferentes,
O Curió sabe mais 
o quê é Soberania
mais do que muita gente,
O Curió convive bem
com tantos outros
pássaros e vive 
mais compromissado
com a União mais 
do que muita gente:
O Curió é bem mais 
gente do que muita gente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência foi semente,
foi a soma da união da nossa gente
no mar e no campo de batalha
se escrevendo crescentemente
pela mais bela terra do Continente,
A Independência floresceu
com Pau-Brasil e o Ipê-Amarelo,
Por mais que tentem romper
os laços filiais deste sublime afeto,
A Independência é sobrenatural
como a poesia que se reinventa
e ninguém domina pelos séculos.

Inserida por anna_flavia_schmitt





Minha Pátria profunda,

eu te coloco no meu 

amor mais absoluto,

No verdor das tuas 

florestas eu tenho 

o meu poético mundo,

No amarelo das tuas 

riquezas tenho 

a glória do destino,

No azul do teu Céu

tenho o abrigo 

mais sublime e lindo,

E sob a proteção das tuas 

vinte e sete alvas estrelas 

confio na tua guarda 

plena e altaneira 

da nossa Independência 

e deste peito de Sabiá-Laranjeira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se eu saí ou fiquei
ninguém tem
nada haver com isso,
O meu país está
a cada dia mais
vivo no coração,
Da Independência
não esqueci do Hino,
Eu nasci brasileira,
filha da gloriosa terra 
do Sabiá-Laranjeira,
E para este Brasil
nascido libertado 
entrego o meu amor 
sempre declarado 
num novo poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência como
Flor Nacional merece 
seguir o seu florescimento,
devemos manter imparáveis 
o nosso país vivo dentro 
do peito e vivo fora dele:

(quem quer quer seja 
ou tudo aquilo que tem 
desfeito o nosso afeto 
não deve ser obedecido)

como floresce o Ipê-amarelo 
amoroso, gentil e poético,
resistindo e sem se importar 
com tudo aquilo que não 
faz para si nenhum sentido, 
todos nós devemos amar 
o Brasil do nosso destino. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio na Independência


A minha bela e poética 
gentil cidade de Rodeio 
do Médio Vale do Itajaí 
foi comemorar amorosa
a Independência do Brasil,
a nossa gente se reuniu
numa época que para uns
o afeto pátrio desapareceu,
e o amor em nós permaneceu.

Ver toda a gente reunida 
encheu o meu coração 
de amor e carinho deixando 
neste frio ele bem quentinho
e no ritmo da fanfarra. 

A nossa gente que compareceu
na Vila Italiana
e a vestiu toda de festa,
de gentileza e de esperança
é digna do mais alto louvor,
e merece por mais essa 
e outras tantas muitos
poemas deste coração 
que profundamente a ama
e de Rodeio jamais se cansa. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Surucuá-de-barriga-vermelha
é o pássaro da canção,
poema que me põe em flutuação,
Meu amor de loucura 
e minha paixão única
que o meu completam ocupa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠A beleza de uma 
pequena flor fala 
muito do sentido 
de pactuar com 
a real fortaleza 
que é não abrir
mão jamais daquilo
que mantém a delicadeza.

Inserida por anna_flavia_schmitt