Tag omissão
Soneto: Juizo Final
"Chegará um dia em que o juízo final
Virá sem aviso, sem contemplação,
E todo homem será julgado igual,
Sem distinção, sem exceção.
Os pecadores, então, terão de prestar contas,
Por cada ato, por cada omissão,
E as almas justas, em paz, terão o monte,
Para desfrutar a glória e a salvação.
As trombetas tocarão com força e estrondo,
E os vivos e os mortos se reunirão,
Para ouvir a sentença do justo julgamento.
Mas antes que chegue esse momento,
Sigamos o caminho da redenção,
E vivamos em paz e amor, com nosso próximo e com Deus, em cada momento."
Nem tudo que você não acha bom , é ruim para você. As vezes Deus omite escolhas para nos da o suficiente no futuro.
"Na docência ou bacharelado, entendi que devo estar à serviço da consecução do justo, e nisso encontrei parte da razão e do sentido de cumprir minha jornada.
Ao mesmo tempo compreendi que não me omitir na tentativa de correção de tantas desigualdades é um pressuposto para que não incorra na negação daquele propósito, senão melhor dizê-lo, no injusto."
“A omissão por muitas vezes contribui com o caos. E o omissor é o primeiro a se indignar com o resultado fruto de sua decisão, usando a escolha do outro como desculpa.”
Ação, omissão, reação
Conhecereis a verdade, ela vos libertará.
Quem poderá dizer, quem poderá revelar.
A santa igreja.
Platão, Tesla, Albert Einstein, Bil Gates.
Saber quem deseja.
Que o criador nos proteja.
O mundo é perigoso, não pela manifestação do mau, sim o homem bom que recusa a gritar.
Um desses homens inteligentes Einstein, repetido por Enéas.
Eu tão pequeno, ninguém escuta o soar da minha traquéia.
Sim, se o segredo superior é dado aos que teme o Altíssimo, eu me borro, quero isso.
Dessa massa, dessa energia, dessa forma solar diferente.
Do pulso, do sinal, da luz, do som, minha mente, se você quer, tente.
Conversão de pulsos, programação artificial, tempo real, uauau, plano ousado, surreal.
Ameaças, torturas, acusações, a insanidade binária provocando loucura.
Lucas, Marcos, diz que o oculto vem a tona.
O que tem por baixo dessa extensa lona.
O calcanhar de Aquiles, dessa marginal putaria, zona.
Quem goza, leva o ouro, o charuto caro, o dono da lancha, os cavaleiros do apocalise, os selos, as taças, as trombetas.
A geração da pedra, pergaminho e canetas.
O jogo, a moderna civilização, a era da tribulação.
Manifesta ciência tecnológica, politica e religião.
Quem será a ponte da grande revelação.
Quantos bits, qual a velocidade, qual a percepção, quem intercepta, quem ativa a grande PROGRAMAÇÃO.
Giovane Silva Santos
Toda arte deve pelo menos uma explicação — omitida de forma espontânea pelo artista — para que seja totalmente compreendida.
As pessoas em geral tendem a avaliar sua retidão pela ausência de atos errados em sua vida, como se passividade fosse o objetivo do ser humano. (...) O homem não cumpre o propósito para o qual foi criado a menos que aja.
"O verdadeiro cristão não é omisso e nem covarde. Ele sempre defenderá Cristo e sua noiva".
Anderson Silva
Solidariedade é uma necessidade evolutiva! É ação samaritana que transforma! Paradoxalmente imaterial mas viva! Em omissão não se conforma! Faz o progresso involuntário e desinteressado de quem se estende as mãos, permitindo-se, simultaneamente: alavancar e ser alavancado! É ser partícipe dessa sagrada simbiose: como sujeito ativo e passivo da evolução.
Livros que transformam, livros que se abrem,
Livros que anseiam, livros que se fecham.
Outrora, a vida que se fazia simples e costumeira,
Sem margem à dúvida, moldava-se heróis;
Vilões eram apenas vilões. Mas o arco da história tornou-se trivial,
E novos papéis surgiram da velha história contada,
Passamos a entender que o simples, às vezes, era equivocado,
E que o vilão, na verdade, era vítima de um sistema opressor,
Trancafiado na cela do tempo, uma parte omitida,
Sequer mencionada, pois exibi-la traria ao conto um tom cruel.
O bom, ao tornar-se errado, perde o traço do amável.
Como antes se dizia: livros se fecham para que novos e complexos livros se abram,
Mas continuam a história, rasgando em tiras a omissão dos detalhes belos e dourados.
E para isso, é preciso começar pelo rosto amável que a história massacrou,
Forjando, assim, o vilão intrínseco e indescritível,
Que, desde o início, ninguém resguardou,
Outrossim, apenas condenou.
Existe um ditado popular que diz
"Melhor pecar pelo excesso do que pecar pela falta" e muitas pessoas cristãs utilizam ele. Até mesmo eu já utilizei, porém movido pelo Espirito Santo isso acabou para mim.
Melhor é não pecar e não sermos omissos!
O esquecimento coletivo, embalado pela Síndrome do Céu Azul, transforma Desastres anunciados em tragédias recorrentes, enquanto a memória que deveria Prevenir e Preparar é soterrada pela negligência e omissão.
Assim como o poder e a oportunidade, a escolha na Omissão desnuda a verdadeira natureza humana. Ela não distingue raça, nacionalidade, religião, cultura, educação, ideologia, partido político ou qualquer outro status quo, é universal e silenciosa. Em algum ponto de nossas breves existências, todos já fomos cúmplices por Omissão. E quase sempre, essa escolha de nada fazer serve apenas para corroer, em silêncio, o que ainda resta de nossa Humanidade.
Enquanto os carneiros pulam, correm na relva, sem se preocupar com nada, os lobos preparam as panelas para recebê-los na volta.
Se não for pelas nossas mentes, com braços e pernas atuantes e voz alta, continuaremos sobre o assoalho, inertes, como a sujeira que se deposita todos os dias sendo pisada.
Avançam covardemente, passo a passo sobre nós, a cada permissão que damos sobre nossas vidas, por omissão e medo.
O erro não está no sistema de governo de um país, muito menos no líder, mas no povo e seu comportamento materialista, sua omissão ao não exigir seus direitos e necessidades e que transforma o país num inferno.
Basta que os bons se calem, sejam omissos e tímidos, para que todo o azar de atrocidades aconteçam pelas mãos ousadas e corajosas dos maus.
Quem não questiona é manipulado, quem questiona é censurado ou preso, quem não se envolve é culpado por todas as manipulações, censuras e prisões.
