Tag pessoal
“Em um mundo que muda a um ritmo vertiginoso, a sensação de inconstância e impermanência pode ser avassaladora.”
“Sua marca pessoal deve ser um espelho da sua alma. Sem autoconhecimento, esse espelho reflete apenas uma imagem distorcida.”
Ser notado não é apenas sobre aparecer, mas sobre deixar uma marca significativa na mente e no coração das pessoas que você toca
Às vezes tenho vontade de fugir, encontrar algum lugar onde realmente seja meu lugar, onde me encaixasse…
Talvez meu lugar não seja em parte alguma.
"O mundo é um grande teatro, e cada pessoa vive sua própria peça, mentiras; ilusões; falsas amizades e falsos sentimentos rodam a atração o tempo todo. Você irá se render aos truques de mágica ou irá questionar cada movimento?"
"Tudo aquilo que você ainda não vive e tudo que continua vivendo só existe por conta de coisas que você ainda não sabe" | 22 de Dezembro de 2021
Nossa transformação pessoal é um trabalho lento e recompensador. Começa num despertar dos sentidos. Permanece durante a vida toda, nos impulsionando à frente e à evolução.
Feche os olhos e cultive a paz. Não se trata de omissão, nem de egoísmo, mas de preservação pessoal.
Transformação Interior: A Jornada Maçônica.
O valor essencial da Ordem Maçônica reside na profunda transformação que se opera nas camadas mais íntimas de cada maçom, como um alquimista que, pouco a pouco, transmuta a matéria bruta do ser em ouro espiritual. Gradualmente, o maçom se torna mestre, não apenas habilidoso nas práticas, mas verdadeiramente realizado, encontrando a plenitude na arte de viver. Contudo, essa maestria só se revela quando ele é capaz de gerar o bem com verdadeira humildade, reconhecendo que o aprendizado é infinito. O verdadeiro mestre não busca tão somente o aprimoramento pessoal, mas também se dedica a aperfeiçoar sua capacidade de servir ao próximo, tornando-se, assim, um agente ativo na evolução da sociedade e no progresso da humanidade.
Os ensinamentos da Ordem transcendem o simples conhecimento dos paramentos, toques e símbolos. Eles oferecem ferramentas intelectuais e espirituais que permitem ao maçom enfrentar com dignidade e sabedoria as adversidades da vida cotidiana, encontrando, no meio das tribulações, o caminho para a verdadeira felicidade. Através dessa jornada, ele descobre não só a forma correta de se portar entre os irmãos, mas também o modo de ser um exemplo de virtude e equilíbrio no convívio com o mundo, irradiando a luz de sua transformação interior para o bem comum.
Assim, o caminho traçado pela Ordem é uma contínua ascensão, onde o maçom, ao conquistar o domínio sobre si mesmo, contribui para a harmonia universal. Cada passo dado em direção à sua elevação interior ressoa nas esferas mais amplas da vida coletiva, inspirando outros a seguirem a mesma senda. A verdadeira grandeza de um maçom não reside apenas no conhecimento que adquire, mas na sabedoria que pratica, na retidão de seu caráter e na pureza de suas ações. E, ao final de sua jornada, ele será lembrado não pelas palavras que proferiu, mas pelos atos de benevolência e justiça que semeou, cumprindo assim o grande propósito da Ordem: ser uma força invisível, mas poderosa, no aperfeiçoamento da humanidade e na construção de um mundo mais elevado e virtuoso.
Somos uma raça que acredita poder fazer o que bem entende, não necessariamente por termos o direito, mas por sucumbirmos ao desejo. Há aquela clássica frase: “As pessoas vêm e vão”, mas será que elas realmente vão, ou somos nós que, de alguma forma, somos forçados a fazer com que elas partam? Afinal, tudo o que sai da nossa vida acontece porque escolhemos eliminar ou porque, de alguma forma, precisou sair.
Voltando à ideia de que as pessoas acham que podem fazer o que quiserem com as outras, seria isso como ter o mapa de um labirinto? Para quem tem o mapa, é fácil sair, mas para quem não o tem, parece impossível. Aqueles que acreditam poder manipular os outros são exatamente assim: possuem o mapa, conhecem a saída, mas preferem deixar os outros confinados, assistindo-os sofrerem enquanto tentam desesperadamente encontrar uma saída.
A pergunta que devemos nos fazer não é “Quando devo sair de uma situação que não me faz bem?”, porque, se chegamos ao ponto de fazer essa pergunta, não seria porque já estamos encurralados? As pessoas deveriam aprender a sair de situações difíceis sem a necessidade de justificativas. No entanto, isso raramente acontece. E, assim, ao invés de gastar dias tentando achar uma saída daquele labirinto, por que não derrubar logo as paredes?
Eu sou muitas...
Sou a que sonha e a que luta,
que carrega no peito as
marcas do tempo,
que se molda,
se quebra, se olha e se refaz.
Sou a força que cala,
a coragem que se descobre.
Nas curvas da vida,
no espelho do tempo.
Há dias em que me perco,
E dias em que me encontro
em cada pedaço de mim.
Nas minhas dores, nas minhas glórias.
Cada versão do que sou,
pode ser um poema inacabado ou
um rascunho daquilo que ainda serei.
E como é belo,
esse eterno descobrir,
esse embalo do deixar fluir,
de me considerar e me aceitar.
De abraçar as sombras
e iluminar as cicatrizes,
de entender que a melhor versão de mim,
é aquela que se constrói todos os dias,
nas falhas, nas quedas,
nas curvas, nas retas.
Assim como você, às vezes me perco,
mas sempre me encontro no caminho
do grande REENCONTRO.
Eu sou muitas...
e em todas sou INTENSA!
Sou o que fui,
o que sou,
e o que ainda serei.
E em cada mudança,
em cada passo,
serei sempre a busca
pela transformação
de mim mesma.
Em um mundo onde muitos buscam ser o que não são, encontrar autenticidade é uma jornada pessoal; ser ninguém ou algo além da imaginação é a escolha de quem se atreve a explorar o verdadeiro propósito dentro de si.
Acreditar que somos meros espectadores da vida e transferir a responsabilidade para forças externas impede nosso crescimento pessoal.
A auto-responsabilidade é a chave para moldarmos nossos destinos.
Quando o homem assume a aceitação como norte de suas ações e desejos, ela deixa de exitir como um ser pessoal para agir como um sujeito social, com o seu individual irrelevante.
