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Ontem sonhei com você

E se a gente se mudasse para uma casa distante, longe de tudo e a praia em frente?
Amor, por que a gente não se entende?
Se tudo que você faz e sente é movido a mim,
Se tudo que você menos quer é o nosso fim.

As noites seriam tranquilas e as taças de vinho seriam mais quentes
E sempre que entrelaçássemos nossos corpos, não seria apenas amor…
Seria pura poesia, aquela que agride, que toca bem no fundo
E me faz soltar o melhor suspiro do mundo.

E todas as vezes que você me faz sentir o seu amor eu sinto medo…
Sua paciência sempre cessa com todo esse receio.

"Por que sentes medo?"

Medo de que tudo não passe de um devaneio.

Inserida por alexyavidal_

Poema: "Metamorfose do Despertar"
Escrito por: Brendon Siatkovski

No ventre da noite, onde o silêncio habita,
A alma desperta, e a vida palpita.
Sussurros antigos, como folhas secas,
Caem ao chão, deixando as raízes nuas, confissões tão velhas.

Quebramos correntes que não víamos mais,
Pesos invisíveis, heranças de outrora, laços desfeitos.
Como fênix em chamas, erguemo-nos outra vez,
Das cinzas do passado, renascemos, enfim, sem véus.

Há um canto suave nas brisas matinais,
Um chamado distante, mas próximo demais.
É o sopro do novo, é o som do porvir,
Um convite à jornada, uma chance de florir.

Os caminhos se abrem como rios no vale,
Não são retos nem claros, mas cheios de fé.
Cada curva, cada sombra, cada luz que reluz,
É parte da dança cósmica, o mistério que conduz.

Libertamo-nos das formas que nos definiram,
Das máscaras gastas, dos papéis que vestiram.
Somos agora pura essência, fluidos, livres,
Como estrelas cadentes que cruzam os céus altivos.

E neste voo etéreo, transcendendo o tempo,
Sentimos o pulsar do universo imenso.
As escolhas são portais, os sonhos são pontes,
E cada passo é um eco na vastidão consciente.

Oh, beleza sagrada da metamorfose incessante!
Nada se perde, tudo se transforma, vibrante.
Nos braços do desconhecido, encontramos o lar,
Pois somos infinitos, sempre prestes a recomeçar.

Então, sigamos adiante com corações destemidos,
Rendendo-nos ao fluxo, aos ciclos, aos gritos.
Que cada amanhecer seja um parto divino,
Uma página em branco, um destino benigno.

Pois quem ousa quebrar seus próprios padrões,
Descobre o tesouro escondido além das prisões.
E nesse renascimento, nessa entrega total,
Encontramos a verdade: somos eternidade universal.

Inserida por BrendonSiatkovski

⁠As mulheres são navios:
elas sempre estão pensando
em ir embora
mesmo que tenham de enfrentar
Netuno, o rei dos mares.
As mulheres tem ancoras
que as prendem na areia:
filhos, casa, família
mas seus olhos estão sempre
sonhando com um mundo sem horizontes.
Quando as mulheres cortam as ancoras
não pensem que voltam atrás:
vão para longe
bem longe
navegando no alto mar!

Inserida por pe51

[Retrato]

Já era quase metade do verão
Em um parque por nós desconhecido
Sol de domingo à tarde, pós chuvão
Sentimento de foragidos

Inspiração para fotógrafos e mosquitos
Colecionamos olhares e sorrisos
Até um retrato de nós perfeito
Num momento Gostoso foi feito.⁠

Inserida por Dylonhype

Poema: "Amor e alquimia das Almas"
Escrito por: Brendon Siatkovski

Nas veias do cosmos, o amor é um rio,
Que banha a semente no escuro do chão —
Faz da cinza estrela, do silêncio, um vio,
Na alquimia do infinito, sagrada canção.

Teu olhar é um mapa de névoa e aurora,
Onde dança a luz que os meus dias pintou:
No cinza do mundo, tua voz coloriu
A sinfonia que o tempo esqueceu de notar.

Amor, és o hieróglifo que os deuses gravaram
Na carne que um dia foi pó de planetas —
E agora respira, em segredo, o mesmo ar,
Entrelaçando raízes cósmicas, secretas.

Nascemos de um mesmo eclipse distante,
Dois sóis que a escuridão não pôre separar:
Em teu riso, a chama que o caos fez brotar,
Em meu peito, o canto que o abismo ensinou a amar.

Não há fronteira onde nossos sonhos se espalham:
Somos o jardim que o mistério regou,
O véu que se abre no altar do acaso,
A prece que os lábios do universo sussurraram.

E se um dia a noite nos trouxer seu véu frio,
Lembraremos que o amor é a tinta do arco-íris —
Pois até na sombra, ele inventa um novo dia,
Fazendo do escuro um caderno de esboços felizes.

Assim, na dança inquieta dos astros e eras,
Somos o verso que o eterno escreveu:
Dois corpos, uma alma, mil cores na mesma canção —
E o amor, o pintor que transformou Deus em poema.

Sorri... pois até o silêncio entre nós
É um portal onde o divino se fez travessia:
Amor, és a magia que o tempo não doma —
A alquimia que ensinou às estrelas... o que era poesia.

Inserida por BrendonSiatkovski

⁠O Medo
Sob o luar, busquei te entender,
como pode um amor ferir,
se nunca chegou a acontecer?
Nos teus olhos, um frio a brilhar,
medo de ir, medo de ficar.
E por isso, não ousas me olhar.
Temes sentir e não saber,
temes o fogo a te envolver.
O coração pulsa, quer acelerar,
mas o amor te faz hesitar.
Já te feriram, eu sei, eu vejo,
e agora temes um novo desejo.
Mas será o medo de me olhar
ou o medo de se encontrar?
Se não estás pronto, eu sei esperar,
pois entre o limbo que habita em meu peito,
sei que um dia irás me amar.

Inserida por gabriela_ortegaa

⁠Não me olhe 
seu olhar é tagarela 
um pouco bipolar 
um dia se expõe,  
e em outro se abstém 

Malditos poemas calados 
sempre amei poemas, 
poesias nem tanto, 
ainda mais quando 
não me pertencem 

Inserida por Freed_Nara

⁠Pressa
Flor em jarro, edredom e fé
Música em carro, som que faz maré
Cor da lua, teto que faz pensar
Tudo quando diz que estás por "perder tempo". Será?
Esperas elevador, bates pés em chão
Esses dois minutos poderiam ser até a decisão De um olhar que está ao lado, esperando ou a calar 
Um futuro que tu, não estando, acabas de desperdiçar
Ganhaste uma carta, não mais a leste 
Tocaste em rosa, nem sentes aroma 
Só sentes espinhos, porque são desses
O presente que vislumbra o coma
Sem nada para fazer, foi o homem redigir
E descobriu mais um dom, que a pressa veio a retrair 
E aquele a reclamar das horas que ainda faltariam
Perdeu a chance de cantar e descobrir que aplaudiriam
Ó, pois! Foi em um desses tempos sem tempo
Que me peguei decalcando tua mão
Sentindo teu cheiro destempo
Vendo teu olhar em adjeção
Quando reparar a importância deste momento
Ou apenas, e até, a leveza do que pressuposto estava
Este, será então arquivo: Vento
Que passa, e apenas quando cessa mostra o que arrastava
Quando reconhecer o que quis dizer-me
Tu já terás ido
E só entenderei em uma destas perdas de tempo
O que terá partido
Pois colocar-me-ei a relembrar
Já que estarei ignorando horas ao recostar
A cabeça na cama, até ver que a luz queimou E aprenderei a religar isto e aquilo que intimou
Só compreenderei disto, a intensidade 
Quando estiver por esperar o elevador 
E olhar ansiosa para o lado, e em verdade 
Não enxergar a parede, e sim, o amor
E em uma manhã engarrafada
Tu lerás a carta esquecida
E perceberás que esta jornada
É das horas exprimidas
Então, não anseies no sinal vermelho 
Que até que verde fique, tudo pode acontecer Não fiques sentindo as dores de um joelho Que nem ralou, e pode inda fortalecer
(Vanessa Brunt)

Inserida por poeticos

⁠ERMO;

⁠ Aquela sexta-feira, foi naquela tarde!
Durante o tráfego de meus pensamentos,
Quando estava a caminhar pela cidade,
Me recordo bem daquele momento.

Foi quando percebi onde não estava,
eu percebi que somente eu gostava.
Então Silenciei-me,
Eles notaram a falta.

E ainda lhes resta no coração,
afirmativas de que eu me afastei,
Não, Não apenas me encontrava a perdido,
De onde nunca nem perto cheguei...

Inserida por alessandrosoualmeida

⁠Me encontro em uma situação de que me vejo ignorando meus sentimentos

Você me disse que estaria tudo bem, infelizmente não ficou,pois você me abandonou

Eu te entendo, mas não ignorei por completo, você sumiu sem nenhuma explicação

Me isolei de outros e esqueci que você havia me abandonado por completo

Porque eu te amava,mas você não sentia o mesmo por mim.

Inserida por Elizzz

Poema: "O Início da Última Temporada"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

⁠fisicamente fraco, mentalmente fragilizado.
em completa desesperança me encontro.
sinto como se estivesse no início da última e trágica temporada de uma ficção barata.
o drama, sempre exagerado, já transborda.
o medo, tento ignorar, finjo não existir.
me divirto, faço tudo o que eu quero, e como quero,
não me envergonho de meu hedonismo barato, 
pois, ao escolher meu último dia, quero olhar para trás,
e romantizar tudo que vivi: todos os prazeres e gargalhadas, 
todas as desgraças e derrotas,
cada lágrima derramada,
e concluir, então,
que se tudo foi em vão,
ao menos tive uma grande história,
daquelas que ninguém vai contar.

Inserida por diego_fernandes_5

Poema: Recipiente Vazio
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

sou um recipiente vazio,
e por ser vazio, a amargura sempre se aproveita,
trazendo com ela a ira, e a autodestruição, 
a me preencher.
novamente sigo em alta velocidade,
hoje eu já enxergo o intransponível em meu caminho,
sem saber se tento frear, ou se acelero, sofro em silêncio.
se tanto inspiro e expiro tormento, 
e não sonho mais com a luz ao fim do túnel,
é porque sei que quanto mais eu desejar e sonhar,
maior será a dor da colisão.

sigo aqui, mesmo exausto, pois temo que meu sangue respingue em dor, ruína e mais languidez a quem tanto amei. Se algum dia eu desistir, saiba que lutei até o fim.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Adicto em Declínio"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

aflito, de alma estafada,
o véu que separa o coração da razão 
não me permite enxergar qualquer valor
ao olhar através do espelho da alma.
os pesadelos ainda vivem e consomem até a sombra,
e não há mais forças para lutar,
pois por tanto tentei, 
acreditando ter dado meu melhor,
portanto falhei 
ao tentar ficar de pé.
tal como uma cobra, hoje rastejo, mas menos que ela que sou,
pois ela ainda tem algum valor que um adicto em declínio.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: (deso)lamento
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

já não posso voltar atrás, consertar os desacertos
e desfazer tudo aquilo que me fez quebrar em pedaços tão pequenos,
me restando somente o futuro ora premeditado.
eu tento, tento remar com as mãos,
mesmo em frente à invencível tormenta,
mas, sabe, ainda estou aqui,
sofrendo, chorando e rindo de tudo e de mim mesmo,
ainda estou vivo, mesmo sabendo que o fim me espera.
então me debato,
choro e rio,
também me desespero,
choro e rio,
enquanto o doce abraço espero.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: Resignação
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

meu mundo está desmoronando,
e eu tento remendar os destroços, mas não consigo ir além.
minhas mãos já não são suficientes para construir estradas que vão me levar a algum lugar, 
pois aqui as paixões morreram com as vontades, e só me resta forçar ficar à vontade e aceitar.
dói demais quando o que é, é o quê e como deve ser, 
então enfrento, mesmo sabendo, afinal, é o que tanto espero,
o descanso de todas as dores que não param de arder, de tudo aquilo que nunca irá cicatrizar.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: Desventura
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

O tempo que eu passei pensando sobre procurar um caminho,
apenas pensei, e nada fiz, continuei a arder em fogo andando em brasa,
e eu não sei como vou continuar, 
pois nunca houve um plano B, algo a se fazer,
pois nunca pensei que ia querer ficar,
no fundo eu tenho medo, mas já é tarde demais para lutar,
as vozes não me deixam descansar.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: Perdição
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

Engolido por frustração e medo, a energia negativa transborda, e
quanto mais penso sobre o mundo, aumenta exponencialmente a minha vontade de desistir.
As coisas dentro da minha cabeça não têm sido fáceis; já não suporto este peso que há tanto carrego, 
e, fora da minha cabeça, a vida também não tem sido complacente.
Estou cada vez mais exausto e sem um pingo de esperança,
alcançando limites antes definidos como minhas derradeiras linhas vermelhas.
Está tudo tão diferente,
não me reconheço mais, não reconheço o que me cerca,

e não sei mais se é possível voltar a ser como era antes.
Não sei mais o que fazer, nem o que esperar, ou por que esperar.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: Círculos
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

tudo está perdido,
tão perdido,
e eu finjo não ver todos os espinhos no caminho,
ignoro as feridas não cicatrizadas acumuladas.
segui caminhando, tão ferido, até chegar aqui.

mas hoje tudo me leva a crer que, se nada vai mudar,
por que não devo, então, me entregar?

tão perdido, continuo caminhando
até o incerto futuro que nem sei se existe mais.
tão perdido, eu não saio do lugar,
tão perdido, em círculos a vagar.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Da aceitação do futuro"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

esperando a vida me varrer,
e me jogar em qualquer lugar,
eu já não ligo mais se vou continuar tentando,
ou se vou desmanchar em consequências,
pois o tormento que há dentro da mente é bem mais forte,
e confortável é o abraço que o abismo oferece, 
mas o espaço que há entre o ser e o agir nunca será apagado da história.
e as dores persistirão na chuva,
derrubando as folhas secas,
deslizando a terra exausta.
o reflexo em branco é o futuro que me espera.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Teto"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

cruzei todas as linhas vermelhas,
não há mais como voltar atrás,
todos os planos foram exaustos,
toda a esperança,
que esperança?
apenas ilusão.
e me restou dizer que já basta,
dizer não ao sofrimento,
do meu jeito,
o único jeito,
e nos lembrar que em Lugar Nenhum há algum lar para descansar,
sem doer.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Real"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

sempre tão distante, 
me empenhando em permanecer
no controle,
pois aqui dentro tudo pesa,
e o ar sempre sufoca,
o peito dói e a garganta machuca
toda vez que lembro não querer mais lembrar.
todo dia, um novo dia,
fantasiando o que poderia ser 
tão real, ser real.
será que sou real? 
eu nunca me senti real.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Chamas"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

o solitário tripulante de uma embarcação em chamas no oceano tempestuoso já não sabe mais o que fazer,
como conter as chamas, ou consertar as fraturas expostas no casco.
aos poucos, a água inunda e já alcança a altura do peito,
os alimentos estragam, e a fome não saciada me faz mastigar pele e carne de meu próprio corpo.
os gritos de socorro são abafados pelo som da tempestade; cansam a garganta que asfixia com a fumaça, e a fraqueza consome o corpo já exausto.
entre o mar e as chamas, permita-me queimar,
permita-me arder, sofrer,
dissipa-me,
extingua o sofrimento.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Olvido"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

dentro de meu peito o vazio toma conta do que faz arder,
nos meus ouvidos domina o silêncio de um quarto escuro 
onde eu me cubro em lágrimas, 
onde os horizontes são de concreto.
me faz lembrar que estou mais distante de um dia que já foi normal,
me faz pensar que todas as esperanças já se tornaram cinzas.
Sem razão e imerso em hedonismo autoflagelante,
como um rio desaguando no mar, e o mar no oceano,
sigo meu caminho rumo ao olvido. 

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Murmúrios solitários de um marinheiro perdido em alto mar"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

e como eu me sinto quando chorar se torna tempo de qualidade comigo mesmo?
tão dissociado, tão distante,
afastado de mim mesmo, nem eu sei como responder.
suas perguntas não me fazem encontrar respostas ou soluções, 
me tornei incapaz de quaisquer decisões, e imprevistos que me façam mover
um palmo para fora de minha bolha,.
tão confortável, 
onde tudo sei, 
onde tudo tenho, 
onde nada temo,
onde tudo que eu tenho é saber que eu já perdi tudo,
e que se não há nada a se fazer, então por que sofrer?

sei que o amanhã ainda está à espreita,
mas já estou pronto para atracar minha embarcação no meio do escuro e impaciente oceano,
e me afogar no eterno desconhecimento de tudo que um dia fui ou poderia me tornar.

Inserida por diego_fernandes_5

⁠Poema: "Saudades de mim, esperança"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel

então eu tento, mais uma vez,
seguir em frente,
de cabeça erguida,
sem desviar os olhos.
ao céu limpo admirar o azul,
e o branco das nuvens,
e no canto dos pássaros
imaginar as histórias de como aprenderam a voar,
e nelas tomar alguma inspiração.
olhando para dentro,
ouvindo meus próprios conselhos,
tento então seguir sem me odiar.
olhando para dentro,
mergulhando rumo aonde me perdi,
tento mais uma vez me reencontrar.

Inserida por diego_fernandes_5