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⁠Suramérica, 
terra virada
em sanções,
conspirações,
eleições,
alucinações
e repressões.

Por aqui nem 
eu sou mais a 
mesma: até o 
meu Brasil que
era lugar de falar
não pode mais
se expressar.

Temos que ter 
cuidado porque 
até no cotidiano
querem nos 
censurar e não foi 
diferente com
os universitários 
que o Judiciário 
tentou os calar.

Foi cena 
de censura 
bem na sua 
cara que 
afrontou
de maneira
explícita 
o direito de 
manifestação,
não tente me 
convencer 
que não.

Não há como
fingir que
não viu e não
ocorreu 
tal tirania,
pois não
me permito 
ignorar
ou banalizar,
antecipo
a minha 
queixa 
porque
não quero
jamais
pagar
para ver,
versejo
para não
esquecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Botuverá

Do Médio Vale do Itajaí
tu me brinda com 
brilhantes da História
do teu nome tupi-guarani.

Do Médio Vale do Itajaí
és meu porto seguro
onde tenho o amor 
mais puro do mundo.

Em cada caverna tua
há um mistério meu,
que razão nenhuma
tem capacidade de ver.

Do Médio Vale do Itajaí
és o meu Porto Franco
desde o primeiro dia 
que me apaixonei por ti.

Cada centímetro teu
de Mata Atlântica
é a razão de ser meu
grandioso Botuverá.

Do Médio Vale do Itajaí
festa melhor que a tua não há,
por isso meu Botuverá,
espero a Festa Bergamasca. 

Porque o teu amor está
em mim, não vou desgarrar
e tua herança da imigração
para sempre vou honrar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Botuverá dos Ribeirões

No Rio Itajaí-Mirim és
o meu destino eternamente,
Unidos pelas correntezas 
da vida simplesmente,
Minha linda, Botuverá,
te amo perpetuamente!

Na palma da mão de Deus
está escrita os seus afluentes,
Como sou a poetisa 
deste Médio Vale do Itajaí,
eu consegui ler que 
que Ele nos ama simplesmente.
E no final da História seremos
o nosso amor eternamente. 

No Ribeirão Cristalina 
encontrei o teu amor 
a poesia da minha vida,
És a Botuverá infinita
que já estava prevista 
prá ser para toda a vida.
 
No Ribeirão do Sessenta
tu já era mais que um poema,
e eu ainda não estava atenta...,
Botuverá és minha fortuna,
o teu amor sempre compensa
e tudo o quê vale a pena.

No Ribeirão Porto Franco,
sempre foi motivo para lembrar 
o porquê de eu te amar tanto,
Posso navegar a noite toda
e andar por cada pedaço teu,
que jamais desta vida eu me canso.

No Ribeirão da Gabiroba,
te vejo a cada dia mais próxima,
Porque no fundo, linda Botuverá,
somos uma inseparável História.

No Lageado Alto e no Baixo
de ti jamais me separo,
Só de ouvir o teu nome,
o meu coração fica disparado
e nestes ribeirões deixei
o poemário um dia ocultado  

No teu Ribeirão do Ouro,
minha Botuverá valiosa,
declaro para devidos fins
que o seu valor é de poemário
e acima está de qualquer tesouro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Braço⁠ do Norte

Entre a Serra Geral e o Mar
a história do povo originário
e dos desbravadores onde
arpeja o Rio Braço do Norte
ergueu uma cidade de gente
honrada e forte que emoldura
com beleza o sul catarinense.

Montes, vales e colinas
repletam com mistérios 
o imaginário contemplativo,
Quedas d'água, córregos e rios
adornam com ternura 
a terra que retribui com fértil 
e gentil beijo ao Homem.

O curso da água doce 
com o mar se encontra,
O tamanho do amor que tenho
por Braço do Norte perdi a conta:
Só sei que verei a Lua surgir 
e o Sol nascer além da conta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se soa do 
jeito dele
como vós,
ele não 
pertence a nós,
mesmo que 
tente reescrever 
a história tal fato 
não apagará 
da memória: 
ele não é santo, 
ele se trata 
de um algoz,
ele é feroz.
O mascarado
proferiu 
que ele soa 
como 
os 'deles',
não há 
como fingir 
que não,
o quê saiu
da boca 
o condena,
e agora 
quer fingir 
que nunca
foi investido
na discórdia,
mas Deus está 
evidentemente 
vendo e não 
há como 
dissimular para 
Ele e para quem 
sabe observar,
só Ele concede 
a misericórdia,
ele quer apagar
a História. 
Ofendendo 
da pior maneira 
quem quer 
defender 
a sua existência 
fazendo a justa 
resistência,
ele não merece 
a sua confiança 
porque é incapaz 
de debater e de
colocar freios nos 
seus servos,
e sobretudo 
nos seus lacaios 
das profundezas 
dos infernos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Brunópolis


Nomeada em honra 
ao teu orientador espiritual
Padre Bruno Paris,
nasceste com forte 
condão norte e celestial.

Fortuna poética do Planalto 
Sul de Santa Catarina,
A tua História foi escrita 
com ternura, bravura
e entusiasmo da tua gente.

Marombas, Palmares,
picada aberta e lavoura
com muito amor erguida
no profundo do Estado
erguido pela imigração.

Nos teus sabores postos
na mesa que percebe-se
a sutileza do teu coração,
a tua terra é pura paixão
e tem inigualável sedução.

Na Cachoeira do Marombas
das horas sempre perco 
as contas e ganho sossego,
e tenho a nossa História
escrita com romance e apego.

Na Cachoeira do Butiazinho
sem encontro o meu 
doce e dileto refugiozinho
nesta cidade que acolhe
a todos com muito carinho. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Testemunha daquilo 
que eu não vi 
ao mundo tenho que
fazer esse relato:
ecoou o som do 
berimbau quebrado,
no chão o Moa 
foi estirado por 
causa das doze 
facadas de um 
sujeito autoritário.
Avança a violência 
política programada,
só não vê a verdade 
aquele que não quer: 
avança o plano da 
instalação de um 
regime de exceção,
engulo a seco o meu 
receio por ser mulher.
Implacável é a dor
pátria que sinto no
meu peito que ecoa
a indignação contra
os repressores dos 
dois lados que com
ambas as retóricas 
tornaram o diálogo 
quase impossível 
impedindo que o 
povo unido encontre 
o melhor caminho. 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dizem que as urnas
não funcionaram 
no primeiro turno,
uns até as filmaram,
eu não sei o quê irá
daqui para frente 
conosco acontecer.
O povo mesmo que 
não cedeu a sedução
passou por um
caminho apertado,
e os que caíram 
na tentação do papo 
estão arrependidos.
É triste ver que 
tem gente que 
não se permite
fazer o caminho 
de volta porque 
reduziu a sua 
crença na vida 
em viver da 
aprovação alheia 
só por achar que
pode fazer uma 
plateia para
sempre satisfeita.
Você que gosta de 
zombar com os 
nervos alheios só 
para aparentar
fazer parte de um 
plano que nunca 
te pertenceu, 
é bom que saiba 
que a vida cobra,
e que tens a total
a responsabilidade 
de responder pela 
democracia que 
ajudou a esconder.
Quando o segundo 
turno passar não 
adianta querer 
fingir que a mim
não provocou
e que a honra
de ninguém atingiu,
porque o quê 
deveria ser falado
por causa da 
sua baderna 
foi impedido de 
ser esclarecido, 
e levará o país a
um destino maldito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando o ódio programado 
é percebido muito fácil
e entender a força dele 
através da comunicação 
por se tratar de ser 
um sentimento pesado.

Os dois lados orbitando
ao redor do poder 
em função do que 
estamos vivendo hoje,
eles já haviam sido 
escolhidos para tais 
papéis que estamos 
testemunhando.

Existem sinais óbvios 
de orquestração 
para dominar a população
e nada têm haver
com a imaginação. 

A estratégia tem haver
com a liberdade 
de expressão,
e começa com o poder 
vigente querendo 
direcionar como você 
deve falar e se comportar,
e o outro lado acordado 
com ele fica te infernizando
dizendo que vai te libertar.

Quando você for
ver já é tarde, 
pois estás mais preso 
agora que nunca a uma 
estratégia de dominação 
que nunca te pertenceu, 
mas na verdade és 
o alvo e fizeram abraçar 
ela como se fosse tua.

[Os dois lados têm 
deixado pegadas no caminho... ]

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio sob o Céu

A cidade de Rodeio
sob o céu armado
desta tempestade,
Um sonho apaixonado
contigo no domingo,
Te quero sempre como 
meu eterno namorado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Brusque

O teu Rio Itajaí-Mirim
e as correntes beijadas
pelo vento relembram
a trajetória das tribos
que ali te pertenceram,
E desta História delas
eu sou o arco e a flecha
contra o esquecimento.

O teu nome é reverência,
nasceste filha do Barão,
Brusque do meu coração,
Te amo antes de tudo isso:
no Santuário de Azambuja
sou a perpétua oração
e no Calvário a procissão.

O teu amor na Fenarreco
me leva e faz viajar
no tempo e na herança 
européia da tua imigração,
Brusque eu amo a tua
gente de todo o coração
nesta cidade amo morar
e nunca vou te abandonar.

O teu amor é memória
nestes tempos desafiadores,
de tudo me lembro
que nem mesmo o tempo
apaga o quê ergueu a cidade
feita de doce, tecido, paixão
e de esperança por nossa Nação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sei mais como 
falar ao meu povo, 
estou o desconhecendo,
ele luta por um projeto 
de poder e ignora que 
vive bem abaixo dele.

Não foi por falta de luta,
falei tanto e constatei 
que ninguém me escuta,
onde foi que eu errei?

Não foi por falta de aviso, 
mas quando alertei que 
o sentimento pátrio havia 
se esvaziado já imaginava 
de que estávamos em risco,
e a democracia em perigo. 

Não sei o quê fazer,
antecipo o meu desterro,
e a única coisa que fica
deste presente é o medo.

Não sei o quê fazer,
só sei que povo que 
não age com civilidade 
entre si colabora para 
que tiranos se instalem
e se perpetuem no poder.

Não sei por onde começar:
mas sei que terei de algum
dia na minha vida recomeçar,
mistério do tempo samovar.  

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Inaugurada foi a Primavera
pelo clamor da volta 
do mar aos povos 
que foi feita pelo poeta.

O dia 1° de outubro 
é um cais que fica logo
ali aonde desembarcar 
de uma longa espera 
é inadiável e justo.

Já não tenho dúvida
que é por mim que 
você há desassossegar,
conhece os meus 
poemas e prantos 
de fazer apaixonar.

Entusiasmada é a canção
que guardo a sete-chaves
que está preparada 
para fazer o teu 
coração bater
pelo meu forte como 
uma onda no mar.

Doces ondas sonoras
do meu coração 
sul-americano, 
e me traga o livro 
do Coco Manto,
que te retribuo 
com um beijo
levando você 
para comigo 
navegar no mar 
que a Bolívia 
bem nasceu,
e a história vai
levar ao seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Calmon Profunda

⁠Do broto a queda 
da Araucária
dos nossos destinos,
Foste parte protagonista
da Guerra do Contestado
e da Saga da Ferrovia. 

Na foz do Rio do Peixe 
tu levas o curso 
da vida ao Meio Oeste,
Calmon profunda,
a bênção do teu 
padroeiro permanece.

Na Cachoeira da Esmeralda
tu me levas pela mão
para tocar o Sol,
a Lua e as estrelas 
com os meu poemas.

Calmon profunda,
eu te devoto todo 
o meu amor à tua
feita de amor para toda a vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Camboriú Originária


⁠De volta ao passado
quando teus carijós
não tinham sido
escravizados mergulhei 
na camba do Rio Camboriú

(e me deixei levar 
pelas correntezas
até desembocar no mar
em Balneário Camboriú);

No teu Rio Peroba 
a inspiração de sobra 
é distribuída sem conta
e sem hora marcada.

A Mata Atlântica 
leva a alma romântica 
a aspirar à viver tudo
o quê não vivemos
e a ver o nosso mundo.
 
(No teu Rio Pequeno
saúdo as heranças
do nosso tempo
e as nossas esperanças).

Camboriú Originária,
minha terra adorada,
para sempre e sempre,
por mim eternamente
será adorada e louvada 

No Rio do Braço lembro 
do beijo que foi roubado,
e deixou o coração
ainda mais apaixonado.

O calendário ao teu 
lado sempre fez 
a minha vida ficar
diferente e querer 
não olhar para fora.

No Rio dos Macacos
escrevo por destino
o quê irá nos levar 
ao auge desta vida:
só ali para inspirar.

No Rio Canoas bem 
na camba nunca 
me esqueci que foi
por ti que cheguei aqui.

No Rio do Meio, filho 
do Rio Itajaí-Açú,
por toda generosidade
honro os nossos ancestrais
que lutaram por liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Campo Alegre Poética

No Alto Vale do Rio Negro
me perco do mundo
e me encontro sem regresso,
porque viver nesta paz
é meu amoroso endereço.

Do teu Rio Negro afluente
do Rio Iguaçu sou eternamente
encantada e no Rio Paraná
tenho o meu destino que me
leva e traz para a tua terra firme.

No alto da Serra do Mar
é que fica nascente e nada
passa a vontade de encontrar
alguém para amar a vida toda,
e ter você e seus afluentes como
as nossas maiores testemunhas.

Os rios Turvo, Lageadinho,
São Miguel, Bateias e Bonito,
um seguindo o outro bem pertinho
é que facilmente se faz um versinho
e se escreve um poema inteiro
cheio de muito amor e carinho.

No final de tudo de saltos
em saltos a gente para
na Cascata Paraíso para descansar,
combinar como será a nossa
ida às Festa da Ovelha e a Expoama,
e escrever o compromissado poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um dia depois da tempestade
uma trégua ensolarada
para Rodeio e ao amado Vale,
Ensinamento valioso da Natureza 
para toda a Humanidade.

 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Campo Erê Poética

Talvez nem mesmo
o tempo poderá 
na verdade dizer 
o motivo do muro 
dos indígenas
erguido no tempo
e na Rota dos Incas.

Campo Erê poética,
misteriosa e minha
cainguangue de nome,
Em ti as araucárias 
do destino e a tua 
gentil erva-mate 
seguem resistindo.

Muro dos indígenas
incas ou guarani
trocas de mensagens 
a longa distância,
ou marco de uma 
talvez pacificação,
vou na trilha expedição.

Para te ver de perto
que não há outra tu 
no Caminho do Peabiru.
   

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rodeio Envolvente

Encanto crescente 
do Luar abraçando 
a noite envolvente
desta sexta-feira
aqui em Rodeio
onde por ti anseio 
sem contar o tempo
desta espera que
construiu um templo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Campos Novos da Minha Vida

Campos Novos da minha vida,
por ti o meu peito faz romaria.
Campos Novos do meu destino,
amo o teu povo gentil e amigo.

Na Cachoeira do Boita descobri
que tu me conquistaste, te elegi
e amo estar vivendo aqui.

Campos Novos do meu destino,
em mim fizeste um celeiro.
Campos Novos da minha vida,
das capelas, igrejas e Santuário.

Dá lembrança daquilo que sou 
merecedora no Galpão Caipora Viu
a emoção que tu por mim sentiu.

Campos Novos dos meus caminhos
no Galpão Crioulo tu me leva para 
ser feliz cantando e dançando,
Campos Novos eu te amo!

Dá para sentir até do Mirante 
da Ferradura o abraço gigante
dado pelo Rio do Peixe.

Campos Novos dos mais deliciosos
sabores por ti morro de amores.
Campos Novos dos lindos parques 
tu vales por todos os teus lugares.

Contigo aprendi a ser Ponte de Ferro
e também a ser na vida Ponte Pênsil,
Porque te amar é destino certo; agradeço sempre o teu amor sincero.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Canelinha

Este poema de cerâmica
pertence a você
meu precioso tesouro
do Vale do Rio Tijucas,
E hoje entendi o porquê
da senha "Cuidado 
com a Canelinha"...,

Cuidado é preciso 
ter para não ser 
facilmente tombado,
Porque desde o primeiro 
dia que te vi não paro 
nem por um instante 
de morrer de amores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Capinzal Celeste

És presente do Imperador,
espírito farroupilha perene
e ainda tens o meu amor.

Capinzal da minha vida,
celeste és sem dúvida filha
do magnífico Rio Uruguai. 

És beijo do Rio do Peixe
e as araucárias do destino
tu abriga e de louvor és digna.

Capinzal torrão celeste
da Bela e Santa Catarina,
ao teu povo entrego toda poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Santa Rosa de Lima

Botocatus e Aweikomas
nas tuas origens são perenes,
Entre o tempo que acolhestes
os imigrantes, os sítios 
as igrejas e as preces,
Eu busco em tudo isso lições
e as poesias das tuas gentes.

Santa Rosa de Lima profunda,
com os meus braços abertos 
na encosta da Serra Geral:
agradeço por este paraíso celestial.

Santa Rosa de Lima seja 
na amável Cachoeira May
sem nenhuma surpresa 
ou no inabalável Rio Braço do Norte
do destino como evidente sentença
o meu inalterável amor e presença
por ti tem crescido ainda mais. 

Santa Rosa de Lima, cidade bonita,
és filha de Santa Catarina
e levas o nome da Padroeira 
da nossa profunda América Latina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Catanduvas

Ajuntamento de mata dura
nela a alma brasileira pura
feita de imigração e coragem,
Catanduvas, amor bonito,
tu estava escrita nas estrelas 
e para ser o meu destino.

Erva-mate em ti plantada,
chimarrão pronto e feito,
Por ti topo qualquer parada
e não durmo até voltar 
para o aconchego de casa.

Querendo ir na Querência 
do Chimarrão dançar,
Na Festa do Chimarrão
encontrar a tradição
para junto contigo festejar,
Catanduvas, amor lindo,
tu és a minha razão de ficar.

Chimarrão na cuia,
lembrança na prosa partilhada,
Catanduvas, amada,
tu me encantas sempre e fazes desta 
alma por ti eternamente apaixonada.
 

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Azovstal

Não há nada que dimensione
o sentimento sobrenatural
de entrega total a Pátria
vítima de uma invasão brutal.

Na batalha final ser um dos últimos
a resistir enquanto o socorro 
não vem em Azovstal que cercada
da covardia da tropa inimiga
continua sem nenhuma guarida.

A Lei da Vida precede a Lei da Guerra,
resgatar uma tropa ferida 
é uma máxima que sempre deveria
ser seguida em toda a Face da Terra.

Inserida por anna_flavia_schmitt