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Juntos ou um só?
O talvez venha acontecer
O porque já aconteceu
Tanta coisa assim vai passando por mim
Num instante já cresci!
Hum! Tenho que pensar direito
Nessa sociedade de direitos
Se, se é só num coletivo
Ou se são juntos num só?
Porque sempre tenho uma pergunta pra fazer,
Ainda o tempo vem, e a reposta ninguém tem.
Tudo a minha volta gira num carrossel
Há tantas estrelas lá no céu
E eu não alcancei nenhuma
Fiquei roendo às unhas!
Hum! Tenho que pensar direito
Nessa sociedade de direitos
Se, se é só num coletivo
Ou se são juntos num só?
Tentei uma carona com a lua
Mas, acabei ficando no meio da rua
E de repente apereceu uma serpente
Mudando o destino da gente
Ninguém é ileso ao perigo
Embora tenha os carabineiros
O meu abrigo é meu umbigo...
Porque é um por um, quando se é um!
Hum! Tenho que pensar direito
Nessa sociedade de direitos
Se,se é só num coletivo
Ou se são juntos num só?
Eu só engano a borboleta
Nós orvalhos passos
Que faz pensativo no ano
O olhar da borboleta que campina
Era só para ela
Tão sagrada feito das crianças
Dos olhos grandes azul
A gazeasse rasa
Só na bela rosa--é a sua face
Linda no assento Dourado
Que na noite repassa
Rindo na suave noite
Com o passarinho que chegou na família
Só rabiscava na carinha rosca
Só tem que confia--para não encher o vazio
Poema de: Nicolle Vitoria
Te recebi como a um belo presente
Ao saber que era minha, alegrei-me
Agora como lembrança, entristeço-me
Pois não mais te tenho em meu presente.
Receba
Teu rosto revela raro ser
Resistente, reluzente, radiante
Como o baixo ruído de um rádio distante
Sem regra ou receio, deixei-me render.
Teu riso me rouba toda atenção
Rápido, remédio, irracional
Como sons ritmados de forma irreal
Sem relutar, deleito-me em seu refrão.
Teu corpo tem jeito de abrigo
Reflexivo, refúgio, resiliente
Como plantar e regar a semente
Sem rodeio ou recado, floresça comigo.
Sabieis!! Sabieis.
Aquele que não tem mulher, fica disponível para as coisas do senhor, fazendo por agradar a Deus.
E aquele que tem mulher fica disponível para as coisas do mundo. Dedicar-me-eis 4 festins por ano.
Não vexareis um desconhecido.
Amantes de pombos/as. Nem lhe lambereis as botas.
Pois vosso é o Reino.
O poder e a Glória de um Rei.
Ámen. Isso é a doxologia. Doxologia?
É o raio que os parta poeticamente.
Pois vosso é o Reino.
O poder e a Glória de um Rei.
Assim como Páris em sua busca fora do normal
Quero buscar-te, bela, culta e intelectual
Mesmo que eu tenha que lutar ou roubá-la
Mas a sensação de tê-la junto a mim, será especial
Assim como a mais bela das mulheres
Nos relatos filosóficos tenho com quem te comparar
Helena, a mais doce tentação que existiu
Que Tróia por sua culpa, teve um alto preço a pagar
Não esperarei por dez anos
E como Menelau eu terei que traçar uma missão
Para conquistá-la, buscá-la e tê-la
E para sempre ter seu puro e doce coração
Não quero perder a oportunidade de apreciá-la
Ó garbosa, cintilante e galante sedutora
Deusa filha de Afrodite no meu pensar
E do meu ingênuo e sincero coração receptora
LEMBRANÇAS
O tempo passa ligeiro, e como queríamos adiar o futuro,
e como queríamos que chegasse logo aquela data especial.
E vivendo dias assim, tão corridos, nem nos damos conta de tudo que deixamos de viver, das pessoas que deixamos de abraçar, de conversar, de prestar atenção, estamos sempre aguardando algo que nem se quer chegou, que nem se quer sabemos se irá chegar.
E quando nos damos conta já se passaram 20 anos, 40 anos e não se passa de meras lembranças recordadas em fotografias.
Apenas lembranças
Em uma noite fria e calma me pego pensando em ti,acabo de ouvir sua música favorita,me recordo do dia em que vc comentou sobre ela,vc disse que ela te trazia uma sensação boa e também disse que eu te trazia a mesma sensação.
Depois disso vc foi embora sem se despedi
Celebração da vida e do poder de resiliência,
o olhar poético desnuda mistérios,
bordeja e adentra ao sagrado
e extrai o melhor de tudo.
Me sinto leve feito uma pena que se soltou de um pássaro em seu voo mais alto.
Estou no ar, na minha, na sua, na nossa!
Estou flutuando sem um ponto de chegada, a felicidade está na jornada!
Infinito Poema
Um Poema
Jamais substituirá o que já nasceu.
Para ser um Poema,
É necessário que haja excência, criatividade e muito amor.
Existem plantas milenares que nascem e crescem sem ao menos serem regadas.
O homem com sua natureza hóstil e impiedosa as derruba, com havida increpação.
Mas a natureza por sua eterna misericordia,
Faz nascer, florescer e crescer em outros lugares.
Assim é o meu Amor por você!
Ele nasce todos os dias.
Ele é o início e o infinito desse poema.
Já tentaram isso de mim tirar.
Como?
Se onde estou a semente brota e cresce na cláusula principal que és tu.
Por isso, faço de ti
O Tema desse infinito
Poema.
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Guardei aquele presente, oferta muito especial
espero que a minha tenha sido recebida por ti
da mesma forma.
Tu sabes do que falo
só tu sabes
as dores que passei
e que desejei
não ter passado.
Agora vêm, tira mais um bocado.
O magnífico ato que é amar
Quando olho em teus olhos
Me perco em seu magnífico olhar
Abandono minha escuridão
E vou rumo a luz segurando tua mão
Seu abraço me conforta
Tua voz me encanta
Quando me deito na cama
Começo a pensar em ti
E não paro nem quando vou dormir
Pois te encontro nos meus mais belos sonhos
Me perco na incrível historia
Que vivo contigo em minha mente
E quando acordo
Só penso em voltar a dormir
Pra ver se te encontro novamente.
Uau...
Mais já...Parabéns!!!
E de repente,
Acabou, terminou
E você nem percebeu
Como foi que aconteceu
Um ciclo concluído
Sem você permitir,
O tempo decidiu que era
O momento da despedida,
Foram momentos incríveis,
Outros, muito intensos
Outros, tensos
Dias de frio na alma
Pela despedida de alguém,
Dias em claro,
Muita ansiedade
Aquele aperto no coração,
Na hora de tomar
uma decisão,
Escolher entre dois caminhos,
Sem saber qual o melhor,
Foram tantas experiências...
Que você nem acredita,
Que um ano inteiro
se passou,
Alguns momentos,
o ciclo durou séculos,
Noutros, um segundo...
Mas hoje é momento
pra esquecer tudo que
não deu certo,
Fazer novo projeto
Tecer novos sonhos,
Elaborar novos planos,
Pensar que você merece
A medalha da vida,
Agradecer a Deus e,
ao Universo,
Por você poder ler
agora esse poema,
Depois de dias de agonia
Vividos na pandemia,
Muitos partiram
E você está aqui,
Graças a Deus,
Por isso quero te dizer,
Obrigada por existir
Deus abençoe a sua vida,
Feliz aniversário,
Felicidades e sucesso!!!
Água que bebemos
A água que bebemos
tem que ser limpa e transparente.
Ela vem de um rio de água corrente,
que passou por um tratamento,
nas redes de abastecimento.
A água não pode ter cheiro!
A água não pode ter gosto!
A água não pode ter cor!
Cheiro, gosto e cor
pode ser água contaminada.
Água que não foi tratada,
pode causar muita dor.
Dores de barriga;
Dores de cabeça;
Febre;
Sem contar tantas doenças:
- Febre tifoide, cólera, hepatite A;
- Giardíase, amebíase ou desinteria amebiana;
- Ascasrídiase ou lombriga e leptospirose.
Que os alimentos contaminados
ou as águas contaminadas podem nos passar.
Águas de importâncias mil,
se está depositada num barril,
antes de tomar, ferva,
para ela não te contaminar!
Eu sento e olho para o rio, os pensamentos formam cardumes de amor e a beleza das águas do Tejo são inexoráveis; olhando para eles, a superfície brilha e se espalha como as notas de um piano enviado ao mar e com amor.
O Tejo bebe as cores da cidade, sobre elas eu abro o coração a Lisboa em que te encontras, as colinas
emolduram as raizes que à terra
nos ligam. Para os meus olhos
é momento de pausa: as coisas
que interrogo não resistem à maré,
não dão respostas; perdem-se no Tejo
como tudo o que a memória não reteve.
Enquanto existo num corpo
Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me vejam
Porque me visto e caminho
Enquanto existo num corpo
Eu deixo que me ouçam
Porque as minhas palavras soam
Enquanto existo num corpo
Compartilho meu espaço
Porque convivo com você
Enquanto existo num corpo
Quem não me conhece
Ainda podem me conhecer
E quem me conhece
Pode me convidar para um café
Enquanto existo num corpo
Tantas coisas eu posso fazer
Posso usufruir a vida...
Enquanto existo num corpo
Acordo cedo e vou trabalhar
Às vezes, confesso
Que até tenho preguiça, mas vou
Enquanto existo num corpo
Tenho sonhos...
Tenho anseios e vontades
Faço projetos para minha vida
Enquanto existo num corpo
Reclamo das imperfeições
Uma ruga, uma cicatriz
Meu cabelo, meu nariz
Ou talvez viva me pesando
Para ver se engordei
Enquanto existo num corpo
Tenho a chance de decidir
E a elegância de escolher,
Entre reclamar ou agradecer...
Porque há quem não tenha
Essa mesma sorte...
Ou então não aproveitaram a vida,
Tanto o quanto deveriam, ou queriam,
Porque se preocuparam demasiadamente...
Porque se privaram de viver
Em nome da soberba e da ambição
Muitos até se esqueceram
Que poderiam amar e serem amados
Muitos renunciaram ao lazer
Porque acreditaram
Que quando fossem ricos
Poderiam fazer isso
Mas, não tiveram tempo,
Nem para uma coisa, nem outra
Porque veio a morte levando seu corpo.
Agora sem um corpo
O que faz um espírito?
O que faz a alma?
O que faz a parte sem matéria?
Viveremos eternamente
E na eternidade permaneceremos
Todas as almas...
Mas, sem abraço...
Sem forma...
Sem voz...
Sem calor...
Sem reflexo...
Somente o imenso vasto na imensidão...
Sem pulsar mais um coração
Porque não existe mais um corpo...
Então olhe para você e para mim
Me abrace enquanto puder
Converse comigo
Pergunte sobre o meu dia
Me conte as boas novas...
Viva a sua vida intensamente...
Aproveite - a, ame - a
Viver neste corpo que temos é uma dádiva,
Que um dia perecerá na terra
E não teremos mais um corpo,
Somente alma e Espírito
E não haverá mais um corpo...
