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São as pequenas permissões de hoje, que alimentam os grandes erros do amanhã, e, gradualmente, aquilo que antes causava incômodo começa a ser defendido como uma verdade incontestável.
Assim como somos grandes demais para que as formigas compreendam nossa ajuda, Deus, sendo imenso, viu nossa dor e escolheu tornar-se pequeno para nos alcançar. Ele se fez homem em Jesus Cristo, perdoando e esquecendo nossos pecados para sempre.
2. “Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito.” (Mateus 28:6)
A ressurreição de Cristo é o coração da Páscoa cristã. A palavra grega usada para “ressuscitou” é ēgerthē, que significa “foi levantado”, “ergueu-se”. Isso revela que a ressurreição não foi apenas um retorno à vida, mas uma elevação gloriosa. A tumba vazia não é apenas um sinal de vitória sobre a morte, mas o marco de um novo tempo, onde a esperança supera o medo e a vida triunfa sobre a escuridão.
Deixados sobre a mesa...
Como os homens vivem...
Nem os deuses socorrem...
Os sonhos, as esperanças e ilusões...
Como um deserto imenso...
De conversas vãs...
Da enorme dor humana...
Que todos fingem não ter...
A essência de ser e parecer...
Conduz ao purgatório...
Sem ninguém perceber...
Vácuo imenso e fundo...
Eterna busca...
Inconstância do homem de ser...
Responde sorrindo à cruel realidade...
Enquanto perde-se no horizonte...
Acreditando crer...
A terra cumpre sua promessa...
De tornar a todos iguais...
O bom, o mal...
Quem riu, quem amou...
Que chorou os seus ais...
Nem este falso silêncio...
Sobre os ombros nus
e esmagados...
Nem o luar...
Pode esconder os pecados...
Raro e vazio dia.
Noite desamparada...
O momento é tão fulgaz e rápido...
Até para o mais amado...
Sandro Paschoal Nogueira
A falta de pessoas de confiança para confessar pecados e frustrações tem levado muitos à solidão, ansiedade e medo. Precisamos cultivar amizades com pessoas íntegras, fiéis e de vida de oração.
Pecados não confessados e abandonados geram consequências físicas, emocionais e espirituais. A confissão e o abandono trazem restauração da comunhão com Deus, paz e alegria interior.
Todos somos pecadores, mas nem todos pecadores se arrependem de seus pecados. Alguns amam demais seus pecados que chegam ao ponto de justificar que tal pecado não é pecado.
Jesus sempre teve empatia com os pecadores, no entanto, nunca deixou de denunciar os vossos pecados. Vá e não peques mais!
Algumas vezes guardamos certas espécies de pecados no reservatório do coração, e a maneira mais eficaz de derrotá-los é pôr nossa mente nas coisas lá do alto. Precisamos ter uma clara percepção do que é a glória e a beleza da santidade.
Quase terminando, escrevo agora sobre o contrário da maldita gula, que e entre outros, tem como antônimo a moderação, a parcimônia e se quiser ser radical, o ato de jejuar.
Creio que o termo moderação é bem adequado para definir o contrário dessa voracidade de comer.
Assim como a desnutrição, o sobrepeso é um problema de saúde pública mundial, mas existe um problema maior ainda em relação à gula, a obesidade mórbida.
Minha esposa, gosta de assistir um programa de fatos verídicos (um reality show do canal Discovery Home & Health), aqui chamado de Kilos Mortais.
No início eu reclamava de ver os capítulos, mas depois de ver tantos, já não reclamo e entendo melhor o problema que essas pessoas sofrem.
É assustador assistir a situação de alguém que não consegue mais levantar da cama, com 300 kg ou mais, e ainda,
enxergar todo o envolvimento dos familiares, que não sabem o que fazer para ajudar ou resolver. Em alguns capítulos, a coisa chega às raias da loucura, as pessoas que estão envolvidas com o problema, ajudam aquele ser humano a engordar mais ainda, afinal de contas, são eles que levam a comida para a cama onde essa pessoa imensa, depois de tanto comer, espera a hora de sua morte, impressiona demais.
Uma coisa é certa, quem está envolvido com esse ser, acaba sofrendo algum distúrbio psicológico, e junto com ele, entram em "parafuso" emocional. Tem que ter muita estrutura para sair desse círculo vicioso.
Enfim, é um programa muito deprimente. Tudo começa pela falta de moderação, inicia-se então um ciclo vicioso (comer também é um vício), comem para se satisfazer e acabar com alguma angústia, e a medida que não se sentem satisfeitos, comem mais para tentar acabar com aquela ânsia da falta de satisfação.
Há pouco tempo, uma colega de trabalho me disse: "acho que todo mundo tem um vício qualquer".
Concordo plenamente, tem vício para tudo quanto é lado, vício em trabalhar, em não trabalhar, em malhar, em sedentarismo, em bebida alcoólica, em cigarro, em drogas, enfim, a lista é estensa.
Tem um ditado que diz: "tudo em excesso faz mal", então ser moderado em tudo é importantíssimo.
Extrapolo isso para todo os pecados capitais.
Ser moderadamente irado, lhe aproxima da paciência, ser moderadamente soberbo, vai abrir o caminho para sua humildade e assim por diante..
Só não tem como ser moderadamente avarento, se a pessoa é mão fechada não tem como ser menos "pão duro", mas isso fica para o próximo texto enfadonho do contrário dos sete pecados capitais.
Antes de terminar, faço uma ressalva para o ato de jejuar.
Quando jovem jejuei algumas vezes, achava e acho um ato penitencial fantástico, sentir no corpo o que tantas pessoas sentem nesse mundo tão desigual. Está na hora de voltar a fazer isso de vez em quando. Acho que vou jejuar amanhã!
E tenho dito...
O contrário da luxúria: a castidade.
Hoje dia é um atributo raríssimo.
Na realidade não vejo a castidade como uma qualidade e sim aceitação social.
Vejam bem, não estou querendo enaltecer a pessoa que troca de namorado(a) como quem troca de roupa, como dizem os solteiros(as), o "ficante". Temos que saber separar as etapas da vida, se bem que isso não é regra absoluta, mas ajuda.
Não sabemos disso na adolescência, mas a família tem que orientar. Se uma pessoa começa namorar muito cedo e não tem experiências com outros parceiros, casando jovem, tende a queimar uma etapa, o contrário também se aplica, ou seja, se a criatura fica trocando demais de parceiros sem conseguir amadurecer um relacionamento para casar, acaba ficando para "tio Sukita" ou titia.
Mas, no frigir dos ovos, entendo que em função da consciência humana, somos todos muito obscenos. Os seres irracionais somente se preocupam em procriar, trocando de parceiros como quem troca um prato de comida, não se importam com a beleza, que embora não tenha padrão, tem um parâmetro social. E aí está o centro da questão, o que é libertinagem para a sociedade X pode ser visto como pureza para sociedade Y. Acho até, que em função de tanta estratificação, dentro da mesma sociedade vamos ter uma muitas divergências sobre o que é ser recatado(a). Sinceramente, no meu modo de ver, é a pecado capital mais sensível e por ser um assunto sujeito à "chuvas e trovoadas" não tenho uma opinião muito forte sobre o tema. Sei que o nosso mundo muda cada vez mais rápido e o que ontem era depravação, hoje é visto como normal. E tenho dito.
Homenagem ao meu amor Veronica Bockorny, que pacientemente corrige meu português ruim, obrigado meu docinho de coco.
Cuidado com a monotonia; é a mãe de todos os pecados mortais.
Jesus curou as pessoas das suas enfermidades quando elas manifestaram fé em Seu poder. Ele as ajudava naquilo que não podiam enxergar, inspirando-as a nEle confiar quanto às coisas que não podiam ver – levando-as a crer no Seu poder de perdoar os pecados.
Somos todos turvos de pecados. Por mais alvas que sejam as nossas vestes, palavras, corpos e casa. somos todos turvos de pecados. E não há nada mais pior que não aceitarmos isso
A futilidade do ser humano reside em se preocupar em entender e remodelar o mundo exterior;
Em agasalhar o corpos e mentes de mantos desnecessários;
Em dar azo e primazia a questões banais e restritas a tudo que se pode ver, pegar, sentir, cheirar ou em se tornar umas das aqui enumeradas;
E esquece de agasalhar a alma e o espirito para que possa atravessar o vale da morte e da existência física com mais dignidade e fortalecidos.
Vocês da modernidade gostam de brincar de Deus, e/ou de até tentar superá-lo. Isso, têm-vos custado tudo de mais valioso que a humanidade pode ter.
"O exemplo de Urias nós faz lembrar do Senhor Jesus, um inocente que morreu por pecados que ele mesmo não cometeu."
Como cristãos que somos, muitas vezes nos perguntamos se Deus realmente pode perdoar nossos pecados passados. Nos perguntamos porque, sinceramente, alguns de nós aqui fizemos coisas terríveis em nossas vidas. Todos cometemos pecados graves em nossas vidas.
Estamos sempre fazendo inimizade e a reconquistando, toda vez que pecamos mortalmente, nos tornamos inimigos de Jesus. Toda vez que sinceramente nos arrependemos e confessamos, reconquistamos essa maravilhosa amizade.
