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Oh, Natureza
És cheia de beleza
Impossível não contemplar
Tudo que nela há
O mar, o céu estrelado
Que me faz sonhar acordado
O sol e o vento
A brisa de um momento
E a Deus um agradecimento
A Terra se ajoelha a ti agradecendo.
A borboleta é um ser incrível.
Ela é humilde, sofrida e conhece as mudanças mais profundas desta vida.
Sua missão é ensinar ao mundo, que a adversidade pode ser vencida em silêncio.
O frágil pode ser forte;
O feio pode ser belo;
E o desamado se tornar amado.
Ser borboleta é olhar o mundo com mais sentido;
Apreciar o perfume das flores,
Conhecer a importância do tempo,
Saber o valor das pequenas maravilhas que a vida oferece.
É ser admirada, sem perder a simplicidade;
É ser aplaudida, sem se ensoberbecer;
É encantar, sem perder a sua essência.
Ser borboleta é aprender a voar sem desprezar quem está embaixo;
Porque ela sabe melhor do que ninguém, que a lagarta que hoje se rasteja, pode se tornar a borboleta que voa mais alto amanhã.
Há criaturas que chegam aos cinquenta anos sem nunca passar dos quinze, tão símplices, tão cegas, tão verdes as compõe a natureza; para essas o crepúsculo é o prolongamento da aurora. Outras não; amadurecem na sazão das flores; vêm ao mundo com a ruga da reflexão no espírito, - embora, sem prejuízo do sentimento, que nelas vive e influi, mas não domina. Nestas o coração nasce enfreado; trota largo, vai a passo ou galopa, como coração que é, mas não dispara nunca, não se perde nem perde o cavaleiro.
Borboleta é flor que o vento tirou para dançar, pessoa é estranho ímpar que o mundo resolveu testar.
Das coisas belas, umas são belas por natureza e outras por lei, mas as coisas justas não são justas por causa da natureza, os homens estão continuamente disputando pela justiça e a alteram também continuamente.
A felicidade é a sua natureza. Não é errado desejá-la. O que é errado é procurá-la do lado de fora quando ela está do lado de dentro.
Os dias, ainda que sejam duros e desanimadores, não podem suprimir a beleza da natureza, que independe do humor e atividade humana.
Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!... E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons... acerta... desacerta...
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas...
Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço...
Para quê pensar? Também sou da paisagem...
Vago, solúvel no ar, fico sonhando...
E me transmuto... iriso-me... estremeço...
Nos leves dedos que me vão pintando!
SOMOS NATUREZA!
Eu não sou perfeito, nem melhor que você
Eu sou humano e cheio de defeitos que todos podem ter
Eu procuro enxergar o que muitos não querem ver
Enxergar na natureza a minha fonte de vida e a de você
Porque se a NATUREZA MORRE...
MORREREMOS JUNTOS, Eu e também Você.
"E de todas as plantas, eu quero ser o cacto, que mesmo com todas as dificuldades, continua verde, em meio a tantas plantas murchas e sem cor"
Aqueles que gostam e cuidam de animais, árvores, plantas e flores, e também das pessoas, são mais humanos!
O mundo morrendo, o que está acontecendo?
A natureza pede socorro enquanto você diz:
"Foda-se o povo, eu tô é vivendo."
Seu filho sofre efeito borboleta do que você está fazendo.
Tecnologicamente, chegamos ao ponto em que podemos destruir-nos completamente. A natureza não sentirá a nossa falta.
Precisamos aprender a ver as coisas simples da vida, uma flor, uma borboleta, um alvorecer e um pôr de sol, um canto de um pássaro, o cheiro da terra molhada que a chuva produz, até mesmo o silêncio de uma noite estrelada.
Assim sentiremos a essência universal e ela estará presente em nós. Tornando a beleza das coisas mais viva em nossos corações.
Esteja feliz!
Devemos tomar consciência que os direitos da natureza e os direitos humanos, são dois nomes da mesma dignidade. E qualquer contradição é artificial
Se perdeu no verde e se encontrou no azul do céu, uma centelha de luz brilhou nos olhos realçando-lhes a cor castanho esverdeados. Os fechou e ergueu os braços em rodopios até cair na relva como um manto a lhe agasalhar, e permaneceu assim, estirada ao chão, num silêncio contemplativo por longas horas até que o pensamento serelepe voou por lugares diversos.
Sim eu desejo uma casa no campo.
Mas sem cerquinhas!
Onde haja paz e comunhão!
Onde o amor seja a porta de entrada!
Onde a vida esteja no regaço das campinas que a acolhe.
Onde eu possa tirar uma soneca de alma mesmo deitado ao léu do chão batido caprichosamente preparado!
Onde naquele cantinho especial sinto o cheiro do fogão de lenha a estourar o milho no alvorecer!
Que anteriormente na lida da matina tomei emprestado da natureza alguns troncos secos forjados no machado singelo passado de gerações.
Do cafezinho meio forte saindo da chapa escaldante a aromatizar o ambiente.
Onde nem hajam espelhos mas que eu veja o meu reflexo no ar que respiro.
Onde todos habitamos em harmoniosa e terna alegria.
Onde no finzinho do dia olhe as estrelas na noite clara e pura e diga: Obrigado meu Deus! Tu existes!
TVs ligadas
Luzes acesas
Vidas apagadas
Empobrece a natureza
Árvores ao chão
Animais sem lar
Humanos pela ambição
Um preço a pagar
Gado no pasto
Borboleta sem casulo
Homem devasso
Réu em seu mundo
Primavera sem flor
Ar poluído
Verão sem calor
Planeta destruído
Qual é a natureza do ser humano? Qual é a melhor maneira de viver? Como viemos parar aqui? E o que será de nós quando não existirmos mais?
